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A dor nos rins é sentida na região lateral das costas, logo abaixo das costelas, e não no centro da coluna como muitas pessoas imaginam. Essa localização faz com que problemas renais como infecções, pedras nos rins e inflamações sejam frequentemente confundidos com uma simples dor muscular lombar, o que pode atrasar o diagnóstico e agravar o quadro de saúde.

rim

Onde exatamente se localiza a dor nos rins? Os rins ficam posicionados nas laterais da coluna, na parte de trás do corpo, entre as últimas costelas e o início do quadril. Essa área é chamada de região do flanco. Quando há algum problema renal, a dor geralmente aparece em apenas um dos lados, com uma sensação profunda que pode irradiar para a parte baixa do abdômen ou até para a virilha.

Diferente da dor muscular nas costas, que costuma ser mais superficial e centrada na coluna, a dor renal não melhora com mudanças de posição nem piora com movimentos como girar o tronco ou se abaixar. Ela tende a ser constante ou surgir em ondas, especialmente quando há pedras se movimentando pelo trato urinário.

Sinais que ajudam a diferenciar dor nos rins de dor nas costas Identificar a origem da dor pode evitar que um problema renal passe despercebido. Alguns sinais apontam para uma causa nos rins e não nos músculos ou na coluna:

FEBRE E MAL-ESTAR Febre, calafrios ou sensação de mal-estar geral junto com dor lateral nas costas podem indicar origem renal.

ALTERAÇÕES NA URINA Urina escura, presença de sangue, odor forte ou ardência ao urinar são sinais importantes.

NÁUSEAS Náuseas ou vômitos associados à dor no flanco podem indicar envolvimento dos rins.

TIPO DE DOR Dor renal costuma ser profunda e constante, sem melhora significativa com movimento do corpo.

Quando a dor nas costas está ligada a tensão muscular, ela geralmente piora ao se movimentar, melhora com repouso e pode ser reproduzida ao pressionar a região. Já a dor renal raramente apresenta essas características.

Revisão médica do NCBI confirma como a dor no flanco indica problemas renais Segundo a revisão “Acute Pyelonephritis”, publicada no StatPearls (NCBI/PubMed), a infecção renal se manifesta principalmente por febre e dor no flanco, podendo incluir náuseas, vômitos e sintomas urinários. A revisão destaca que o diagnóstico diferencial deve ser amplo, pois a dor no flanco pode ser confundida com causas musculares, gastrointestinais e até vasculares, tornando a avaliação médica essencial para identificar corretamente o problema.

Principais problemas renais que causam dor no flanco Diferentes condições que afetam os rins podem gerar dor na região lateral das costas. As mais comuns incluem:

Pedras nos rins — provocam dor intensa em ondas que pode irradiar para o abdômen e a virilha, geralmente acompanhada de sangue na urina. Infecção renal — causa dor constante no flanco com febre alta, calafrios e ardência ao urinar. Infecção urinária avançada — quando não tratada, pode subir dos canais urinários até os rins e provocar inflamação e dor. Obstrução do trato urinário — qualquer bloqueio que impeça o fluxo normal da urina pode causar inchaço no rim e desconforto persistente. Quando a dor nas costas merece investigação renal? Nem toda dor nas costas é motivo de alarme, mas alguns contextos exigem atenção. Quando a dor surge de forma repentina em apenas um dos lados, vem acompanhada de febre ou alterações urinárias, é importante procurar atendimento médico para descartar causas renais. A demora no diagnóstico de uma infecção ou obstrução pode comprometer a função do rim de forma permanente.

Cada quadro de dor possui particularidades que apenas um profissional de saúde consegue avaliar com precisão. Diante de qualquer dúvida sobre a origem do desconforto, é fundamental buscar orientação médica para realizar os exames adequados e receber o tratamento correto.

Tua Saúde

Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.

O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país.

Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%.

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A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose.

"Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos", afirmou.

Crianças e idosos A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante.

Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças.

Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos.

"Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço", explicou a diretora médica do Butantan.

Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem.

"O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina", explicou.

O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo.

"Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização", complementa.

O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo."

Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação.

"Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países", destaca o diretor da SBIM.

A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença.

Agência Brasil

Foto: © Walterson Rosa/MS

O intestino inflamado pode afetar muito mais do que a digestão. Quando há inflamação intestinal, o corpo costuma emitir sinais que muitas vezes passam despercebidos ou são confundidos com problemas comuns do dia a dia.

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Alterações no funcionamento intestinal, desconfortos abdominais e até mudanças na pele podem estar relacionados ao problema. Por isso, reconhecer os sintomas é essencial para buscar diagnóstico e tratamento adequados.

A seguir, veja 7 sinais de intestino inflamado que muita gente ignora.

Intestino inflamado: sintomas que merecem atenção A inflamação intestinal pode surgir por diferentes motivos, como alimentação inadequada, estresse, intolerâncias alimentares ou doenças inflamatórias intestinais.

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns sinais são bastante comuns.

  1. Inchaço abdominal frequente Sentir a barriga constantemente estufada, mesmo após refeições leves, pode indicar desequilíbrio intestinal ou inflamação na mucosa do intestino.
  2. Gases em excesso A produção exagerada de gases também pode ser um sinal de que o intestino não está funcionando adequadamente.
  3. Alterações no hábito intestinal Diarreia, prisão de ventre ou alternância entre os dois quadros podem indicar irritação ou inflamação intestinal.
  4. Dor ou desconforto abdominal Cólica ou dor na região abdominal, especialmente após as refeições, pode estar associada a processos inflamatórios no intestino.
  5. Cansaço frequente Um intestino inflamado pode prejudicar a absorção de nutrientes importantes, o que pode levar à sensação constante de fadiga.
  6. Problemas de pele Acne, irritações ou inflamações na pele podem estar relacionadas ao chamado eixo intestino-pele, que conecta a saúde intestinal à saúde cutânea.
  7. Sensibilidade alimentar Dificuldade em digerir certos alimentos ou desconforto após consumir determinados ingredientes também pode ser um indicativo de inflamação intestinal.

Confira também: “Dieta cetogênica: O que acontece com o corpo sem carboidratos?”.

Quando procurar ajuda médica Se os sintomas forem frequentes ou persistentes, é importante procurar orientação médica. O diagnóstico adequado pode identificar a causa da inflamação e indicar o tratamento correto.

Além disso, algumas medidas podem ajudar a proteger a saúde intestinal, como:

manter uma alimentação equilibrada.

consumir fibras regularmente.

beber água ao longo do dia.

reduzir o consumo de ultraprocessados.

controlar o estresse.

Cuidar da saúde intestinal é essencial para o bem-estar geral do organismo, já que o intestino desempenha um papel fundamental na digestão, na imunidade e até no equilíbrio do humor.

Saúde em Dia

A chamada gripe K é uma variante do vírus Influenza A (H3N2), identificada como subclado K. A mutação surgiu de forma natural a partir da linhagem J.2.4, após alterações genéticas em uma proteína responsável pela entrada do vírus nas células do organismo. Assim como outros subtipos de influenza humana, apresenta facilidade de transmissão entre pessoas.

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Os sintomas da gripe K são semelhantes aos da gripe comum, já que o vírus afeta as vias respiratórias e desencadeia resposta inflamatória no organismo. Entre os principais sinais estão febre, dor de garganta, tosse, dores no corpo, fraqueza e dor de cabeça. A febre ocorre como mecanismo de defesa do corpo para dificultar a multiplicação viral, enquanto as dores musculares e o cansaço resultam da resposta inflamatória sistêmica.

A transmissão acontece principalmente por meio de gotículas respiratórias liberadas ao falar, tossir ou espirrar. O contágio também pode ocorrer pelo contato com superfícies contaminadas, seguido do toque nos olhos, nariz ou boca, facilitando a entrada do vírus no organismo.

O diagnóstico é feito com base na avaliação clínica realizada por profissional de saúde, que considera sintomas, exame físico e histórico do paciente. Quando necessário, podem ser solicitados exames laboratoriais, como o teste de PCR, capaz de detectar o vírus Influenza A H3N2, embora não identifique especificamente o subclado K. Exames de sangue podem ser indicados em situações específicas.

O tratamento deve ser orientado por profissional de saúde, especialmente para grupos de risco, como idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. Em alguns casos, pode haver indicação de terapia antiviral. Medidas como hidratação adequada e repouso são fundamentais para auxiliar o organismo na recuperação e prevenir complicações.

A prevenção envolve hábitos simples e eficazes. A vacinação anual contra a gripe é a principal forma de proteção contra diferentes variantes do vírus influenza. Além disso, recomenda-se higienizar as mãos com frequência, evitar aglomerações, priorizar ambientes ventilados e utilizar máscara em locais fechados ou com grande circulação de pessoas.

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