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Se você costuma jantar tarde e logo em seguida deitar, talvez já tenha percebido que o sono não rende como deveria. A ciência tem mostrado que permitir um intervalo adequado entre a última refeição e a hora de dormir favorece processos biológicos essenciais que só acontecem quando o sistema digestivo está em repouso. Esse hábito simples pode melhorar a qualidade do sono, a disposição ao acordar e até a saúde do coração a longo prazo.

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Como o repouso digestivo melhora a qualidade do sono? Quando o estômago está em processo de digestão, o corpo gera calor e mantém ativo um nível de energia que dificulta o relaxamento necessário para o sono profundo. Ao dar uma pausa na alimentação antes de deitar, o organismo consegue reduzir a temperatura corporal, um gatilho essencial para a liberação da melatonina e para o início das fases mais restauradoras do descanso noturno.

Além disso, com o estômago em repouso, os níveis de insulina diminuem naturalmente. Essa condição favorece a produção do hormônio do crescimento, que é fundamental para a renovação dos tecidos, a recuperação muscular e a sensação de disposição ao acordar. Em outras palavras, o corpo aproveita melhor as horas de sono quando não está ocupado digerindo alimentos.

Os riscos de deitar com o estômago cheio Ir para a cama logo após uma refeição pesada traz consequências que vão além da simples sensação de peso no abdômen. Os principais riscos envolvem:

REFLUXO Deitar após comer favorece o retorno do ácido, causando azia e queimação.

SONO FRAGMENTADO A digestão ativa provoca microdespertares e reduz a qualidade do sono.

CICLO DESREGULADO Refeições pesadas à noite atrapalham o ritmo biológico do sono.

RISCO CARDIOVASCULAR O sono ruim pode aumentar o risco de pressão alta ao longo do tempo.

Estudo com mais de 7 mil pessoas confirma o impacto do horário das refeições no sono A relação entre o momento em que comemos e a qualidade do descanso noturno já conta com respaldo científico sólido. Segundo o estudo “Chronobiological perspectives: Association between meal timing and sleep quality”, publicado na revista PLOS One em 2024, pessoas que realizam a última refeição do dia em horários mais tardios apresentam pontuações significativamente piores em indicadores de qualidade do sono. A pesquisa analisou dados de mais de 7 mil participantes e concluiu que o horário da última refeição, a duração total do período alimentar e a frequência de refeições ao longo do dia são fatores que influenciam diretamente o descanso noturno.

Estratégias práticas para não sentir fome antes de dormir Sentir fome excessiva à noite pode ser um sinal de que a alimentação ao longo do dia está insuficiente ou desequilibrada. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira do Ministério da Saúde, uma dieta rica em fibras e alimentos naturais ajuda a manter a saciedade por mais tempo. Algumas estratégias que facilitam o repouso digestivo sem passar fome incluem:

Jantar entre 2 a 3 horas antes de deitar: esse intervalo permite que a digestão avance o suficiente para não interferir no sono. Priorizar alimentos leves no jantar: carboidratos complexos como arroz integral ou batata-doce, proteínas leves como frango ou peixe e uma porção de vegetais formam uma refeição nutritiva e de fácil digestão. Aumentar fibras nas refeições do dia: incluir frutas, verduras e cereais integrais no café da manhã e no almoço reduz a fome noturna de forma natural. Evitar gorduras saturadas e frituras à noite: esses alimentos tornam a digestão mais lenta e aumentam o desconforto ao deitar. Para conhecer mais dicas para melhorar a qualidade do sono, vale consultar orientações complementares sobre o tema.

O equilíbrio entre alimentação e descanso como aliado da saúde Permitir que o estômago descanse antes de dormir não significa passar fome ou pular o jantar. O segredo está em encontrar o equilíbrio entre o horário, a qualidade e a quantidade do que se come à noite. Pequenos ajustes na rotina alimentar podem resultar em noites mais tranquilas, manhãs com mais energia e uma melhora significativa na saúde de forma geral. Quem enfrenta dificuldades persistentes para dormir bem deve procurar orientação de um médico ou nutricionista para avaliar possíveis causas e encontrar a melhor abordagem individual.

Este conteúdo é apenas informativo e não substitui a avaliação, o diagnóstico ou o tratamento de um médico ou profissional de saúde qualificado. Diante de qualquer dificuldade persistente com o sono, procure orientação médica profissional.

Tua Saúde

Nem todo idoso que começa a andar um pouco mais devagar, esquecer compromissos e ter escapes urinários está, necessariamente, prestes a receber um diagnóstico de demência, doença de Alzheimer ou Parkinson sem tratamento.

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Embora sintomas como lentidão ao andar, falhas de memória e incontinência urinária sejam frequentemente associados a doenças neurodegenerativas, há situações em que o quadro tem outra origem. Estudos clínicos mostram que, em alguns casos, os mesmos sintomas podem estar associados a uma outra alteração neurológica: a hidrocefalia de pressão normal (HPN).

Pesquisas indicam que em cerca de 0,5% a 10% dos casos dos diagnósticos inicialmente atribuídos à demência, por exemplo, os sintomas estão, na verdade, relacionados a essa alteração neurológica.

Nessas situações, diferentemente dos quadros motivados por causas degenerativas, considerados irreversíveis, a presença da HPN e a indicação da terapia adequada sugerem que há boas chances de recuperar funções como mobilidade e equilíbrio, com impacto direto na qualidade de vida.

A hidrocefalia de pressão normal afeta principalmente pessoas acima dos 60 anos. Ela se manifesta por três sinais clássicos: dificuldade para andar, alterações cognitivas e problemas urinários. Mas, como disse, parte desses sintomas pode ser reversível.

Muitos idosos com HPN passam anos sendo tratados como se tivessem apenas “dificuldade para andar da idade” ou um quadro demencial irreversível. A ciência mostra que, em parte desses casos, há um componente mecânico tratável.

Quando não é uma degeneração Como neurocirurgião, neurocientista e pesquisador, sempre me impressiono com o modo como o cérebro depende do funcionamento adequado de várias estruturas para se manter ativo e saudável. É o que se vê nesta condição, em que pequenas alterações na circulação do líquor — o líquido que banha e protege o sistema nervoso — podem impactar redes neurais responsáveis por andar, manter o equilíbrio, planejar movimentos e até organizar pensamentos. Entender esses mecanismos é mais do que uma curiosidade científica: é a chance de devolver autonomia a quem pode estar perdendo a própria mobilidade.

Nos casos de HPN, o líquor deixa de circular e de ser reabsorvido adequadamente. Os ventrículos cerebrais — cavidades cheias de líquido — aumentam de tamanho e passam a comprimir estruturas vizinhas. Essa pressão crônica interfere no funcionamento de circuitos neurológicos profundos ligados à marcha, ao controle postural e às funções executivas – as habilidades mentais associadas ao lobo frontal, responsáveis por planejar, manter a atenção, controlar impulsos, reter informações temporariamente e adaptar-se a novas situações.

Mas será possível reverter esses sintomas? A questão mobiliza pesquisadores. Nesse contexto, se o diagnóstico for preciso e a realização de uma intervenção cirúrgica específica ocorrer no momento adequado, há boas chances disso acontecer. Um grande ensaio clínico, publicado na renomada revista científica The New England Journal of Medicine, avaliou o efeito da cirurgia de derivação liquórica — procedimento que consiste no implante de uma válvula para drenar o excesso de líquor — em pacientes cuidadosamente selecionados.

Os participantes foram previamente submetidos a testes com drenagem temporária de líquor para avaliar a probabilidade de resposta ao tratamento. Nesse contexto, a neurociência não é apenas tecnologia — envolve, sobretudo, uma seleção clínica cuidadosa, orientada pela fisiologia.

O principal resultado descrito no estudo citado foi objetivo e mensurável: após três meses, os pacientes que receberam uma válvula funcional para drenar o líquido cerebral apresentaram maior velocidade ao caminhar, enquanto o grupo placebo (tratamento simulado, sem efeito terapêutico real) permaneceu praticamente inalterado. A diferença foi considerada clinicamente relevante pelos pesquisadores.

À primeira vista, pode parecer um aspecto mais técnico. No entanto, a velocidade da marcha é um dos indicadores mais consistentes de saúde no envelhecimento porque sintetiza, em uma única medida, o funcionamento integrado de múltiplos sistemas do organismo — neurológico, muscular, cardiovascular e de equilíbrio. Alterações nesse ritmo costumam refletir precocemente perdas nessas funções. Por isso, mais do que “andar melhor”, caminhar mais rápido está associado a menor risco de quedas, maior autonomia e melhor prognóstico funcional.

Do ponto de vista cerebral, os resultados sugerem que a drenagem do líquor alivia a disfunção de circuitos fronto-subcorticais — redes de conexão entre o córtex frontal (responsável pelo planejamento e pela tomada de decisões) e estruturas mais profundas do cérebro, como os gânglios da base, que ajudam a dar início aos movimentos e a coordená-los de forma adequada.

O estudo também mostrou melhora significativa em testes de equilíbrio e mobilidade global, enquanto os ganhos cognitivos foram mais discretos no curto prazo. Esse descompasso é esperado do ponto de vista neurobiológico: circuitos ligados ao movimento e ao controle da postura tendem a responder mais rapidamente à redução da pressão ventricular, enquanto funções cognitivas — que dependem de redes cerebrais mais amplas e da integração entre diferentes áreas — levam mais tempo para se reorganizar.

Em alguns casos, essa recuperação mais lenta pode indicar que parte das alterações no cérebro já não é totalmente reversível, especialmente quando a doença está mais avançada. Em outras palavras, o sistema motor tende a responder de forma mais imediata, como se fosse aliviado de uma sobrecarga, enquanto o funcionamento cognitivo, mais complexo, pode exigir um tempo maior para se recuperar.

O que muda no cérebro No estudo referido, as imagens cerebrais obtidas por exames como a ressonância magnética mostraram uma redução do volume dos ventrículos após o início do funcionamento da válvula, indicando que o tratamento não atua apenas sobre os sintomas, mas modifica a mecânica interna do cérebro.

Menor distensão ventricular significa menos estiramento de fibras nervosas profundas, especialmente na substância branca periventricular. Essas fibras funcionam como verdadeiras “autoestradas”, conectando regiões frontais a centros motores e ao controle esfincteriano. a comunicação entre essas áreas se torna menos eficiente quando elas são comprimidas.

Aliviar essa pressão é, portanto, como desobstruir vias de tráfego neural. Trata-se de um benefício real, mas que também envolve riscos. A neurocirurgia de derivação não é trivial, e o estudo também registrou efeitos adversos, como dor de cabeça por excesso de drenagem e pequenos sangramentos subdurais em parte dos pacientes.

Quando a marcha melhora, o impacto vai além do movimento. Voltar a andar com segurança resgata autonomia, reduz o medo de quedas, amplia o convívio social e diminui a dependência — fatores que também protegem o cérebro emocional e cognitivo.

O estudo reforça uma ideia central da neurociência moderna: o cérebro não é apenas um conjunto de neurônios, mas um órgão cuja função depende também de fluxos, pressões e do equilíbrio físico interno.

Quando esse equilíbrio é restaurado, redes neurais voltam a operar com mais eficiência. A melhora da marcha pode ser o primeiro sinal visível de uma reorganização cerebral mais profunda.

Compreender isso é ampliar o olhar sobre o envelhecimento. Nem toda perda funcional é destino. Em alguns casos, trata-se de fisiologia alterada — e fisiologia pode, sim, ser tratada.

Cooperação cientifica internacional O avanço do conhecimento nessa área abre caminho para diagnósticos mais precoces, intervenções mais seguras e, sobretudo, para devolver movimento, dignidade e autonomia a muitos idosos que ainda têm um cérebro disposto a caminhar — desde que o caminho esteja desobstruído.

Esse movimento se reflete no crescente interesse internacional pelo tema. O Brasil foi escolhido para sediar o próximo congresso mundial da International Society for Hydrocephalus and Cerebrospinal Fluid Disorders, que ocorrerá entre 31 de julho e 3 de agosto de 2026.

Pela primeira vez no país, o encontro reunirá especialistas de diferentes regiões para discutir os avanços mais recentes em diagnóstico, tratamento cirúrgico, biomarcadores e qualidade de vida — consolidando o país como um dos polos de produção e difusão de conhecimento sobre distúrbios do líquor e saúde cerebral no envelhecimento.

Fernando Gomes não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

Por Fernando Gomes

G1

Foto: Adobe Stock

O câncer colorretal é uma das principais doenças do sistema digestivo e uma das maiores causas de morte por câncer no mundo. Os primeiros sintomas podem ser difíceis de identificar, e alguns sinais menos óbvios podem aparecer até mesmo na boca.

Em entrevista ao Daily Mail, o dentista Mark Burhenne destacou alguns sinais bucais que podem estar associados ao risco da doença. Segundo ele, problemas dentários podem indicar desequilíbrios na microbiota oral, que podem ter relação com o câncer colorretal.

“Alguns problemas dentários comuns podem sinalizar alterações nas bactérias da boca, que podem estar ligadas a um maior risco de câncer colorretal”, explica.

Um desses sinais é o sangramento nas gengivas, sintoma comum de gengivite e periodontite, condições causadas pelo acúmulo de placa bacteriana. “Pessoas com periodontite têm um risco de 17% a 21% maior de desenvolver câncer colorretal”, afirma o especialista.

Outro alerta é o mau hálito persistente, que pode estar relacionado a bactérias também encontradas em tumores intestinais. “A bactéria Fusobacterium nucleatum foi identificada em altas concentrações em tumores de câncer de intestino”, diz Burhenne.

Alterações na língua, como coloração branca ou amarelada, também merecem atenção. “Alguns estudos sugerem que essas mudanças podem refletir alterações no microbioma oral, possivelmente relacionadas ao risco de câncer no intestino.”

A perda de dentes também pode ser um sinal de alerta. “Mesmo a perda de alguns dentes pode estar associada a um maior risco de desenvolvimento de lesões pré-cancerígenas. Manter a saúde bucal é fundamental”, destaca.

O câncer colorretal pode apresentar sintomas variados, muitas vezes inespecíficos, o que dificulta o diagnóstico precoce. Ainda assim, identificar os sinais iniciais aumenta significativamente as chances de tratamento bem-sucedido.

A oncologista Marcela Crosara explicou ao Metrópoles que, sem tratamento, a doença pode obstruir o intestino e levar à morte em poucos meses. Por isso, ela reforça a importância da colonoscopia, exame que permite visualizar o reto e o cólon.

Segundo o oncologista Nilson Correia, os primeiros sintomas costumam ser pouco específicos e, quando se tornam mais evidentes, o tumor pode já estar em estágio avançado.

Entre os sinais mais comuns estão diarreia ou prisão de ventre, presença de sangue nas fezes, cólicas, dor ao evacuar, sensação de evacuação incompleta, perda de apetite, fadiga, alterações no formato das fezes e vômitos.

É importante destacar que a presença de um ou mais desses sintomas não significa necessariamente câncer. Em caso de suspeita, a orientação é procurar um gastroenterologista, cirurgião geral ou oncologista para avaliação adequada.

Sete hábitos que aumentam o risco de câncer, alertam oncologistas Especialistas apontam que fatores como tabagismo, má alimentação, sedentarismo, álcool, excesso de peso e privação de sono influenciam diretamente o desenvolvimento da doença, ao provocar inflamações, alterações hormonais e danos ao DNA ao longo do tempo.

Noticias ao Minuto

 

O uso recreativo de drogas ilícitas pode mais do que dobrar o risco de ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Isso é o que aponta uma revisão de estudos envolvendo mais de 100 milhões de participantes realizada por pesquisadores da Universidade de Cambridge.

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A meta-análise utilizou dados de 32 pesquisas para entender a possível relação entre a utilização de substâncias ilícitas e o risco aumentado de AVC. O trabalho foi publicado na revista científica "Internacional Journal of Stroke", principal publicação da World Stroke Organization (WSO).

Um AVC acontece quando há uma obstrução total ou parcial dos vasos sanguíneos no cérebro. Ele é considerado uma das principais urgências médicas globais, sendo a terceira principal causa de morte em todo o mundo.

Os resultados mostraram que os usuários de anfetamina são os que correm mais risco de sofrer um AVC, com 122% mais chance do que aqueles que não fazem o uso da droga. Ou seja, o entorpecente mais do que dobra o risco de ter o problema vascular.

Altas porcentagens também foram observadas nos usuários de cocaína e de cannabis, com 96% e 33% mais chance de sofrer um AVC, respectivamente.

Ainda que a relação tenha ficado evidente para o uso dessas drogas, o mesmo não aconteceu no caso dos opioides.

"Esta é a análise mais abrangente já realizada sobre uso de drogas recreativas e risco de AVC e fornece evidências convincentes de que drogas como cocaína, anfetaminas e cannabis são fatores de risco causais para o AVC", destaca Megan Ritson, pesquisadora da Universidade de Cambridge e primeira autora do estudo.

Consumo de drogas e risco de AVC Para a análise, o grupo utilizou uma técnica conhecida como randomização mendeliana. Ela usa variações genéticas naturais associadas a fatores de risco para avaliar se existem evidências de uma relação causal no fenômeno observado.

A partir disso, os pesquisadores descobriram que alguns mecanismos biológicos podem explicar a relação entre o uso de cada uma das drogas e a alta no risco de AVC:

Cannabis - constrição dos vasos cerebrais, comprometimento da função vasomotora cerebral, flutuação da pressão arterial e maior formação de coágulos; Cocaína - elevações súbitas da pressão arterial e vasoespasmo; Anfetamina - elevações agudas da pressão arterial, vasoconstrição cerebral e arritmias. E os diferentes entorpecentes também foram associados a tipos diferentes de AVC.

O uso de cannabis, por exemplo, elevou o risco especialmente dos AVCs por doenças de grandes artérias. Já a utilização de cocaína foi mais relacionada ao aumento da ocorrência de AVCs cardioembólicos – quando um coágulo se forma no coração e migra para o cérebro.

No caso dos uso de anfetaminas, a maior associação foi com AVCs hemorrágicos (quando há um rompimento de um vaso), apesar de a droga elevar o risco para todos os tipos de AVCs.

G1

Foto: Freepik