A doença renal crônica avança em silêncio e pode comprometer a função dos rins durante anos sem causar nenhum sintoma perceptível. Quando os sinais finalmente aparecem, o quadro já costuma estar em estágio avançado, momento em que o tratamento tem benefício limitado. A boa notícia é que existem formas eficazes de detectar e prevenir essa condição precocemente, com exames simples e mudanças no estilo de vida que protegem a saúde dos rins ao longo da vida.
Por que a doença renal crônica é considerada uma ameaça invisível? Os rins têm uma enorme capacidade de adaptação e continuam funcionando mesmo quando parte deles já está comprometida. Esse mecanismo de compensação faz com que a doença evolua sem dor, sem inchaço e sem qualquer sinal claro nas fases iniciais.
Quando os sintomas surgem, geralmente refletem perda de função superior a 70% da capacidade renal. Por isso, nefrologistas reforçam que a detecção precoce é fundamental para evitar a progressão até a necessidade de diálise ou transplante.
Como detectar a doença renal antes que evolua? O diagnóstico precoce depende de exames simples que avaliam o funcionamento dos rins. A dosagem anual da creatinina no sangue, combinada ao cálculo da taxa de filtração glomerular, é o método mais utilizado para avaliar a função renal.
Complementarmente, a pesquisa de microalbuminúria na urina permite identificar lesões precoces, mesmo quando os outros marcadores ainda estão normais. Esses exames são acessíveis, indolores e devem fazer parte da rotina anual de adultos com fatores de risco.
Quem está mais exposto ao risco de desenvolver a condição? Embora possa afetar qualquer pessoa, alguns grupos apresentam maior vulnerabilidade ao desenvolvimento da doença renal crônica. Identificar esses fatores ajuda a antecipar cuidados preventivos antes que a função renal seja comprometida.
Veja os principais fatores associados ao risco aumentado da doença:
Diabetes tipo 2 e descontrole prolongado da glicemia Hipertensão arterial não tratada ou mal controlada Histórico familiar de doença renal Idade acima de 60 anos Obesidade e síndrome metabólica Uso frequente de anti-inflamatórios sem prescrição médica Tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas Pessoas com esses fatores devem realizar exames preventivos com maior frequência e manter acompanhamento clínico regular.
Metanálise científica revela alta prevalência mundial da doença renal A doença renal crônica é considerada uma das principais ameaças globais à saúde, com impacto crescente sobre o sistema cardiovascular e a mortalidade. Pesquisas recentes têm avaliado quantos adultos convivem com a condição e como ela se distribui em diferentes regiões do mundo. Segundo a metanálise Desigualdades globais em saúde relacionadas à doença renal crônica: uma meta-análise, publicada na revista científica Nephrology Dialysis Transplantation em 2024, foram analisados 119 estudos com mais de 29 milhões de participantes. Os resultados mostraram que a prevalência global da doença renal crônica atinge 13% da população adulta, com taxas ainda maiores entre idosos e pessoas com diabetes ou hipertensão.
Hábitos que ajudam a proteger a saúde dos rins A prevenção da doença renal envolve escolhas consistentes ao longo do tempo e o controle dos principais fatores de risco. Pequenos ajustes na rotina produzem efeitos importantes sobre a função renal e reduzem o risco de evolução para estágios avançados.
Confira recomendações práticas para preservar a saúde dos rins:
A popularização da melatonina como solução rápida para dormir melhor preocupa o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), após estudos recentes associarem o uso prolongado do suplemento a maior risco de insuficiência cardíaca.
Diante do avanço da automedicação, a entidade lançou um informe técnico com alertas sobre contraindicações, interações medicamentosas e riscos do consumo sem acompanhamento profissional.
O material alerta para a percepção equivocada de que, por ser um produto “natural”, a melatonina seria isenta de riscos. Segundo o CRF-SP, isso não é verdade.
“O fato de ser um suplemento não significa que seja isento de riscos. A melatonina pode interagir com medicamentos, sofrer variações no metabolismo entre diferentes pessoas e até causar efeitos indesejados quando utilizada sem critério”, afirma o informe técnico.
O documento também destaca um estudo apresentado em 2025 pela American Heart Association, nos Estados Unidos. A pesquisa acompanhou por cinco anos mais de 130 mil adultos com insônia que usaram melatonina por pelo menos um ano e identificou aumento na probabilidade de diagnóstico de insuficiência cardíaca, além de maior risco de hospitalizações e mortalidade por qualquer causa.
Segundo os dados preliminares do estudo, pessoas que utilizaram melatonina por 12 meses ou mais tiveram cerca de 90% mais chances de desenvolver insuficiência cardíaca ao longo de cinco anos. O grupo também apresentou risco 3,5 vezes maior de hospitalização por insuficiência cardíaca e quase o dobro de risco de morte por qualquer causa.
Os próprios autores ressaltam, porém, que os resultados ainda não comprovam relação direta de causa e efeito entre a melatonina e os problemas cardíacos, e que mais pesquisas são necessárias.
O que é a melatonina A melatonina é um hormônio produzido naturalmente pela glândula pineal, no cérebro, principalmente durante a noite. Sua função é sinalizar ao organismo que chegou a hora de dormir, ajudando a regular o chamado ciclo sono-vigília.
A produção do hormônio é influenciada pela luz. Ambientes escuros estimulam a liberação de melatonina, enquanto a exposição à luz — especialmente a luz azul de celulares, tablets e computadores — reduz sua produção.
Além do sono, a melatonina participa de mudanças metabólicas, cardiovasculares, respiratórias, digestivas e imunológicas que ocorrem durante o período de repouso.
No Brasil, a melatonina foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como suplemento alimentar em 2021. A regulamentação estabelece limite diário de 0,21 mg para adultos e proíbe indicação terapêutica do produto. O uso é contraindicado para crianças, gestantes, lactantes e profissionais que exerçam atividades que exijam atenção contínua.
Quando o uso pode ser indicado Segundo Dalva Poyares, médica especialista em medicina do sono, a melatonina pode ser utilizada em situações específicas, como distúrbios do ritmo circadiano, jet lag, deficiência visual e em alguns pacientes com transtorno do espectro autista.
Já nos casos de insônia, o hormônio pode ajudar no início do sono, mas não é considerado tratamento definitivo para o problema.
O CRF-SP reforça que o uso deve ser individualizado e acompanhado por profissional de saúde. O conselho também chama atenção para a diferença entre a dose produzida naturalmente pelo corpo e as quantidades usadas em alguns estudos clínicos — muitas vezes superiores ao limite permitido no Brasil.
Quais são os riscos do uso sem orientação Além das preocupações levantadas pelo estudo americano, especialistas alertam para efeitos adversos mais comuns associados ao uso inadequado da melatonina.
Entre eles estão:
sonolência durante o dia;
tontura;
dor de cabeça;
náuseas;
fadiga;
dificuldade de concentração;
pesadelos.
Segundo o CRF-SP, farmacêuticos podem ajudar a identificar possíveis interações medicamentosas, contraindicações e situações em que o suplemento não é recomendado.
O conselho também destaca que a melatonina não substitui hábitos considerados fundamentais para a qualidade do sono, como prática de atividade física, alimentação equilibrada e higiene do sono.
Todos nós já ouvimos o conselho: coma frutas e vegetais, tome suas vitaminas e mantenha-se saudável. Em geral, essa orientação faz sentido. Mas alguns nutrientes têm uma história mais complexa, e a vitamina B12 é um exemplo fascinante.
Também conhecida como cobalamina, a B12 é essencial para a vida. Ela ajuda o corpo a produzir glóbulos vermelhos, mantém o funcionamento do sistema nervoso e desempenha um papel central na forma como as células copiam e reparam o DNA.
A vitamina B12 é encontrada naturalmente em produtos de origem animal, como carne, peixe, ovos, leite e queijo. Alguns cereais e pães também são fortificados com ela, ajudando as pessoas que não comem carne a obter a quantidade necessária. A maioria das pessoas que segue uma dieta variada obtém a quantidade recomendada, mas veganos, pessoas com certas doenças intestinais e idosos, que absorvem nutrientes com menos eficiência, podem precisar de suplementos.
Sem vitamina B12 suficiente, podem aparecer problemas, às vezes graves, especialmente se a deficiência não for reconhecida e tratada. Nos últimos anos, porém, pesquisadores têm questionado se altos níveis de ingestão de vitamina B12 ou altos níveis de vitamina B12 no sangue poderiam estar associados ao câncer. Todos nós já ouvimos o conselho: coma frutas e vegetais, tome suas vitaminas e mantenha-se saudável. Em geral, essa orientação faz sentido. Mas alguns nutrientes têm uma história mais complexa, e a vitamina B12 é um exemplo fascinante.
Também conhecida como cobalamina, a B12 é essencial para a vida. Ela ajuda o corpo a produzir glóbulos vermelhos, mantém o funcionamento do sistema nervoso e desempenha um papel central na forma como as células copiam e reparam o DNA.
A vitamina B12 é encontrada naturalmente em produtos de origem animal, como carne, peixe, ovos, leite e queijo. Alguns cereais e pães também são fortificados com ela, ajudando as pessoas que não comem carne a obter a quantidade necessária. A maioria das pessoas que segue uma dieta variada obtém a quantidade recomendada, mas veganos, pessoas com certas doenças intestinais e idosos, que absorvem nutrientes com menos eficiência, podem precisar de suplementos.
Sem vitamina B12 suficiente, podem aparecer problemas, às vezes graves, especialmente se a deficiência não for reconhecida e tratada. Nos últimos anos, porém, pesquisadores têm questionado se altos níveis de ingestão de vitamina B12 ou altos níveis de vitamina B12 no sangue poderiam estar associados ao câncer.
Saiba qual a importância da vitamina B-12 para nosso organismo Saiba qual a importância da vitamina B-12 para nosso organismo
Mantendo o equilíbrio O corpo está constantemente produzindo novas células. Toda vez que uma célula se divide, ela precisa copiar seu DNA com precisão. A vitamina B12 é fundamental para esse processo. Quando os níveis estão muito baixos, o DNA pode ser copiado incorretamente, levando a mutações que, ao longo de muitos anos, podem aumentar o risco de certos tipos de câncer, particularmente o câncer de cólon. É por isso que a deficiência de vitamina B12 é levada a sério.
Um estudo de caso-controle de 2025 no Vietnã descobriu o que os pesquisadores descreveram como uma relação em forma de U entre a ingestão de vitamina B12 e o risco de câncer, com tanto a ingestão mais baixa quanto a mais alta associadas a um risco aumentado. Como esse tipo de estudo pode mostrar uma associação, mas não pode provar causa e efeito, a conclusão não é que a vitamina B12 seja perigosa. É que o equilíbrio é importante.
Pode parecer lógico que, se a vitamina B12 ajuda as células saudáveis a se desenvolverem, tomar doses extras deveria oferecer proteção adicional contra o câncer. Mas as pesquisas não corroboram totalmente essa ideia. A vitamina B12 ajuda no crescimento celular em geral, não apenas o crescimento de células saudáveis. Uma preocupação é que, se células pré-cancerosas já estiverem presentes, uma disponibilidade muito alta de nutrientes que ajudam no crescimento, como a vitamina B12, poderia, em teoria, apoiar o crescimento delas também. Mas isso continua sendo difícil de provar em seres humanos.
De modo geral, estudos sobre suplementos de altas doses de vitamina B tomados por longos períodos não demonstraram efeitos protetores claros contra a incidência de câncer ou mortes por câncer. Uma análise relatou uma redução no risco de melanoma, mas essa foi uma descoberta específica para esse tipo de câncer, e não uma evidência de que altas doses de vitaminas B previnem o câncer de maneira geral. Algumas pesquisas observacionais também sugeriram um ligeiro aumento no risco de câncer de pulmão associado à suplementação de longo prazo com altas doses de B6 e B12, particularmente entre homens e fumantes, embora esse tipo de estudo não possa provar que os suplementos causaram os cânceres.
Médicos também observaram que muitos pacientes com câncer apresentam níveis de vitamina B12 no sangue excepcionalmente elevados. Isso levanta uma questão importante: os níveis elevados de vitamina B12 contribuem para o câncer, ou o próprio câncer pode causar o aumento dos níveis de vitamina B12?
Uma pesquisa realizada em 2022 concluiu que níveis elevados de vitamina B12 em pacientes com câncer são frequentemente um “epifenômeno”. Em outras palavras, a vitamina aparece junto com a doença, mas não necessariamente a desencadeia. Outra pesquisa de 2024 chegou a uma conclusão semelhante.
Acredita-se que esse efeito envolva dois mecanismos principais. Primeiro, os tumores podem afetar o fígado, que armazena grandes quantidades de vitamina B12. Quando o fígado está danificado ou sob estresse, ele pode liberar mais vitamina B12 na corrente sanguínea. Segundo, alguns tumores podem aumentar as proteínas que se ligam à vitamina B12 no sangue. Isso pode elevar os resultados dos exames de sangue sem que isso signifique necessariamente que as células do corpo estejam recebendo ou utilizando mais vitamina B12.
Indicação útil Os pesquisadores também estão reconhecendo que níveis elevados de vitamina B12 podem não ser uma causa de câncer, mas podem ser um marcador útil para indicar se o câncer está presente ou progredindo. Um grande estudo de 2026 descobriu que pacientes com câncer de cólon com níveis muito altos de vitamina B12 sobreviveram por uma mediana de cerca de cinco anos, em comparação com quase 11 anos para aqueles com níveis normais.
Padrões semelhantes foram encontrados no câncer de boca e em pacientes em imunoterapia, onde níveis elevados de vitamina B12 foram associados a resultados mais desfavoráveis. Isso significa que níveis elevados e persistentes de vitamina B12, sem causa aparente, especialmente quando não são causados por suplementos, não devem ser ignorados. Isso pode indicar doença hepática, distúrbios sanguíneos ou um câncer subjacente que ainda não foi detectado.
Para a maioria das pessoas, isso não é motivo de preocupação. A vitamina B12 proveniente de uma dieta normal que inclua carne, peixe, ovos, laticínios ou alimentos fortificados geralmente não é o problema: é muito difícil consumir vitamina B12 em excesso apenas pela alimentação. A deficiência continua sendo um problema mais comum e melhor estabelecido do que o excesso.
A preocupação é a suplementação prolongada em altas doses sem orientação médica, ou um exame de sangue que mostre níveis persistentemente elevados de vitamina B12 quando a pessoa não está tomando suplementos.
A mensagem geral é simples: mais nem sempre é melhor. O câncer não pode ser prevenido com a ingestão excessiva de uma única vitamina. Os hábitos de longo prazo são mais importantes: ter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios regularmente, evitar o tabagismo, proteger a pele e realizar exames de saúde de rotina.
E quanto à vitamina B12? Obtenha a quantidade suficiente através da alimentação ou de suplementos, se necessário, especialmente se você for vegano, idoso ou tiver uma condição que afete a absorção. Mas deixe as megadoses na prateleira, a menos que um médico as recomende. Com a B12, assim como com muitos nutrientes, o objetivo não é o máximo possível. É a quantidade certa.
O excesso de sal na alimentação continua sendo um dos maiores riscos silenciosos para a saúde cardiovascular dos brasileiros. Entre os dias 13 e 19 de maio, a Semana Mundial de Conscientização sobre o Sal reforça o alerta sobre os impactos do consumo elevado de sódio, associado ao aumento de casos de hipertensão, infarto, AVC e doenças renais.
Mas deixa eu te perguntar: você costuma colocar sal em tudo? Ou acha que consome pouco só porque não exagera no saleiro? A verdade é que muita gente ingere sal demais sem perceber.
Segundo o Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares causam cerca de 400 mil mortes por ano no Brasil. Desse total, aproximadamente 46 mil estão relacionadas ao consumo excessivo de sal.
O chamado “sódio oculto” está presente em diversos alimentos industrializados consumidos diariamente — muitas vezes sem que a gente perceba.
“O brasileiro consome, em média, entre 9 e 12 gramas de sal por dia, praticamente o dobro do recomendado pelas diretrizes internacionais”, explica Marcio Sousa, cardiologista e chefe da Seção de Hipertensão Arterial, Tabagismo e Nefrologia do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda o consumo máximo de 5 gramas de sal por dia — o equivalente a uma colher de chá rasa, considerando toda a alimentação diária.
“Hoje, o principal vilão é o sódio oculto presente nos alimentos processados e ultraprocessados. Estima-se que mais de 70% do sódio consumido venha desses produtos”, afirma o doutor Sousa.
E é aí que mora o perigo. Porque o excesso de sódio não aparece só no macarrão instantâneo ou nos embutidos. Ele também pode estar escondido em alimentos que muita gente considera “do bem”.
“Existem produtos considerados ‘fitness’ ou aparentemente saudáveis que podem ter muito sódio, como barras proteicas, whey protein, granolas, isotônicos, águas saborizadas e refrigerantes zero ou diet”, destaca o cardiologista.
Sim, até aquele lanchinho “fit” da correria pode esconder mais sal do que você imagina. Já reparou na quantidade de sódio dos produtos que você consome todos os dias?
“O sódio faz o corpo reter mais líquido, aumentando o volume de sangue dentro dos vasos e sobrecarregando o coração. Com o tempo, isso favorece hipertensão, infarto, AVC, insuficiência cardíaca e doença renal crônica”, diz.
O problema é que, na maioria das vezes, o corpo não dá sinais tão claros no começo. E muita gente convive anos com pressão alta sem nem desconfiar.
A alimentação moderna também tem contribuído para que os problemas cardiovasculares apareçam mais cedo: “O consumo frequente de ultraprocessados, fast food, embutidos, energéticos e alimentos ricos em sódio faz com que muitos jovens desenvolvam pressão alta cada vez mais cedo”, alerta Marcio Sousa.
E não, isso não significa viver comendo comida sem graça.
Segundo o especialista, o paladar consegue se adaptar gradualmente à redução do sal: “Em média, essa adaptação leva de três a oito semanas. Depois desse período, alimentos naturais passam a ter mais sabor e produtos industrializados podem até parecer excessivamente salgados”, afirma.
O médico recomenda apostar em temperos naturais, como alho, cebola, ervas frescas, limão, páprica e cúrcuma. Aos poucos, o paladar muda — e muita gente passa até a estranhar alimentos muito salgados.
Outra dica importante? Começar a olhar os rótulos dos alimentos com mais atenção.
“Valores acima de 400 mg de sódio por porção já merecem cautela. Também é importante observar ingredientes como glutamato, bicarbonato, fosfato e conservadores, que indicam fontes de sódio oculto”, orienta.
No fim das contas, pequenas mudanças fazem diferença. Reduzir ultraprocessados, evitar exageros e provar a comida antes de adicionar mais sal já são passos importantes para cuidar da saúde do coração sem precisar virar a rotina de cabeça para baixo.