coronavirO novo coronavírus pode sobreviver no ar por pelo menos 30 minutos e se espalhar até 4,5 metros, o que é mais longe do que a "distância segura" recomendada pelas autoridades de saúde de todo o mundo, segundo um estudo publicado nesta terça-feira por médicos chineses.

O estudo, desenvolvido por epidemiologistas do governo da China e publicado na imprensa local, diz que o vírus pode "durar dias" em superfícies onde caem gotículas respiratórias infectadas, aumentando o risco de contágio se uma pessoa tocar nele e depois esfregar o rosto.

O tempo que o vírus dura na superfície depende de fatores como a temperatura, segundo o estudo: por exemplo, a cerca de 37 graus Celsius ele pode sobreviver por dois a três dias em materiais como vidro, pano, metal, plástico ou papel.


Essas descobertas desafiam o conselho das autoridades de saúde de todo o mundo, pois as pessoas devem ficar a uma "distância segura" de um a dois metros, observa o jornal South China Morning Post.

Enquanto isso, dados oficiais mostram uma clara tendência de redução de novas infecções por coronavírus na China, que nas últimas 24 horas apresentou apenas 19 novos casos positivos, enquanto quase 60 mil já se recuperaram da doença.

Além disso, as autoridades de saúde chinesas registraram hoje 17 mortes, todas na província de Hubei, foco da epidemia, que registrou dos novos casos. Por lá, as pessoas estão em quarentena desde o dia 23 de janeiro.

 

EFE

Foto:Divulgação/National Institutes of Health

coraçaoHá 60 anos, os homens morriam muito mais de infarto do que as mulheres. Entretanto, hoje essa relação está praticamente equilibrada. Segundo o Ministério da Saúde, doenças cardiovasculares já são a principal causa de morte entre as mulheres.

Estilo de vida, aumento da obesidade, aumento da diabetes, sedentarismo são algumas das causas.

A mulher ocupa um lugar na sociedade bem diferente de anos atrás, com muito mais tarefas, além das domésticas. Nesse cenário, a mulher passa a não cuidar da sua alimentação ou a não fazer uma atividade física, por exemplo.

O curioso é que as mulheres se preocupam mais com o câncer do que com doenças cardiovasculares. “Dados apontam que 60% das mulheres acham que elas morrem de câncer e 15% acham que pode ser o coração. Na verdade, é ao contrário - 60% das mulheres morrem de problemas cardíacos e 17% de câncer”, alerta o cardiologista e consultor do Bem Estar Roberto Kalil.

A mulher tem alguns fatores de risco particulares que aumentam a probabilidade de doenças cardiovasculares:

Hipertensão na gravidez
Diabetes gestacional
Menopausa
Ovário policístico
Uso de anticoncepcional
A prevenção começa pelo conhecimento do próprio corpo. Cerca de 60% das mulheres desconhecem os níveis de colesterol. Testar níveis de colesterol, de açúcar no sangue e fazer atividade física são coisas fundamentais para diminuir o risco cardiovascular.

 

G1

neuropedA Saúde de Floriano passa por uma nova fase. A partir desta quarta-feira, 04, crianças e adolescentes passam a dispor na rede municipal de Saúde do atendimento especializado em neuropediatria, área da saúde que conta com apenas 15 profissionais médicos no Piauí.

 

"Confesso que estou sentindo um misto de alegria e orgulho. Vocês tem noção do que isso significa? Que agora vamos tratar crianças e adolescentes com, por exemplo, déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), Autismo, Paralisia cerebral, Crise convulsiva e epilepsia", disse o Secretário de Saúde, James Rodrigues.

 

O primeiro atendimento realizado pela médica Bianca Dourado foi do jovem Wallace Borges de 16 anos que nasceu com paralisia cerebral. Seus pais, Clemilda e Jair, não precisam mais se descolar para a Teresina para consultar seu filho. "Tô até emocionada. Você não sabe a luta que era. Mas agora as coisas vão melhor. Meu menino vai melhorar", disse.

 

A Dra. Bianca é médica formada pela UESPI com residência médica em Pediatria pela Universidade Estadual de São Paulo e residência médica em Neurologia Infantil pelo Universidade de São Paulo, além de possuir mestrado em Pediatria pela Universidade Estadual de São Paulo.

 

O atendimento acontecerá toda quarta-feira, no CAPS II, das 8h às 17h.

Ascom

Consequência de um hábito cada vez mais frequente, a síndrome do pescoço de texto é provocada pelo uso do celular. A pessoa fica de pé, muito tempo com a cabeça inclinada para frente e digitando no smartphone.


De acordo com o neurocirurgião Adriano Scaff, é como se a cabeça estivesse pesando 27 quilos ou mais, e pressionando vértebras e músculos. Ele explica que o peso aumenta e a pressão nas vértebras e músculos cresce até oito vezes.

smarfone

Normalmente, a cabeça pesa em torno de seis quilos, quando estamos na posição ereta, olhando para frente. A partir do momento que a pessoa começa a flexionar a cabeça para frente, o peso aumenta sobre a coluna cervical.

"A maioria das profissões hoje já têm um hábito de colocar a cabeça para baixo. O nosso corpo não foi projetado para ficar o tempo inteiro para baixo. Isso vai gerar uma sobrecarga, um estresse nas articulações do pescoço", alerta o neurocirurgião.

Muito tempo nessa posição pode causar lesões nos nervos, músculos e vertebras, que resultam em inflamações e no desenvolvimento da síndrome. A preocupação maior é com as crianças, pois a cabeça inclinada provoca mais pressão sobre a região do pescoço do que no adulto.

Os sintomas começam leves e temporários. São eles: dor no pescoço, sensação de músculos presos nos ombros, dor crônica na parte superior das costas, desvio do alinhamento da coluna – que pode resultar numa postura dobrada para frente.

Se a postura não for corrigida, pode causar sintomas mais graves. "Não corrigir a postura, a longo prazo, pode gerar uma doença. Essa doença gera inflamações nos tendões, nos músculos, contratura, dor de cabeça, desgaste na coluna sobrecarregada (articulações, vértebras são desgastadas), formigamento. Tudo isso pelo desbalanço mecânico da coluna", completa Scaff.

O neurocirurgião dá dicas para manter a postura correta na hora de utilizar as telas: segure o dispositivo na altura dos olhos, faça pausas de uso e evite usar com apenas uma mão. Faça também alongamentos recorrentes para aliviar a região da cervical.

 

G1