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O colesterol alto está associado a diversos problemas de saúde, e o ideal é manter os níveis sob controle. Para isso, alguns alimentos podem ajudar de forma significativa. Eles podem funcionar como aliados naturais, com efeito semelhante ao de certos medicamentos e ainda com baixo custo.

colester

Muita gente acredita que só é possível reduzir o colesterol com remédios, mas a verdade é que uma alimentação adequada também pode contribuir para controlar os níveis e evitar complicações futuras.

O médico Eric Berg afirmou ao Mirror que existem alimentos acessíveis capazes de trazer benefícios importantes, incluindo a redução do colesterol. Segundo ele, não é necessário gastar muito para obter resultados positivos.

Colesterol: o que consumir

“As estatinas são medicamentos altamente eficazes para baixar o colesterol e devem ser tomadas conforme prescrição médica. Além da medicação, uma dieta equilibrada, exercícios físicos regulares e a manutenção de um peso saudável são essenciais para o controle dos níveis de colesterol”, explicou o médico.

Veja o que consumir para ajudar a reduzir o colesterol:

Aveia

“Um estudo recente da Universidade de Bonn descobriu que consumir aveia durante dois dias ajuda significativamente a reduzir o colesterol. A aveia é rica em uma fibra solúvel que é fundamental para suas propriedades de redução do colesterol. Quando consumida, a aveia retém os ácidos ricos em colesterol e impede sua absorção pela corrente sanguínea. A aveia é rica em fibras, que reduzem os níveis de colesterol, contribuem para a saúde do coração e melhoram o bem-estar geral.”

Leites e iogurtes

“Alguns desses produtos são enriquecidos com esteróis e estanóis vegetais, também conhecidos como fitosteróis, que ajudam a reduzir o colesterol. Uma revisão de 124 estudos publicada no British Journal of Nutrition em 2014 revelou que o consumo de até 3,3 gramas de fitosteróis por dia pode diminuir gradualmente o colesterol ruim em apenas algumas semanas. Os esteróis e estanóis vegetais têm semelhanças com o colesterol, o que permite que compitam pela absorção intestinal e reduzam a quantidade de colesterol que entra na corrente sanguínea.”

Colesterol alto: sinais silenciosos que você pode ignorar

O site HealthShots ouviu o cardiologista Swarup Swaraj para identificar sintomas que podem passar despercebidos.

"São silenciosos e fáceis de ignorar, mas podem ser sinais que o corpo está dando. Por isso, ficar atento aos sintomas e agir precocemente pode fazer toda a diferença, não apenas para a saúde do coração, mas para o bem-estar geral", afirmou o especialista.

Sinais nos olhos

O surgimento de pequenos pontos amarelados nas pálpebras ou nas articulações pode indicar colesterol elevado. "Pequenos depósitos de colesterol sob a pele, embora não sejam perigosos por si só, podem ser um sinal de que o corpo está lidando com níveis altos de colesterol."

Cansaço frequente

"Se você está constantemente cansado, mesmo após uma boa noite de sono, pode não ser apenas estresse. A fadiga persistente pode ser um sintoma sutil de colesterol alto. Quando o colesterol se acumula nas artérias, o fluxo sanguíneo é prejudicado."

Um estudo publicado no Journal of Psychosomatic Research apontou relação entre redução do fluxo sanguíneo, artérias obstruídas e sensação de cansaço. "Se o cansaço é constante, vale investigar e verificar os níveis de colesterol."

Dor no peito

"Se você sente aperto, pressão ou desconforto no peito durante esforço, como subir escadas ou caminhar rápido, não ignore. Essa sensação, conhecida como angina, pode indicar que o coração não está recebendo oxigênio suficiente, geralmente por causa de artérias estreitas ou obstruídas."

O especialista reforça a importância de atenção a esse sinal. "Se esses sintomas parecerem familiares, especialmente se houver histórico de doença cardíaca na família, não espere. Procure um médico e avalie os níveis de colesterol."

Noticias ao Minuto

O intestino vai muito além da digestão. Ele é essencial para a absorção de nutrientes e para o equilíbrio do organismo.

Grande parte das células de defesa do corpo está concentrada nesse órgão.

Por isso, o intestino tem relação direta com a imunidade.

Quando está em equilíbrio, contribui para:

Boa digestão.

Imunidade fortalecida.

Mais energia.

Bem-estar geral.

Mas, quando há inflamação, os efeitos podem aparecer em todo o corpo.

O que causa o intestino inflamado A inflamação intestinal costuma estar ligada ao estilo de vida.

Alimentação inadequada e estresse são fatores comuns.

Alguns hábitos que favorecem o problema incluem:

Consumo excessivo de açúcar. Alimentos ultraprocessados. Excesso de leite e derivados. Ingestão frequente de glúten. Rotina estressante. O estresse constante também interfere no organismo. Isso porque altera hormônios que impactam diretamente o intestino.

5 sinais de intestino inflamado O corpo costuma dar sinais claros quando algo não vai bem.

No caso do intestino inflamado, alguns sintomas são comuns:

Abdômen estufado.

Queda de cabelo excessiva.

Ansiedade frequente.

Vontade constante de comer doces.

Intestino preso ou solto demais.

Esses sinais indicam que o organismo pode estar em desequilíbrio.

Impactos no corpo vão além da digestão

A inflamação intestinal não afeta apenas o sistema digestivo. Ela pode influenciar energia, humor e metabolismo.

Entre os efeitos mais comuns, estão:

Cansaço constante. Sonolência. Inchaço corporal. Dificuldade para perder peso. A longo prazo, o quadro pode aumentar o risco de doenças.

Por isso, é importante agir o quanto antes.

Como melhorar a saúde do intestino

Alguns hábitos ajudam a reduzir a inflamação e recuperar o equilíbrio. Pequenas mudanças já fazem diferença no dia a dia.

O que pode ajudar:

Manter uma alimentação equilibrada.

Beber bastante água.

Praticar atividade física.

Reduzir o estresse.

Priorizar alimentos naturais.

Essas atitudes contribuem para uma microbiota intestinal mais saudável.

Cuidar do intestino é cuidar do corpo todo

O intestino está ligado a diversas funções do organismo. Por isso, manter sua saúde em dia é fundamental.

Ao observar os sinais e ajustar hábitos, é possível melhorar o bem-estar. Além de prevenir problemas que vão além da digestão.

Sentir-se exausto no meio do dia, mesmo depois de dormir bem, é um sinal que o corpo envia quando algo não está funcionando como deveria. Antes de recorrer a mais uma xícara de café, vale investigar o papel de uma vitamina específica que atua como peça-chave na produção de energia das células. A vitamina B12, também chamada de cobalamina, é uma das principais responsáveis por manter o metabolismo ativo e a disposição em dia.

vitaminab12

Por que a vitamina B12 é chamada de vitamina da energia A B12 participa da formação das células vermelhas do sangue, que transportam oxigênio para todos os tecidos. Quando ela está em falta, essa entrega fica comprometida e o corpo entra em um estado de cansaço persistente, mesmo sem grande esforço físico.

Ela também atua na produção do DNA e no funcionamento do sistema nervoso, o que explica por que sua deficiência afeta ao mesmo tempo a disposição, o humor e a capacidade de concentração.

Como a deficiência se manifesta no dia a dia Os sinais de falta de B12 costumam ser discretos no início e vão se intensificando com o tempo. Muitas pessoas convivem com o problema sem saber, atribuindo os sintomas ao estresse ou à rotina puxada.

Identificar esses sinais cedo é importante para reverter o quadro antes que ele afete áreas mais sensíveis do organismo, como o sistema nervoso.

Cansaço constante e sensação de fraqueza Falta de ar em atividades simples Formigamento nas mãos e nos pés Palidez, tontura e dores de cabeça Dificuldade de memória e concentração Quem tem maior risco de apresentar baixa de B12 Alguns grupos têm mais chances de desenvolver deficiência dessa vitamina, seja por questões alimentares, seja pela dificuldade de absorção no intestino. Nesses casos, a atenção deve ser redobrada.

Vegetarianos e veganos sem acompanhamento nutricional

Idosos com menor absorção intestinal

Pessoas que usam medicamentos para refluxo e diabetes

Pacientes com gastrite atrófica ou doenças intestinais

Quem passou por cirurgias bariátricas

O que diz um estudo sobre B12 e fadiga

A relação entre a vitamina e a sensação de cansaço vem sendo avaliada em diversos ensaios clínicos. Segundo o estudo A functional evaluation of anti-fatigue and exercise performance improvement following vitamin B complex supplementation in healthy humans, publicado no International Journal of Medical Sciences, a suplementação com complexo B, incluindo a B12, por 28 dias aumentou a resistência física e reduziu marcadores de fadiga em adultos saudáveis, reforçando o papel dessas vitaminas como cofatores essenciais no metabolismo energético.

Alimentos que ajudam a manter os níveis em dia

A melhor forma de garantir uma boa quantidade de B12 é por meio da alimentação, já que ela está presente principalmente em fontes de origem animal. Incluir esses alimentos no café da manhã e nas demais refeições faz diferença na disposição do dia.

Ovos, especialmente a gema

Carnes magras, fígado e peixes como sardinha e salmão

Leite, iogurte e queijos

Mariscos, como ostras e mexilhões

Alimentos fortificados, como cereais e bebidas vegetais

Tua Saúde

Se você anda rolando na cama antes de conseguir dormir, saiba que não está sozinho. Segundo a pesquisa “O sono dos brasileiros”, do Ibope, cerca de 65% da população tem baixa qualidade de sono. O estudo apontou que a média de sono é de 6,4 horas/noite, abaixo do recomendado, com destaque para a insônia, apneia e fatores como estresse e sedentarismo como grandes vilões. Um problema que vai muito além do cansaço no dia seguinte e impacta diretamente a saúde física e mental das pessoas.

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Ansiedade, estresse, depressão, dores no corpo e até doenças respiratórias e cardiovasculares estão entre os principais vilões por trás das noites mal dormidas. Mas existe um hábito simples que pode ajudar — e muito — a virar esse jogo: a prática regular de atividade física.

Sendo assim, a qualidade do sono é um dos principais sinais de que o corpo e a mente estão funcionando bem — e isso melhora ainda mais quando há uma rotina de exercícios. Dormir bem não é só “apagar”, mas passar por todas as fases do sono. Uma das mais importantes é o sono REM (Rapid Eye Movement), etapa em que o cérebro fica mais ativo, ajudando na memória, no aprendizado e até no controle das emoções. Segundo a National Sleep Foundation, noites mal dormidas podem impactar desde o humor até a saúde do coração. Por isso, manter uma rotina ativa pode ajudar o corpo a entrar mais facilmente nesses estágios profundos e ter um descanso de verdade.

Sim, mexer o corpo durante o dia pode ser o segredo para dormir melhor à noite!

Isso porque o exercício ajuda a regular o organismo, reduzindo os níveis de estresse e estimulando a produção de hormônios ligados ao relaxamento e ao bem-estar, como a melatonina, essencial para o sono.

Na prática, isso se traduz em noites mais tranquilas, com um sono mais profundo e menos interrupções. “O corpo humano foi feito para se movimentar. Ao gastar energia de forma eficiente durante o dia, você prepara o terreno para um desligamento natural e profundo à noite”, explica o professor Anderson Teu, da Academia Gaviões 24h.

E se você já ouviu que treinar à noite pode atrapalhar, vale um alerta: isso não é regra. O mais importante é a consistência. Ainda assim, especialistas recomendam dar um intervalo de pelo menos 90 minutos entre o fim do treino e a hora de dormir — principalmente se a atividade for mais intensa. “Um dos maiores mitos é que treinar à noite seja prejudicial. O importante é respeitar esse intervalo para que o corpo consiga relaxar”, ressalta o especialista.

Outro ponto importante é escolher um exercício que faça sentido para você. Caminhada, corrida, musculação, ioga… tudo conta. Atividades aeróbicas ajudam na respiração e podem aliviar sintomas da apneia do sono. Já práticas mais relaxantes contribuem para reduzir a ansiedade, enquanto os treinos de força também favorecem um descanso mais reparador.

No fim das contas, dormir bem não é um luxo — é necessidade. “O descanso não está relacionado apenas à quantidade de horas dormidas, mas principalmente à qualidade do sono. Pessoas que se exercitam regularmente tendem a ter um sono menos fragmentado, mais profundo e com melhor recuperação para o dia seguinte”, conclui.

Como Ser Saudável

Foto: InteligênciaArtificial/ChatGPT