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lactoseAlimentos como leite, queijo, requeijão e iogurte costumam estar presentes na mesa dos brasileiros, mas, para muitas pessoas, eles podem causar náuseas, diarreia, excesso de gases e dor de estômago, entre outros incômodos. Isso pode ser sinal de intolerância a lactose, que é a dificuldade em digerir o açúcar presente nesses alimentos.

 

De acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha, a intolerância à lactose atinge 35% dos brasileiros acima dos 16 anos (cerca de 53 milhões), sendo que a doença apresenta maior incidência em mulheres (59% dos casos).

 

Por isso, a nutricionista responsável pelo Ambulatório de Nutrição do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Kátia Terumi Ushiama, esclarece dúvidas sobre o problema e afirma que o diagnóstico não deve ser sinônimo de desespero. saiba mais a seguir:

 

É preciso viver para sempre sem lactose. MITO.

A nutricionista explica que, no tratamento inicial, é retirada toda a lactose da dieta para reduzir o desconforto, como gases e inchaço abdominal.

 

— Após liberação médica, é possível tentar a reintrodução de alguns derivados do leite, como queijos e iogurtes, de forma gradativa para observar a tolerância do paciente

 

A quantidade de lactose muda conforme o alimento. VERDADE.

 

Alguns derivados contêm menos lactose e podem ser tolerados, por isso é preciso reintroduzi-los aos poucos, para detectar o nível de intolerância de cada pessoa, afirma Kátia.

 

— Não é possível definir uma dosagem exata de ingestão diária, pois não se pode mensurar a quantidade de lactase [enzima que digere a lactose] que o indivíduo produz

 

Produtos sem lactose têm menos cálcio. MITO.

 

— A exclusão inicial de leite e seus derivados da alimentação não está diretamente relacionada à deficiência de cálcio na dieta. Esses produtos não apresentam diferença no teor do mineral em suas composições

 

Substituir lácteos por leites vegetais merece atenção. VERDADE.  

 

A especialista ressalta que se a pessoa optar por não consumir lácteos sem lactose, a substituição por leites vegetais, como soja e arroz, pode ser feita, porém, é preciso incluir fontes vegetais que contenham cálcio, folhas verde-escuras, sementes e oleaginosas, como castanhas e nozes

 

Evitar é a melhor saída. VERDADE.

 

Mesmo que de forma não tão aparente, alguns alimentos possuem grande quantidade de lactose em sua produção e devem ser evitados, alerta Kátia.

 

— Nesta lista estão pudins, flans, sorvetes cremosos, chocolates ao leite, manteiga, preparações com creme de leite, molho branco e gratinados

 

r7

Foto: print

degenerativaO defeito genético que causa a doença degenerativa de Huntington pode ser corrigido em pacientes pela primeira vez, segundo soube a BBC.

 

Uma droga experimental, injetada no fluido espinhal, conseguiu baixar, com segurança, os níveis de proteínas tóxicas no cérebro.

 

A equipe de pesquisa, da Universidade College London, diz que agora há esperança de que a doença fatal possa ser parada.

 

Especialistas dizem que esse pode ser o maior avanço já visto na área de doenças degenerativas nos últimos 50 anos.

 

Huntington é uma das doenças mais devastadoras. Alguns pacientes a descrevem como Parkinson, Alzheimer e doença do neurônio motor todas juntas.

 

Peter Allen, 51 anos, está nos estágios iniciais do Huntington e fez parte dos experimentos: "Você pode ficar em um estado praticamente vegetativo, é um fim horrível".

 

A doença afeta famílias. Peter viu sua mãe Stephanie, seu tio Keith e sua vó Olive morrerem dessa forma.

 

Testes médicos mostraram que sua irmã Sandy e seu irmão Frank também vão desenvolver a doença.

 

Os três irmãos têm oito filhos — todos jovens adultos, cada um com 50% de chance de ter Huntington.

 

Cada vez pior

A morte de células cerebrais na doença de Huntington faz com que os pacientes entrem em um declínio permanente, afetando seu movimento, comportamento, memória e capacidade de pensar com clareza.

 

Peter, de Essex, Reino Unido, falou: "É muito difícil ter essa coisa degenerativa dentro de você. Você sabe que o seu dia foi melhor do que o próximo será". O mal de Huntington é provocado por um erro em uma seção de DNA chamada gene huntingtina e geralmente afeta as pessoas no auge da vida adulta - entre os 30 e os 40 anos.

 

Cerca de 8,5 pessoas no Reino Unido tem Huntingon e outras 25 mil vão desenvolver a doença quando ficarem mais velhos. Pacientes morrem 10 ou 20 anos depois do início dos sintomas.

 

Normalmente, esse gene contém as instruções para fabricação de uma proteína, também chamada de huntingtina, que é vital para o desenvolvimento do cérebro.

 

Mas um erro genético corrompe a proteína huntingtina e a transforma em uma assassina de células cerebrais.

 

O tratamento é destinado a silenciar esse gene.

 

Nos experimentos, 46 pacientes tiveram o medicamento injetado no líquido que banha o cérebro e a medula espinhal.

 

O procedimento foi realizado pelo Centro Neurológico Experimental Leonard Wolfson, no Hospital Nacional de Neurologia e Neurocirurgia de Londres.

 

Os médicos não sabiam o que poderia ocorrer. Um receio era que a injeção da droga pudesse provocar uma meningite fatal.

 

Mas o primeiro teste em humanos demonstrou que a droga era segura, bem tolerada por pacientes, e que reduzir significativamente os níveis de huntingtina no cérebro.

 

BBCBrasil

James Gallagher

Quem já acordou pela manhã com dificuldade para andar ou para mexer os braços, os dedos das mãos ou as pernas? Dá uma sensação estranha de se sentir imobilizado, de não conseguir se mexer direito e, como consequência, vem uma sensação de que não vai dar para sair do lugar.

 

Há também quem acorde bem, sem nenhuma dor ou desconforto, mas que, ao longo do dia, começa a sentir dores nas pernas, nos pés ou nos braços. A sensação de cansaço é iminente e as pessoas tem que parar as atividades para conseguir seguir melhor com tudo o que ainda falta para fazer até terminar o dia. É exaustivo. Mas pode também ser preocupante.

 

Vamos entender quais são os principais sinais de alerta para quem tem dores nos membros superiores e/ou inferiores e, em suas respectivas articulações, que nos indicam que está na hora de procurar atendimento médico.

 

O primeiro passo é sempre, claro, descobrir a causa da dor. Uma vez descoberta a causa - neurológica, ortopédica ou reumatológica - a terapêutica pode dar conta de erradicar ou de minimizar o problema que incomoda.

 

Basta ter UM só destes sinais ou sintomas associados à dor:

 

- Há alguma limitação de movimentos ou dificuldade para andar e/ ou para mexer os braços, por conta da dor?

 

- Dói à noite, a ponto de te fazer acordar por conta da dor?

 

- A dor é acompanhada de inchaço, vermelhidão na pele e calor no local? Isso acontece mais nas suas articulações?

 

- Apresentou febre nos últimos dias, juntamente com os episódios de dor?

 

- Está com dificuldade para movimentar as regiões doloridas quando acorda pela manhã, junto com uma sensação de queimação no local? Ao longo do dia vai melhorando

 

- Está com a sensação de formigamento nos pés ou nas mãos?

 

- Está com a sensação de algo está “queimando por dentro” nos pés, principalmente?

 

- Observou alguma mudança na cor da pele (está mais pálida ou mais arroxeada) e/ou na temperatura (mais frio ou mais calor) dos braços, mãos, pernas e/ou pés?

 

Um destes sinais ou sintomas pode indicar muitas doenças associadas à dor. Não espere que tudo passe espontaneamente. Isso pode dificultar as chances de tratamento.

 

Passe um Natal bem movimentado, feliz e sem dores!

 

g1

geneticaEstudos publicados neste domingo (10) no periódico "The New England Journal of Medicine" mostram novos resultados para o tratamento de câncer com a ajuda de uma terapia genética, a CAR T-Cell. Os efeitos colaterais relatados, no entanto, ainda atingem parte dos pacientes.

 

A terapia CAR T-Cell consiste em habilitar linfócitos T, células de defesa do corpo. Elas são injetadas depois que são modificadas para rastrear e matar as células tumorais. O ataque é contínuo e específico e, na maioria das vezes, basta uma única dose.

 

Uma das análises, liderada pelo pesquisador Stephen J. Schuster, da Universidade da Pensilvânia, incluiu 27 regiões de dez países da América do Norte, Europa, Ásia e Austrália. Oitenta e um pacientes receberam as células do CAR T-Cell.

 

Para o tipo mais comum de linfoma não-Hodgkin, o difuso de grandes células B, cerca de 38% dos pacientes tiveram efeitos parciais (5 pessoas) ou uma resposta completa (26 pessoas) contra o tumor após três meses. Entre esses pacientes que apresentaram uma resposta, cerca de 73% continuaram isentos do câncer após seis meses.

 

"Cerca de um terço dos pacientes que falham em todas as terapias convencionais de hoje, mesmo os transplantes, agora podem ter uma outra forma de terapia que ofereça remissões duráveis", disse Schuster.

 

A outra pesquisa divulgada neste domingo é uma atualização de dados levantados anteriormente. O linfoma difuso de grandes células B apresentou 43% de remissão completa. Para o segundo tipo mais comum de linfoma não-Hodgkin, o folicular, o índice é de 71%. Após 2,5 anos desde o início do estudo, todos os pacientes que estavam "curados" na avaliação de seis meses continuam sem incidência da doença.

 

Efeitos colaterais

A "síndrome de liberação de citoquinas (SIR)", resposta imune progressiva que causa sintomas semelhantes aos da gripe – febres altas, náuseas, dores musculares –, tem potencial fatal em alguns desses pacientes devido à forte baixa no sistema imunológico. No estudo que envolveu vários países, 58% dos pacientes tiveram essa reação.

 

Dentre as pessoas que apresentaram a síndrome, 26% precisaram de tratamento com tocilizumab, terapia padrão para a liberação de citoquinas. Outras toxicidades incluíram infecções (34% dos pacientes), questões sanguíneas (36%), eventos neurológicos (21%), entre outros. Todos os efeitos colaterais do tratamento foram tratados. Ninguém morreu.

 

  G1 bem estar

Foto: NIAID/NIH