"Só sabe a importância da equoterapia quem tem na família alguém que precisa desse tratamento." Essa colação foi feita por uma mãe de família, a sra. Roseli Borges, que tem um filho, o Braulio, que está na lista para ser tratado com a equoterapia, que está agora implantada em Floriano-PI.
O processo envolve vários profissionais de saúde e de outras áreas e, conforme o que está sendo repassado, tudo está pronto para atender comunidade. Uma mãe de um garoto já inscrito no projeto destacou a importância do atendimento.
O tema divide opiniões. Há quem garanta que beber água durante as refeições faz com que a sensação de saciedade chegue mais rápido, enquanto outros argumentam que beber água pode interferir na digestão.
A revista Real Simple publicou um artigo explorando o assunto.
Como a água afeta a digestão quando ingerida com alimentos
A hidratação diária é importante para a saúde do organismo, e especialistas recomendam beber até dois litros de água por dia.
Mas será que beber água durante as refeições influencia a digestão dos alimentos?
Beber pequenos goles de água pode ter um impacto positivo na digestão, segundo a médica de família Arshpreet Saraan.
“Se você costuma beber água aos poucos durante as refeições, não deve haver necessariamente um aumento ou diminuição na digestão”, destacou. “Ao engolir os alimentos, o corpo os processa: eles descem pelo esôfago, chegam ao estômago e as enzimas digestivas atuam ali… a água apenas ajuda nesse processo.”
A água ajuda a manter tudo em movimento A nutricionista Mackenzie Blair defende que é positivo beber água em pequenas quantidades durante as refeições para ajudar a manter o fluxo digestivo.
“Gosto de pensar no sistema digestivo como um rio: se não houver comida ou água suficiente, nada flui”, afirma.
Na experiência clínica de Saraan, alguns pacientes já perguntaram se beber água durante as refeições poderia diluir as enzimas digestivas ou atrasar a digestão.
“Na verdade, isso não deveria acontecer. A água apenas amolece os alimentos que estão sendo consumidos e ajuda a impulsioná-los pelo trato digestivo”, explica.
Como a água pode contribuir para a sensação de saciedade Algumas pessoas acreditam que beber um copo de água antes das refeições ajuda a evitar comer em excesso. Mas será que isso é comprovado pela ciência?
Blair destaca que beber água durante as refeições “pode influenciar os sinais de saciedade” e ajudar a perceber que já se está satisfeito em um ritmo adequado.
Quem não deve beber água durante as refeições? Pessoas com problemas gastrointestinais Não é recomendado que pessoas com problemas gastrointestinais bebam água durante as refeições, pois a combinação de água com alimentos pode aumentar a pressão intra-abdominal, piorando os sintomas.
Quem acabou de fazer cirurgia bariátrica Se você passou por uma cirurgia bariátrica, é preciso ter cuidado extra. Beber água durante as refeições pode fazer com que a sensação de estômago cheio apareça mais rapidamente, o que pode interferir na quantidade de comida necessária.
“Isso pode causar saciedade precoce e afetar negativamente a quantidade de comida que a pessoa consegue ingerir”, alerta Saraan.
Quando você não bebeu água durante o dia Segundo Blair, o ideal é distribuir o consumo de água ao longo do dia, em vez de concentrá-lo apenas nas refeições. Isso ajuda a manter o corpo hidratado durante todo o dia e evita a necessidade de compensar bebendo água em excesso durante as refeições.
A esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado, atinge cerca de 20% da população brasileira e avança sem dar sinais. O fígado não dói quando está sobrecarregado, e é justamente essa característica silenciosa que torna a condição perigosa. Muitas vezes, o problema só é descoberto em exames de rotina, quando já existe acúmulo significativo de gordura nas células hepáticas. O que poucos percebem é que alguns hábitos aparentemente inofensivos do almoço do dia a dia podem estar contribuindo diretamente para esse quadro.
Por que o fígado acumula gordura sem aviso O fígado é responsável por mais de 500 funções no organismo, incluindo a metabolização de gorduras e açúcares. Quando a alimentação sobrecarrega esse órgão de forma contínua, ele começa a armazenar gordura em suas próprias células. O processo acontece gradualmente e, como o fígado não possui terminações nervosas que provocam dor, a pessoa não sente nada até que a situação se agrave. A gordura acumulada pode evoluir para inflamação, fibrose e, em casos mais sérios, cirrose ou câncer hepático.
O que a ciência diz sobre açúcar e fígado Uma das principais descobertas sobre a gordura no fígado está relacionada ao consumo excessivo de açúcar, especialmente a frutose presente em bebidas adoçadas. Segundo a revisão científica Fructose and sugar: A major mediator of non-alcoholic fatty liver disease, publicada no Journal of Hepatology, dietas ricas em açúcar aumentam não apenas o risco de esteatose, mas também de inflamação hepática avançada. O estudo explica que a frutose estimula a produção de gordura no fígado de forma mais intensa do que outros nutrientes, além de prejudicar a oxidação de gorduras já existentes. Os pesquisadores destacam que reduzir o consumo de bebidas açucaradas pode trazer benefícios significativos para diminuir o acúmulo de gordura hepática.
4 hábitos do almoço que prejudicam o fígado Alguns costumes muito presentes na rotina alimentar brasileira contribuem para o acúmulo silencioso de gordura no fígado:
Tomar refrigerante ou suco industrializado durante a refeição: essas bebidas são ricas em açúcar e frutose, que chegam rapidamente ao fígado e estimulam a produção de gordura local. Mesmo os sucos de caixinha considerados “naturais” podem conter altas doses de açúcar adicionado Exagerar no arroz branco e pular as fibras: carboidratos refinados em excesso elevam rapidamente a insulina, favorecendo o armazenamento de gordura no fígado. A ausência de fibras no prato acelera ainda mais esse processo Abusar de frituras e carnes gordurosas: bife à milanesa, batata frita e linguiça são escolhas frequentes que sobrecarregam o fígado com gorduras saturadas. Esse tipo de gordura está diretamente ligado à inflamação hepática Repetir sempre o mesmo padrão pesado: almoçar diariamente com combinações de carboidratos refinados, gorduras ruins e bebidas açucaradas cria uma sobrecarga constante que o fígado não consegue processar adequadamente Pequenas mudanças que fazem diferença A boa notícia é que o fígado possui grande capacidade de regeneração quando os hábitos mudam. Substituições simples no almoço podem reduzir a sobrecarga hepática de forma significativa:
Trocar o refrigerante por água ou chá sem açúcar Incluir mais vegetais e legumes no prato, aumentando a ingestão de fibras Preferir arroz integral ou reduzir a porção de arroz branco Escolher proteínas magras como frango grelhado, peixe ou ovos em vez de carnes gordurosas e frituras Usar azeite de oliva no tempero da salada, que possui ação protetora comprovada para o fígado
A perda de peso gradual, entre 7% e 10% do peso corporal, já é suficiente para reduzir a gordura hepática em muitos casos. Exercícios físicos regulares também ajudam o fígado a metabolizar gorduras de forma mais eficiente. Como a esteatose não costuma causar sintomas iniciais, pessoas com fatores de risco como obesidade, diabetes, colesterol alto ou histórico familiar devem fazer exames periódicos para avaliar a saúde do órgão. Saiba mais sobre a esteatose hepática e como identificá-la.
Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Se você apresenta fatores de risco ou deseja investigar a saúde do fígado, procure orientação médica para diagnóstico e acompanhamento adequados.
A sensação de queimação nos pés ao deitar é mais comum do que se imagina e nem sempre está ligada ao cansaço do dia. Quando os pés começam a arder, esquentar ou formigar justamente na hora de dormir, o corpo pode estar sinalizando problemas no sistema nervoso, na circulação ou até uma deficiência nutricional que já se instalou silenciosamente. Identificar a causa correta faz toda a diferença para recuperar noites de sono tranquilas e evitar complicações.
Por que a queimação nos pés piora durante a noite? Durante o dia, o cérebro recebe uma grande quantidade de estímulos sensoriais, como o contato dos calçados, o movimento ao caminhar e as variações de temperatura do ambiente. Esses estímulos competem com eventuais sinais de dor ou desconforto nos pés, tornando a queimação menos perceptível.
Além disso, a posição deitada altera a distribuição do fluxo sanguíneo nos membros inferiores. Essa mudança pode intensificar processos inflamatórios locais e contribuir para que a sensação de calor, ardência ou formigamento se torne o principal incômodo no momento de dormir.
Principais causas da sensação de pés ardentes Diversas condições de saúde podem provocar essa queimação persistente. Conhecer as mais frequentes ajuda a entender quando o sintoma merece atenção médica. Entre as causas mais comuns estão:
Neuropatia diabética, que ocorre quando os níveis elevados de açúcar no sangue danificam os nervos dos pés ao longo do tempo, provocando ardência, dormência e formigamento que pioram à noite
Deficiência de vitamina B12, essencial para a proteção das fibras nervosas, cuja falta compromete a condução dos impulsos e gera sensações de calor e picadas nas extremidades.
Insuficiência venosa crônica, na qual o sangue tem dificuldade para retornar ao coração e se acumula nos pés e pernas, causando peso, inchaço e uma sensação persistente de calor.
Consumo excessivo de álcool, que pode lesar diretamente os nervos periféricos e agravar deficiências nutricionais que afetam a saúde dos pés.
Revisão clínica confirma a relação entre doenças ocultas e pés ardentes
A associação entre a queimação nos pés e condições de saúde que muitas vezes passam despercebidas é respaldada pela ciência. Segundo a revisão clínica “Síndrome da queimação nos pés: uma revisão clínica”, publicada no Australian Family Physician e indexada no PubMed, a síndrome dos pés ardentes é uma condição frequente, especialmente entre idosos, e pode surgir de forma isolada ou como parte de um conjunto de sintomas relacionados a diabetes, deficiências vitamínicas e problemas circulatórios. O estudo destaca ainda que, apesar do desconforto intenso relatado pelos pacientes, os exames físicos muitas vezes apresentam poucos sinais visíveis, o que torna o diagnóstico mais desafiador e reforça a necessidade de investigação detalhada.
Sinais de alerta que pedem avaliação médica Nem toda queimação nos pés indica um problema grave. Usar calçados apertados, meias de tecido sintético ou permanecer muitas horas em pé pode provocar desconforto temporário que desaparece com o repouso. No entanto, alguns sinais indicam que o sintoma precisa de investigação. Fique atento quando:
Nesses casos, o clínico geral pode solicitar exames de sangue para avaliar a glicemia e os níveis de vitamina B12, além de encaminhar para especialistas como o neurologista ou o angiologista conforme a suspeita.
O que fazer para aliviar e quando buscar ajuda profissional? Algumas medidas simples podem trazer alívio temporário, como mergulhar os pés em água fresca por alguns minutos antes de dormir, usar meias de algodão, manter os pés elevados ao deitar e evitar calçados fechados de material sintético durante o dia. Manter uma alimentação equilibrada, rica em vitaminas do complexo B, também contribui para a saúde dos nervos.
Porém, quando a queimação é frequente, intensa ou acompanhada de outros sintomas, essas medidas não substituem uma avaliação médica. O tratamento correto depende inteiramente da causa e pode envolver desde o controle da glicemia e a suplementação vitamínica até o uso de meias de compressão e medicamentos específicos para dor nos nervos.
Aviso: este conteúdo é meramente informativo e não substitui, em nenhuma hipótese, a consulta, o diagnóstico ou o tratamento de um médico. Diante de qualquer sintoma persistente, procure orientação médica profissional.