• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

covidcelularO novo coronavírus pode sobreviver em superfícies como celulares, notas de dinheiro e aço inoxidável por até 28 dias, de acordo com um estudo publicado no periódico científico Virology Journal. O período é muito mais longo do que se pensava anteriormente e reforça a necessidade de desinfetar superfícies e lavar as mãos constantemente.


Para chegar a essa conclusão, pesquisadores do Centro Australiano de Preparação para Doenças (ACDP, na sigla em inglês) realizaram experimentos com o SARS-CoV-2 em ambiente controlado. Como estudos anteriores mostraram que a luz ultravioleta pode reduzir a sobrevivência do vírus, os testes foram realizados no escuro.


Os resultados mostraram que a uma temperatura ambiente de 20ºC, o SARS-CoV-2 permanece ativo por 28 dias em superfícies lisas, como telas de celulares e notas de dinheiro. Já o vírus da gripe, por exemplo, pode sobreviver apenas 17 dias nas mesmas circunstâncias.

Conforme a temperatura aumenta, seu tempo de sobrevivência diminui. A 30º C, a taxa de sobrevivência caiu para sete dias e a 40º C, o vírus sobreviveu apenas 24 horas. Ele também sobreviveu menos tempo em superfícies porosas, como o algodão.

Os pesquisadores ressaltam que o experimento não foi realizado em condições naturais, já que o tempo todo estava escuro, mas alertam que os resultados comprovam a importância de higienizar as mãos e superfícies. Embora a principal foram de transmissão do coronavírus seja por meio do contato direto com gotículas de pessoas doentes e por aerossóis, também é possível contrair a Covid-19 ao tocar em superfícies infectadas.

 

Veja

Foto: Istock

Hospital Clinicor, em Floriano, faz novo investimento e passar a cuidar de pessoas que tiveram o novo coronavírus. As informações com o Dr. Marcus Vinicius, diretor clinico, que explica como ser esse acompanhamento.

marcusvinic

As informações foram repassadas ao Ivan Nunes, colaborador do Piauí Notícias.

 

Da redação

Hoje, a Secretaria de Saúde de Floriano realiza 138 exames de ultrassonografia transvaginal na Unidade de Básica de Saúde - UBS Viana de Carvalho a partir das 7h da manhã.

A ação faz parte do mutirão para reduzir a fila de espera para este tipo de exame que é primordial para detectar e investigar vários problemas de saúde da mulher.

De acordo com o pessoal da SECOM, a ação estará se realizando também no sábado seguinte, dia 17, com a realização de mais 135 exames em mulheres da zona rural e urbana de Floriano.

transvaginal

Da redação

IMAGEM: ilustrativa

bebeQual a quantidade de água um bebê a partir dos 6 meses pode tomar? Pode orientar por faixa etária até 2 anos?
A pediatra Renata Waksman, vice-presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), explica que a quantidade de água recomendada pela Dietary Reference Intakes (DRI), consumo dietético de referência, é de 100 ml por dia para bebês de 6 meses a 1 ano, 120 ml por dia para crianças de 1 a 3 anos e de 175 ml, de 4 a 6, mas ela ressalta que. além da idade, deve ser levado em conta o estado metabólico, o nível de transpiração, a umidade do ambiente, da presença de febre, de doenças associadas e perdas intestinais."A quantidade e frequência devem ser orientadas pelo pediatra para garantir a hidratação, já que a capacidade gástrica de crianças é limitada", afirma.


Qual o primeiro sinal de desidratação? Os sinais de desidratação podem aparecer de forma rápida e juntos, afirma a pediatra. Ela orienta que os sinais são o choro sem lágrimas, boca seca, saliva espessa, hipoatividade, aumento da temperatura corporal e diminuição importante do volume de urina. "Ao perceber esses sinais, deve-se hidratar a criança".


A desidratação pode levar à morte? Sim, afirma Renata. "Quando a água eliminada pelo organismo por meioo da respiração, suor, urina, fezes, lágrimas e febre não for reposta adequadamente ocorrerá na desidratação grave a baixa concentração de água, de sais minerais e líquidos orgânicos, que impedem que realize suas funções normais", diz.


Bebês podem ficar só de fralda em casa ou corre risco de friagem? Sim, em dias muito quentes, segundo a médica. "Esse é um grande mito popular que correm risco de 'pegar friagem' e ficar doentes. Muito pelo contrário. Se agasalharmos demais o bebê em dias muito quentes, ele pode desidratar", alerta


Calor acima de quantos graus se torna preocupante? A partir de 35º C com umidade baixa do ar é preocupante, ressalta a pediatra. Ela frisa que o bebê pequeno deve ficar vestido de maneira adequada para o clima e temperatura, não ficar exposto ao sol e ser amamentado regularmente. A partir de 35º C com umidade baixa do ar é preocupante.


Se o bebê não aceita bem tomar água o que fazer? Continue insistindo, recomenda a pediatra. "Ofereça na colher, no copinho, no conta gotas, na seringa", explica. Segundo ela, bebês podem tomar água de coco em quantidade moderada e nunca em substituição à água. Ela ressalta que o soro caseiro ainda é recomendado. A dose correta é para 1 litro de água mineral, filtrada ou fervida, misturar 1 colher de sopa de açúcar (20 g) e 1 colher de café de sal (3,5 g). Mexer bem e oferecer ao longo do dia todo, orienta.


O suor do bebê é mais nas costas e cabeça? Quando o colchão fica molhado é sinal de desidratação? Renata afirma que os bebês suam mais na cabeça, depois nas mãos e nos pés. Colchão molhado significa que o bebê está com calor ou muito agasalhado, não significa desidratação

O leite materno substitui a água? Renata explica que o leite materno possui mais de 85% de água. "O começo da mamada, chamada de fase 1, é para matar a sede do bebê. Bebês em aleitamento exclusivo não precisam tomar água", diz.


Se o bebê não quer por roupa é porque está com calor ou não tem nada a ver? Não tem a ver, diz a pediatra. "Muitas vezes não querem colocar roupa porque queriam ficar mais tempo no banho ou se as roupas passam pela cabeça ao serem vestidas não gostam disso!", esclarece.


A desidratação (consequente da diarreia) ainda é um problema mundial, motivo de causa de morte em crianças?
Sim, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a diarreia mata por ano por volta de 3 milhões de crianças nos países em desenvolvimento, afirma a vice-presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).

 

R7

Foto: Pixabay