A Secretaria Municipal de Saúde divulgou o balanço de vacinação no Dia D de Campanha contra Pólio e Multivacinação em Floriano. Ao todo, foram aplicadas 928 doses da vacina contra a poliomielite, também conhecida como VIP ou VOP, que protege a criança contra 3 tipos diferentes do vírus que causam esta doença, conhecida popularmente como paralisia infantil, em que pode haver comprometimento do sistema nervoso e levar à paralisia de membros e alterações motoras na criança.
Em Floriano, todas as Unidades de Saúde da zona urbana permanecem vacinando de segunda à sexta-feira. A vacina contra a Poliomielite é indicada para todas as crianças menores de 5 anos de idade. As menores de 1 ano receberão a dose que estiver em atraso ou a vacina prevista na rotina. As crianças de 1 a 4 anos, 11 meses e 29 dias devem receber uma dose extra da vacina pólio oral (gotinha), desde que já tenham recebido 3 doses da vacina inativada contra pólio (VIP). A meta é vacinar pelo menos 95% dessa população.
Já para a multivacinação, o público-alvo é formado por crianças e adolescentes de 2 meses a 14 anos, 11 meses e 29 dias. Estão disponíveis vacinas contra Meningite, Hepatite, Difteria, Pneumonia, Rotavírus, Febre Amarela, Sarampo, Caxumba, Rubéola, Varicela, HPV, entre outras. A estratégia é atualizar a caderneta de vacinação de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação.
Diversas pesquisas já mostraram que praticar esporte de maneira regular protege contra a Covid-19, mas quanto exercício é necessário? De acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira (22), 150 minutos de atividade física moderada por semana ou 75 minutos de exercício forte são suficientes.
O novo estudo, que envolveu pesquisadores do Hospital Universitário de Navarra, na Espanha, conclui que esses minutos de atividade física semanal não só reduzem o risco de infecção como também protegem contra as formas mais graves de Covid-19 (internação hospitalar e morte).
Esse levantamento, publicado no British Journal of Sports Medicine, reconhece que embora o benefício da atividade regular e da proteção contra a Covid-19 tenha sido estabelecido por vários estudos, ainda não está claro como ou por que essa proteção ocorre. Provavelmente, deve-se a fatores metabólicos e ambientais, segundo os cientistas.
Algumas pesquisas sugerem que a atividade física pode, em parte, impulsionar o sistema imunológico. Os autores do novo estudo analisaram informações de três grandes bases de dados de pesquisas relevantes publicadas entre novembro de 2019 e março de 2022, reunindo resultados de 16 relatórios que incluíam dados sobre 1.853.610 adultos (54% mulheres) com idade média de 53 anos.
A maioria dos estudos foi realizada no Brasil, Coreia do Sul, Inglaterra, Irã, Canadá, Reino Unido, Espanha, Palestina, África do Sul e Suécia.
A análise dos dados agrupados mostrou que, globalmente, aqueles que incluíam atividade física regular na rotina semanal tinham risco 11% menor de infecção pelo Sars-CoV-2, o coronavírus que causa a Covid-19.
Essas pessoas também tinham risco 36% menor de internação hospitalar, 44% menos probabilidade de desenvolver a doença grave e um risco 43% menor de morte por Covid-19 do que as pessoas fisicamente inativas.
Os autores descobriram que o efeito protetor máximo ocorria a partir de cerca de 500 minutos de equivalente metabólico da tarefa (METs) por semana. Fazer esporte além desse tempo não significa mais proteção, de acordo com os especialistas.
MET é a quantidade de energia (calorias) gasta por minuto de atividade física, e 500 é equivalente a 150 minutos de atividade física de intensidade moderada, ou 75 minutos de intensidade vigorosa, segundo o estudo.
Os autores advertem que essa conclusão se baseou em estudos de observação, avaliações dos níveis de atividade física e em dados de estudos das variantes Beta e Delta do coronavírus, mas não da Ômicron, o que pode distorcer um pouco os resultados.
Apesar dessa premissa, os cientistas argumentam que existem explicações biológicas plausíveis que mostram que o exercício regular de intensidade moderada pode ajudar a aumentar as respostas anti-inflamatórias do corpo, assim como a aptidão cardiorrespiratória e muscular, o que poderia explicar os seus efeitos benéficos na gravidade da Covid-19.
"As nossas conclusões ressaltam os efeitos protetores de uma atividade física suficiente como estratégia de saúde pública, com potenciais benefícios para reduzir o risco de Covid-19 grave", concluem os autores.
Foi na manhã deste sábado, 20, em Floriano, feriado do comerciário, a abertura do dia 'D' da campanha de vacinação contra a Pólio.
A ação é uma parceria da gestão pública municipal, à frente o professor Antonio Reis Neto, com entidades de classes, como o Rotary, por exemplo.
Estavam presentes gestores em saúde, alguns dos vereadores, e ainda servidores de várias pastas, além de muitos populares. Veja o discurso do prefeito Antônio Reis Neto.
A vitamina B12 é capaz de regular processos inflamatórios que estão relacionados a casos graves de Covid-19, segundo um estudo realizado pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) Minas e divulgado nesta sexta-feira (19). A pesquisa ainda não passou pela revisão de pares.
Os pesquisadores compararam amostras de sangue de pacientes hospitalizados em estado grave ou moderado com amostras de pessoas saudáveis. Segundo as análises, os pacientes com Covid-19 apresentavam alteração de muitos genes, mesmo com tratamento que envolveu corticoides por cerca de 11 dias. “Com a introdução da vitamina B12, a expressão dos genes inflamatórios e de resposta antiviral dos pacientes se aproximou à dos indivíduos saudáveis, mostrando a eficácia da vitamina para o controle da inflamação”, diz a nota. A vitamina B12 é capaz de atenuar um quadro chamado de tempestade inflamatória, que ocorre quando o organismo apresenta uma resposta imune de forma exagerada.
“É importante destacar que, antes que a B12 possa ser usada com segurança para o tratamento dos pacientes com Covid-19, ainda é necessária a realização de um estudo clínico, ou seja, diretamente no organismo humano. Deve-se ressaltar também que não adianta tomar a vitamina por conta própria, como medida de prevenção, uma vez que nosso estudo só constatou a eficiência da B12 para a normalização de processos inflamatórios alterados pela doença”, destaca o pesquisador Roney Coimbra, coordenador do estudo.