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remediocovidA Rússia aprovou o tratamento Coronavir da R-Pharm para pacientes não hospitalizados com infecções de covid-19 entre brandas e moderadas, e o remédio pode estar disponível nas farmácias do país já na semana que vem, informou a farmacêutica nesta sexta-feira (18).

A aprovação do Coronavir sucede a liberação do Avifavir, outro medicamento russo contra a covid-19, em maio. Ambos têm como base o favipiravir, que foi desenvolvido no Japão e lá é usado amplamente como base para tratamentos virais.
O anúncio da R-Pharm é mais um sinal de que a Rússia está se empenhando muito para conseguir uma dianteira global na corrida contra o vírus. O país já está exportando seus exames de covid-19 e fechou vários acordos internacionais para fornecer sua vacina Sputnik-V.

A R-Pharm disse que recebeu aprovação para o Coronavir após testes clínicos de estágio avançado com 168 pacientes com covid-19.

O remédio foi liberado inicialmente para uso hospitalar de tratamento de covid-19 em julho, mostrou um registro do governo.

O teste do Coronavir foi comparativamente pequeno. A agência reguladora de saúde europeia endossou nesta sexta-feira o uso do esteroide dexametasona no tratamento de pacientes com covid-19 depois de um estudo de pesquisadores britânicos com vários milhares de pacientes.

A R-Pharm começou a conversar com farmácias sobre encomendas, disse a porta-voz da empresa. As remessas de Coronavir devem começar no futuro próximo, possivelmente já na próxima semana.

O Coronavir é fabricado nas instalações da R-Pharm em Yaroslavl, cidade localizada cerca de 300 quilômetros a nordeste de Moscou.

O Avifavir está disponível nos hospitais desde junho, mas ainda não foi fornecido a farmácias.

Ambos se baseiam no ingrediente ativo favipiravir, que também é um componente essencial do remédio antiviral Avigan da Fujifilm Holdings Corp, aprovado no Japão em 2014 como tratamento emergencial contra gripe.

Testes de seu uso contra a covid-19 estão acontecendo em todo o mundo, mas os resultados de um estudo japonês de julho foram inconclusivos.

Ele é produzido por várias fabricantes de genéricos indianas, como Lupin, Cipla e Dr Reddy's, para ser usado contra a covid-19 na Índia.

 

Reuters

Foto: undefined

corncasosO Brasil registrou nesta quarta-feira (16) 36.820 novos casos de covid-19 e 987 mortes causadas pela doença fruto do novo coronavírus.

De acordo com as informações do Ministério da Saúde, o país agora soma 134.106 óbitos e 4.419.083 casos desde a primeira notificação da doença, registrada no final do mês de fevereiro.

 

Ainda segundo o balanço oficial do governo, 3.720.312 pessoas se curaram da doença e outras 564.665 casos estão em acompanhamento. A taxa de letalidade da covid-19 no Brasil é de 3%.

Desde o início da pandemia, quase de 29,7 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 937 mil morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins.

O Brasil permanece como o terceiro país do mundo em número de casos de covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Veja a situação em cada Estado do Brasil
São Paulo: 909.428 casos
Bahia: 287.685 casos
Minas Gerais: 258.595 casos
Rio de Janeiro: 246.182 casos
Ceará: 230.406 casos
Pará: 217.500 casos
Santa Catarina: 201.682 casos
Distrito Federal: 179.823 casos
Goiás: 172.747 casos
Maranhão: 164.770 casos
Rio Grande do Sul: 164.373 casos
Paraná: 157.330 casos
Pernambuco: 138.568 casos
Amazonas: 128.851 casos
Espírito Santo: 121.708 casos
Paraíba: 114.582 casos
Mato Grosso: 108.890 casos
Piauí: 87.959 casos
Alagoas: 82.983 casos
Sergipe: 75.342 casos
Rio Grande do Norte: 65.993 casos
Rondônia: 61.619 casos
Tocantins: 61.271 casos
Mato Grosso do Sul: 60.963 casos
Roraima: 47.164 casos
Amapá: 46.266 casos
Acre: 26.463 casos

 

 R7

Foto: reprodução internet

cepasO contato com o coronavírus, de quem já teve a covid-19, causa aumento de anticorpos e não reinfecção, segundo afirma o imunologista Roberto Zeballos em um vídeo postado em seu Instagram. Ele contexta a interpretação de um estudo publicado na segunda-feira (14) na revista Nature Medicine que diz que a imunidade adquirida após o contágio da covid-19 é de curta duração. "Essa informação não está correta. Vou esclarecer uma notícia que pode gerar pânico”, explica no vídeo.

O estudo, realizado por pesquisadores da Holanda, Bélgica e Espanha, afirma que a imunidade do coronavírus sazonal, cepas mais simples de coronavírus, é de curto prazo. Isso poderia ser um indício de que a imunidade gerada pelo Sars-Cov-2, que causa a covid-19, também seja de curto prazo.


O médico explica que, quando os participantes do estudo analisados pelos pesquisadores tiveram contato novamente com o vírus, as células de memória desses indivíduos promoveram um aumento de anticorpos para aquele vírus, mas não houve doença. “Conforme esses pacientes entravam em contato com uma cepa que já tinham entrado eles desenvolviam anticorpos, não desenvolviam doença.”

O estudo afirma que a infecção por coronavírus sazonal pode ser assintomática e que, portanto, seriam necessárias contínuas amostras respiratórias, o que não é viável. Assim, os pesquisadores resolveram utilizar testes sorológicos.


Os pesquisadores examinaram 513 amostras de soro coletadas regularmente de dez homens adultos saudáveis em Amsterdã desde 1980. Os autores mediram o aumento de anticorpos contra a proteína do nucleocapsídeo (abundante no coronavírus) para cada coronavírus sazonal e consideraram cada aumento de anticorpos como uma nova infecção.

Cada paciente teve entre 3 e 17 infecções, com intervalos de 6 e 195 meses entre as infecções (8,7 anos). Os homens foram infectados pela mesma cepa de coronavírus 12 meses após a primeira infecção.

Os pesquisadores também notaram que no inverno as infecções eram mais frequentes, informação confirmada pelo imunologista.

 

R7

Foto: pixabay

imunidapoucaUma das questões-chave do coronavírus que permanece sem resposta é por quanto tempo dura a imunidade adquirida após a doença. Nesta segunda-feira (14), um estudo publicado na Nature Medicine alerta que a imunidade protetora contra a SARS-CoV-2 pode ser curta.

Para determinar isso, uma equipe de pesquisadores liderada por Lia van der Hoek, chefe do laboratório experimental de virologia da Universidade de Amsterdã (Holanda), analisou a imunidade em quatro cepas de coronavírus sazonais semelhantes ao SARS-CoV-2.


As quatro cepas (HCoV-NL63, HCoV-229E, HCoV-OC43 e HCoV-HKU1) causam infecções do trato respiratório e, de acordo com os autores do estudo, entender quais características compartilhadas esses coronavírus têm poderia ajudar a aprender mais sobre a SARS -CoV-2.

Para fazer o estudo, os autores examinaram 513 amostras de soro coletadas regularmente de dez homens adultos saudáveis ​​em Amsterdã desde 1980, ou seja, por mais de 35 anos.

Os autores mediram o aumento de anticorpos contra a proteína do nucleocapsídeo (abundante no coronavírus) para cada coronavírus sazonal e consideraram cada aumento de anticorpos como uma nova infecção.

De acordo com os resultados do estudo, cada paciente registrou entre 3 e 17 infecções por coronavírus em períodos de reinfecção entre 6 e 105 meses (8,7 anos), e que os indivíduos estudados foram infectados pelo mesmo coronavírus sazonal doze meses após o infecção inicial.

Os autores também descobriram que amostras de sangue coletadas na Holanda nos meses de junho, julho, agosto e setembro tiveram a menor taxa de infecções nos quatro coronavírus sazonais, indicando uma maior frequência de infecções de inverno no países temperados.

Os autores sugerem que o SARS-CoV-2 pode compartilhar o mesmo padrão após a pandemia.

Embora mais pesquisas com coortes maiores sejam necessárias, os autores acreditam que as reinfecções são comuns em todos os quatro coronavírus sazonais, sugerindo que pode ser uma característica comum a todos os coronavírus humanos, incluindo SARS-CoV-2.

 

EFE

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