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O adolescente A.C.S, 17 anos, que confessou ter estuprado e matado a meia-irmã, Débora  Maria da Conceição, de cinco anos, será ouvido na manhã de hoje, 07, no Fórum de Demerval Lobão. Ele chegou por volta das 9:50h usando colete a prova de balas, em um veículo da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc), escoltado por policiais do Bope e do Gate.

 

Estão presentes na audiência, o delegado regional de Demerval Lobão, Tales Gomes, a promotora do município Ana Isabel e a juíza Maria da Paz que comandará o depoimento.

 

Policiais do 6º Batalhão, sob o comando do tenente Lopes Silva, isolaram a rua que dá acesso ao Fórum para evitar qualquer tipo de tumulto.

 

O pai do adolescente, Antônio da Conceição, também chegou ao Fórum para acompanhar a audiência e não quis falar com a imprensa.

 

A juíza Maria da Paz teve que nomear um advogado para acompanhar a audiência, pois não há Defensoria Pública em Demerval Lobão. O advogado Antônio Carlos Rodrigues informou ao Cidadeverde.com é necessário a presença de um defensor, em uma audiência como esta. “Eu acredito que o julgamento será rápido, pela repercussão que o caso tomou e pelo interesse da juíza e da promotora em concluir o caso”, destacou.

 

O interrogatório do acusado servirá como caso integrante junto às provas no inquérito do crime.  O adolescente está internado no Centro Educacional Masculino (CEM) onde espera pelo julgamento.

 

Curiosos começam a se aproximar do Fórum.

 

O crime aconteceu no dia 12 de fevereiro de 2012. Débora foi encontrada estuprada, asfixiada e morta em um matagal, próxima a um açude de Demerval Lobão, por volta das 5 horas da manhã.  O irmão confessou o crime após a polícia vestígio de sangue nas roupas dele, testemunhas terem visto ele tomando banho no açude e ter atitudes suspeitas, oito dias depois.

 

 

Cidadeverde

chiqueiro732013A Polícia Militar estourou uma boca de fumo na noite desta quarta-feira, 6, na Vila Apolônio, zona Norte de Teresina. Sete casas faziam o comércio de entorpecentes da região. Em uma das residências, a polícia encontrou uma criação de porcos.

 

Para o tenente Monteiro, do Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial), o chiqueiro foi colocado especificamente para evitar que os cães farejadores da polícia encontrem os entorpecentes. "Por conta do mau cheiro, que fica muito forte nos locais próximos ao chiqueiro, eles acreditam que vão atrapalhar os cães, mas nossos cães são muito bem treinados e isso não vai impedi-los de encontrar a droga", disse o PM.

 

Além da criação de porcos, os policiais acharam ainda maconha, cocaína, rádios de comunicação, veneno para ratos (utilizado no preparo da cocaína), balança de precisão e até uma peruca e uma esteira. "Essa esteira provavelmente é fruto de roubo a alguma academia e depois foi trocada aqui por drogas", disse o tenente.

 

O Rone chegou ao local após a denúncia de que um veículo estava distribuindo drogas nas casas da região. "Fechamos o cerco, mas quando abordamos as casas, os traficantes fugiram por rotas alternativas, criadas por eles mesmos", contou Monteiro.

 

Os policiais tiveram dificuldade em examinar cada uma das residências porque os traficantes deixaram o local de difícil acesso. Durante a vistoria, a polícia encontrou algumas das rotas de fuga criadas pelo bando.

 

TVcidadeverde

rosana632013Equipes do 1º Distrito Policial de São Bernardo prenderam na tarde dessa terça-feira, 05, uma mulher apontada como autora de uma série de golpes contra vítimas, inclusive do Piauí.

 

Os investigadores garantem que a lista de alvos da suspeita é extensa. Ainda de acordo com a polícia, Rosana Lage Ligeiro se apresentava como advogada e chegou a ser presa no Piauí, onde tinha escritório comercial no centro de São Raimundo Nonato e se apresentava como assessora do prefeito de Coronel José Dias, da RJ Construções e Serviços Imobiliários e da Associação dos Pequenos Produtores do Povoado Lagoado do município de Anísio de Abreu.

 

Em dezembro de 2010 a suposta advogada começou a “trocar” cheques da Associação dos Pequenos Produtores do Povoado Lagoado e falava que o dinheiro era para uma suposta contrapartida para um projeto do Ministério da Cultura. Dias seguintes vários cheques da RJ Construtora e Serviços Imobiliários foram usados para a compra de roupas, aparelhos eletrônicos, joias e até terrenos no município de São Raimundo Nonato pela suposta advogada.

 

Em janeiro de 2011 a golpista advogada foi até a agência dos Correios que também funciona como representante do Bradesco no município com duas pessoas, aonde foram criadas contas correntes com limites especiais, esses estourados dias seguintes com várias folhas de cheques adquiridas. Uma das vitimas é a doméstica da residência de Rosana Laje e a outra é um jovem do povoado Síto do Mocó do município de Coronel José Dias.

 

Associação

A associação criada em 2003 teve ajuda da suposta advogada em palestras e trabalhos no município de Anísio de Abreu. Segundo o presidente da associação Rosana Laje comunicou que iria enviar um projeto para o Ministério da Cultura e prometeu conseguir uma verba de aproximadamente R$ 150 mil reais em um projeto que iria promover melhorias para o grupo.

 

Segundo o presidente, a suposta advogada após alguns dias falou que o projeto foi aprovado, mas para a verba ser liberada a conta da associação precisaria ter um valor para contrapartida. Foi ai que Rosana Laje teve acesso há várias folhas de cheques da associação e iniciou repassar e “trocar” cheques em comerciantes e empresários de toda região.

 

Realmente foi enviado e aprovado o projeto pelo Ministério da Cultura, que segundo o próprio site do Ministério já foi liberado a 1ª parcela.

 

Rosana Laje também adquiriu um veículo modelo Fiesta parcelado em 60 vezes de R$1.000 no nome do presidente da associação.

 

Com informações do FlagranteSP

 

brunoO goleiro Bruno Fernandes negou nesta quarta-feira, 06, durante seu interrogatório no Fórum Criminal de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, que seja o mandante da morte de Eliza Samudio e jogou a culpa sobre o amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e sobre o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. "Como mandante, não. Mas de certa forma, me sinto culpado", disse o goleiro no início do julgamento.

Profissionais envolvidos no julgamento já diziam que Bruno poderia entregar o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, também conhecido como Neném, em troca da redução de pena. No principal momento do julgamento até o momento, Bruno relatou como o primo Jorge Luis Rosa contou como Macarrão e Bola mataram a ex-amante do jogador.

 

Bruno disse que esteve com Eliza até a noite de sexta-feira, dia 10 de junho, quando entregou R$ 30 mil para ela voltar para São Paulo. Então Macarrão e Jorge ficaram de levá-la para um ponto de táxi. "Mas não foi o que aconteceu", disse Bruno.

 

Segundo o jogador, isso aconteceu perto das 18h, mas só por volta das 22h e 23h os dois voltaram, apenas com Bruninho."Resolvi o problema que tanto te atormentava", teria dito Macarrão.

 

Macarrão não queria falar nada e teria entregado Bruninho para Dayanne. O goleiro afirmou que sentiu medo e foi falar com Jorge sobre o que tinha acontecido. "Pergunta para o Macarrão porque foi o Macarrão que ajudou a matar a Eliza", respondeu o primo.

 

De acordo com o relato dado pelo primo para Bruno, Macarrão, Jorge, Eliza e Bruninho foram até perto do Mineirão, no bairro da Pampulha, quando Macarrão desceu do carro, fez um telefonema e começou a seguir uma moto. O carro seguiu até uma casa em Vespasiano, onde Macarrão entregou Eliza para um homem chamado Neném (o Bola).

 

Então, segundo relato de Bruno, Neném teria perguntado se ela era usuária de drogas, cheirou as suas mãos, e pediu para o Macarrão amarrar seus braços para frente. Então Neném teria dado uma gravata em Eliza para matá-la. Jorge ainda disse que Macarrão teria chutado as pernas de Eliza. "E disse ainda que tinha esquartejado o corpo dela e jogado para os cachorros comerem".

Segundo o relato, Neném ainda desceu num porão pegou um saco preto e perguntou se eles queriam ver o resto, algo que ele não fizeram. Após ser informado, Bruno disse que ficou desesperado e que discutiu com Macarrão, que tinha acabado com a sua vida.

 

Antes de Bruno começar a falar, o advogado de defesa Lúcio Adolfo comunicou que o goleiro não responderia as perguntas formuladas pela acusação. Ele responderia apenas o que fosse perguntado pelos advogados de defesa, pelos jurados e pela juíza Marixa Rodrigues. "Estou falando isso, excelência, para que ele não precise ficar falando: Não vou responder, não vou responder...", disse Lúcio.

 

Dayanne afirma que primo de Bruno que levou Eliza Samudio voltou 'assustado'

 

Após a juíza ler a denúncia contra o goleiro, Bruno pediu licença para contar sua versão. Segundo ele, Eliza ficou grávida após uma única relação sexual entre os dois. E com a gravidez os dois começaram a discutir muito até que Bruno parou de falar com ela. As declarações de Eliza ao jornal "Extra" começaram a incomodar "pessoas que dependiam de mim. Família, amigos, empresário". E citou pela primeira vez Luiz Henrique Romão, o Macarrão.

 

Perguntado sobre a relação dele com Macarrão, Bruno diz que "eles eram como irmãos". "Era uma amizade muito forte. Ele fazia tudo para mim e eu só jogava futebol". De acordo com o goleiro, as conversas com Eliza passaram a ser feitas através do então amigo Macarrão. "Eu não falava mais com ela. Tudo era com o Luiz Henrique".

 

IG