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A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu recomendação pública para não catalogar o canabidiol (CBD), um princípio ativo da maconha, como droga, informou a empresa HempMeds México.

 

"A evidência recente de estudos em animais e humanos mostra que o uso do canabidiol poderia ter algum valor terapêutico para as convulsões derivadas da epilepsia e de outras condições relacionadas", afirmou a OMS, segundo comunicado da HempMeds.

 

De acordo com a organização, quando o canabidiol tem uso terapêutico, não existe risco de gerar dependência, como ocorre com outros canabinoides.

 

Raúl Elizalde, presidente de HempMeds México, empresa que vende e distribui produtos derivados de maconha nos Estados Unidos, defendeu na OMS o uso medicinal da planta durante a 39ª reunião do Comitê de Especialistas em Farmacodependência, em novembro.

 

Elizalde falou do caso de sua filha Grace, que sofre com a síndrome de Lennox-Gastaut e tinha 400 ataques epilépticos por dia, por isso buscou permissão no México para a importação do canabidiol como tratamento. Com isso, se tornou a primeira beneficiária. Grace hoje toma canabidiol puro, importado dos Estados Unidos, e suas convulsões diminuíram em 90%, segundo Elizalde.

 

Por sua vez, o médico Stuart Titus, presidente executivo da Medical Marijuana, disse que a indústria espera que essa recomendação "facilite o acesso a produtos derivados de CBD às pessoas do mundo todo, para melhorar sua qualidade de vida".

 

De acordo com a OMS, a maconha é a droga ilícita mais usada em nível mundial. Em 2013, um levantamento estimou que 181,8 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos usaram a planta sem propósitos médicos.

 

Agência EFE

Altos níveis de açúcar no sangue no início da gravidez aumentam risco de problema cardíaco em bebês, aponta estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Stanford (EUA). A pesquisa foi publicada nesta sexta-feira (15) no "Journal of Pediatrics".

 

O estudo analisou os efeitos do açúcar na primeira fase da gestação, quando o coração está se formando. A relação encontrada independe da mãe ter diabetes: a cada aumento de 10 miligramas da glicose na fase inicial da gravidez, o risco de um problema congênito no órgão tem um incremento de 8%.

 

Para chegar aos resultados, a equipe analisou prontuários médicos de 19.107 mães que tiveram bebês entre 2009 e 2015. Os registros continham detalhes do atendimento pré-natal, incluindo resultados de exame de sangue.

 

Dessa análise, pesquisadores encontraram 811 bebês diagnosticados com doença cardíaca congênita; também foram selecionadas as mães que tiveram a glicose testada no início da gravidez e excluídas aquelas com diabetes já diagnosticada.

 

O próximo passo da pesquisa será seguir um grupo de mulheres na gestação para ver se os resultados se confirmam. Se confirmarem, a pesquisa pode ser vir de base para protocolos que exortem médicos a pedirem o exame obrigatoriamente na fase inicial da gravidez.

 

Bem Estar

 

 

gripeAs mulheres frequentemente reclamam do “drama” dos homens quando ficam gripados ou resfriados. Mas, de acordo com um estudo publicado no periódico científico British Medical Journal, eles não estão exagerando quando reclamam dos sintomas dessas doenças. A “gripe do homem” existe e esse fenômeno, possivelmente ancestral, deve-se ao fato de que eles possuem um sistema imunológico mais fraco do que o das mulheres.

 

O estudo

Pesquisadores da Universidade de Newfoundland, no Canadá, analisaram diversas pesquisas científicas sobre o assunto – se os homens realmente têm sintomas piores do que as mulheres – e procuraram explorar as razões por trás desse fator.

 

“A pesquisa sugere que os homens têm uma resposta imune mais fraca quando se trata de infecções respiratórias virais comuns e da gripe. Essa hipótese tem como base o fato de que eles sentem mais os sintomas, que duram mais tempo do que nas mulheres, e são mais propensos a ser hospitalizados e morrerem em decorrência dessas doenças.”, disse Kyle Sue, principal autor do estudo, ao jornal britânico The Guardian.

 

Diferença hormonal

Segundo o pesquisador, um dos estudos, feito em animais, analisou diferenças entre células masculinas e femininas e mostrou que a testosterona pode ser a maior culpada pela supressão do sistema imune do homem. Enquanto isso, alguns hormônios femininos podem melhorar o sistema imunológico das mulheres: depois da menopausa, quando há redução do estrogênio, elas mostraram uma dificuldade maior em lutar contra a gripe (influenza).

 

Recuperação

Outra pesquisa analisada pelos canadenses mostrou que, nos Estados Unidos, os homens tiveram maiores taxas de óbito relacionadas à influenza em comparação com as mulheres da mesma idade. Enquanto isso, em Hong Kong, na China, os homens tiveram um maior risco de hospitalização devido à gripe sazonal.

 

Um questionário publicado em uma revista popular americana, que também fez parte do recente estudo, indicou que os homens demoram duas vezes mais para se recuperar dos sintomas.

 

Controvérsias

No entanto, alguns cientistas argumentam que outros fatores podem impactar a gravidade de uma gripe e que o recente estudo não deve ser levado tão a sério.

Muitos dos estudos analisados pelos pesquisadores canadenses não levam em conta esses fatores circunstanciais. Dessa forma, a sugestão de que existe uma relação entre os sintomas exagerados e os níveis hormonais não deve ser considerada uma evidência concreta.

 

“A grande maioria das evidências científicas sugere que não existe tal ‘gripe do homem'”, disse Helen Stokes-Lampard, presidente da Royal College of General Practitioners, organização de clínicos gerais no Reino Unido, em entrevista ao The Independent.

 

“De fato, algumas pesquisas sugerem que infecções do trato respiratório podem apresentar-se mais severamente em homens do que mulheres. No entanto, o melhor conselho para qualquer pessoa afetada é descansar em casa, beber muitos líquidos e tomar analgésicos, se necessário.”

 

O autor do estudo admitiu que as pesquisas abordadas não levaram em conta certos hábitos que poderiam impactar nos resultados gerais, como o tabagismo, estilo de vida e frequência das visitas médicas, que podem variar entre homens e mulheres.

 

Diversas pesquisas já mostraram que as mulheres tendem a cuidar mais da saúde do que os homens, por exemplo.

 

Comportamento masculino

No entanto, parece que a recente pesquisa teve mesmo um intuito mais jocoso do que científico. “Ficar deitado no sofá, não sair da cama ou não aceitar ajuda nas atividades do cotidiano podem ser comportamentos evolutivos [dos homens] que os protegem contra predadores”, brincou Sue, em comunicado.

 

“Talvez agora seja hora desses espaços tipicamente masculinos, equipados com televisores e cadeiras reclináveis, serem instalados onde os homens podem se recuperar dos efeitos debilitantes da gripe, com segurança e conforto. É necessário que haja mais estudos, estudos de maior qualidade que controlem outros fatores entre homens e mulheres, antes que possamos dizer definitivamente que essa diferença na imunidade existe”,disse Sue ao The Guardian.

 

“Será que as mulheres são mais resistentes, que são capazes de fazer malabarismos quando estão doentes ou que eles têm sintomas mais graves? Que não temos muita certeza. Mas acho que todos devem receber o benefício da dúvida quando estão doentes”, concluiu.

 

vejasaude

Foto: Gripe (//iStock

mosquitoO Governo do Piauí alerta a população para manter-se vigilante nos cuidados contra o mosquito Aedes aegypti, pois os boletins registraram uma redução de casos de dengue e zika, mas há um aumento de pessoas afetadas pela chikungunya.

 

 

Houve uma redução de 2,1% nos casos de dengue, em relação ao mesmo período de 2016. De 01 de janeiro a 13 de dezembro deste ano, foram 5.124 casos notificados em 129 municípios.

 

 

Em relação à chikungunya, foram 6.288 casos notificados em todo o estado, registrando aumento de 203,8% em relação ao mesmo período de 2016. As maiores incidências de chikungunya por 100 mil habitantes foram registradas nas cidades de Francinópolis, Cajueiro da Praia, São Raimundo Nonato, Várzea Branca e Luis Correia.

 

 

Os casos de zika registraram diminuição, quando comparados os anos de 2016 e 2017, com 216 e 155, respectivamente.

 

 

 

Confira aqui o boletim.

 

 

Governo do Estado