Durante a TPM ocorrem muitas alterações hormonais que causam modificações e um desequilíbrio hídrico no corpo – a quantidade de água que tem em cada célula. Com a diminuição da quantidade de água, acontece a diminuição na produção da saliva, responsável por fazer uma pré-limpeza na boca.
Esse desequilíbrio leva ao acúmulo de bactérias na boca e uma camada esbranquiçada no fundo da língua, que é aquela parte chamada saburra lingual, e ambas causam essa halitose temporária. Mas o mau hálito da TPM tem solução.
Você precisa aumentar o consumo de água neste período de tensão pré-menstrual e na menstruação. Comer alimentos mais fibrosos ajuda a diminuir essa produção da placa bacteriana, que é o acúmulo de alimento que fica na boca.
É necessário também escovar o dente com mais frequência e caprichar no fio dental. Isso, vai ajudar a minimizar essa halitose.
O Hemocentro Regional de Floriano é o primeiro hemonúcleo do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (Hemopi) a produzir plaquetas. A unidade é responsável por abastecer boa parte dos hospitais da região sul do Estado, e a implantação desse procedimento vai reduzir o tempo de espera dos pacientes por esse hemocomponente, que até então só era produzido no Hemocentro Coordenador de Teresina.
Para iniciar a produção em Floriano, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) adquiriu um dos equipamentos mais modernos do mercado para a separação automática de hemocomponentes.
O Diretor Geral do Hemopi, Dr. Rafael Alencar, ressalta que a descentralização da produção facilita a logística de distribuição, reduzindo o tempo de resposta às unidades de saúde abastecidas pelos Hemopi. “Até o final desse mês os hemocentros regionais de Parnaíba e Picos também produzirão plaquetas. Os equipamentos já estão disponíveis e assim que o treinamento dos técnicos for finalizado, a produção será iniciada. Desta forma, todos os hemonúcleos terão o mesmo parque tecnológico do Hemocentro Coordenador, levando mais agilidade, segurança e qualidade ao atendimento dos pacientes”.
A coordenadora do Hemocentro Regional de Floriano, Eliomara Elayne, explica que a agilidade no atendimento foi o maior benefício conquistado com a descentralização. “Ganhamos tempo ao produzir plaquetas aqui no regional, um componente que tem validade de apenas 5 dias. Isso deu mais agilidade no atendimento das demandas dos pacientes atendidos no Hospital Regional Tibério Nunes, e também de outras cidades que estão dentro da área de referência do hemocentro regional de Floriano, como Bom Jesus, que já teve solicitações de transfusões atendidas com a nossa produção. Um ganho para os pacientes que tiveram esse tempo de liberação de plaquetas reduzido”, explica.
As plaquetas são um dos componentes do sangue que atuam na coagulação. O seu uso é indicado para o controle de sangramentos, que podem acontecer devido traumas, cirurgias, doenças crônicas como o câncer, doenças infecciosas agudas como a dengue, etc.
Além da descentralização, outros investimentos estão sendo feitos na melhoria dos quatro hemocentros, como aquisição de novas poltronas para coleta de sangue, homogeneizadores digitais de sangue, centrífugas refrigeradas de solo, equipamentos da cadeia de frio (câmaras, freezeres, freezer de congelamento rápido de plasma), etc.
Já está em fase de implantação o novo sistema de gerenciamento de bancos de sangue, um software que vai integrar os hemocentros de todos os Estados ao Ministério da Saúde. "O novo sistema vai facilitar, entre outros serviços, o acesso dos doadores de sangue, por meio do app Meu SUS Digital, a informes sobre campanhas de doação de sangue, carteira do doador e consultas da data para a próxima doação", disse o superintendente de média e alta complexidade da Sesa. Dirceu Campêlo.
O Piauí começou a dispensar, ao usuários do SUS, o medicamento Trikafta (elexacaftor/tezacaftor/ivacaftor) utilizado no tratamento de pacientes com fibrose cística. A primeira remessa já foi repassada pelo Ministério da Saúde à Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), que iniciou a entrega por meio da Farmácia do Povo a pacientes cadastrados e aptos ao recebimento e uso.
A dona de casa Liliane Barbosa, mãe de um paciente com fibrose cística, foi uma das primeiras a receber o medicamento para o filho.
“Nem sei o que dizer o que estou sentindo. Meu filho é portador da doença e está presenciando um momento histórico. Ele estava muito grave, estava internado e os medicamentos não faziam mais efeito, ficou 3 dias na UTI. Os médicos já não sabiam mais o que fazer, mais aí tinha ainda uma chance, um milagre, esse medicamento que poderia mudar tudo que já tínhamos presenciado. Espero que assim como meu filho, todos possam ter o trikafta para poderem realizar os sonhos de ter uma vida normal”, relata a dona de casa.
A Fibrose Cística é uma doença rara que impede a troca necessária de fluidos das células provocando o acúmulo de muco no pulmão e em outros órgãos, desta forma, o tratamento com o Trikafta proporciona adequar a ação celular, melhorando consideravelmente as funções do sistema respiratório do paciente.
“Por ter um caráter progressivo e potencialmente grave, o fornecimento deste novo medicamento traz ao paciente melhor qualidade de vida, permitindo ser mais bem assistido e de fato ter um bom prognóstico na melhora da saúde deste usuário”, diz Manoel Pinheiro, diretor geral da Diretoria de Unidade da Assistência Farmacêutica.
Incorporado recentemente pelo Ministério da Saúde, o medicamento Trikafta passa a fazer parte das medicações de alto custo dispensadas pela Secretaria de Estado da Saúde e através da Diretoria de Unidade da Assistência Farmacêutica.
Um dos sintomas mais frequentemente ignorados da covid-19 são os problemas gastrointestinais.
Embora a tosse e a febre sejam amplamente reconhecidas como sintomas principais, muitas pessoas ignoram que náusea, vômito e diarreia também podem ser sinais de infecção.
Como o coronavírus afeta o sistema gastrointestinal? Segundo especialistas, algumas pessoas com covid-19 não apresentam sintomas respiratórios, mas sim gastrointestinais.
Isso quer dizer que alguns pacientes com o vírus não tiveram dor de garganta, tosse ou dores no corpo. Em contrapartida, apresentaram uma espécie de intoxicação alimentar e acabaram não associando à covid-19.
O coronavírus pode afetar vários órgãos, não apenas os pulmões. A infecção pode se manifestar como uma intoxicação alimentar, causando diarreia, perda de apetite, náuseas, dores abdominais e vômitos.
Como identificar e tratar esses sintomas? Os sintomas gastrointestinais podem surgir nos primeiros dias da infecção. É importante estar atento, pois muitas pessoas não associam esses sintomas à covid-19.
A hidratação é crucial, especialmente se você estiver com diarreia ou vômito. Alimentos leves podem ajudar neste período.
Evite a contaminação do ambiente, como abrir janelas para ventilação, pois também é um erro.
Quais outros sinais da covid-19 devemos ficar atentos? As variantes atuais da covid-19 continuam causando sintomas comuns como dor de garganta, congestão, dores de cabeça e musculares, febre, calafrios, tosse e fadiga.
Em casos graves, pode haver dificuldade para respirar. A perda de paladar ou olfato é menos comum agora.
Se você foi exposto ao vírus, é importante monitorar todos os sintomas, incluindo os gastrointestinais, e ligar os pontos se outros membros da casa estiverem doentes.