Na terça-feira, 14, houve uma reunião na sala do controle de endemias da Regional de Saúde (10ª GRS), em Floriano, onde um grupo de servidores tratou sobre diversos temas.
Um deles foi sobre o planejamento do controle de endemias para o ano de 2025 no município de Floriano. A reunião contou com as presenças de inúmeros servidores dessa área da saúde, a exemplo de vários agentes de endemias.
O Felipe, que está coordenador de Vigilância do Município, e os supervisores: Fernando (Lapinha), Joelma, Jailson e Jesivan tiveram participações ativa. O responsável pelo Controle de Endemias da Regional, o servidor Zacarias, e seu substituto Zé Pereira, acompanharam todas as discussões.
Antônio José Barros, que está como coordenador Regional da 10ª Gerência, era um dos presentes. Foi tratado no âmbito do planejamento sobre a dengue, doença de chagas, malária e leishmaniose. No tocante à notificação dos casos de dengue, uma das questões foi a borrifação.
A carne vermelha processada, como alguns bifes bovinos e a linguiça suína, costuma marcar presença na maior parte da alimentação dos brasileiros. Contudo, o consumo em grandes quantidades deste tipo de proteína aumenta o risco de demência e declínio cognitivo, como descobriu um novo estudo da Universidade de Harvard em parceria com outras instituições.
As evidências, que se basearam nos dados de mais de 130 mil pessoas, foram publicadas na revista científica Neurology.
"As diretrizes alimentares tendem a se concentrar na redução dos riscos de doenças crônicas, como doenças cardíacas e diabetes, enquanto a saúde cognitiva é discutida com menos frequência, apesar de estar ligada a essas doenças", afirma um dos autores, Daniel Wang, do Brigham and Women's Hospital, em comunicado.
Uma porção típica de carne vermelha é aproximadamente o tamanho de uma barra de sabão. Aqueles que comem uma média diária de um quarto ou mais de uma porção de carnes vermelhas processadas (aproximadamente duas fatias de bacon, uma fatia e meia de mortadela ou um cachorro-quente), em comparação com aqueles que consomem uma quantidade mínima (menos de um décimo de uma porção por dia) tiveram um risco 13% maior de desenvolver demência, ajustando-se a vários fatores clínicos, demográficos e de estilo de vida, como status socioeconômico e histórico familiar de demência.
Do total analisado, com uma idade média de 49 anos de base, 11.173 foram diagnosticados com demência até 43 anos depois. O envelhecimento cognitivo se mostrou acelerado em aproximadamente 1,6 anos por porção média diária.
Além disso, um risco maior de declínio cognitivo subjetivo (SCD) autorrelatado foi associado ao consumo de carnes processadas ou não processadas (como carne bovina, suína e hambúrguer). Foi observado um aumento de 14% no risco de SCD para quem consumia um quarto ou mais porções de carne processada diariamente em comparação com o grupo de consumo mínimo, e em 16% para aqueles que comiam uma ou mais porções diárias de carne não processada em comparação com aqueles que comiam menos da metade de uma porção.
De acordo com os pesquisadores, uma possível resposta para a ligação entre o consumo de carne vermelha e o risco de declínio cognitivo pode estar no N-óxido de trimetilamina (TMAO). Ele é um produto da decomposição da carne mediada por bactérias, pode aumentar a disfunção cognitiva devido aos seus efeitos na agregação de amiloide e tau, proteínas envolvidas na doença de Alzheimer. Contudo, ainda não foi comprovado.
Outra possibilidade é que o teor de gordura saturada e sal da carne vermelha também possa prejudicar a saúde das células cerebrais.
A equipe destaca que a substituição de carne vermelha processada por outras fontes de proteína como nozes, legumes ou peixes pode diminuir o risco de demência em aproximadamente 20%.
"Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas. Continuamos a juntar as peças dessa história para entender os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo", conclui Wang.
Um estudo conduzido por pesquisadores e publicado na JAMA Network Open revelou que o tai chi pode ser mais eficaz que exercícios aeróbicos no controle da pressão arterial em pessoas com pré-hipertensão. O estudo acompanhou 349 adultos durante um ano, demonstrando resultados surpreendentes.
Como o Tai Chi funciona? O tai chi é uma arte marcial chinesa que combina movimentos lentos e coordenados com respiração profunda. Esse método é ideal para quem busca uma atividade de baixo impacto, promovendo tanto o relaxamento físico quanto mental. O estresse, conhecido fator que agrava a hipertensão, também é amenizado pela prática.
Resultados comprovados O estudo comparou dois grupos: um praticou tai chi e o outro, exercícios aeróbicos. Após 12 meses, o grupo de tai chi obteve uma redução média de 7,01 mmHg na pressão sistólica, superando os 4,61 mmHg observados no grupo de exercícios aeróbicos. A diferença sublinha o tai chi como uma alternativa promissora para o controle da hipertensão, principalmente em idosos ou pessoas com limitações físicas.
Benefícios além da pressão arterial Além de reduzir a pressão arterial, o tai chi é uma prática que contribui para o bem-estar geral. Os movimentos lentos ajudam a reduzir o estresse, melhorando a saúde mental. É uma atividade acessível e pode ser realizada em qualquer lugar, sem a necessidade de equipamentos especiais.
Por que incorporar o Tai Chi na sua rotina? Com benefícios tanto físicos quanto psicológicos, o tai chi se mostra uma escolha prática para quem deseja controlar a pressão alta. Além disso, a atividade é adequada para todas as idades e condições físicas, tornando-a uma solução versátil e acessível. A inclusão do tai chi no cotidiano pode, assim, trazer melhorias substanciais na saúde a longo prazo.
Sinais ignorados de pressão alta A pressão alta muitas vezes não apresenta sintomas óbvios, mas alguns sinais podem ser ignorados, como dores de cabeça frequentes e tontura. A Catraca Livre destaca a importância de reconhecer esses sinais para evitar complicações graves. A detecção precoce é essencial para prevenir danos à saúde cardiovascular.
Os níveis de açúcar no sangue se elevam quando o corpo não consegue produzir insulina suficiente ou não usa a insulina com eficiência. Existem hábitos simples que ajudam a reduzir naturalmente essa taxa.
Mas antes de fazer quaisquer mudanças significativas, é importante monitorar regularmente os valore da glicemia. Isso dá uma visão clara do estado atual e ajuda a avaliar o progresso ao longo do tempo.
O açúcar elevado no sangue sem controle pode levar ao diabetes, uma doença que pode causar ataque cardíaco, insuficiência cardíaca, AVC e insuficiência renal.
Como reduzir os níveis de açúcar no sangue? Exercite-se regularmente O exercício regular pode ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina, o que significa que as células podem usar melhor o açúcar no sangue.
Boas formas de exercício incluem levantamento de peso, caminhada rápida, corrida, ciclismo, dança e natação.
Limite os carboidratos O corpo converte carboidratos em açúcar, então, a insulina ajuda o corpo a usar e armazenar açúcar para obter energia.
É possível ajudar o corpo a controlar o açúcar no sangue monitorando a ingestão de carboidratos e planejando refeições.
Coma mais fibras Adicionar mais fibra à sua alimentação pode ajudar a estabilizar os níveis de glicose no sangue de várias maneiras.
Primeiramente, as fibras retardam a absorção de açúcar no sangue, proporcionando uma liberação mais gradual de glicose na corrente sanguínea.
Além disso, as fibras ajudam a manter a sensação de saciedade por mais tempo, o que pode reduzir os picos de açúcar no sangue associados a comer em excesso.
Todos os tipos de fibra são bons para o corpo, mas a fibra solúvel é melhor para melhorar o controle do açúcar no sangue.
Alimentos ricos em fibras incluem frutas, vegetais, feijões e grãos integrais.
Beba bastante água Beber bastante água ajuda os rins a eliminar o excesso de açúcar.
Substituir bebidas açucaradas por água ou chás sem açúcar pode ajudar a manter os níveis de glicose sob controle.
Coma porções moderadas O controle da porção ajuda a reduzir as calorias que você ingere, o que ajuda a manter um peso moderado. Controlar o peso promove níveis saudáveis de açúcar no sangue e reduz o risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Gerencie seu estresse O estresse também afeta os níveis de açúcar no sangue.
Quando crônico, pode desencadear a liberação de hormônios do estresse, como o cortisol, que podem aumentar os níveis de glicose.
Exercícios físicos, técnicas de relaxamento e meditação podem ajudar a reduzir o estresse e controlar o açúcar que circula no corpo.
Durma o suficiente Maus hábitos de sono podem aumentar o apetite e promover o ganho de peso, afetando o açúcar no sangue. A privação do sono aumenta os níveis de cortisol – que são essenciais para controlar o açúcar no sangue.
Sinais de açúcar elevado no sangue Sede excessiva Micção frequente Fadiga Visão turva Feridas que cicatrizam lentamente Aumento do apetite Perda de peso inexplicada Infecções frequentes, especialmente na pele, gengivas ou trato urinário Irritabilidade e mudanças de humor frequentes Formigamento nas mãos ou pés O que causa açúcar elevado no sangue? O aumento dos níveis de açúcar no sangue pode ser desencadeado por uma variedade de fatores e condições, desde hábitos alimentares até questões metabólicas.
Primeiramente, a ingestão excessiva de alimentos ricos em açúcares simples, como doces, refrigerantes e produtos de confeitaria, pode levar a picos repentinos nos níveis de glicose no sangue.
Além disso, carboidratos refinados, como pães brancos, massas e arroz, também podem contribuir para aumentos rápidos nos níveis de açúcar no sangue devido à rápida digestão e absorção.
Outro fator a considerar é a falta de atividade física, pois o exercício regular ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina e a promover a absorção de glicose pelas células, ajudando a regular os níveis de açúcar no sangue.
Além disso, condições como resistência à insulina e diabetes tipo 2 podem causar um aumento crônico nos níveis de açúcar no sangue devido à incapacidade do corpo de processar adequadamente a glicose.
Fatores de estilo de vida, como estresse crônico, falta de sono adequado e consumo excessivo de álcool, também podem desempenhar um papel no aumento dos níveis de açúcar no sangue.
Em resumo, uma combinação de dieta inadequada, falta de exercício, condições metabólicas e fatores de estilo de vida pode contribuir para o aumento dos níveis de açúcar no sangue.