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A azia é um distúrbio digestivo que ocorre quando o conteúdo ácido do estômago reflui para o esôfago, causando lesões em suas paredes, segundo informações do site da CUF.

Existem vários sintomas associados a essa condição, sendo o mais conhecido a sensação de ardor no peito, provocada pelo refluxo ácido.

Há diversas formas de combater a azia, muitas delas relacionadas à alimentação. De acordo com o site EatingWell, existe um alimento muito acessível que pode aliviar rapidamente os sintomas da azia: a banana.

Afinal, como a banana ajuda a aliviar a azia? As fibras ajudam os alimentos a seguirem o caminho correto

As fibras presentes na banana são essenciais, pois não apenas ajudam a prevenir a prisão de ventre, como também favorecem a passagem dos alimentos do estômago para o intestino. Quando há baixo consumo de fibras, os alimentos podem permanecer no estômago por mais tempo do que o ideal. Isso faz com que o estômago trabalhe mais para digeri-los, produzindo maior quantidade de ácido. Uma banana fornece cerca de 3 gramas de fibras, o que corresponde a 11% da ingestão diária recomendada.

O corpo tolera facilmente as bananas

Para prevenir ou aliviar a azia, é recomendável consumir alimentos de digestão fácil — como a banana.

Outra vantagem é que essa fruta é praticamente isenta de gordura, o que é positivo, já que alimentos gordurosos aumentam a probabilidade de refluxo e azia.

Pode reduzir a acidez do estômago

O ácido gástrico é essencial para a digestão, mas em excesso pode causar desconforto.

Por isso, quem sofre de azia deve evitar alimentos muito ácidos, como tomates e frutas cítricas. As bananas, por outro lado, têm baixo teor de acidez e podem ajudar a neutralizar o excesso de ácido no estômago.

Ajuda a combater a inflamação

As bananas são ricas em antioxidantes, como fitoesteróis, carotenoides e fenóis, que auxiliam no combate à inflamação. Essa característica contribui para a proteção contra inflamações crônicas.

Dicas para reduzir a azia

Além da alimentação, há outros hábitos que podem ajudar a aliviar os sintomas da azia:

Estresse: embora não seja uma causa direta, pode desencadear sintomas. Busque formas de reduzir o estresse, como escrever em um diário, fazer alongamentos ou praticar respiração profunda. Permanecer em pé após as refeições: é importante ficar em pé ou caminhar após comer. Evite deitar-se logo em seguida.

Faça refeições pequenas e frequentes.

Evite roupas apertadas: peças muito justas aumentam a pressão sobre o estômago, agravando o refluxo. Procure um médico: se os sintomas persistirem, é fundamental conversar com seu médico de confiança.

Noticias ao Minuto

Mais de 60% da população brasileira está acima do peso e cerca de 25% já enfrenta um quadro de obesidade, segundo dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2024 divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde.

obesidade

A pesquisa traz um panorama sobre os hábitos e a saúde da população brasileira com dados sobre:

Obesidade Diabetes Hipertensão arterial Consumo regular de frutas e hortaliças Consumo de refrigerantes ou suco artificiais Prática de atividade física Hábitos de sono De acordo com o ministério, a prevalência de excesso de peso em adultos aumento de 42,6% em 2006, quando o levantamento começou a ser realizado, para 62,6% em 2024.

Os dados também mostram que os números de obesidade também cresceram no país, passando de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024.

Apesar dos número negativos com relação ao peso, houve um aumento na pratica de atividade física moderada – ao menos 150 minutos semanais – no tempo livre nesse período. Em 2024, 42,3% do entrevistados afirmaram ser ativos, porcentagem que chegava somente a 30% em 2006.

Panorama das doenças crônicas O levantamento também detalha a situação de algumas doenças crônicas entre a população brasileira.

O diagnóstico de diabetes em adultos, por exemplo, chegou a 12,9% em 2024. O número é mais do que o dobro do apresentado no primeiro ano da pesquisa, quando a doença atingi apenas 5,5% da população.

G1

Foto: G1

Você já deve ter sentido um leve cansaço ao subir uma escada. Mas até que ponto ficar sem fôlego depois de poucos degraus é normal? O corpo pode estar dando sinais importantes sobre a sua saúde, e especialistas explicam o que observar.

O site HuffPost conversou com médicos para entender o que significa sentir cansaço ao subir escadas, quando isso é esperado e em que situações pode indicar um problema.

Cansaço ao subir escadas pode ser normal

“Sentir falta de ar depois de subir um lance de escadas é o que chamamos de resposta fisiológica normal”, explica a médica Katherine Pohlgeers. “Isso acontece porque há um aumento do esforço físico, maior demanda de oxigênio e mais exigência do organismo.”

O médico Karl Erickson reforça que, se a pessoa fica ofegante por um curto período e se recupera rapidamente, geralmente não há motivo para preocupação. “É algo bastante comum. Subir escadas equivale a levantar o próprio peso, como em um agachamento, o que exige mais esforço do que simplesmente caminhar.”

Quando pode ser um sinal de alerta

O cansaço tende a ser maior ao subir escadas carregando peso ou em ritmo acelerado. Ainda assim, é importante ficar atento a mudanças. Se a falta de fôlego surgir de forma recente ou mais intensa do que o habitual, vale procurar um médico.

“Qualquer alteração na capacidade de exercício precisa ser avaliada para descartar condições de saúde subjacentes e garantir que a pessoa se mantenha o mais saudável possível”, afirma Katherine Pohlgeers.

Em alguns casos, o sintoma pode estar associado a insuficiência cardíaca, obesidade, doenças pulmonares crônicas ou anemia. “O tempo de recuperação também é um indicador importante”, diz Karl Erickson.

Se a respiração não voltar ao normal após cerca de três minutos, ou se o cansaço vier acompanhado de dor no peito, dor de cabeça ou alterações na visão, o alerta é maior e a avaliação médica se torna essencial.

Como aumentar a resistência física

Melhorar a resistência ajuda a saúde cardiovascular e pode reduzir o cansaço no dia a dia. Para isso, exercícios de baixo impacto são boas opções.

O site Eat This, Not That sugere atividades simples para incluir na rotina semanal:

Caminhada

Ciclismo

Natação

Remo

SkiErg

Bicicleta elíptica

Ioga

Avanços (lunges)

Agachamentos

Flexões

Noticias ao Minuto

Com a maior exposição ao sol durante boa parte do ano no Brasil, muitas pessoas acreditam que não precisam se preocupar com a vitamina D. Ainda assim, há quem recorra a suplementos por orientação médica ou por hábito. Para esse público, a médica Zoe Williams fez um alerta importante durante participação no programa britânico This Morning, em declaração repercutida pelo site Mirror Online.

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Em conversa com os apresentadores Cat Deeley e Ben Shephard, a especialista explicou que nem todas as vitaminas são eliminadas facilmente pelo organismo. “Existem vitaminas que não são excretadas pela urina quando consumidas em excesso. Elas ficam armazenadas na gordura corporal, como as vitaminas A, D, E e K. Isso significa que podem se acumular no organismo”, afirmou.

Segundo a médica, no caso da vitamina D, mesmo sendo essencial para a saúde, algumas pessoas acabam exagerando na suplementação, o que pode trazer riscos. O consumo excessivo pode levar o corpo a reter cálcio em excesso, provocando acúmulo na corrente sanguínea, nos rins e até no coração.

“Isso pode fazer com que a pessoa se sinta mal. Então, sim, é possível consumir vitamina D em excesso”, alertou.

Zoe Williams costuma dividir as pessoas em três grupos. “Há quem realmente precise de suplementos, quem se beneficie ao usá-los como uma espécie de garantia e quem os consuma em níveis prejudiciais. Por isso, é preciso ter cautela”, completou.

A vitamina D tem papel fundamental no controle dos níveis de cálcio e fósforo no organismo, nutrientes essenciais para a saúde dos ossos, dentes e músculos. A deficiência pode causar raquitismo em crianças e osteomalácia em adultos, condição associada a dores e fragilidade óssea.

Como aumentar os níveis de vitamina D de forma natural?

Para quem precisa elevar os níveis de vitamina D, a exposição moderada ao sol continua sendo uma das principais fontes, especialmente em países ensolarados como o Brasil. Além disso, a alimentação também pode ajudar.

Em entrevista ao Today, a nutricionista Shelly Wegman destacou alguns alimentos que favorecem a absorção da vitamina. Um deles é o abacate. “Ele é fonte de gorduras boas para o coração, que ajudam na absorção da vitamina D”, explicou.

O azeite de oliva também tem papel importante nesse processo. Já o amendoim contribui por reunir proteínas, gorduras saudáveis e fibras, o que favorece a absorção do nutriente pelo organismo.

"Ouro da juventude": vitamina retarda o envelhecimento e melhora a pele Os efeitos positivos da vitamina E também se estendem à pele. Pesquisas indicam que seus compostos favorecem a circulação sanguínea, promovem a dilatação dos vasos e ajudam a evitar a formação de coágulos.

Noticias ao Minuto