A trombose é uma condição médica séria que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. A compreensão profunda é essencial não apenas para profissionais de saúde, mas também para o público em geral.

trombose

Muitos fatores podem contribuir para o desenvolvimento desta condição. Neste artigo, exploraremos detalhadamente os diferentes tipos de trombose, suas causas, fatores de risco, sinais e sintomas, métodos de diagnóstico e opções de tratamento.

O que é trombose? A trombose é uma condição médica caracterizada pela formação de um coágulo sanguíneo, também conhecido como trombo, no interior de um vaso sanguíneo.

Esse coágulo pode se formar em uma veia ou artéria, bloqueando o fluxo normal de sangue.

A condição pode ocorrer em qualquer parte do corpo, mas é mais comum nas pernas (trombose venosa profunda) e pode se tornar uma emergência médica se um pedaço do coágulo se desprender e viajar para os pulmões, causando uma embolia pulmonar.

A formação de coágulos sanguíneos pode levar a complicações graves, incluindo danos permanentes aos tecidos, insuficiência de órgãos e até morte. Além disso, a trombose pode ser assintomática em suas fases iniciais, dificultando o diagnóstico precoce.

A condição não é apenas uma preocupação individual, mas também um desafio de saúde pública. Com o envelhecimento da população e o aumento de condições crônicas como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, a prevalência de trombose está aumentando.

Portanto, um conhecimento aprofundado sobre essa condição pode ajudar tanto profissionais de saúde quanto o público em geral a adotar medidas preventivas e buscar tratamento adequado de forma precoce.

Tipos A trombose pode ser classificada em diferentes tipos, dependendo de onde os coágulos sanguíneos se formam e de quais vasos sanguíneos são afetados. Entre os principais tipos destacam-se a trombose venosa e a trombose arterial.

Trombose venosa A trombose venosa ocorre quando um coágulo se forma em uma veia.

A Trombose Venosa Profunda (TVP) é uma das formas mais comuns e sérias desse tipo, caracterizada pela formação de coágulos nas veias profundas, geralmente nas pernas.

A TVP pode causar dor, inchaço e vermelhidão, e se não tratada adequadamente, o coágulo pode se desprender e viajar até os pulmões, resultando em uma embolia pulmonar, uma condição potencialmente fatal.

Outra forma de trombose venosa é a Tromboflebite Superficial, que afeta as veias próximas à superfície da pele, geralmente causando dor, inchaço e vermelhidão na área afetada, mas raramente levando a complicações graves como a TVP.

Trombose arterial A trombose arterial ocorre quando um coágulo se forma em uma artéria, bloqueando o fluxo sanguíneo rico em oxigênio para os tecidos e órgãos.

O Tromboembolismo Arterial é uma condição grave que pode causar danos significativos, incluindo infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e Acidente Vascular Cerebral (AVC) Isquêmico.

No AVC isquêmico, um coágulo bloqueia uma artéria que fornece sangue ao cérebro, resultando em morte celular e perda de função cerebral, o que pode levar a incapacidades permanentes ou morte.

Além desses tipos principais, existem outras formas menos comuns. A Trombose de Veia Porta afeta a veia que transporta sangue do trato digestivo para o fígado e pode causar complicações hepáticas.

A Trombose de Veia Renal ocorre nas veias que drenam os rins, podendo levar à insuficiência renal e outras complicações graves.

Causas da trombose A formação de coágulos sanguíneos, ou trombose, pode ser causada por uma variedade de fatores. Entre os fatores genéticos, as trombofilias hereditárias desempenham um papel significativo. Essas condições genéticas aumentam a propensão do sangue a coagular, aumentando o risco de trombose.

As condições médicas também são causas comuns de trombose. Pacientes com câncer têm um risco maior de desenvolver coágulos devido à produção aumentada de substâncias que promovem a coagulação.

Doenças autoimunes, como o lúpus, e a Síndrome Antifosfolípide, uma condição que causa a formação anormal de coágulos, também estão associadas a um risco elevado de trombose.

O estilo de vida é outro fator importante. O sedentarismo, ou a falta de atividade física, pode levar ao acúmulo de sangue nas veias, aumentando o risco de formação de coágulos.

A obesidade é outro fator de risco significativo, pois o excesso de peso coloca pressão adicional nas veias das pernas. O tabagismo também é um fator de risco conhecido, pois os produtos químicos presentes nos cigarros danificam o revestimento dos vasos sanguíneos e aumentam a coagulação sanguínea.

Outros fatores que podem levar à trombose incluem cirurgias e traumas. Procedimentos cirúrgicos, especialmente os ortopédicos, podem danificar os vasos sanguíneos e aumentar a formação de coágulos.

A gravidez e o puerpério também são períodos de risco elevado, devido às mudanças hormonais e à pressão do útero em crescimento sobre as veias. Terapias hormonais, como pílulas anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal, também aumentam o risco de trombose.

Condições que aumentam o risco de trombose A imobilidade prolongada é uma das principais condições que propiciam o surgimento de trombose.

Longos períodos sentado, como em viagens de avião ou carro, podem reduzir o fluxo sanguíneo nas pernas e aumentar o risco de formação de coágulos. Internações hospitalares prolongadas, especialmente em pacientes imobilizados, também são situações de alto risco.

Procedimentos médicos, como cirurgias, especialmente as ortopédicas, aumentam significativamente o risco de trombose devido à lesão dos vasos sanguíneos e à imobilização pós-operatória.

A utilização de cateteres venosos centrais, frequentemente necessária em pacientes gravemente doentes, pode causar irritação e danos às veias, promovendo a formação de coágulos.

Condições cardiovasculares, como insuficiência cardíaca e arritmias, especialmente a fibrilação atrial, também são fatores de risco para a trombose.

Na fibrilação atrial, o ritmo irregular do coração pode causar a estagnação do sangue nas câmaras cardíacas, levando à formação de coágulos que podem ser transportados para outras partes do corpo, resultando em eventos trombóticos graves, como AVCs.

Fatores de risco A trombose é uma condição que pode ser influenciada por diversos fatores de risco. A idade é um fator significativo, pois o risco de desenvolvimento de coágulos sanguíneos aumenta com o envelhecimento.

Isso se deve a diversas mudanças fisiológicas, como a diminuição da mobilidade e a tendência do sangue a coagular mais facilmente em pessoas idosas.

O histórico familiar também desempenha um papel importante na avaliação do risco de trombose. Se há casos de trombose na família, especialmente em parentes de primeiro grau, o risco de desenvolver a condição é maior.

Isso pode ser devido a fatores genéticos, como a presença de trombofilias hereditárias, que aumentam a propensão à formação de coágulos.

Condições crônicas como diabetes e hipertensão também são fatores de risco significativos para a trombose.

O diabetes pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a coagulação do sangue, enquanto a hipertensão causa pressão excessiva nas paredes dos vasos, promovendo a formação de coágulos. Ambas as condições requerem um monitoramento cuidadoso para reduzir o risco de complicações trombóticas.

Sinais e sintomas iniciais Os sinais e sintomas iniciais da trombose podem variar dependendo do local onde o coágulo se forma. Sinais comuns incluem inchaço, dor e sensibilidade na área afetada, bem como vermelhidão e calor na pele.

Esses sintomas são frequentemente observados na trombose venosa profunda (TVP), onde a dor na panturrilha é um sintoma específico e indicativo.

Na trombose arterial, os sintomas podem ser mais graves e imediatos. Os pacientes podem sentir dor intensa e súbita, palidez e frieza no membro afetado devido à interrupção do fluxo sanguíneo. Esses sintomas requerem atenção médica urgente para evitar danos permanentes aos tecidos e órgãos.

Diagnóstico O diagnóstico da trombose envolve uma combinação de exames clínicos, exames de imagem e exames laboratoriais. A história clínica e o exame físico são os primeiros passos, onde o médico avalia os sintomas e os fatores de risco do paciente.

Os exames de imagem são essenciais para confirmar a presença de coágulos. A ultrassonografia Doppler é amplamente utilizada para detectar coágulos nas veias das pernas e outras áreas. A angiografia, que envolve a injeção de um corante nos vasos sanguíneos, pode ser usada para visualizar coágulos em artérias e veias maiores.

Os exames laboratoriais também desempenham um papel crucial no diagnóstico. O teste de D-dímero é um exame de sangue que mede a presença de fragmentos de coágulos no sangue.

Níveis elevados de D-dímero podem indicar a presença. Testes de trombofilia ajudam a identificar condições genéticas que predispõem à formação de coágulos.

Tratamento da trombose O tratamento da trombose pode incluir medicações, procedimentos intervencionistas e medidas preventivas e possui um guia completamente elaborado.

Os anticoagulantes são medicamentos que impedem a formação de novos coágulos e evitam o crescimento dos já existentes. Os trombolíticos, por sua vez, são medicamentos que dissolvem os coágulos formados, sendo usados em casos mais graves.

Procedimentos intervencionistas, como a trombectomia, envolvem a remoção cirúrgica do coágulo. Em alguns casos, pode ser necessário colocar filtros na veia cava para impedir que coágulos viajem até os pulmões.

Medidas preventivas são fundamentais para evitar a recorrência da trombose. O uso de meias de compressão ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo nas pernas, enquanto mudanças no estilo de vida, como a prática regular de exercícios físicos, o controle de peso e a cessação do tabagismo, são essenciais para reduzir os fatores de risco.

Complicações A trombose pode levar a complicações sérias se não for tratada adequadamente. Uma das complicações mais graves é a embolia pulmonar, que ocorre quando um coágulo se desloca e bloqueia uma artéria nos pulmões. Isso pode causar dificuldade respiratória, dor no peito e até morte súbita, sendo uma emergência médica.

A Síndrome Pós-Trombótica é outra complicação comum, resultante de danos permanentes às veias após um episódio de trombose. Os sintomas incluem dor crônica, inchaço e alterações na pele, que podem impactar significativamente a qualidade de vida do paciente.

Complicações crônicas da condição também incluem insuficiência venosa crônica, onde as veias danificadas não conseguem retornar o sangue eficientemente ao coração. Isso pode levar ao desenvolvimento de úlceras venosas, que são feridas abertas difíceis de cicatrizar e que requerem tratamento prolongado.

Compreender os fatores de risco, sinais e sintomas iniciais, métodos de diagnóstico e opções de tratamento é crucial para a prevenção e gestão eficaz da trombose. A detecção precoce e o tratamento adequado podem prevenir complicações graves e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Impacto da trombose na qualidade de vida A trombose pode ter um impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes, afetando tanto os aspectos físicos quanto psicológicos. Fisicamente, a presença de coágulos sanguíneos pode levar a uma mobilidade reduzida, especialmente em casos de trombose venosa profunda (TVP) nas pernas.

A dor, o inchaço e a sensibilidade podem dificultar a realização de atividades diárias e reduzir a capacidade de movimentação.

Além disso, muitos pacientes necessitam de medicações prolongadas, como anticoagulantes, para prevenir a formação de novos coágulos, o que pode resultar em efeitos colaterais e a necessidade de monitoramento constante.

Os aspectos psicológicos também são profundamente afetados pela condição. O diagnóstico de uma condição potencialmente grave pode gerar ansiedade e medo de recorrências.

Pacientes frequentemente se preocupam com a possibilidade de desenvolver novos coágulos e com as complicações associadas, como embolia pulmonar. O impacto emocional do diagnóstico pode levar a estresse, depressão e uma diminuição geral na qualidade de vida.

Prevenção A prevenção da trombose envolve mudanças no estilo de vida e a adoção de medidas preventivas em situações de risco. A atividade física regular é uma das estratégias mais eficazes para prevenir a formação de coágulos.

Exercícios ajudam a melhorar a circulação sanguínea e a reduzir o risco de trombose. O controle de peso também é crucial, pois a obesidade é um fator de risco significativo. Além disso, a cessação do tabagismo é essencial, já que o tabaco danifica os vasos sanguíneos e aumenta a propensão à coagulação.

Em situações de risco elevado, como após cirurgias, medidas preventivas específicas são necessárias. O uso de anticoagulantes profiláticos pode ajudar a evitar a formação de coágulos.

A mobilização precoce após procedimentos cirúrgicos é outra estratégia importante, incentivando os pacientes a se moverem o mais rápido possível para melhorar a circulação.

A incidência e o tratamento podem variar significativamente entre diferentes regiões globais, refletindo diferenças culturais e socioeconômicas.

A acessibilidade ao tratamento é um desafio em muitas áreas, com barreiras no acesso a cuidados de saúde e tratamentos adequados. Abordar essas desigualdades é essencial para melhorar os resultados para todos os pacientes.

A trombose é uma condição complexa e potencialmente grave que requer uma conscientização ampla e um manejo eficaz. O diagnóstico precoce, o tratamento adequado e as medidas preventivas são essenciais para reduzir a incidência e as complicações associadas à condição.

A conscientização sobre os fatores de risco, sinais e sintomas, e as estratégias de prevenção pode salvar vidas. É fundamental que pacientes e profissionais de saúde trabalhem juntos para enfrentar essa condição, promovendo uma melhor qualidade de vida para aqueles afetados pela trombose.

Saúde Lab

Foto: reprodução

Uma contratura muscular pode ser originada por diversas causas, desde um movimento brusco ao sentar-se até uma postura inadequada durante o dia, ou até mesmo um esforço excessivo durante o exercício físico. No entanto, também pode ser um sinal de algo mais sério, como uma doença renal.

De acordo com o site Health Digest, a doença renal crônica pode desencadear contraturas musculares. Com o tempo, os rins podem não conseguir eliminar adequadamente o excesso de líquidos do corpo, aumentando assim o risco de infecções.

Quando a função renal é comprometida, os músculos também podem ser afetados devido a desequilíbrios nos níveis de cálcio e fósforo. Isso pode resultar em espasmos musculares, fraqueza, cãibras e dores. "Indivíduos com doença renal muitas vezes não apresentam sintomas até os estágios avançados da doença, quando ocorre falência renal ou quando há grandes quantidades de proteína na urina", explica o médico Joseph Vassalotti, da National Kidney Foundation.

Outros sinais a serem observados para esse tipo de doença incluem presença de sangue na urina, inchaço ao redor dos olhos e nos pés, e tornozelos inchados.

Notícias ao Minuto

Em meio ao surgimento de novos tratamentos que conseguem, ainda que de forma limitada, retardar a perda cognitiva causada pelo Alzheimer – caso do Leqembi, das farmacêuticas Eisai e Biogen –, cientistas têm buscado maneiras de identificar a doença de forma cada vez mais precoce, momento em que as terapias são mais efetivas.

Diversos estudos têm focado na análise de marcadores no sangue para prever o risco aumentado da doença nos anos subsequentes, mas agora um grupo de pesquisadores da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, desenvolveu uma inteligência artificial (IA) capaz de fazer essa estimativa baseada na simples análise da fala do paciente.

No trabalho em que testaram a ferramenta, publicado na revista científica da Associação Americana de Alzheimer, Alzheimer's & Dementia, o modelo conseguiu prever com uma taxa de precisão de 78,5% se uma pessoa com comprometimento cognitivo leve desenvolverá ou não a doença nos próximos seis anos.

"Esperamos, como todo mundo, que haja cada vez mais tratamentos para o Alzheimer disponíveis. E se você puder prever o que vai acontecer, terá mais oportunidade e janela de tempo para intervir com medicamentos e, pelo menos, tentar manter a estabilidade da doença e evitar a transição para formas mais graves de demência”, diz Ioannis Paschalidis, diretor do Instituto Rafik B. Hariri de Computação e Ciência e Engenharia Computacional da universidade, em comunicado.

Além de um diagnóstico mais precoce, os cientistas esperam que a IA possa ajudar na triagem de pacientes automatizando partes do processo. Isso porque fornece informações relevantes sem a necessidade de exames laboratoriais, de imagem ou mesmo uma ida ao consultório do médico, por exemplo.

"Queríamos prever o que aconteceria nos próximos seis anos e descobrimos que podemos fazer essa previsão com confiança e precisão relativamente boas. Isso mostra o poder da IA”, afirma Paschalidis. A equipe que desenvolveu a ferramenta envolve engenheiros, neurobiólogos e cientistas da computação e de dados.

Como funciona a IA? Para treinar a nova IA, eles utilizaram dados de um dos mais longevos estudos populacionais dos Estados Unidos, o Framingham Heart Study. Eles tiveram acesso a gravações de áudio de 166 pessoas, com idades entre 63 e 97 anos, diagnosticadas com deficiência cognitiva leve. Entre elas, 76 permaneceram estáveis nos próximos seis anos, e 90 tiveram uma piora progressiva, tendo sido caracterizado um quadro de Alzheimer.

Em seguida, eles usaram ferramentas de reconhecimento de fala e aprendizado de máquina para treinar a IA com um subgrupo dessas gravações, fazendo com que ela identificasse padrões entre as falas e os relacionasse com o diagnóstico e a progressão da doença.

Depois, testaram a IA com o restante dos voluntários para saber se ela daria uma previsão semelhante ao que de fato aconteceu. O resultado foi uma “capacidade preditiva significativa”, afirma Paschalidis.

Além disso, ele explica que o modelo não se baseia em características como enunciação ou velocidade, mas sim no conteúdo da entrevista, como as palavras faladas e como estão estruturadas. "É uma gravação muito casual. E ainda assim, com esses dados sujos (os áudios eram confusos, de baixa qualidade e cheios de ruído de fundo), o modelo é capaz de fazer algo a partir deles”, continua o cientista.

No futuro, a equipe responsável acredita que o principal ganho será levar atendimento a pacientes que não estão perto de centros médicos ou fornecer um monitoramento de rotina por meio de uma simples interação com um aplicativo em casa. Para isso, nas próximas pesquisas, Paschalidis pretende explorar o uso de gravações feitas no cotidiano, e não em entrevistas formais de médicos com pacientes.

Rhoda Au, coautora do estudo e professora de Epidemiologia da Universidade de Boston, diz que “o digital é o novo sangue": “você pode coletá-lo, analisá-lo para o que é conhecido hoje, armazená-lo e reanalisá-lo para qualquer novidade que surja amanhã”.

O Globo

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), por meio da Gerência de Atenção Básica, chama a atenção dos gestores municipais para o prazo final de resposta do questionário de satisfação dos programas Mais Médicos e Médicos pelo Brasil.

Os gestores municipais têm até o dia 05 de julho para acessar o link já disponibilizado pelo Ministério da Saúde e responder o questionário sobre a satisfação no que diz respeito o funcionamento dos programas em suas cidades. Os profissionais que atuam por cada um dos programas também receberam um questionário sobre as condições de funcionamento dos programas. Os questionários destinados aos médicos estão sendo enviados diretamente pelos técnicos do Ministério da Saúde.

Os gestores podem acessar a pesquisa através do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSetHOgdA1-37X40Ui91npewdASjl84SwmSB5P0Ayd6zkhF2qg/viewform?usp=sf_link

O objetivo da pesquisa é identificar as condições de funcionamento e organização do programa, bem como sua resolutividade e resultados. Idvani Braga, coordenadora estadual do Programa Mais Médicos, destaca que o envio dos questionários para o ministério é essencial para a promoção de melhorias nos programas.

“Com as informações enviadas pelos médicos e gestores, o Ministério da Saúde poderá compreender a real situação dos dois programas nos municípios onde eles estão presentes, identificando os pontos positivos e quais elementos podem ser melhorados tanto no quesito de gestão como no de atendimento a população, levando mais qualidade para o serviço prestado”, explica a coordenadora estadual do programa.

A superintendente de atenção primária a saúde e municípios da Sesapi, Leila Santos, reforça a importância que todos os gestores participem da pesquisa.

“Queremos reforçar junto aos gestores que contam com os programas em suas cidades que preencham o questionário dentro do prazo estipulado, pois dessa forma o ministério poderá programar ações que beneficiem todos os municípios que contam com o programa que vem sendo de suma importância para garantir o acesso a profissionais médicos qualificados em vários municípios do país”, fala a superintendente.

Sesapi