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Sem respeitar as autoridades e populares, dada a fragilidade das leis existentes no Brasil, os criminosos, em Floriano–PI, estão cada vez mais ousados e, com isso, desrespeitam até as leis e ações divinas.  Não há um número exato de quantas igrejas da religião católica já foram invadidas, o certo é que já houve até incêndio provocado por criminosos em templo religioso de Floriano.

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O sacrário, um dos pontos violados da Igreja de Santa Teresina, no bairro Bosque e Floriano–PI, nesse último crime, custou cerca de R$ 10.000,00, mas esse valor é pouco ao se comparar com o valor sentimental dos fiéis. 

sacrario

A Igreja católica do Bosque teve ainda levado por criminosos, mais de 15 cadeiras, aparelhos de som e outros objetos. O crime foi de segunda para terça-feira, isso conforme um dos integrantes do templo, o senhor João  Luiz que concedeu uma entrevista ao Ivan Nunes.

 

Da redação

A Polícia Civil do Piauí realizou na manhã desta quinta-feira, 21, a apreensão de um adolescente, com o qual foram localizadas drogas (maconha e crack) e dinheiro trocado.

adolescente

O adolescente foi abordado por policiais da Delegacia de Buriti dos Lopes, no bairro dos Tanques, em acampamento montado nos arredores daquele município. De acordo com a polícia, o adolescente assumiu que a droga seria para comércio, contudo não informou de quem havia adquirido para vender. As investigações continuam com a finalidade de identificar os responsáveis pelos entorpecentes.

Em outra ação, realizada na última segunda-feira (19/02), a equipe da Delegacia de Buriti dos Lopes, após denúncias de tráfico no povoado Estreito, zona rural do município, deflagrou operação para conseguir localizar e prender os nacionais envolvidos no tráfico naquele povoado. Foram presos R.N.A., e E.M.S.C., sendo este último, integrante da facção criminosa. Foram localizadas drogas com os presos, além de dinheiro trocado, embalagens plásticas e balança de precisão.

Assessoria de Comunicação da Polícia Civil

Na manhã desta quinta-feira, 22, logo nas primeiras horas, o policiamento da 3ª Cia de Jaicós, atendeu uma ocorrência de violência doméstica, na zona rural do município.

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Conforme informações, do comandante Tenente Tenório, por volta das 06:30h, a guarnição de serviço, foi acionada por uma mulher de iniciais B. D. S. M., que denunciou que seu marido, um homem das iniciais R.M.S. F., teria tentado matá-la, utilizando uma arma branca (faca).

A mulher ainda informou a PM, que seu esposo teve uma crise de ciúmes, ao retornarem da festa em alusão ao aniversário do município de Jaicós, relatando que ele a agrediu com puxões de cabelo, tapas, chutes, derrubando-a de uma motocicleta e a puxando para dentro de casa e, logo após, o homem teria lesionado a parte posterior da perna direita com uma faca.

Diante das informações, a guarnição diligenciou até o local indicado pela a vítima e, ao chegar no local, nas intermediações da comunidade Lagoa Cumprida, zona rural de Jaicós, se deparou com o homem, que ao ser questionado sobre as acusações em seu desfavor, alegou que a versão apresentada pela vítima não condizia com a verdade real dos fatos.

Diante da situação, a guarnição conduziu ambas as partes até a Delegacia Regional de Jaicós, afim de serem realizados os procedimentos cabíveis.

Com informações do cidades na net

O ex-jogador da seleção brasileira Daniel Alves foi condenado a 4 anos e 6 meses de prisão por estupro. A sentença foi anunciada pelo tribunal de Barcelona na manhã desta quinta-feira (22) e diz que foi comprovado que o brasileiro agrediu e abusou da mulher no banheiro da boate Sutton, em 2022.

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A condenação foi divulgada duas semanas após o término do julgamento. A defesa do ex-jogador informou que vai recorrer da decisão (Leia mais abaixo). A apelação ainda pode ser feita em duas instâncias, no Tribunal Superior de Justiça da Catalunha (TSJC) e no Supremo Tribunal da Espanha. Enquanto recorrer, Daniel segue preso.

O crime de “agressão sexual” está previsto no Código Penal da Espanha e está tipificado no artigo 178: "Quem atacar a liberdade sexual de outra pessoa, recorrendo à violência ou à intimidação, será punido como responsável por agressão sexual com pena de prisão de um a cinco anos".

A condenação de Daniel Alves está longe dos 9 anos de prisão solicitados pela Promotoria espanhola e ainda mais distante dos 12 anos pedidos pela vítima. Segundo a sentença, o tribunal aplicou ao jogador de futebol uma circunstância atenuante de reparação do dano ao considerar que "antes do julgamento, a defesa depositou na conta do tribunal a quantia de 150 mil euros para ser entregue à vítima independentemente do resultado do julgamento, e esse fato expressa, segundo o tribunal, 'uma vontade reparadora'".

Com isso, a pena do ex-jogador foi reduzida por conta da aplicação dessa atenuante, e não por conta do estado de embriaguez dele, argumento utilizado estrategicamente pela defesa de Alves durante o julgamento com o intuito de reduzir o tempo da possível pena.

Fundamentais para a redução da pena, os 150 mil euros pagos por Daniel Alves ao tribunal foram doados pela família de Neymar. O jogador do Al-Hilal ajuda Alves financeiramente e juridicamente desde janeiro deste ano. O ex-jogador está sem acesso aos seus bens desde que foi preso, em janeiro de 2023.

Segundo o jornal catalão "La Vanguardia", além da redução do tempo de condenação, o elemento atenuante abre a porta para que ele possa sair da prisão mediante permissões quando tiver cumprido um quarto da sentença, ou seja, um ano, um mês e quinze dias. Para isso, a decisão deve ser definitiva e, portanto, está sujeita aos recursos que a acusação possa apresentar.

A juíza Isabel Delgado na 21ª Seção de Audiência de Barcelona também ordenou que Daniel Alves, após cumprir a pena, tenha liberdade supervisionada por cinco anos, fique afastado da mulher por nove anos e pague uma indenização de 150 mil euros (cerca de R$ 804 mil). Ele também deve pagar as custas do processo.

A sentença, de 61 páginas, considera provado que "o acusado agarrou bruscamente a denunciante, derrubou-a no chão e, impedindo-a de se mover, penetrou-a vaginalmente, apesar de a denunciante dizer que não, que queria ir embora". E entende que "com isso se configura a ausência de consentimento, com o uso de violência e com acesso carnal".

A juíza explica que "para a existência de agressão sexual não é necessário que ocorram lesões físicas, nem que haja uma oposição heroica por parte da vítima em manter relações sexuais".

Além disso, a sentença especifica que, "no presente caso, encontramo-nos ainda com lesões na vítima, que tornam mais do que evidente a existência de violência para forçar sua vontade, com a subsequente penetração sexual que não é negada pelo acusado". Daniel Alves também terá que pagar uma multa de 9 mil euros (cerca de R$ 48 mil), em 150 euros diários durante dois meses, pelo delito leve de lesão corporal.

A acusação está satisfeita com a condenação. Entretanto, alerta para danos não reparados.

G1

Foto: Alberto Estevez/Reuters