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Nossa coluna vertebral é formada por 16 ossos, que são separados por um disco intervertebral. A função desse disco não é apenas separar as vértebras, como também suavizar os movimentos.

 

Quando uma parte desse disco se move ou sofre algum dano, a pessoa desenvolve hérnia. E isso é um grande problema. O local onde mais costumam surgir hérnias é entre a lombar 4 e a vértebra lombar 5, e também entre a lombar 5 e a sacral 1.

 

Se você já sofre desse mal, possivelmente sente formigamento e fraqueza quando faz movimentos repentinos e excessivos.

 

As causas variam:

 

- Estresse físico

 

- Obesidade

 

- Lesões na coluna vertebral

 

É bom lembrar que, à medida que envelhecemos, os discos da coluna perdem a elasticidade e flexibilidade. Para você ter noção, o disco fibroso fica fraco e pode se rasgar facilmente.

 

É justamente por isso que os idosos são mais propensos a sofrer com hérnia – isso não quer dizer que os jovens estão livres desse mal.

 

Mas não é o fim do mundo!

 

É possível aliviar o sofrimento de uma hérnia de disco sem muitas complicações.

 

Veja o que pode ser feito:

 

- Repouso, antes de mais nada.

 

- Seções de fisioterapia e hidroterapia para fortalecer os músculos, melhorar a mobilidade e flexibilidade da coluna.

 

- Massagem para reduzir a dor e aliviar a tensão muscular

 

- Terapia com o ozônio como possível alternativa para evitar a cirurgia

 

O fato é que ninguém quer passar pelo bisturi, mas isso realmente muitas vezes se faz desnecessário.

 

Medicamento (prescrito pelo médico), descanso e fisioterapia geralmente compõem um tratamento muito eficaz.

 

Se você juntar isso com algumas receitas naturais, pode escapar da cirurgia.

 

Agora aprenda algumas receitas que selecionamos:

 

1ª receita

 

INGREDIENTES

2 gramas de casca seca de salgueiro

1 copo de água

MODO DE PREPARO

Misture os dois ingredientes e beba duas ou três xícaras por dia durante uma semana.

 

2ª receita

INGREDIENTES

1 copo de água

2 fatias de pão branco

1 colher (chá) de pimenta moída na hora

 

MODO DE PREPARO

Despeje a água numa tigela e adicione os outros ingredientes.

Em seguida, mexa bem até formar uma pasta.

Feito isso, coloque a pasta sobre a região dolorida por 30 ou 40 minutos.

Repita o processo uma vez por dia até que a dor passe.

 

Mais uma dica importante: evite movimentos bruscos e excesso de peso.

 

curapelanatureza

fomeÀs vezes, parece que não importa o quanto você come, você ainda fica com fome. Depois de todos os lanches entre as refeições, seu estômago ainda ronca. Como isso é possível?

 

Bem, a verdade é que podem haver alguns alimentos em sua dieta que realmente estão causando essa fome duradoura, em vez de promover o efeito contrário.

 

“Quase todos nós comemos várias vezes ao dia e a quantidade e as qualidades do que recebemos têm um enorme papel a desempenhar no quão famintos ou cheios nos sentimos”, afirmou o nutricionista Andy De Santis.

 

“Obviamente, existem fatores contextuais e pessoais que são importantes – exercício, genética, suas próprias tendências, etc. – mas o que você coloca em seu corpo, obviamente, representa a variável mais relevante para a maioria das pessoas”, completou ele.

 

Embora não exista uma maneira mágica de saber quais componentes nos alimentos causam esse sentimento de “poço sem fundo”, existem algumas evidências que sugerem que açúcar e sal podem ser os cuplados, diz De Santis.

 

“A fome e a satisfação são conceitos simplistas, mas são realmente processos bastante complexos no corpo humano que envolvem múltiplos hormônios que enviam mensagens ao seu cérebro”, explica. “Eu acredito que a maneira mais pertinente de entender isso é pensar nos alimentos que nos deixam cheios e os que não”.

 

De acordo com De Santis, os alimentos que muitas vezes nos deixam insatisfeitos terão poucas fibras e proteínas. Isso inclui doces, chocolate ao leite, sorvete, arroz branco, pão branco e batatas fritas, por exemplo.

 

E são esses dois componentes – fibras e proteínas – que ajudarão a promover a saciedade, diz De Santis.

 

“Isso faz parte da razão pela qual você pode ver as pessoas em uma dieta comendo muitos vegetais e peito de frango”, diz ele. “A combinação de proteína com fibras pode mantê-lo satisfeito com apenas uma modesta oferta calórica”.

 

Leguminosas como feijão, lentilhas e grão-de-bico, que contêm fibras e proteínas, são uma ótima escolha, sugere De Santis, bem como nozes e sementes.

 

O leite de soja, ele acrescenta, é uma das poucas bebidas comumente disponíveis que contêm proteína e fibra juntas.

 

Basicamente, qualquer alimento que seja particularmente rico em qualquer um desses componentes – como frutas, vegetais e carnes não processadas e laticínios – são o caminho a seguir, diz De Santis.

 

“Se você está realmente com fome, e opta por alimentos que não são bons em mantê-lo cheio, você provavelmente pode esperar não se sentir satisfeito depois de comer”, diz ele. “Adicionar mais alimentos saciantes à refeição, mesmo que em combinação com este outro alimento que não tem utilidade, poderia pelo menos ajudá-lo a se sentir mais satisfeito”.

 

mundoboaforma

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou terapia inédita para a dermatite atópica, um tipo de inflamação crônica de pele comum com pessoas com tendência a desenvolver alergias.

 

Trata-se do Dupixent (dupilumabe), que faz parte da classe dos medicamentos biológicos. Essas drogas são feitas a partir de organismos vivos geneticamente modificados para produzir o princípio ativo do remédio.

 

No caso do dupilumabe, a droga é um anticorpo monoclonal, um clone da célula de defesa humana alterada para inibir a ação de substâncias envolvidas no desenvolvimento da doença.

 

A aprovação da substância foi divulgada pela Anvisa na segunda-feira (11) e o registro foi dado à empresa francesa Sanofi-Aventis. O medicamento foi aprovado no final de setemtro nos Estados Unidos e em julho desse ano na Europa.

 

As irritações de pele provocadas pela dermatite atópica costumam aparecer atrás dos joelhos, na parte frontal dos cotovelos, nas mãos e nos braços. A droga é voltada para casos mais graves da doença em adultos.

 

G1

O Conselho Federal de Medicina determinou que pacientes com suspeita de morte encefálica deverão ser observados e tratados por no mínimo seis horas antes do início do protocolo que confirmava ou não a falta de atividade cerebral.

 

Antes, o protocolo para determinar a ausência de atividade no cérebro era iniciado imediatamente. Agora, pacientes obrigatoriamente devem ser tratados por no mínimo seis horas a partir da suspeita e, só aí, os exames de confirmação podem ser feitos.

 

Somados os periodos, a determinação da morte cerebral só poderá ocorrer após sete horas (seis horas de observação + uma hora de exames).

 

A suspeita da morte cerebral começa quando o médico observa alguns sinais. São eles:

 

   Coma não perceptivo (coma profundo);

 

   Falta de reatividade supraespinhal (ausência de reflexos motores);

 

   Apneia (ausência de respiração) persistente;

 

   Presença de lesão encefálica de origem conhecida e irreversível;

 

   Temperatura corporal acima de 35 °C.

 

Resumo das novas regras

 

Como era: O médico suspeitava de morte cerebral e poderia começar imediatamente o protocolo de confirmação

 

Como fica: Após a suspeita, o paciente deve ter acesso a todos os tratamentos possíveis por no mínimo seis horas. Passado esse período, o processo de confirmação pode ser iniciado

 

Nos últimos 20 anos, houve mais de 100 mil diagnósticos de morte encefálica no país. Nenhuma delas, de acordo com o CFM, foi contestada.

 

As novas normas devem ser publicadas em até 72 horas no Diário Oficial da União e alteram as regras atuais, vigentes desde 1997.

 

De acordo com o relator da nova resolução, Hideraldo Cabeça, as novas normas dão maior segurança ao procedimento. Além de neurologistas, também estarão habilitados a diagnosticar morte encefálica intensivistas, intensivistas pediátricos, neurocirurgiões e médicos de emergência. Familiares também poderão indicar um profissional de confiança.

 

Aparelhos serão desligados após a confirmação

 

O Conselho Federal de Medicina citou também sobre um decreto que será publicado nos próximos dias pelo Ministério da Saúde.

 

Segundo o documento, passado o período de tratamento e confirmação da morte, não será mais possível que o paciente fique no hospital com os aparelhos ligados.

 

Antes, o médico deveria aguardar uma posição da família. Agora, se não for possível a doação de órgãos -- seja pela decisão de familiares ou por circunstâncias da morte -- os aparelhos serão desligados após o período de tratamento e confirmação.

 

Bem Estar