O açúcar elevado no sangue, também conhecido como hiperglicemia, é uma condição que pode passar despercebida até que cause complicações graves. Acontece que os sintomas e sensações no corpo que indicam níveis elevados são frequentemente vagos.

diabetes

É por isso que muitas pessoas vivem com diabetes tipo 2 por anos sem saber que têm a condição.

Quais as consequências de açúcar elevado? Níveis elevados de açúcar no sangue são prejudiciais aos vasos sanguíneos e podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como aterosclerose, infarto do miocárdio e derrame.

O acúmulo de glicose no sangue pode causar inflamação e estreitamento das artérias, aumentando a pressão arterial e o risco de eventos cardíacos.

A hiperglicemia prolongada pode ainda causar danos aos nervos, resultando em neuropatia diabética.

Isso pode levar a sintomas como formigamento, dormência, dor e fraqueza, principalmente nas extremidades (mãos e pés).

Em casos graves, pode causar perda de sensibilidade, aumentando o risco de ferimentos e infecções que podem levar à amputação. Sinais de açúcar elevado no sangue sensação de sede excessiva aumento da vontade de urinar fadiga fraqueza e apatia fome excessiva humor depressivo visão embaçada infecções frequentes perda de peso inexplicável pele seca formigamento, às vezes pés e pernas dormentes O que causa níveis elevados de açúcar no sangue? Níveis elevados de açúcar no sangue, ou hiperglicemia, são frequentemente causados pelo diabetes mellitus, uma condição crônica que impede o corpo de produzir ou utilizar insulina de maneira eficaz.

Diabetes tipo 1 ocorre quando o corpo não produz insulina suficiente, enquanto diabetes tipo 2 é caracterizado pela resistência à insulina e produção insuficiente de insulina.

Além do diabetes, a síndrome metabólica, que inclui resistência à insulina, hipertensão e níveis anormais de colesterol, também pode levar a hiperglicemia.

Outros fatores que podem contribuir para níveis elevados de açúcar no sangue incluem estresse, infecções, uso de certos medicamentos, má alimentação e falta de atividade física.

Como manejar o açúcar elevado? Monitoramento regular Para pessoas com diabetes, monitorar regularmente os níveis de glicose no sangue é essencial para o controle da condição. Dispositivos de monitoramento de glicose e consultas regulares com um médico são ferramentas importantes.

Dieta balanceada Manter uma dieta equilibrada, rica em fibras e com baixo índice glicêmico, pode ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue. Evite alimentos ricos em açúcares refinados e carboidratos simples.

Exercício regular A prática regular de exercícios pode ajudar a baixar os níveis de açúcar no sangue, melhorar a sensibilidade à insulina e promover a saúde geral.

Medicação Em alguns casos, medicamentos ou insulina podem ser necessários para controlar os níveis de açúcar no sangue. É importante sempre seguir as recomendações do seu médico para obter os melhores resultados.

Catraca Livre

Foto: © piotr_marcinski/DespositPhotos

A Secretaria de Estado da Saúde realizou, na manhã desta terça-feira (06), o II Fórum Estadual de Incentivo ao Aleitamento Materno. O evento aconteceu no Cine Teatro do Espaço Rosa dos Ventos, da UFPI, e teve como tema o apoio a amamentação em todas as situações, com foco principal apoiar a amamentação dentro dos grupos mais vulneráveis da sociedade, com uma atenção especial a manutenção da amamentação em situações de crise e emergências.

aleitamento

O evento contou com a presença da coordenadora do Pacto pelas Crianças do Piauí, a primeira-dama Isabel Fonteles.

A programação do fórum levou até profissionais da atenção primária, funcionários das maternidades, e membros das universidades palestras e discussões sobre a importância da amamentação e o fortalecimento do aleitamento materno, além de outras temáticas como a norma brasileira de bicos, chupetas e mamadeiras, a ancestralidade do ato de amamentar, participação do pai no processo de amamentação e o aleitamento de bebês prematuros.

“Hoje nosso intuito é apoiar, promover e proteger a amamentação em todas as esferas da sociedade, reduzindo as desigualdades e reforçando os benefícios que a amamentação pode trazer para a saúde e desenvolvimento do bebê, e a importância da manutenção desse ato em todas as situações que ele se encontre”, explica Consolação Nascimento, coordenadora estadual de atenção a saúde da criança e do adolescente da Sesapi.

Ainda durante a programação, os membros do Comitê Estadual de Incentivo ao Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável foram empossados. O comitê tem por objetivo analisar a situação do aleitamento no estado do Piauí, buscando promover a amamentação e identificar e solucionar problemas que dificultem o desenvolvimento do ato de amamentar pelo estado.

A diretora da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, Carmem Ramos, destaca que o ato de amamentar é de suma importância para o desenvolvimento saudável do bebê em todas as condições uma vez que o leite materno promove saúde para a criança, melhor nutrição, previne doenças e ajuda no seu desenvolvimento além da questão emocional, aproximando o bebê da mãe.

“Tendo em vista todo o impacto positivo que a amamentação traz para o bebê, esperamos que as discussões e trabalhos desenvolvidos sobre a temática ajudem a desenvolver cada vez mais um apoio, seja no âmbito familiar, social e dos serviços de saúde para que a mulher se sinta mais incentivada e acolhida a realizar a amamentação”, fala a diretora.

Sesapi

Cientistas podem ter descoberto a causa do autismo ao descobrir uma ligação entre o risco da condição e ácidos graxos no sangue do cordão umbilical.

autismocriança

O estudo de pesquisadores da Universidade de Fukui investigou a ligação entre ácidos graxos poli-insaturados (AGPI) em amostras de sangue do cordão umbilical e pontuações de autismo em 200 crianças.

A partir das análises, os pesquisadores identificaram um composto específico no ácido do sangue do cordão umbilical, chamado diHETrE, que pode ter “fortes implicações” na gravidade do TEA.

Especificamente, os autores descobriram que níveis mais altos de diHETrE estavam associados a dificuldades em interações sociais. Por outro lado, níveis baixos estavam ligados a comportamentos repetitivos e restritivos em crianças.

Segundo eles, essa correlação foi mais evidente em meninas do que em meninos.

Créditos: phakimata/DepositPhotos Detalhes do estudo As amostras do cordão umbilical foram coletadas e preservadas imediatamente após o nascimento das crianças.

Os pesquisadores, então, avaliaram os sintomas de TEA nessas mesmas crianças aos 6 anos de idade com a ajuda de suas mães.

Com base nos resultados, os pesquisadores sugerem que medir os níveis de diHETrE no nascimento pode se tornar uma ferramenta valiosa para prever o risco de uma criança desenvolver TEA.

Eles também dizem que inibir o metabolismo do diHETrE durante a gravidez pode ser um caminho para prevenir traços de TEA em crianças. No entanto, eles reforçaram que mais pesquisas são necessárias nessa área. A equipe publicou os resultados do estudo O estudo no jorna científico Psychiatry and Clinical Neurosciences.

O que é autismo? O autismo – também conhecido como transtorno do espectro autista – constitui um grupo diversificado de condições relacionadas ao desenvolvimento do cérebro.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1 em cada 100 crianças tem autismo.

As habilidades e necessidades de pessoas autistas variam e podem evoluir ao longo do tempo. Enquanto algumas pessoas com autismo podem viver de forma independente, outras têm deficiências graves e requerem cuidados e suporte por toda a vida.

Catraca Livre

Foto: © phakimata/DepositPhotos

Gestores e colaboradores da Secretaria de Estado da SaúdGestores da Sesapi passam por capacitação estratégica para liderançase (Sesapi) participaram, nesta sexta-feira (2), de um treinamento sobre liderança no setor público. O objetivo é fortalecer, valorizar e integrar líderes que atuam na instituição.

gestores

Para o diretor de Unidade de Gestão de Pessoas, da Sesapi, Wilson Santos, este curso é fundamental para melhorar o desenvolvimento da gestão. “Este treinamento é essencial para nossa equipe técnica aprimorar os conhecimentos a serem aplicados na saúde pública do Piauí e a valorização de nossos profissionais”, disse.

O curso foi realizado pela Motriz, uma organização do terceiro setor que trabalha no desenvolvimento de capacidade institucional junto aos governos e envolve: apoio em diagnóstico e priorização de ações; metodologias e formação para lideranças e para a equipe técnica das secretarias; implementação de políticas públicas locais; orientação para estabelecimento e monitoramento de indicadores e metas; encontros e partilha de conhecimentos em rede, levando em conta a personalização da jornada em cada território.

“Somos uma organização do terceiro setor que trabalhamos com as instituições públicas para uma melhor entrega à sociedade. Estamos abordando aqui o primeiro passo para o desenvolvimento dessas lideranças, para que essas lideranças alto desenvolvidas, possam melhorar o seu trabalho e a gestão pública como um todo”, explica a consultora da Motriz, Priscila Franco.

A ideia é ter pessoas mais aptas e comprometidas em entregar resultados capazes de provocar mudanças relevantes e permanentes, resultando na melhoria dos serviços para a sociedade, como o casos do diretor do Hospital Estadual João Luiz de Morais, da cidade de Demerval Lobão, Rodrigo Rosal.

“Essa atividade servirá para servirmos melhor à sociedade, em nosso hospital, gerenciando com mais eficiência e para que possamos ter resultados melhores dos nossos serviços”, afirmou o diretor.

Sesapi