A agência de notícias estatal russa afirmou que cientistas russos desenvolveram uma vacina de mRNA que demonstrou capacidade de suprimir o desenvolvimento de tumores e metástases em ensaios pré-clínicos.
De acordo com relatos na mídia russa, a vacina pode ser personalizada – com mutações genéticas sendo detectadas em menos de uma hora usando inteligência artificial (IA). As vacinas individualizadas baseadas nessas informações treinarão o sistema imunológico do corpo para reconhecer e atacar as células cancerígenas.
A vacina foi desenvolvida em colaboração com diversos centros de pesquisa russos e chineses. Ensaio pré-clínicos demonstraram que a dose suprime o desenvolvimento de tumores e de potenciais metástases.
A previsão é que o imunizante comece a ser distribuído para pacientes de forma gratuita a partir do início de 2025.
Apesar da boa notícia, as informações foram divulgadas pelo governo russo, mas não há estudos publicados em revistas científicas que comprovem sua eficácia ou segurança do imunizante.
As melhores dicas direto no seu WhatsApp! Participe do canal da Catraca Livre. Como funcionam as vacinas contra o câncer? Diferentemente das vacinas para infecções — em que as injeções são administradas em indivíduos saudáveis para protegê-los de doenças — as vacinas contra o câncer são administradas em pessoas que já têm certos tipos de câncer.
Elas podem ser administradas em combinação com outros tratamentos para melhores resultados ou podem ser administradas para manutenção para prevenir recaídas.
Uma série de investimentos tem melhorado e modernizado os serviços do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi), tanto em Teresina como nas unidades regionais no interior do estado. Exemplo disso são as novas câmaras frias e centrífugas, entregues no último mês de agosto.
“Estes equipamentos fazem parte de uma meta do Governo, que é modernizar todo o parque tecnológico das unidades vinculadas à Secretaria da Saúde do Piauí, visando aprimorar cada vez mais o atendimento de saúde prestado à população”, afirma o diretor do Hemopi, Rafael Alencar.
Os equipamentos são provenientes de proposta federal e totalizam um investimento de R$ 319.299,96. As 16 câmaras frias foram destinadas aos Hemocentros Regionais de Parnaíba, Picos e Floriano. As 15 centrífugas de bancada vão auxiliar no trabalho desenvolvido pela hemorrede do Piauí e foram destinadas para as Agências Transfusionais de Piripiri, Oeiras, Bom Jesus, São Raimundo Nonato, Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), em Parnaíba, além dos hemonúcleos de Picos, Parnaíba e Floriano.
O coordenador do Ciclo do Sangue, Oberdan Torres, destacou que os novos equipamentos serão utilizados na cadeia produtiva do Plasma para o congelamento, estocagem e armazenamento do hemocomponente nos Hemocentros Regionais. “Em breve, deve ser iniciado o ciclo de auditorias nas unidades de Parnaíba, Picos e Floriano para a qualificação dos hemonúcleos como fornecedores de plasma excedente, assim como já acontece no Hemocentro Coordenador em Teresina”.
Além destes equipamentos, o Hemopi recebeu ainda três veículos que foram direcionados às unidades regionais para dar suporte às atividades administrativas, ações de captação de doadores e transporte de pacientes.
Somam-se aos veículos 27 caixas térmicas encaminhadas para a hemorrede estadual. O valor total do investimento foi de R$ 269.152,20. O diretor do Hemopi, Rafael Alencar, destaca que a modernização do parque tecnológico do Hemopi tem o objetivo de agilizar os procedimentos realizados em toda a hemorrede.
“Até chegar na veia do paciente, o sangue passa por um processo criterioso, que exige excelência em todas as etapas do ciclo. O nosso esforço é contínuo, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade do serviço que prestamos. Com a chegada dos veículos e dos equipamentos de conservação conseguimos reduzir custos de manutenção e agilizar a prestação de serviços aos pacientes, assim como a produção dos componentes do sangue que são utilizados pelas unidades hospitalares em todo o Estado do Piauí”.
Descentralização
Em relação à descentralização da produção de plaquetas, o diretor explica que isso reduziu o tempo de espera dos pacientes por esse hemocomponente, que até então só era produzido no Hemocentro Coordenador de Teresina.
“Concluímos a implantação do serviço em todas as unidades regionais, que agora tem o mesmo parque tecnológico do Hemocentro Coordenador. A descentralização facilitou a logística de distribuição, reduziu o tempo de resposta às unidades de saúde abastecidas pelo Hemopi, levou mais agilidade, segurança e qualidade ao atendimento dos pacientes”, conclui o diretor.
Para a coordenadora do Hemocentro Regional de Picos, Ana Paula Batista, a descentralização dos serviços do Hemopi é uma estratégia fundamental para melhorar a eficiência, a acessibilidade e a qualidade do atendimento à população. “Permitiu um atendimento mais rápido, reduzindo o tempo de espera dos pacientes, aumentando as chances de recuperação e otimizando os recursos logísticos. A descentralização fortalece a rede de saúde local, garantindo autonomia das unidades regionais, mantendo uma integração eficiente com o Centro Coordenador em Teresina".
A vitamina D é amplamente reconhecida por seu papel na saúde óssea, mas estudos recentes têm destacado também sua importância para o bem-estar mental. Especialistas apontam que a deficiência dessa vitamina pode estar relacionada ao agravamento de condições como a depressão e a ansiedade. Neste artigo, vamos explorar como a vitamina D pode afetar esses distúrbios psicológicos e como sua suplementação pode contribuir para a melhora do quadro de saúde mental.
A relação entre vitamina D e a depressão Pesquisas científicas têm indicado uma ligação entre baixos níveis de vitamina D e o aumento dos sintomas de depressão. A luz solar é uma das principais fontes dessa vitamina, mas, em muitas regiões, a exposição ao sol é limitada, o que pode causar deficiências. Além disso, fatores como idade avançada e o uso excessivo de protetor solar também contribuem para a redução dos níveis de vitamina D no organismo.
A deficiência dessa vitamina tem sido associada à queda da serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Isso pode levar ao desenvolvimento de transtornos depressivos, tornando a suplementação de vitamina D um aspecto relevante no tratamento e controle dessa condição.
Vitamina D e ansiedade: existe uma conexão? Embora a relação entre vitamina D e ansiedade ainda seja objeto de estudo, evidências sugerem que a deficiência dessa vitamina pode agravar quadros ansiosos. Pacientes com níveis baixos de vitamina D frequentemente relatam maior sensibilidade ao estresse e maiores níveis de preocupação constante. Especialistas acreditam que a vitamina D pode ajudar a regular o sistema nervoso e reduzir a resposta exagerada ao estresse, sendo, portanto, um possível aliado no tratamento da ansiedade.
A suplementação de vitamina D, aliada a outros tratamentos, pode se mostrar eficaz na diminuição dos sintomas tanto da depressão quanto da ansiedade. Contudo, é importante que a suplementação seja acompanhada por um profissional de saúde, visto que o excesso de vitamina D também pode causar complicações.
A vitamina D como aliada na saúde mental Portanto, a vitamina D desempenha um papel crucial não apenas na saúde física, mas também na saúde mental. Manter níveis adequados dessa vitamina no organismo pode ser uma estratégia eficaz no combate à depressão e à ansiedade. Consultar um médico e realizar exames periódicos para avaliar os níveis de vitamina D é fundamental para garantir uma saúde mental equilibrada.
Quando tomar vitamina D no dia? Especialistas recomendam tomar vitamina D pela manhã ou após o almoço, quando o corpo está mais propenso à absorção. Evite ingerir à noite, pois pode interferir no sono. A suplementação ideal depende de fatores como idade e exposição solar, e deve ser ajustada conforme orientação médica.
Um estudo realizado pelo Ministério da Saúde mostra que 18,9% das pessoas que já foram infectadas pela covid-19 relatam sintomas persistentes da doença, como cansaço, perda de memória, ansiedade, dificuldade de concentração, dores articulares e perda de cabelo. Os sintomas pós-covid aparecem com mais frequência entre mulheres e indígenas.
A pesquisa Epicovid 2.0: Inquérito nacional para avaliação da real dimensão da pandemia de Covid-19 no Brasil, apresentada nesta quarta-feira (18), mostra que mais de 28% da população brasileira, o equivalente a 60 milhões de pessoas, relatou ter sido infectada pela doença.
Vacina De acordo com o estudo, a vacinação contra a covid-19 teve adesão de 90,2% dos entrevistados, que receberam pelo menos uma dose e 84,6% completou o esquema vacinal com duas doses. A vacinação foi maior na Região Sudeste, entre idosos, mulheres e pessoas com maior escolaridade e renda.
Entre os entrevistados, 57,6% afirmaram confiar na vacina contra a convid-19, mas a desconfiança das informações sobre o imunizante foi relatada por 27,3% da população. Outros 15,1% disseram ser indiferente ao assunto.
Entre aqueles que não se vacinaram, 32,4% disseram não acreditar na vacina e 0,5% não acreditam na existência do vírus. Outros 31% relataram que a vacina poderia fazer mal à saúde; 2,5% informou já ter pego covid-19 e 1,7%, outros problemas de saúde.
Pesquisa O Epicovid 2.0 foi conduzido em 133 cidades, com uma amostra de 33.250 entrevistas. As pessoas entrevistadas foram selecionadas aleatoriamente, com apenas uma pessoa por residência respondendo ao questionário.
Sob coordenação do Ministério da Saúde, a pesquisa foi realizada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com participação da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Fundação Getulio Vargas (FGV).