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Sentir-se exausto no meio do dia, mesmo depois de dormir bem, é um sinal que o corpo envia quando algo não está funcionando como deveria. Antes de recorrer a mais uma xícara de café, vale investigar o papel de uma vitamina específica que atua como peça-chave na produção de energia das células. A vitamina B12, também chamada de cobalamina, é uma das principais responsáveis por manter o metabolismo ativo e a disposição em dia.

vitaminab12

Por que a vitamina B12 é chamada de vitamina da energia A B12 participa da formação das células vermelhas do sangue, que transportam oxigênio para todos os tecidos. Quando ela está em falta, essa entrega fica comprometida e o corpo entra em um estado de cansaço persistente, mesmo sem grande esforço físico.

Ela também atua na produção do DNA e no funcionamento do sistema nervoso, o que explica por que sua deficiência afeta ao mesmo tempo a disposição, o humor e a capacidade de concentração.

Como a deficiência se manifesta no dia a dia Os sinais de falta de B12 costumam ser discretos no início e vão se intensificando com o tempo. Muitas pessoas convivem com o problema sem saber, atribuindo os sintomas ao estresse ou à rotina puxada.

Identificar esses sinais cedo é importante para reverter o quadro antes que ele afete áreas mais sensíveis do organismo, como o sistema nervoso.

Cansaço constante e sensação de fraqueza Falta de ar em atividades simples Formigamento nas mãos e nos pés Palidez, tontura e dores de cabeça Dificuldade de memória e concentração Quem tem maior risco de apresentar baixa de B12 Alguns grupos têm mais chances de desenvolver deficiência dessa vitamina, seja por questões alimentares, seja pela dificuldade de absorção no intestino. Nesses casos, a atenção deve ser redobrada.

Vegetarianos e veganos sem acompanhamento nutricional

Idosos com menor absorção intestinal

Pessoas que usam medicamentos para refluxo e diabetes

Pacientes com gastrite atrófica ou doenças intestinais

Quem passou por cirurgias bariátricas

O que diz um estudo sobre B12 e fadiga

A relação entre a vitamina e a sensação de cansaço vem sendo avaliada em diversos ensaios clínicos. Segundo o estudo A functional evaluation of anti-fatigue and exercise performance improvement following vitamin B complex supplementation in healthy humans, publicado no International Journal of Medical Sciences, a suplementação com complexo B, incluindo a B12, por 28 dias aumentou a resistência física e reduziu marcadores de fadiga em adultos saudáveis, reforçando o papel dessas vitaminas como cofatores essenciais no metabolismo energético.

Alimentos que ajudam a manter os níveis em dia

A melhor forma de garantir uma boa quantidade de B12 é por meio da alimentação, já que ela está presente principalmente em fontes de origem animal. Incluir esses alimentos no café da manhã e nas demais refeições faz diferença na disposição do dia.

Ovos, especialmente a gema

Carnes magras, fígado e peixes como sardinha e salmão

Leite, iogurte e queijos

Mariscos, como ostras e mexilhões

Alimentos fortificados, como cereais e bebidas vegetais

Tua Saúde

Se você anda rolando na cama antes de conseguir dormir, saiba que não está sozinho. Segundo a pesquisa “O sono dos brasileiros”, do Ibope, cerca de 65% da população tem baixa qualidade de sono. O estudo apontou que a média de sono é de 6,4 horas/noite, abaixo do recomendado, com destaque para a insônia, apneia e fatores como estresse e sedentarismo como grandes vilões. Um problema que vai muito além do cansaço no dia seguinte e impacta diretamente a saúde física e mental das pessoas.

sonoacademia

Ansiedade, estresse, depressão, dores no corpo e até doenças respiratórias e cardiovasculares estão entre os principais vilões por trás das noites mal dormidas. Mas existe um hábito simples que pode ajudar — e muito — a virar esse jogo: a prática regular de atividade física.

Sendo assim, a qualidade do sono é um dos principais sinais de que o corpo e a mente estão funcionando bem — e isso melhora ainda mais quando há uma rotina de exercícios. Dormir bem não é só “apagar”, mas passar por todas as fases do sono. Uma das mais importantes é o sono REM (Rapid Eye Movement), etapa em que o cérebro fica mais ativo, ajudando na memória, no aprendizado e até no controle das emoções. Segundo a National Sleep Foundation, noites mal dormidas podem impactar desde o humor até a saúde do coração. Por isso, manter uma rotina ativa pode ajudar o corpo a entrar mais facilmente nesses estágios profundos e ter um descanso de verdade.

Sim, mexer o corpo durante o dia pode ser o segredo para dormir melhor à noite!

Isso porque o exercício ajuda a regular o organismo, reduzindo os níveis de estresse e estimulando a produção de hormônios ligados ao relaxamento e ao bem-estar, como a melatonina, essencial para o sono.

Na prática, isso se traduz em noites mais tranquilas, com um sono mais profundo e menos interrupções. “O corpo humano foi feito para se movimentar. Ao gastar energia de forma eficiente durante o dia, você prepara o terreno para um desligamento natural e profundo à noite”, explica o professor Anderson Teu, da Academia Gaviões 24h.

E se você já ouviu que treinar à noite pode atrapalhar, vale um alerta: isso não é regra. O mais importante é a consistência. Ainda assim, especialistas recomendam dar um intervalo de pelo menos 90 minutos entre o fim do treino e a hora de dormir — principalmente se a atividade for mais intensa. “Um dos maiores mitos é que treinar à noite seja prejudicial. O importante é respeitar esse intervalo para que o corpo consiga relaxar”, ressalta o especialista.

Outro ponto importante é escolher um exercício que faça sentido para você. Caminhada, corrida, musculação, ioga… tudo conta. Atividades aeróbicas ajudam na respiração e podem aliviar sintomas da apneia do sono. Já práticas mais relaxantes contribuem para reduzir a ansiedade, enquanto os treinos de força também favorecem um descanso mais reparador.

No fim das contas, dormir bem não é um luxo — é necessidade. “O descanso não está relacionado apenas à quantidade de horas dormidas, mas principalmente à qualidade do sono. Pessoas que se exercitam regularmente tendem a ter um sono menos fragmentado, mais profundo e com melhor recuperação para o dia seguinte”, conclui.

Como Ser Saudável

Foto: InteligênciaArtificial/ChatGPT

Um post nas redes sociais, com milhões de visualizações e centenas de comentários, chamou a atenção de mulheres ao mostrar sinais da chamada fimose feminina. Apesar do nome, a condição não é exclusiva dos homens: ela também pode ocorrer em mulheres, afetando o clitóris. Os médicos explicam que ela pode aparecer quando criança e desaparecer ou até evoluir na vida adulta.

Apesar da repercussão nas redes, a chamada fimose feminina não é uma doença nova. O termo costuma ser usado para descrever duas situações: a fusão dos pequenos lábios ou a aderência do capuz do clitóris — uma fina camada de pele que recobre a região.

Essas alterações anatômicas podem variar bastante. Em alguns casos, são discretas e passam despercebidas; em outros, formam uma espécie de “pele aderida” que cobre parcialmente o clitóris e pode afetar a sensibilidade na região.

Ela pode não causar nenhuma disfunção ou impacto na vida adulta ou dificultar o prazer sexual e prejudicar a higiene feminina -- nesses casos, precisa de tratamento. No entanto, os médicos explicam que muitas vezes o clitóris acaba sendo negligenciado e nem sempre mulheres sabem das doenças que podem afetá-lo.

Por que isso acontece? A forma mais comum aparece na infância. O quadro é mais frequente entre bebês de três meses a três anos, podendo se estender até por volta dos dez anos.

A principal explicação está nos hormônios: nessa fase da vida, há baixa concentração de estrogênio, o que deixa o tecido vulvar mais fino e vulnerável a irritações. Com a chegada da puberdade, esse cenário costuma mudar.

“Quando os hormônios começam a aumentar, o estrogênio sobe e a genitália externa também se desenvolve. Como é uma pele muito fina, muitas vezes isso se resolve espontaneamente”, explica a ginecologista Vanessa Cairolli.

E na vida adulta? Na maioria das mulheres, essas alterações desaparecem com o desenvolvimento hormonal. Mas há casos em que persistem ou surgem depois.

Segundo o ginecologista Marcelo Steiner, aderências nessa região podem aparecer ao longo da vida por diferentes motivos, como lesões locais, doenças dermatológicas ou processos inflamatórios.

Nesses casos, a condição pode formar uma espécie de “capa de pele” sobre o clitóris.

Quando é preciso tratar? Nem toda alteração exige intervenção. Se não houver sintomas, o acompanhamento pode ser suficiente. Mas a avaliação médica é importante, principalmente quando há:

dificuldade de higiene íntima acúmulo de secreções dor ou desconforto redução da sensibilidade ou impacto no prazer sexual “Se essa pele começa a interferir na higiene ou na sensibilidade, pode ser necessário tratamento”, explica Steiner. Por que muitas mulheres nunca ouviram falar disso? Nos comentários do post que viralizou, várias mulheres relataram ter identificado algo semelhante ao fazer o autoexame — sem nunca terem sido alertadas em consulta.

Segundo especialistas, isso pode acontecer porque a região do clitóris nem sempre recebe uma avaliação detalhada no exame ginecológico de rotina.

“Para esse diagnóstico, é preciso um olhar mais atento para a região. O clitóris ainda é um órgão muitas vezes negligenciado nas consultas”, afirma o ginecologista Marcelo Steiner.

A orientação é procurar avaliação ginecológica sempre que houver qualquer alteração percebida na região íntima.

Mesmo nos casos mais simples, o diagnóstico correto ajuda a diferenciar variações anatômicas normais de situações que podem exigir acompanhamento ou tratamento.

G1

De acordo com a pesquisa liderada por pesquisadores da Harvard Medical School e do Broad Institute, e publicada na revista científica Nature, registros de sangue e saliva de mais de 917 mil indivíduos fora analisados para entender por que certos vírus permanecem latentes no organismo sem necessariamente progredir para uma doença imediata.

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De acordo com o comunicado oficial da Harvard Medical School, a pesquisa utilizou dados de três grandes biobancos para calcular a “carga viral” – uma medida que indica a quantidade de DNA viral circulante e a eficiência do sistema imunológico em mantê-lo sob controle.

A investigação revelou que a genética desempenha um papel crucial em determinar se os efeitos desses vírus se estendem muito além da infecção inicial, segundo informações divulgadas pelo ScienceAlert. Os dados identificaram 82 locais específicos no genoma humano diretamente associados à carga de DNA viral, com destaque para o Complexo de Histocompatibilidade Principal (MHC), descrito no estudo como o centro de comando mestre para as defesas do corpo.

“Estamos chegando ao ponto em que podemos usar a genética humana para tentar responder a perguntas fundamentais sobre a patologia resultante de vírus”, afirmou o geneticista Nolan Kamitaki, autor principal do estudo, em nota à imprensa.

Bossa News Brasil

©Foto: iStock

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