Dados do Ministério da Saúde mostram que o avanço na cobertura vacinal do Piauí foi um dos fatores que contribuiu para o Brasil sair da lista dos 20 países com mais crianças não imunizadas no mundo. Atualmente, o estado está entre os que mais vacinaram contra a Pólio, Influenza e Covid. 

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Segundo o painel do ministério sobre a imunização da Influenza, o estado é o primeiro colocado do país na vacinação contra a doença, com 54,71% do público-alvo imunizado. Para a superintende de Atenção à Saúde e Municípios da Secretaria de Estado da Saúde, Leila Santos, este aumento é reflexo do Movimento Nacional pela Vacinação, que realizou um trabalho ativo, junto com a Sesapi, para retomar a confiança da população nas vacinas. 

“Este é o resultado de um trabalho que os profissionais da saúde, os municípios, o Governo do Piauí e o Ministério da Saúde estão fazendo para que nosso povo procure os postos de saúde e se protejam com as vacinas disponibilizadas no calendário vacinal”, disse. 

Outro imunizante em que o estado também está em primeiro lugar do país entre os que mais vacinam, é contra a Covid. No esquema monovalente a cobertura é de 92,34% para o público adulto e 47,26% na imunização para menores de cinco anos.

“As estratégias adotadas- como a Carretinha da Saúde, que realiza a conferência da caderneta de vacinação de cada criança atendida são primordiais para o aumento da cobertura vacinal do Piauí”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Antonio Luiz. 

O Piauí também é o primeiro do Nordeste e segundo do país na campanha contra a poliomielite, com 52,62% do público-alvo vacinado. No ano passado, o Piauí também apresentou um crescimento na cobertura vacinal contra a DTP, que protege contra a difteria, o tétano e a coqueluche, passando de 73,11% em 2022 para 89,07% em 2023. 

“As ações como microplanejamento, que realizamos nos territórios de saúde do estado com foco na realidade local, foram essenciais para este avanço. Continuamos com os trabalhos junto aos municípios para traçar estratégias com gestores e alcançar melhores resultados, com finalidade de melhorar as coberturas vacinais”, lembra a coordenadora de Imunização da Sesapi, Bárbara Pinheiro.

Sesapi

Na última quarta, dia 17 de julho, foi marcado um passo significativo na pesquisa sobre a doença de Chagas em Floriano. 

A apresentação dos resultados iniciais foi realizada pela manhã, na sede da Secretaria Municipal de Saúde, destacando o progresso da pesquisa liderada pelo Me. Filipe Melo, diretor do Núcleo de Educação Permanente da Saúde local, em parceria com a FIOCRUZ e UFPI.

Da redação

A idade é um dos principais fatores de risco para o Alzheimer, com sintomas típicos que costumam se manifestar após os 65 anos. No entanto, indivíduos com histórico familiar da doença podem começar a exibir sinais muito antes.

alzheimer

Estudos recentes indicam que dificuldades de locomoção, como a perda de orientação ao caminhar, podem ser indicadores precoces da doença, aparecendo por volta dos 40 anos.

Qual é o primeiro sinal de Alzheimer? Pesquisadores da University College London, no Reino Unido, descobriram que a perda de orientação durante a caminhada, combinada com dificuldades de percepção espacial, pode ser o primeiro indício de Alzheimer em pessoas predispostas a desenvolver a doença.

Essas dificuldades de locomoção podem surgir anos ou até décadas antes de outros sintomas mais comuns, permitindo um diagnóstico antecipado.

Testes de habilidades de orientação, realizados com capacetes de realidade virtual, mostraram que indivíduos com maior risco de demência apresentaram os piores resultados.

Como diagnosticar Alzheimer precocemente? A identificação precoce de sinais específicos de Alzheimer é crucial para um diagnóstico mais preciso e oportuno. Como não há cura para a demência, a detecção antecipada permite que intervenções médicas sejam mais eficazes.

Medicamentos como lecanemab e donanemab têm mostrado promessas na eliminação de aglomerados tóxicos de amiloide no cérebro durante os estágios iniciais da doença. Essas “placas senis” são uma das principais características patológicas do Alzheimer.

Embora os medicamentos sejam promissores, mais dados são necessários para avaliar completamente seus benefícios e efeitos colaterais, como a redução do volume cerebral.

Quais outros sinais devem ser observados? Problemas de memória que afetam atividades diárias; Dificuldades em realizar tarefas habituais; Problemas de comunicação; Desorientação no tempo e no espaço; Diminuição da capacidade de julgamento e crítica; Mudanças de humor e comportamento; Alterações na personalidade; Perda de iniciativa. Conforme a doença avança, funções mentais como linguagem, orientação espacial, pensamento lógico e regulação das emoções são prejudicadas, levando a dificuldades motoras severas na fase mais avançada. O Alzheimer em si não é fatal, mas as complicações decorrentes podem ser.

Como prevenir o Alzheimer? Prevenir o Alzheimer envolve um estilo de vida saudável. A alimentação equilibrada, rica em vegetais, frutas, sementes e peixes, com a limitação de açúcares, carboidratos refinados e gorduras saturadas e trans, é essencial.

A dieta mediterrânea, que inclui nutrientes como ômega 3, vitamina E e resveratrol, vem sendo associada à redução do risco de demências, embora não haja evidências conclusivas sobre a eficácia de suplementos.

A prática regular de atividades físicas é vital não apenas para a saúde geral, mas também para as funções cognitivas. Manter hábitos saudáveis, como controlar doenças crônicas (hipertensão, diabetes, depressão), dormir bem, evitar fumar e limitar o consumo de álcool, são medidas importantes.

Além disso, uma vida social ativa e envolvimento em atividades intelectuais e de lazer ajudam a construir uma reserva cognitiva, potencialmente retardando o aparecimento dos sintomas em caso de desenvolvimento da doença.

Catraca Livre

Foto: © IxMaster/DepositPhotos

Durante a TPM ocorrem muitas alterações hormonais que causam modificações e um desequilíbrio hídrico no corpo – a quantidade de água que tem em cada célula. Com a diminuição da quantidade de água, acontece a diminuição na produção da saliva, responsável por fazer uma pré-limpeza na boca.

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Esse desequilíbrio leva ao acúmulo de bactérias na boca e uma camada esbranquiçada no fundo da língua, que é aquela parte chamada saburra lingual, e ambas causam essa halitose temporária. Mas o mau hálito da TPM tem solução.

Você precisa aumentar o consumo de água neste período de tensão pré-menstrual e na menstruação. Comer alimentos mais fibrosos ajuda a diminuir essa produção da placa bacteriana, que é o acúmulo de alimento que fica na boca.

É necessário também escovar o dente com mais frequência e caprichar no fio dental. Isso, vai ajudar a minimizar essa halitose.

Terra.com

Foto: divulgação Tua Saúde