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De acordo com o Boletim Epidemiológico de Tuberculose 2025, o Piauí contabilizou 821 casos de tuberculose. O resultado faz o estado o segundo com menor volume de casos da doença em todo o Nordeste, à frente apenas de Sergipe (787). Mesmo assim, o cenário ainda exige atenção. Isso porque, mesmo com números relativamente mais baixos em nível regional, a doença permanece altamente incidente no país e no mundo.

De acordo com o mesmo levantamento, o Brasil segue registrando mais de 85 mil novos casos por ano e cerca de seis mil mortes. Já globalmente, a tuberculose ainda lidera como a principal causa de óbito por um único agente infeccioso, com mais de 10 milhões de registros anuais.

Transmitida pelo ar, a tuberculose se espalha principalmente quando uma pessoa com a forma ativa da doença tosse, fala, espirra ou até canta, liberando no ambiente partículas microscópicas que podem ser inaladas por outras pessoas. O risco de transmissão é maior em locais fechados, pouco ventilados e de permanência prolongada, como residências, transporte coletivo ou ambientes de trabalho. Vale destacar que a doença não é transmitida por objetos, como copos, talheres ou roupas, nem pelo contato físico, como apertos de mão.

Após o contágio, a bactéria pode permanecer no organismo em estado latente, isto é, sem sintomas e transmissão, ou evoluir para a forma ativa, que é quando surgem os sinais clínicos. O sintoma mais característico é a tosse persistente por três semanas ou mais, que pode ser seca ou acompanhada de secreção e, em alguns casos, com presença de sangue. Também são comuns febre baixa, geralmente no fim do dia, suor noturno intenso, cansaço excessivo, perda de peso sem causa aparente e diminuição do apetite.

“A tosse prolongada é um alerta que não pode ser ignorado. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura e menor o risco de transmissão”, explica o infectologista da Hapvida, Matheus Rocha.

Tratamento O diagnóstico precoce e a adesão correta ao tratamento são fundamentais para interromper a cadeia de transmissão. O tratamento da tuberculose é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e, na maioria dos casos, é feito com uma combinação específica de antibióticos, que devem ser tomados diariamente.

O esquema padrão tem duração mínima de seis meses. Nos dois primeiros meses, o paciente utiliza uma combinação de medicamentos mais potente para reduzir rapidamente a carga bacteriana. Em seguida, há uma fase de continuidade, com menos medicamentos, mas igualmente essencial para eliminar completamente o bacilo e evitar recaídas.

Embora os sintomas comecem a melhorar nas primeiras semanas e o risco de transmissão diminua bastante, isso não significa que a doença esteja curada. Os médicos alertam que a interrupção do tratamento antes de completar todo o ciclo pode levar a recaídas e, em casos mais graves, ao desenvolvimento de formas resistentes da bactéria, que são mais difíceis de tratar. “O tratamento é eficaz e, quando seguido corretamente, reduz rapidamente o risco de transmissão para outras pessoas”, reforça o especialista.

Com infomações do cidade verde

A temporada de gripe no Brasil começou mais cedo e com mais intensidade em 2026.

Segundo levantamento do Instituto Todos pela Saúde, com base em dados de diversos laboratórios, os casos de síndrome respiratória aguda grave causados pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março, na comparação com o mesmo período de 2025.

gripe

Em 2026: 3.584 casos Em 2025: 1.838 casos Nesse mesmo período, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios no país, segundo dados do Ministério da Saúde. Ainda segundo a pasta, até meados de março, o Brasil registrou cerca de 14 mil casos de síndrome respiratória aguda grave.

A antecipação da circulação do vírus da gripe já provoca impactos em cidades brasileiras. Em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi decretada situação de emergência por causa do aumento das doenças respiratórias.

A auxiliar administrativa Bianca precisou levar o filho ao hospital após o agravamento dos sintomas.

“Tá muito gripado. Tem umas duas semanas. É, dois dias para cá veio tendo febre, piorou”, contou. Especialistas apontam que a pandemia de Covid-19 alterou o comportamento dos vírus respiratórios.

“O que a gente tem observado é que a sazonalidade, ou seja, o período onde os vírus respiratórios costumavam mais estar presente, que era ali em torno do inverno, né, se modificou muito após a chegada da pandemia de Covid-19. O que acontece é que aquele isolamento que a gente fez durante a pandemia alterou o ciclo sazonal da maioria dos vírus”, explicou o virologista Anderson Brito. Para conter o avanço da gripe, a principal recomendação é a vacinação.

O governo federal antecipou a campanha de imunização neste ano. A meta é vacinar 90% dos grupos prioritários até o dia 30 de maio. Até agora, cerca de 6 milhões de vacinas já foram aplicadas no país.

Crianças, idosos, gestantes, profissionais de saúde, professores, povos indígenas e pessoas com comorbidades estão entre os públicos que podem receber a dose gratuitamente nos postos de saúde. A infectologista Miriam Dalben alerta para a gravidade da doença.

“As pessoas acabam banalizando um pouco a gripe, achando que é uma coisa muito besta, que não pode evoluir com gravidade. Isso não é verdade. Tem gente que só descobre quando fica doente de maneira grave, igual tem paciente agora internado com gripe muito grave. Tem paciente inclusive na UTI agora.”

G1

Foto: Reprodução/TV Globo

O oftalmologista com especialização em glaucoma, Dr. David Sena Freitas, que veio de um outro centro do Maranhão para Barão de Grajaú, foi o responsável por uma equipe atender cerca de 270 pessoas, entre homens e mulheres, nessa manhã de quinta-feira, 09, no Mutirão do Glaucoma.

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O projeto é uma parceria que está envolvendo o Governo do Maranhão e a Prefeitura de Barão de Grajaú, por meio da Secretaria de Saúde.

Os atendimentos foram realizados no Colégio Domingo Machado, região Central da cidade, no periodo das 8:00h às 11:00h, e estavam presentes servidores do município e do estado, muitos que vieram de outros centros para os atendimentos.

Os pacientes eram das mais diversas partes da cidade baronense. Toda a coordenação estava sob a responsabilidade do médico oftalmologista especialista na área de glaucoma, Dr. David Freitas que foi entrevistado pelo Piauí Notícias e veja o que colocou sobre as ações de atendimento do projeto.

 

Da redação

Cerca de 270 pessoas, entre homens e mulheres, foram atendidas nessa manhã de quinta-feira, em Barão de Grajaú-MA, no Mutirão do Glaucoma, uma parceria que está envolvendo o Governo do Maranhão e a Prefeitura de Barão de Grajaú, por meio da Secretaria de Saúde.

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Os atendimentos foram realizados no Colégio Domingos Machado, região Central da cidade, e estavam presentes servidores do município e do estado, muitos que vieram de outros centros para os atendimentos.

Toda a coordenação estava sob a responsabilidade do médico oftalmologista especialista na área de glaucoma, Dr. David Freitas. A servidora que estava como uma das responsáveis era a profissional da área da assistência básica, Leonilda Vilarinho.

 

Da redação