O câncer de pulmão geralmente começa de maneira silenciosa, não provocando quaisquer sinais. À medida que a doença progride, os sintomas podem se tornar mais evidentes. Alguns deles, no entanto, são inusitados e muitas pessoas não os relacionam à doença.

As queixas mais comuns desse tipo de câncer são tosse persistente, rouquidão e falta de ar. Porém, outras consequências menos conhecidas também podem se manifestar em áreas inesperadas do corpo, como os dedos, por exemplo.

Vários estudos de caso mostram que a condição conhecida como baqueteamento digital pode ser um indicativo da doença em pessoas assintomáticas.

O baqueteamento caracteriza-se pelo inchaço da ponta dos dedos, que ficam arredondados, e alterações nas unhas, que podem ficar alargadas, curvadas para baixo e amolecidas.

Créditos: reprodução/BMJ Veja outros sinais incomuns de câncer de pulmão Os sinais e sintomas abaixo, embora incomuns e algumas vezes raros, não devem ser negligenciados. dor nas costas ou nos ombros tontura e problemas de equilíbrio fadiga A dor nas costas pode ser causada por metástases, especialmente quando o tumor se torna mais avançado e começa a afetar estruturas próximas, como nervos, ossos ou outras partes do corpo.

O crescimento do tumor no pulmão ou metástases em outras áreas do corpo também pode causar alterações que afetam o sistema nervoso, incluindo o cerebelo, que é responsável pelo controle do equilíbrio, por isso pode causar tontura.

Pessoas de idade avançada com histórico de tabagismo ou exposição a fatores de risco no trabalho, como poeira (sílica ou carvão) e fumaça que apresentem esses sintomas, devem consultar um pneumologista para avaliação.

É importante ressaltar que esses sintomas podem ser causados por outras condições de saúde, e nem todos os casos de câncer de pulmão apresentam todos esses sintomas.

Tratamento de câncer de pulmão O tratamento do câncer de pulmão no Brasil é realizado por uma equipe multidisciplinar de profissionais de saúde, incluindo oncologistas, cirurgiões torácicos, radioterapeutas, pneumologistas, enfermeiros, entre outros especialistas. O tratamento é individualizado, levando em consideração o estágio do câncer, o tipo histológico (células do tumor) e a saúde geral do paciente.

Os principais tipos de tratamento para o câncer de pulmão no Brasil incluem cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia-alvo e imunoterapia. Algumas vezes, é feita uma combinação desses tratamentos.

O tratamento do câncer de pulmão também pode incluir terapias de suporte, como suporte nutricional, controle de sintomas e tratamento da dor.

Catraca Livre

Você sabia que a gordura abdominal é mais do que uma questão estética? Ela pode ser um sinal de riscos sérios para a sua saúde.

gorduraabdominal

Com o envelhecimento, a saúde abdominal se torna crucial para as mulheres. A gordura na barriga não só afeta a aparência, mas também está ligada a vários problemas de saúde.

Após os 35 anos, mudanças hormonais e redução do metabolismo dificultam a manutenção da cintura em forma. Compreender esses fatores e tomar medidas preventivas é vital para a saúde e a qualidade de vida.

Este artigo do SaúdeLAB explora os fatores que contribuem para o aumento da gordura abdominal nas mulheres ao longo dos anos, incluindo mudanças hormonais e hábitos de vida.

Além disso, apresentaremos estratégias eficazes (testadas e aprovadas) para combater esse problema e promover uma saúde abdominal otimizada, melhorando seu bem-estar geral.

10 fatores que contribuem para a gordura abdominal nas mulheres Entender os motivos por trás do aumento da gordura abdominal é o primeiro passo para combatê-la eficazmente. Diversos fatores influenciam o acúmulo de gordura na região abdominal, especialmente nas mulheres.

A seguir, exploraremos os 10 principais fatores que contribuem para esse problema e como cada um deles impacta a saúde e o bem-estar.

  1. Mudanças hormonais A menopausa e outras mudanças hormonais podem levar ao aumento da gordura abdominal. A queda nos níveis de estrogênio faz com que o corpo redistribua a gordura, acumulando-a na região abdominal.
  2. Metabolismo lento Com o envelhecimento, o metabolismo desacelera, o que significa que o corpo queima menos calorias em repouso. Isso facilita o acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal.
  3. Perda de massa muscular A perda natural de massa muscular com a idade reduz a taxa metabólica basal. Menos músculos significam menos calorias queimadas, contribuindo para o ganho de gordura.
  4. Estilo de vida sedentário A falta de atividade física regular é um dos principais fatores para o ganho de gordura abdominal. Um estilo de vida sedentário resulta em menos calorias queimadas e maior acúmulo de gordura.
  5. Alimentação inadequada Dietas ricas em açúcares, gorduras trans e alimentos processados são grandes vilões. Esses alimentos promovem o ganho de peso e o acúmulo de gordura abdominal
  1. Estresse crônico O estresse contínuo leva à produção excessiva de cortisol, o hormônio do estresse, que está associado ao aumento da gordura visceral. O estresse também pode levar a comportamentos alimentares desordenados, como comer emocionalmente.
  2. Má qualidade do sono A privação de sono ou a má qualidade do sono interfere nos hormônios que regulam o apetite, levando ao aumento do consumo de calorias e ao ganho de peso, especialmente na região abdominal.
  3. Genética A predisposição genética pode influenciar onde o corpo armazena gordura. Algumas mulheres são geneticamente predispostas a acumular mais gordura na região abdominal.
  4. Consumo de álcool O consumo excessivo de álcool está associado ao aumento da gordura abdominal. O álcool é rico em calorias e pode promover o ganho de peso, além de afetar o metabolismo de gorduras.
  5. Gravidez e diástase abdominal A gravidez pode causar diástase abdominal, que é a separação dos músculos retos abdominais.

Essa condição pode levar ao aumento da circunferência abdominal e a uma aparência de barriga protuberante, mesmo após o parto.

A diástase pode ser agravada por múltiplas gestações e falta de exercícios direcionados para fortalecer o core e melhorar a postura.

Entendendo gordura abdominal Conheça agora quais os principais tipo de de gordura abdominal.

Gordura subcutânea A gordura subcutânea é a camada de gordura logo abaixo da pele. Embora esteticamente indesejável, não é tão perigosa quanto a gordura visceral. Ela serve como reserva de energia e isolante térmico, além de proteger órgãos internos de danos físicos.

Gordura visceral A gordura visceral se acumula ao redor dos órgãos internos, como fígado e intestinos. Esta gordura é mais perigosa porque é metabolicamente ativa, liberando ácidos graxos e hormônios inflamatórios que podem interferir no funcionamento dos órgãos.

Por que a gordura abdominal é um problema

Doenças Cardiovasculares: A gordura visceral contribui para a inflamação crônica e a resistência à insulina, aumentando o risco de doenças cardíacas, infartos e derrames.

Diabetes Tipo 2: Associada à resistência à insulina, a gordura visceral pode levar ao aumento do açúcar no sangue e ao desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Inflamações e Doenças Crônicas: A gordura visceral libera citocinas inflamatórias, associadas a diversas doenças, como câncer e doenças hepáticas.

Problemas Respiratórios: O excesso de gordura abdominal pode dificultar a respiração, causando apneia do sono e dificuldades respiratórias durante atividades físicas.

Síndrome Metabólica: A gordura visceral é um componente chave da síndrome metabólica, que inclui hipertensão, altos níveis de açúcar no sangue, excesso de gordura corporal e níveis anormais de colesterol, aumentando significativamente o risco de doenças cardíacas e diabetes.

Impacto na qualidade de vida

A gordura abdominal afeta a autoestima e a imagem corporal, levando a problemas emocionais como ansiedade e depressão. Também pode causar desconforto físico, dificultar a mobilidade e aumentar o risco de dores nas costas.

Estratégias para reduzir a gordura abdominal Apesar de ser um problema, é possível sim reduzir a gordura abdominal sem recorrer a cirurgias.

Alimentação saudável: Adote uma dieta balanceada rica em fibras, proteínas magras e gorduras saudáveis, reduzindo açúcares e alimentos processados.

Atividade física: Inclua exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida e ciclismo, além de treinamento de resistência, como musculação e pilates, para queimar calorias e fortalecer os músculos.

Controle do Estresse: Utilize técnicas de relaxamento, como meditação e yoga, e garanta uma boa qualidade de sono para reduzir os níveis de cortisol e melhorar o bem-estar geral.

Low Pressure Fitness (LPF) O Low Pressure Fitness (LPF) é uma técnica inovadora que combina exercícios de respiração e posturas de baixa pressão para fortalecer o core e melhorar a postura que é comprovada por estudos científicos.

O LPF se concentra na ativação dos músculos profundos do abdômen e do assoalho pélvico, promovendo uma melhora na saúde abdominal e na postura.

Além de ajudar a reduzir a gordura abdominal, o LPF melhora a flexibilidade, reduz o estresse e alivia dores nas costas.

A prática regular de LPF pode ser uma adição valiosa a uma rotina de exercícios, oferecendo benefícios abrangentes para a saúde.

A gordura abdominal é uma preocupação comum, especialmente para mulheres com mais de 35 anos, devido aos riscos significativos para a saúde que ela representa.

No entanto, com uma abordagem holística que inclui alimentação saudável, atividade física regular, controle do estresse e, possivelmente, a incorporação de técnicas como o Low Pressure Fitness, é possível reduzir a gordura abdominal e melhorar a qualidade de vida.

Compreender os fatores que contribuem para o aumento da gordura abdominal e adotar estratégias eficazes é crucial para manter a saúde e o bem-estar. Com dedicação e consistência, é possível alcançar uma saúde abdominal otimizada e uma vida mais saudável e feliz.

Saude Lab

O câncer de pâncreas representa um dos maiores desafios na oncologia moderna devido às suas taxas de detecção tardia e baixa sobrevida em estágios avançados.

No entanto, avanços significativos estão sendo feitos para melhorar tanto o diagnóstico precoce quanto as opções de tratamento disponíveis.

Qual é a importância do diagnóstico precoce no câncer de pâncreas? Conforme dados do SEER, programa do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, a taxa de sobrevida após cinco anos para pacientes diagnosticados precocemente é de aproximadamente 43,9%.

Esse número contrasta drasticamente com a sobrevida de menos de 5% para aqueles diagnosticados em estágios avançados com metástase.

Diante desses dados, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) tem promovido intensamente estratégias para o diagnóstico precoce.

Como detectar câncer de pâncreas cedo? Um sintoma presente em cerca de 75% dos casos é o prurido na pele (lesões que causam coceira), conforme estudo no The Official Journal of the International Hepato Pancreato Biliary Association. Portanto, é importante estar atento a esse sinal.

Identificar o câncer de pâncreas nos estágios iniciais é complicado devido à natureza inespecífica dos sintomas iniciais, que podem incluir ainda dor abdominal, perda de peso e fadiga.

Essa dificuldade reforça a necessidade de conscientização sobre os sinais de alerta e de investigações mais aprofundadas quando esses sintomas surgem.

Qual os primeiros sinais de câncer no pâncreas? Fraqueza geral e perda de peso sem causa aparente; Redução do apetite e dor abdominal persistente; Urina mais escura do que o usual; Icterícia, caracterizada por olhos e pele amarelados; Por fim, náuseas frequentes e dores nas costas. Reconhecer esses sinais e buscar intervenção médica imediata pode ser decisivo para o prognóstico do paciente.

Assim, é vital que tanto profissionais de saúde quanto a população geral estejam atentos e informados sobre as manifestações iniciais do câncer de pâncreas.

Como estão evoluindo os tratamentos contra a doença? Os médicos mais frequentemente usam a cirurgia para tratar o câncer de próstata, e ela é mais eficaz quando detectamos o tumor precocemente.

O processo pode envolver a remoção de uma porção do pâncreas e, possivelmente, outras áreas adjacentes como o duodeno e a vesícula biliar.

Além da cirurgia, tratamentos complementares como quimioterapia, radioterapia e, recentemente, imunoterapia têm sido empregados para melhorar a sobrevida dos pacientes.

Catraca Livre

O painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde contabiliza 5.968.224 casos prováveis de dengue e 3.910 mortes confirmadas pela doença ao longo de 2024. Há, ainda, 2.970 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, neste momento, é de 2.939 casos para cada 100 mil habitantes.

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Jovens com idade entre 20 e 29 anos seguem respondendo pela maior parte dos casos de dengue. Em seguida, estão as faixas etárias de 30 a 39 anos; de 40 a 49 anos; e de 50 a 59 anos. Já as faixas etárias que respondem pelos menores percentuais de casos da doença são menores de um ano; 80 anos ou mais; e de um a quatro anos.

Em números absolutos, o estado de São Paulo lidera o ranking - 1.813.282 casos - seguido por Minas Gerais - 1.607.043 vítimas e pelo Paraná, com 614.713 casos. Quando se leva em consideração o coeficiente de incidência, o Distrito Federal responde pelo maior índice, 9.547 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão Minas Gerais (7.824) e Paraná (5.371).

Chikungunya O painel contabiliza, ainda, 220.828 casos prováveis de chikungunya, arbovirose também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Em 2024, a doença responde por 121 mortes confirmadas. Há, ainda, 139 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência de chikungunya no Brasil, neste momento, é de 108,8 casos para cada 100 mil habitantes.

Zika Em relação à zika, os dados do painel contabilizam 8.466 casos prováveis em 2024, sem mortes confirmadas ou em investigação pela doença. O coeficiente de incidência no Brasil, neste momento, é de 4,2 casos para cada 100 mil habitantes.

Agência Brasil

Foto: Divulgação Fiocruz