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O envelhecimento da pele já não está mais associado apenas ao sol e ao cigarro tradicional. A rotina moderna trouxe novos vilões para o consultório dos dermatologistas, com destaque para o uso de cigarro eletrônico. Estudos recentes apontam que o vape aumenta o estresse oxidativo e a inflamação celular, o que prejudica diretamente a qualidade do colágeno e a renovação da pele.

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O desgaste precoce do tecido cutâneo, no entanto, vai muito além do cigarro eletrônico. Fatores como a privação de sono, estresse crônico, consumo excessivo de açúcar, alimentos ultraprocessados e a exposição contínua às telas de dispositivos eletrônicos completam a lista de ameaças à firmeza e à elasticidade da pele. Noites mal dormidas impedem a recuperação correta do órgão, enquanto o cortisol elevado — hormônio do estresse — prejudica os fibroblastos, células responsáveis pela sustentação cutânea.

Na dieta, o perigo atende pelo nome de glicação. O excesso de açúcar se liga às proteínas da pele, endurecendo o colágeno e a elastina, o que resulta em perda de viço. Já a luz azul das telas, embora menos agressiva que os raios solares, é investigada por causar desgaste celular e por interferir diretamente no ciclo do sono.

De acordo com a dermatologista Joana Petito Magnavita, o organismo responde de forma imediata aos hábitos diários. Ela explica que esses diferentes fatores resultam no mesmo problema: a degradação do colágeno e a incapacidade de reparo celular quando o corpo vive em um estado constante de inflamação. “Os fibroblastos começam a perder eficiência quando existe uma rotina constante de inflamação e desgaste do organismo. O colágeno não depende apenas da idade, mas da capacidade da pele de reparar dano e controlar esses processos. Quando isso falha por muito tempo, o envelhecimento acaba acelerando”, explica.

Diante desse cenário, o mercado de beleza registra uma mudança de comportamento. A busca por preenchimentos e volumes imediatos tem perdido espaço para a estética regenerativa e procedimentos de bioestimulação. Ativos como a hidroxiapatita de cálcio têm sido amplamente procurados por sua capacidade comprovada de avaliar o estímulo de colágeno.

Diretor executivo de uma clínica de estética, Bernardo Magalhães, reforça que o perfil dos pacientes mudou. “Hoje muita gente já não procura apenas mudar volume. Existe uma preocupação muito maior com firmeza, sustentação e qualidade da pele ao longo do tempo. A estética regenerativa cresce justamente porque começa a olhar muito mais para preservação do colágeno do que apenas para resultado imediato”, afirma em entrevista ao Feed TV.

Feed TV - Saúde|Do R7

Vape (Foto: AI) Feed TV

Floriano recebeu a Carretinha da Saúde, projeto do Governo do Piauí que oferece atendimento gratuito para crianças de 0 a 6 anos. Os atendimentos, que foram previamente agendados, tiveram início na segunda-feira, 18 de maio, e seguem até sexta-feira, dia 22, nos turnos manhã e tarde, das 8h às 12h e das 14h às 17h, em frente à Policlínica de Floriano.

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A ação oferece consultas nas especialidades de oftalmologia e odontopediatria, com capacidade para atender 30 pacientes por turno. Na área de oftalmologia, além das consultas, as crianças que necessitam recebem óculos de grau gratuitamente, com entrega prevista entre 30 e 45 dias. A expectativa é de que cerca de 300 crianças sejam beneficiadas, podendo cada uma delas receber atendimento nas duas especialidades.

Nesta quarta-feira (20), além dos atendimentos de saúde, as crianças participaram de momentos de diversão com jogos infantis, pula-pula e brincadeiras com personagens de desenhos animados. 

Com informações da Ascom

A glicose é o combustível principal das células humanas, mas em excesso na corrente sanguínea ela vira inimiga silenciosa do organismo. Quando os níveis ultrapassam os limites considerados saudáveis, o corpo emite sinais nem sempre fáceis de identificar. Entender essas reações ajuda a agir antes que o quadro evolua para complicações graves como o diabetes tipo 2 ou doenças cardiovasculares.

Por que o açúcar elevado é um problema? O pâncreas libera insulina sempre que detecta açúcar na corrente sanguínea, e o hormônio funciona como uma chave que abre as células para receber a energia. Quando a quantidade de glicose ultrapassa a capacidade de absorção, o excesso permanece circulando e causa danos progressivos em vasos sanguíneos, nervos e órgãos. Esse acúmulo é o ponto de partida para uma série de problemas que aparecem com o passar dos meses.

Quais sinais o organismo emite com mais frequência? O corpo tem mecanismos para tentar eliminar o excesso de açúcar, e esses mecanismos produzem sintomas perceptíveis no dia a dia. Reconhecer cada um deles antecipa o diagnóstico e evita complicações maiores.

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Sede excessiva mesmo após beber grandes quantidades de água Aumento da vontade de urinar, principalmente durante a madrugada Cansaço persistente sem motivo aparente ao longo do dia Visão embaçada de forma intermitente, sem padrão claro Fome constante mesmo pouco tempo depois das refeições O cérebro também sente os efeitos do açúcar alto? Sente, e de várias formas. A hiperglicemia compromete a circulação cerebral e altera o funcionamento dos neurônios responsáveis pela concentração e pela memória de curto prazo. Quem convive com níveis elevados de glicose por períodos longos relata dificuldade para encontrar palavras durante conversas, oscilações de humor e sensação de cabeça pesada ao acordar. Esses sintomas costumam ser confundidos com excesso de trabalho ou má noite de sono.

O que diz a ciência sobre os efeitos do açúcar alto a longo prazo? A literatura médica acumula evidências consistentes sobre o impacto da hiperglicemia crônica nos órgãos vitais. Um estudo publicado pela American Diabetes Association acompanhou pacientes durante uma década e identificou que o controle rigoroso da glicemia reduz em até 40% o risco de complicações microvasculares, como retinopatia e nefropatia. A pesquisa, disponível em Standards of Medical Care in Diabetes, reforça que a manutenção dos níveis adequados de açúcar protege estruturas que sofrem dano silencioso ao longo dos anos.

Por que as feridas demoram mais para cicatrizar? O açúcar em excesso prejudica a circulação periférica e reduz a capacidade do sistema imunológico de combater infecções. Pequenos cortes, arranhões ou bolhas nos pés levam semanas para fechar, e o risco de infecção aumenta consideravelmente. Pessoas com glicemia descontrolada precisam observar com atenção qualquer ferimento, especialmente nos membros inferiores, onde a sensibilidade pode estar comprometida pela neuropatia diabética.

Quais órgãos sofrem em silêncio com o quadro? O dano da hiperglicemia raramente avisa antes de aparecer. Vários órgãos absorvem o impacto silenciosamente por anos, até que o problema surja em consulta médica de rotina ou em uma emergência.

Rins perdem capacidade de filtragem ao longo dos anos Retina sofre alterações nos vasos sanguíneos, com risco de cegueira Coração tem maior risco de infarto e hipertensão crônica Nervos periféricos perdem sensibilidade em pés e mãos Fígado acumula gordura e desenvolve esteatose com o tempo O que causa picos de glicose no dia a dia? Os picos não vêm apenas dos doces evidentes. Alimentos como pão branco, arroz refinado, sucos de fruta sem fibra e bebidas adoçadas elevam o açúcar no sangue com rapidez similar a um pedaço de bolo. Combinações inadequadas de carboidratos sem proteína ou gordura também aceleram a absorção. A composição das refeições, mais do que a quantidade isolada de cada alimento, define o comportamento da glicemia ao longo do dia.

Quem deve fazer o exame de sangue com mais atenção? Pessoas acima dos 40 anos, com histórico familiar de diabetes, sobrepeso ou pressão alta entram no grupo prioritário para o exame de glicemia em jejum e hemoglobina glicada pelo menos uma vez por ano. Sintomas como sede excessiva, perda de peso sem motivo ou infecções recorrentes justificam a consulta médica imediata, sem esperar pelo check-up anual de rotina.

O que o corpo pede para voltar ao equilíbrio Manter a glicose dentro dos níveis recomendados não exige medidas radicais nem dietas impossíveis de sustentar. Pequenos ajustes na alimentação, atividade física regular e acompanhamento médico periódico devolvem o controle do metabolismo em poucas semanas. O corpo responde rapidamente quando recebe os estímulos certos, e os sintomas desagradáveis começam a desaparecer logo nos primeiros meses de mudança consistente.

Quem reconhece os sinais cedo evita anos de complicações silenciosas e protege órgãos vitais que dependem do bom funcionamento da insulina. A medição periódica do açúcar no sangue, somada à atenção aos próprios sintomas, é o caminho mais direto para identificar o problema antes que ele se instale de forma permanente. Cada exame feito a tempo representa anos de saúde preservada para o futuro.

Catraca Livre

Uma nova pílula experimental chamada baxdrostate mostrou resultados promissores no controle da pressão alta resistente e na proteção dos rins em pessoas com doença renal crônica. O medicamento age bloqueando a produção do hormônio aldosterona, responsável pela retenção de sal e água no organismo. Os achados podem representar um avanço importante para milhões de pessoas que convivem com hipertensão difícil de controlar e perda progressiva da função renal.

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O que é o baxdrostate e como ele age no organismo O baxdrostate pertence a uma classe de medicamentos conhecida como inibidores da aldosterona sintase. Ele atua reduzindo a produção de aldosterona, hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais que regula o equilíbrio de sódio e água no corpo.

Quando os níveis desse hormônio ficam elevados, o organismo retém mais sódio e líquidos, o que eleva a pressão arterial e pode causar danos aos vasos sanguíneos e aos rins ao longo do tempo.

Por que a hipertensão e a doença renal andam juntas A pressão alta e a doença renal crônica formam um ciclo perigoso. Quando a pressão permanece elevada, os rins sofrem desgaste progressivo. Conforme a função renal diminui, a pressão tende a subir ainda mais.

Esse círculo vicioso aumenta significativamente o risco de infarto, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e falência renal. Por isso, encontrar tratamentos que atuem em ambas as frentes é considerado uma prioridade médica.

Estudo científico comprova benefícios do novo medicamento Os resultados que animaram a comunidade médica vieram de um ensaio clínico de fase 2, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo. Segundo o estudo Efficacy and Safety of Baxdrostat in Participants with CKD and Uncontrolled Hypertension, publicado no Journal of the American Society of Nephrology, o medicamento reduziu a pressão sistólica em 8,1 mm Hg a mais que o placebo após 26 semanas.

Além disso, os participantes que tomaram baxdrostate apresentaram redução de 55% nos níveis de albumina na urina, um marcador importante de dano renal e risco cardiovascular.

Quais os principais resultados observados nos pacientes O estudo incluiu 195 adultos com idade média de 66 anos, todos com pressão alta descontrolada apesar do uso de medicações padrão. Os pesquisadores acompanharam diversos indicadores de saúde renal e cardiovascular ao longo de seis meses.

Entre os achados mais relevantes do ensaio clínico, destacam-se:

Redução significativa da pressão sistólica em comparação ao placebo, mesmo em pacientes que já tomavam outros remédios Queda de mais da metade nos níveis de albumina urinária, indicando menor sobrecarga renal Eficácia mantida em pessoas com diabetes tipo 2, presente em 80% dos participantes Boa tolerância geral ao tratamento, sem mortes registradas durante o estudo Cuidados e efeitos adversos identificados Apesar dos resultados positivos, o medicamento apresentou um efeito colateral relevante. O aumento dos níveis de potássio no sangue, condição chamada de hipercalemia, ocorreu em 41% dos pacientes que tomaram baxdrostate, contra apenas 5% do grupo placebo.

A maioria dos casos foi classificada como leve a moderada, mas esse efeito exige acompanhamento médico rigoroso. Antes de começar qualquer tratamento, vale conhecer os sintomas de pressão alta e fatores de risco, conforme orientações disponíveis no Tua Saúde.

Quem pode se beneficiar do tratamento no futuro O baxdrostate ainda não foi aprovado pela FDA nem pela ANVISA, mas já está sendo avaliado em estudos de fase 3 mais amplos. As novas pesquisas combinam o medicamento com dapagliflozina para verificar se a associação pode retardar a progressão da doença renal crônica.

A expectativa é que o tratamento beneficie principalmente pessoas com hipertensão resistente associada a problemas renais, grupo que historicamente teve poucas opções terapêuticas eficazes.

Tua Saúde