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O intestino inflamado pode afetar muito mais do que a digestão. Quando há inflamação intestinal, o corpo costuma emitir sinais que muitas vezes passam despercebidos ou são confundidos com problemas comuns do dia a dia.

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Alterações no funcionamento intestinal, desconfortos abdominais e até mudanças na pele podem estar relacionados ao problema. Por isso, reconhecer os sintomas é essencial para buscar diagnóstico e tratamento adequados.

A seguir, veja 7 sinais de intestino inflamado que muita gente ignora.

Intestino inflamado: sintomas que merecem atenção A inflamação intestinal pode surgir por diferentes motivos, como alimentação inadequada, estresse, intolerâncias alimentares ou doenças inflamatórias intestinais.

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns sinais são bastante comuns.

  1. Inchaço abdominal frequente Sentir a barriga constantemente estufada, mesmo após refeições leves, pode indicar desequilíbrio intestinal ou inflamação na mucosa do intestino.
  2. Gases em excesso A produção exagerada de gases também pode ser um sinal de que o intestino não está funcionando adequadamente.
  3. Alterações no hábito intestinal Diarreia, prisão de ventre ou alternância entre os dois quadros podem indicar irritação ou inflamação intestinal.
  4. Dor ou desconforto abdominal Cólica ou dor na região abdominal, especialmente após as refeições, pode estar associada a processos inflamatórios no intestino.
  5. Cansaço frequente Um intestino inflamado pode prejudicar a absorção de nutrientes importantes, o que pode levar à sensação constante de fadiga.
  6. Problemas de pele Acne, irritações ou inflamações na pele podem estar relacionadas ao chamado eixo intestino-pele, que conecta a saúde intestinal à saúde cutânea.
  7. Sensibilidade alimentar Dificuldade em digerir certos alimentos ou desconforto após consumir determinados ingredientes também pode ser um indicativo de inflamação intestinal.

Confira também: “Dieta cetogênica: O que acontece com o corpo sem carboidratos?”.

Quando procurar ajuda médica Se os sintomas forem frequentes ou persistentes, é importante procurar orientação médica. O diagnóstico adequado pode identificar a causa da inflamação e indicar o tratamento correto.

Além disso, algumas medidas podem ajudar a proteger a saúde intestinal, como:

manter uma alimentação equilibrada.

consumir fibras regularmente.

beber água ao longo do dia.

reduzir o consumo de ultraprocessados.

controlar o estresse.

Cuidar da saúde intestinal é essencial para o bem-estar geral do organismo, já que o intestino desempenha um papel fundamental na digestão, na imunidade e até no equilíbrio do humor.

Saúde em Dia

A chamada gripe K é uma variante do vírus Influenza A (H3N2), identificada como subclado K. A mutação surgiu de forma natural a partir da linhagem J.2.4, após alterações genéticas em uma proteína responsável pela entrada do vírus nas células do organismo. Assim como outros subtipos de influenza humana, apresenta facilidade de transmissão entre pessoas.

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Os sintomas da gripe K são semelhantes aos da gripe comum, já que o vírus afeta as vias respiratórias e desencadeia resposta inflamatória no organismo. Entre os principais sinais estão febre, dor de garganta, tosse, dores no corpo, fraqueza e dor de cabeça. A febre ocorre como mecanismo de defesa do corpo para dificultar a multiplicação viral, enquanto as dores musculares e o cansaço resultam da resposta inflamatória sistêmica.

A transmissão acontece principalmente por meio de gotículas respiratórias liberadas ao falar, tossir ou espirrar. O contágio também pode ocorrer pelo contato com superfícies contaminadas, seguido do toque nos olhos, nariz ou boca, facilitando a entrada do vírus no organismo.

O diagnóstico é feito com base na avaliação clínica realizada por profissional de saúde, que considera sintomas, exame físico e histórico do paciente. Quando necessário, podem ser solicitados exames laboratoriais, como o teste de PCR, capaz de detectar o vírus Influenza A H3N2, embora não identifique especificamente o subclado K. Exames de sangue podem ser indicados em situações específicas.

O tratamento deve ser orientado por profissional de saúde, especialmente para grupos de risco, como idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. Em alguns casos, pode haver indicação de terapia antiviral. Medidas como hidratação adequada e repouso são fundamentais para auxiliar o organismo na recuperação e prevenir complicações.

A prevenção envolve hábitos simples e eficazes. A vacinação anual contra a gripe é a principal forma de proteção contra diferentes variantes do vírus influenza. Além disso, recomenda-se higienizar as mãos com frequência, evitar aglomerações, priorizar ambientes ventilados e utilizar máscara em locais fechados ou com grande circulação de pessoas.

Newsrodonia

Sintomas como falta de ar em atividades leves, dor ou pressão no peito e palpitações frequentes costumam ser tratados como algo passageiro, mas podem indicar doenças cardiovasculares. Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 30% dos óbitos no país estão relacionados a problemas do coração e da circulação.

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De acordo com o cardiologista e professor da Afya Paraíba, Alexandre Negri, esses sinais não devem ser ignorados, especialmente quando surgem de forma recorrente ou sem causa aparente.

“O coração costuma apresentar alterações de maneira progressiva. Quando os sintomas iniciais são negligenciados, a doença pode evoluir silenciosamente e se manifestar de forma grave”, explica.

Principais sintomas de doenças cardiovasculares A falta de ar ao realizar atividades simples do dia a dia, como subir escadas ou caminhar pequenas distâncias, não é considerada normal e pode estar relacionada a condições como insuficiência cardíaca, alterações nas válvulas do coração ou obstruções das artérias coronárias.

Outro sintoma que exige atenção é a dor ou sensação de pressão no peito. Mesmo quando aparece de forma intermitente ou dura poucos minutos, o desconforto precisa ser investigado. “Nem toda dor no peito é infarto, mas toda dor torácica deve ser avaliada, pois pode indicar redução do fluxo sanguíneo para o coração”, alerta o especialista.

As palpitações, caracterizadas por batimentos acelerados, irregulares ou sensação de falhas no ritmo cardíaco, também merecem cuidado, principalmente quando ocorrem em repouso ou vêm acompanhadas de tontura, falta de ar ou mal-estar.

Quando procurar um cardiologista A orientação médica é buscar um cardiologista sempre que os sintomas se repetirem ou surgirem sem explicação aparente. Pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, colesterol elevado e obesidade devem redobrar a atenção.

Além disso, o especialista chama alerta para o uso inadequado de substâncias que podem sobrecarregar o coração, como energéticos, especialmente quando associados ao consumo de álcool, termogênicos, pré-treinos, pós-treinos e anabolizantes prescritos de forma inadequada. “Esses produtos podem provocar alterações no ritmo cardíaco, elevação da pressão arterial e aumentar significativamente o risco de eventos cardiovasculares”, ressalta Negri.

“A avaliação precoce permite iniciar o tratamento antes que ocorram eventos graves, como infarto ou acidente vascular cerebral”, reforça o professor da Afya Paraíba.

Ignorar sinais cardíacos pode favorecer o avanço silencioso das doenças cardiovasculares e aumentar o risco de complicações como infarto, AVC, arritmias graves e insuficiência cardíaca. A cardiologia dispõe de exames simples e acessíveis — como eletrocardiograma, teste ergométrico, ecocardiograma e exames laboratoriais — capazes de identificar alterações ainda nas fases iniciais.

“A prevenção, associada a hábitos saudáveis e ao acompanhamento médico regular, reduz de forma significativa a mortalidade por doenças do coração”, destaca Alexandre Negri.

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O Alzheimer, frequentemente associado a casos de perda de memória, pode ganhar novas camadas de alternativas na tentativa de promover prevenções da perda de memória.

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Uma substância que ocorre naturalmente pode se acumular e agrupar, a promover o desenvolvimento da doença, segundo informações do portal EurekAlert. Uma equipe de pesquisadores fizeram a inibição de uma proteína chamada PTP1B melhora a aprendizagem e a memória em um modelo de camundongo com Alzheimer.

Tonks, que descobriu a PTP1B em 1988 e a estuda desde então em suas implicações para a saúde e doença, demonstra neste último estudo como a PTP1B interage diretamente com outra proteína, a tirosina quinase de baço (SYK). A SYK, por sua vez, regula as micróglias que são responsáveis por eliminar detritos, como o excesso de Aβ.

“Ao longo da doença, essas células ficam exaustas e menos eficazes”, explicou Cen. “Nossos resultados sugerem que a inibição da PTP1B pode melhorar a função microglial, limpando as placas de Aβ”, acrescentou. Além do Aβ, a obesidade e o diabetes tipo 2 são fatores de risco reconhecidos para o Alzheimer, e há uma expectativa de contribuição para sua crescente prevalência mundial.

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