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É comum, em Floriano, após o carnaval surgirem centenas de pessoas com viroses, como a gripe, por exemplo. O problema afeta, principalmente, as pessoas que se envolvem diretamente na festa e, em especial em grandes multidões.

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Durante o período, de acordo com um levantamento de informações feito pelo Piauí Noticias, muitos foliões não procuraram as farmácias para adquirir remédios que combatam a doença, pois essa procura por remédios somente ocorreu da quarta-feira de cinzas em diante, após as festividades.

Um simples resfriado, além da gripe, é um outro problema que surge no período, pois as chuvas que ocorrem contribuem para isso devido a exposição dos carnavalescos aos climas frio e quente, com mudanças de temperatura repentina.

O Piauí Noticias procurou também o médico Marcus Vinícius, clínico geral da Clínicor, para externar sobre o assunto e citar sobre os cuidados que devem ser tomados, após o período.

Dr. Vinícius declina questões importantes que devem ser sempre tomadas em ocasiões como essa.

“Passamos pelo carnaval que é uma festa popular  que se reúne um grande número de pessoas e num período chuvoso, onde às vezes, estava quente e, em outro momento muito frio. E isso, com o acúmulo de água e com roupas úmidas o ambiente se torna propício para infecção das vias aéreas superiores e quem mais sofre com isso são as pessoas que já tem doenças crônicas, como sinusite, problemas pulmonares e aquelas que tem um históricos de serem alérgicas ou que estavam com um pouco já resfriadas. Juntando os efeitos do clima com as situações das pessoas a tendência é piorar,” explica o Dr. Marcus Vinicius.

As crianças e os idosos, ainda de acordo com ele, são as pessoas mais sensíveis a essas questões e, em todos os casos, expõe o profissional, se não houver um cuidado a situação  pode virar uma pneumonia.

Quanto aos cuidados após o período, ele disse, “as pessoas afetadas devem procurar um profissional na área médica e nunca se orientar com os vizinhos ou com os familiares, pois os remédios ideais devem ser ingeridos de forma que haja uma recuperação na saúde e não se torne um agravante em forma de complicações.

 

Da redação

IMAGEM: Piaui Noticias

Um grupo de cientistas assinou uma petição, enviada à Organização das Nações Unidas e à Organização Mundial da Saúde, para alertar contra os perigos potenciais de fones de ouvido sem fio, como os AirPods, da Apple, e os Gear Icon e Galaxy Buds, da Samsung. De acordo com informações do jornal The Atlanta Journal-Constitution, os 250 especialistas que assinaram a petição acreditam que os fones de ouvido apresentam possíveis riscos de câncer devido à tecnologia Bluetooth.

A tecnologia usa ondas de rádio de frequência eletromagnética para transmitir dados. A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer reportou recentemente que as essas ondas podem ser cancerígenas para humanos, especialmente quando usadas em um dispositivo tão próximo ao crânio do usuário.

Segundo os especialistas, altos níveis de exposição a ondas de frequência eletromagnética também podem causar problemas neurológicos e danos ao DNA. “Com base em pesquisas publicadas e revisadas por pares, temos sérias preocupações em relação à exposição onipresente e crescente de campos eletromagnéticos gerados por dispositivos elétricos e sem fio”, diz a petição.

As diretrizes da Organização Mundial da Saúde em relação aos níveis de exposição às ondas eletromagnéticas dizem respeito a quantidades bem maiores do que as emitidas pelos fones de ouvido sem fio. Entretanto, os defensores da petição não acham que as recomendações são boas o suficiente.

“As várias agências que definem padrões de segurança não conseguiram impor diretrizes suficientes para proteger o público em geral, particularmente as crianças, que são mais vulneráveis ​​aos efeitos da EMF”, explica a petição. “Ao não agir, a OMS não está cumprindo seu papel de agência de saúde pública internacional proeminente.”

Sobre o risco de radiação, a Maçã diz que “os produtos da Apple são sempre projetados e testados para atender ou exceder todos os requisitos de segurança”, conforme afirmou Alex Kirschner, porta-voz da Apple, à WSB-TV de Atlanta em 2016, quando os AirPods foram lançados pela primeira vez.

 

WSB-TV Atlanta

prisaoventreA prisão de ventre está entre as inúmeras alterações causadas pela menopausa, devido à redução do hormônio estrogênio. A constipação atinge cerca de 30% da população, mas com prevalência entre as mulheres, ou seja, são elas que sofrem mais com o problema, que pode ser agravado com a idade. Conversei com a médica Sthela Maria Murad Regadas, presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia e professora associada de Cirurgia Digestiva na Universidade Federal do Ceará, onde fez mestrado e doutorado – além de ter realizado pós-doutorado na Cleveland Clinic Florida.

A especialista afirma que há dois aspectos diferentes relacionados à constipação, igualmente relevantes: “o primeiro se refere ao trânsito, isto é, o tempo que a pessoa leva sem evacuar, que não deve exceder três dias. O segundo ponto é a qualidade da evacuação, que envolve características como consistência e dificuldade de expulsão. São duas formas de apresentação do quadro, que podem estar associadas ou não, mas ambas impactam na qualidade de vida do paciente”.
Uma dieta rica em fibras – o ideal é ingerir de 20 a 30 gramas por dia – pode melhorar bastante o mal-estar. A doutora Sthela lembra que, além de estarem presentes em frutas e verduras, as fibras podem ser consumidas na forma sintética (as práticas barrinhas) ou em pó para ser diluído em água ou outros líquidos. “A fibra também tem um papel de proteção da parede do intestino”, explica, “por isso é tão importante na alimentação. E é fundamental ingerir bastante água, do contrário as fezes tenderão a ficar desidratadas e endurecidas”.

Segundo ela, o motivo de as mulheres serem propensas à prisão de ventre está relacionado a diversos fatores, inclusive a um padrão de comportamento feminino: “na fisiologia normal, o desejo de evacuar surge quando uma quantidade de 100ml a 120ml de fezes chega no reto, a parte final do intestino, que também é chamado de reservatório. É quando a pessoa sente a urgência de ir ao banheiro. No entanto, esse reservatório é complacente, ou seja, quando se posterga a evacuação, ele se distende e há uma acomodação do material. Muitas mulheres sofrem de constrangimento para evacuar, evitando a ida ao banheiro. O resultado é o acúmulo de fezes, que vão se ressecar, podendo levar a sangramentos”. A recomendação para evitar esses sintomas é seguir uma dieta rica em fibras e ingerir bastante líquido; se for preciso, são prescritos medicamentos que funcionam como reguladores intestinais. O exercício é um grande aliado contra a prisão de ventre, porque ativa o metabolismo e melhora a movimentação do intestino.


Constipação não é o único problema. De acordo com a médica, a incontinência fecal ocorre com mais frequência entre as mulheres e, infelizmente, ainda é um assunto tabu: “elas têm vergonha e não tocam no assunto no consultório. O problema é multifatorial, podendo surgir como consequência de muitas gestações, perda da tonicidade ou envelhecimento de tecidos. Embora não tenha cura, há diversas ações para melhorar a qualidade de vida da paciente”.

Há um sinal de alerta para homens e mulheres: sangue nas fezes (ou percebido no papel higiênico). Nesse caso, o especialista deve ser procurado imediatamente, para descartar doenças graves. A doutora Sthela enfatiza que a colonoscopia deve ser realizada a partir dos 50 anos, se o indivíduo não tiver nenhum sintoma; mas, se houver histórico familiar, a partir dos 40. Mesmo que o exame não tenha indicado alterações, o intervalo até o próximo check-up não pode passar de dez anos. Ela alerta que os mais idosos devem se submeter à colonoscopia: “se o paciente tem 75 anos ou mais, mas está hígido, deve realizar o exame. Estudos recentes demonstram um aumento de prevalência dos casos de câncer colorretal, mesmo antes dos 40 e acima dos 75 anos”.

 

G1

Foto: divulgação

sarampoA Organização Mundial da Saúde (OMS) monitora o sarampo no mundo inteiro e o Brasil ocupa o terceiro lugar em número de casos, ficando atrás apenas da Ucrânia e das Filipinas. A doença é muito contagiosa, mais do que ebola, tuberculose e influenza. O vírus pode ser contraído por alguém até duas horas depois de a pessoa infectada ter saído do local. O Bem Estar desta quarta (13) conversou com a virologista da Fiocruz Marilda Siqueira sobre o assunto.

O sarampo é transmitido pelo ar e infecta o trato respiratório, podendo matar crianças malnutridas e bebês que ainda são muito novos para serem vacinados. Uma vez infectado, não há um tratamento específico, por isso a importância da vacinação.

No Brasil, a região norte está entre as mais atingidas pelo sarampo. Atualmente, o Amazonas está entre os três estados do país com transmissão ativa do vírus do sarampo. Em Roraima e Pará foram registrados casos recentes da doença. O que mais preocupa é que a meta de cobertura vacinal não foi atingida na maioria dos municípios. No Amazonas, só 50% das cidades atingiram o índice.

Transmissão
O vírus possui alta capacidade de propagação. A transmissão acontece de uma pessoa para outra, por meio de secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou mesmo respirar.

Sintomas
Os principais sintomas são:

Febre alta com manchas vermelhas no corpo (normalmente as manchas começam atrás do pescoço e atrás da orelha, depois aparecem no rosto e vão descendo para braços, tronco e pernas)
Tosse
Coriza
Conjuntivite
Eles podem ser confundidos com outras doenças, como a dengue. Por isso, é importante procurar imediatamente um serviço de saúde.
Como evitar a transmissão
Lave as mãos com frequência
Quando espirrar, coloque o braço para tampar o nariz. Jamais use as mãos
Como se proteger?
A vacina é a única forma de se proteger. Ela é disponibilizada gratuitamente pelo SUS em duas doses – tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), aplicada nos bebês aos 12 meses de idade, e tetra viral (as três doenças, acrescida da catapora), aos 15 meses.

E quem deve tomar a vacina? Crianças de 12 meses a cinco anos; crianças e adultos de cinco a 29 anos que ainda não se vacinaram (duas doses da tríplice com intervalo de 30 dias) e adultos de 30 até 49 anos (uma dose da tríplice).

E quem não deve? Casos suspeitos de sarampo, menores de seis meses, grávidas, pessoas imunodeprimidas e pessoas acima de 49 anos.

 

G1

Foto: Foto: Cristine Rochol/PMPA