• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • SITE_BANNER.png
  • TV_ASSEMBLEIA.png
  • vamol.jpg

A Campanha de Vacinação Contra a Raiva, que foi realizada no último sábado (02) na zona urbana de Floriano, será efetuada na zona rural entre os dias 04 e 08 de dezembro, alcançando diversas localidades diariamente. A ação é voltada para gatos e cachorros com idade a partir de três (03) meses de idade. Abaixo o cronograma de vacinação para cada comunidade.

 vacina

SEGUNDA-FEIRA (04/12)
Área 1 – Dois Riachos, Alto Formoso, Bom Jardim, São Joaquim, Vereda, Cordão, Coroatá, Passagem Dantas, Rio Preto, Campo Alegre, Santa Rita.
Área 2 – Santa Tereza, Onça, Lagoa da Vagem Grande, Saquinho, Morrinho, Framboesa, Vaquejador, Ponte do Itaueira.
Área 3 – Barro Rachado, Paracati, Grota Seca, Ilha, Parada Nova, Assentamento Parrada Nova, Pé da Ladeira.
Área 4 – Boqueirão, Pitombeira, Cabeceira, Vila Sampaio.
Área 5 – Rio Branco, Riacho dos Bois, Cuia, Porção, Varginha, Mimosa, Subida, Carnaíba, Tinguis, Novo Coqueiro, Terra Vermelha.
Área 6 – Angelim, Morro Vermelho, Boa Vista, Lajeado, L3, Fazenda São João, Malhadinha, Lagoa Vermelha.
Área 7 – Jenipapeiro, Barreiro, Mocambo, Baixas, Chapadinha, Sitio Velho.

 

TERÇA-FEIRA (05/12)
Área 8 – Cocalinho, São Raimundo, Lindoia, Barra do Itaueira, Olímpia, Cachoeira, Campo Alegre, Boca da Entrada, Pequizeiro, Cantinho, Riacho das Serras.
Área 9 – Solidade, Olho Dáguinha, Teso Alto, Pé da Serra, Chapadinha, Canto da Guariba.
Área 10 – Buritizinho, Cabaceiro, Assentamento Coelho, Fazenda Tinguis, Posto da Agricultura, Lagoa de Santo Antônio.
Área 11 – Tabolerinho, Tabuleiro do Mato, Lagoa de Fora, Areal, Tabuleiro de Dentro, Brejo.
Área 12 – Sosseguinho, Tatu, Cabeceira do Tatu, Agua Boa, Fazenda do Mato, Morrinhos, Joana, Vereda da Joana, Chácara Santa Clara, Chácara Santa Fé, Melancias.
Área 13 – Morrinhos, Pequi, Saco, Calcado, Salobro, Calçado
Área 14 – Mario Bezerra, Recanto, Juá, Porteiras, Mangabeira, Carneiro, Boa Esperança, Jenipapeiro, Vila do Beck.

 

QUARTA-FEIRA (06/12)
Área 22 – Malhada de pedra, Uica, KM 27, KM 30, S.Geraldo, Sta. Luiza, Sta. Teresa, Carnaíbas, Boa Vista, Araçá
Área 23 – Pau de Leite, Campo de Aviação, Cachoeira, Ponte de Pedra, Vereda Grande dos Limas, Vereda Grande dos Nogueiras, Casulo, Caldeirão, Sto. Antonio, Vereda do Meio, Cabeceira de água boa, Novo Recreio, Lagoa Grande, Poço d’agua, Novo Amanhecer.
Área 24 – Manga, Prensa, Boa Vista, Formosa, Barra do Gurgueia, São José, Recanto, Alferes, Canaã, Barra do Corrente, São Benedito, Retiro, Amescla, Cana Brava, Capivara, Bananeira.
Área 25 – Papa-Pompo, São José, Peixe, Vereda do Pico, Canavieira, Vereda da Uica, Proj. São Paulo, Várzea, Varjota, Tamboril.
Área 26 – Capuama, Santo Antonio, São Benedito, Varzantinha, Sapé, Nova Aurora, Faveira.
Área 27 – Gado Bravo, Retiro, Buriti Redondo, Eius, Cacimbas,
Exú, Alecrim, Estocado II, Araçás dos Penhas.

 

QUINTA-FEIRA (07/12)
Área 15 – Vereda Grande, Alegre, Mandacaru, Bom Sucesso, Assentamento Bom Sucesso.
Área 16 – Cana Brava, Fortaleza, Canto Alegre, Pontal, Macaúba, Tamboril, Riacho do Pico, Assentamento Fortaleza, Puçá.
Área 17 – Tinguis, Caraíbas, Salobro, Malhada Grande, Gato Preto, Morrinho, Tigre.
Área 18 – Retiro, Largos, Baixão do Pedro, Barroca, D’água, Ranchinho.
Área 19 – Amolar, Papagaio, Massapê, Vista Alegre, Oitizeiro, Santo Antônio.
Área 20 – Lagoa Dantas, Assentamento Milagroso, Milagroso, Vereda Grande do Osmundo, Volta da Vereda, Boqueirão, Malhada Grande.
Área 21 – Estocado, São João, Lagoinha, Santa Maria, Volta, Três, Barras, Faveira, Taboa, Jatobazinho, Carnaubal, Olho d’agua.

 

 

SEXTA-FEIRA (08/12)
Área 28 – Retiro, Largos, Barra da Vereda, Barro Vermelho.
Área 29 – Amolar, Egito.
Área 30 – Cabrinha, Buritizinho, Jacaré Novo, Santo Amaro, Fuzil, Araças, Piloes, Tapaúne, Malhada do Meio, Pau d’arco.

 

 

ASCOM

poluiçaoPelo menos 17 milhões de bebês vivem em zonas onde a poluição é seis vezes maior do que os limites considerados saudáveis, o que pode danificar os pulmões e colocar em risco seu desenvolvimento cerebral, advertiu nesta quarta-feira (6) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

 

"As substâncias contaminantes não só danificam os pulmões em desenvolvimento dos bebês, também podem causar lesões permanentes em seus cérebros e, portanto, prejudicar seu futuro", alertou o diretor-executivo da organização, Anthony Lake.

 

Segundo o relatório "Perigo no Ar", divulgado nesta quarta-feira (6) em Daca, mais de 3/4 (12,2 milhões) dos menores de 1 ano que respiram níveis de poluição seis vezes acima do estabelecido vivem no sul da Ásia.

 

A Unicef explicou que muitas destes crianças já vivem em condições desfavoráveis e, especialmente aquelas que residem em favelas, estão expostas a riscos ambientais pela falta de água potável e condições sanitárias que lhes fazem ser vulneráveis a doenças infecciosas.

 

No extremo Oriente e na região do Pacífico vivem cerca de 4,3 milhões de bebês nestas condições.

 

Segundo o relatório, as partículas ultrafinas de poluição podem penetrar na corrente sanguínea e danificar a barreira entre o sangue e o cérebro causando neuroinflamação, algo especialmente perigoso no caso dos bebês, que possuem cérebros mais vulneráveis.

 

Algumas partículas podem danificar áreas fundamentais para a comunicação entre neurônios, enquanto outras contam com uma carga magnética que pode levar a doenças neurodegenerativas.

 

Por isso, o Unicef pediu mais investimento em energias renováveis e melhoria no acesso ao transporte público. Uma outra recomendação da entidade é para que pais transportem crianças em horas do dia menos poluídas.

 

Agência EFE

Foto: Johannes Eisele/AFP


A produção de alimentos tem um enorme impacto no planeta, com até um terço das emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura. As recomendações dietéticas feitas pelos governos tendem a ser baseadas em informações nutricionais e não diminuem o impacto ambiental, mas um novo estudo sugere que os dois caminham na mesma mão.

 

O estudo inclui dados de 37 países – representando quase dois terços da população global. Os resultados positivos foram encontrados na maioria dos países do estudo, mas foram particularmente pronunciados em nações de alta renda, como os EUA e o Japão.

 

Em países como estes, seguir uma dieta saudável recomendada nacionalmente resulta em uma redução das emissões de gases de efeito estufa em até 25% em comparação com as dietas normalmente consumidas nessas nações, de acordo com os resultados que foram publicados na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

 

Também foram observadas reduções significativas no uso da terra e poluição da água.

 

“Nas nações de maior renda, verifica-se que o que é bom para a nossa saúde também é bom para o meio ambiente”, disse o autor principal, Dr. Paul Behrens, cientista ambiental da Universidade de Leiden. “É um ganho em dobro”.

 

Por outro lado, se os países mais pobres incorporassem mais produtos animais em suas dietas – conforme recomendado pelas suas diretrizes de dieta – isso resultaria em um aumento do impacto ambiental.

 

No entanto, se as dietas recomendadas fossem uniformemente aplicadas em todos os países, haveria uma redução geral dos danos ambientais.

 

As dietas recomendadas nacionalmente variam dependendo da configuração, então, enquanto a dieta indiana recomendada se concentra no aumento do consumo de calorias, a dieta dos EUA recomenda o contrário.

 

Para os países mais ricos, as recomendações tendem a incluir uma redução nos açúcares, óleos, carne e produtos lácteos. Tais reduções no consumo de produtos animais são fundamentais para diminuir o impacto ambiental das dietas em países de alta renda, segundo o estudo. O outro fator importante é simplesmente consumir menos calorias.

 

Para realizar suas análises, o Dr. Behrens e seus colegas reuniram informações sobre as dietas médias das pessoas que vivem em todos os países sob pesquisa. Em seguida, eles compararam estes dados em relação às recomendações dietéticas específicas emitidas por esses países.

 

Usando o Exiobase, um banco de dados que representa toda a economia mundial, os cientistas podem rastrear o impacto ambiental dos alimentos em diferentes partes do mundo.

 

Esta ferramenta permitiu que eles obtivessem informações específicas da região, tais como transporte e métodos de cultivo, em toda a jornada da fazenda até o prato do consumidor.

 

Um punhado de países já fez alusão ao potencial vínculo entre alimentos saudáveis e benefícios ambientais nas dietas recomendadas nacionalmente, incluindo o Reino Unido e a China. No entanto, qualquer menção tende a ser fugaz na melhor das hipóteses.

 

“É uma daquelas coisas em que os documentos voltados para o público estão um pouco na contramão de aonde os pensadores políticos estão indo”, disse o Dr. Behrens, explicando que os formuladores de políticas estão começando a considerar o impacto ambiental dos alimentos ao fazer recomendações.

 

Ele acrescentou que uma maiir atenção deve ser focada no impacto ambiental dos alimentos.

 

“Para uma dieta recomendada, a nutrição vem em primeiro lugar, mas você também poderia fazer esses outros argumentos ambientais, o que ajudaria as pessoas a considerar suas escolhas”, disse ele.

 

mundoboaforma

bocalGosto ruim na boca, sangramentos e dor são sinais de que a saúde bucal não vai bem, mas esses problemas, quando não são tratados, podem desencadear doenças no coração e até causar a morte.

 

"Há uma relação de doenças simples e graves que estão relacionadas com a boca. A odontologia saiu do consultório há muito tempo e tem estudado doenças que têm relação com a boca. Já se sabe da endocardite, quando uma bactéria pode ir para a corrente sanguínea e acabar se alojando no coração. Isso pode levar ao óbito", explica Letícia Mello Bezinelli, cirurgiã-dentista e coordenadora do curso de pós-graduação de Odontologia Hospitalar do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

 

No mês passado, o ex-integrante do grupo Dominó Ricardo Bueno morreu no Hospital Municipal Prof. Dr. Alípio Corrêa Netto, em Ermelino Matarazzo, na zona leste da capital, após passar quase dez dias internado. A causa da morte, segundo a Secretaria Municipal da Saúde, foi septicemia e abscesso odontogênico.

 

Letícia diz que problemas na gengiva também podem prejudicar o tratamento de pacientes com diabete. "Se o paciente tem um abscesso no dente e a gengiva está infectada, esse foco agudo prejudica o controle de glicemia." Ela completa que, no caso de gestantes, a má condição bucal pode desencadear partos prematuros.

 

A cirurgiã-dentista alerta ainda sobre a importância de presença de profissionais da área de odontologia para evitar casos de pneumonia associada à ventilação mecânica. "Quando o paciente está entubado, é necessário ter a limpeza adequada da boca, porque a flora muda com rapidez e os patogênicos também se proliferam rapidamente. A secreção contaminada na cavidade bucal pode ser aspirada e ir para o pulmão, causando uma pneumonia."

 

Cirurgião-dentista e diretor do Grupo Ateliê Oral, Marcelo Kyrillos diz que a higiene oral é fundamental para evitar doenças, tendo em vista que a boca é um ambiente propício para a proliferação de bactérias.

 

"A boca é o único órgão que é interno e externo ao mesmo tempo. Como órgão interno, acaba tendo contaminações com alimentos que não estão esterilizados, quando a pessoa rói as unhas, no hábito de morder uma caneta, ao colocar a agulha ou linha na boca, talheres. A boca está sendo bombardeada por bactérias o tempo inteiro. É um ambiente quente e úmido, a gente tem bilhões de bactérias. Quando a gente se alimenta, a comida fica alojada e, se não usa fio ou escova, elas se proliferam e podem causar algum dano", diz Kyrillos.

 

Ir ao dentista regularmente, que pode ser duas ou três vezes ao ano, dependendo do caso, e ter uma boa higiene oral são as recomendações de Kyrillos para manter a saúde bucal.

 

"O ideal é escovar os dentes após todas as refeições, mas não imediatamente após comer. A pessoa deve esperar uns 40 minutos, que é o tempo que a saliva precisa para reequilibrar o PH da boca", explicou.

 

Costumamos ir ao dentista para cuidar essencialmente dos problemas bucais, certo? Mas nem todo mundo sabe que doenças graves em outras partes de corpo podem manifestar sinais na nossa boca, como a anemia, por exemplo. O CROSP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo) listou nove doenças que podem ser diagnosticadas por sintomas bucais.

 

Agência Estado

Getty Images