Uma parte muito importante na estrutura dos olhos é a conjuntiva. Ela consiste em uma membrana fina e imperceptível que cobre a parte branca, chamada de esclera, e também o interior das pálpebras.

conjuntivite

Sua função é manter a lubrificação dos olhos, permitindo que as pálpebras se abram e fechem normalmente. Ela também protege a região contra agentes externos, como a poeira, evitando que alcancem outras camadas dos olhos.

Algumas doenças podem acometer a conjuntiva, comprometendo a saúde ocular, e a conjuntivite é uma das mais comuns. Ela é dividida em alguns tipos, possui diferentes causas e pode surgir em pessoas de todas as idades.

Neste artigo, você entenderá mais sobre essa patologia, é só continuar a leitura.

Índice — Neste artigo você verá:

O que é conjuntivite? Tipos e causas Contágio e prevenção Principais sintomas Formas de tratamento O que é conjuntivite? A conjuntivite consiste na inflamação da conjuntiva, estrutura presente nos olhos. Essa inflamação causa alguns sintomas específicos, como irritação e lacrimejamento.

É comum que os olhos também fiquem com um aspecto avermelhado, o que torna a condição fácil de ser percebida. Isso ocorre porque a conjuntiva possui diversos vasos sanguíneos que se destacam durante a inflamação.

Com duração de alguns dias, a conjuntivite pode ser altamente contagiosa, dependendo da sua causa. Por isso, é necessário buscar uma orientação médica para que a origem seja compreendida e as instruções possam ser passadas quanto à melhor forma de proteger outras pessoas.

Tipos e causas São três os principais tipos de conjuntivite: viral, bacteriana e alérgica, sendo os dois primeiros os mais comuns. Eles são separados de acordo com suas causas.

Viral A maioria dos casos de conjuntivite são originados por vírus, sendo eles geralmente de uma família chamada Adenovírus. O contágio pode ocorrer de forma muito fácil, o que abre espaço para surgirem surtos epidêmicos.

Em alguns casos, os pacientes com esse tipo de conjuntivite podem também apresentar outras manifestações virais, como os resfriados comuns.

Após o contato com o vírus, ainda pode levar algum tempo até que os sintomas surjam, já que o período de incubação vai de 5 a 12 dias, aproximadamente.

A condição é autolimitada e tende a se curar sozinha, mas em alguns casos, pode ser recomendado o uso de colírios.

Bacteriana São inúmeras as bactérias que podem causar a conjuntivite bacteriana. Algumas delas são: Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus spp e Moraxella catarrhalis.

Ela geralmente se parece muito com o tipo viral e também é transmissível. É importante diferenciá-las para que o tratamento adequado possa ser indicado, já que ela é tratada com antibióticos.

Alérgica A conjuntivite alérgica é originada a partir do contato com algum agente que provoca a reação no corpo.

Quem possui predisposição para esse tipo de conjuntivite pode vivenciar episódios recorrentes. Além disso, também é comum acometer pessoas com históricos de outras condições alérgicas, como rinite, que inclusive podem se manifestar em conjunto.

A conjuntivite alérgica pode ser aguda (por reação a algum alérgeno específico), sazonal (como durante a primavera) ou perene (causada por ácaros, poeira ou outras substâncias não sazonais).

Contágio e prevenção Os tipos de conjuntivite que são contagiosas são a viral e a bacteriana. Elas podem ser passadas facilmente a partir do contato com alguém doente.

O vírus ou a bactéria pode estar presente nas mãos após tocar os olhos, em toalhas, travesseiros, maquiagens e outros objetos de uso pessoal. Então, é importante evitar compartilhá-los, especialmente se há o diagnóstico da condição.

Deve-se também manter as mãos sempre higienizadas, assim como todo o ambiente no qual a pessoa com conjuntivite está inserida. Contato próximo, como abraços e beijos, também devem ser evitados.

Pessoas que utilizam lentes de contato devem dar atenção aos cuidados com elas, já que as chances de surgir a inflamação podem ser aumentadas neste caso. Isso porque as lentes podem acumular bactérias, vírus e substâncias alérgicas, o que possibilita o surgimento da conjuntivite.

O contágio também pode ocorrer pelo contato em piscinas, e por isso elas também devem ser evitadas por quem apresenta sintomas relacionados. A própria água presente nela, que possui cloro e outras substâncias, pode irritar os olhos ou ocasionar uma reação alérgica.

Então, o recomendado é utilizar óculos de natação e lavar os olhos depois do banho de piscina utilizando água limpa.

Principais sintomas Alguns dos sintomas que caracterizam um quadro de conjuntivite são:

Lacrimejamento; Coceira; Irritação; Sensação de areia nos olhos; Vermelhidão Dor; Sensibilidade ao se expor no sol; Inchaço na pálpebra; Secreção, que pode ser aquosa ou viscosa. O excesso de secreção pode ainda formar uma crosta sobre os olhos, especialmente durante o tempo de sono. A visão pode ser atrapalhada momentaneamente em consequência disso, mas em geral, a conjuntivite não a coloca em risco.

Formas de tratamento O tratamento da conjuntivite pode envolver o uso de colírios ou medicamentos de via oral, a depender da origem, como anti-histamínicos, antibióticos e corticoides.

Em muitos casos, o tratamento envolve apenas o alívio dos sintomas e medidas para evitar o contágio. É importante que a pessoa diagnosticada com conjuntivite mantenha as mãos sempre limpas, evite tocar ou coçar os olhos e utilize colírios apenas se houver orientação de um especialista. O mesmo vale para o uso de outros medicamentos.

A conjuntivite é uma condição relativamente comum que pode ser facilmente tratada. Porém, é indispensável a consulta com um(a) médico(a) oftalmologista, que é o profissional que pode diagnosticar cada caso e orientar da melhor forma.

Com informações do minuto saudavel /R7

Foto: divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) entregou, na manhã desta sexta (08), 1.610 órteses, próteses e Meios Auxiliares de Locomoção (OPMs) por meio do Programa Passo à Frente. Ontem (07), os equipamentos passaram pelos primeiros ajustes e adaptações na oficina ortopédica do Ceir, antes de serem disponibilizados à população.

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Nesta etapa foram entregues 84 andadores; 14 muletas; 246 bengalas; 288 cadeiras de roda; 542 cadeiras de banho; 322 calçados diabéticos; 07 calçados sob medida; 35 órteses; 06 próteses; 06 palmilhas e 57 coletes.

Foram beneficiados pacientes de Anísio de Abreu; Bonfim do Piauí; Coronel José Dias; Dirceu Arcoverde; Dom Inocêncio; Fartura do Piauí; Guaribas; Jurema; São Braz; São Lourenço; Várzea Branca e São Raimundo Nonato, totalizando 12 municípios piauienses que receberam OPMs através do programa Passo à Frente.

O programa Passo à Frente é uma iniciativa do Sistema Único de Saúde (SUS), que no Piauí é executado através da Sesapi por meio da Associação Reabilitar, que busca promover o acesso gratuito da população a OPMs, além de confecção, adaptações e ajustes. A demanda é enviada pelas secretarias municipais de saúde para que os processos de produção possam ser iniciados.

"É feito então um o momento de consulta para entender a demanda e iniciado todo um processo para a confecção dos itens, desde as primeiras consultas da população até o momento de entrega. Hoje aqui estamos realizando a maior entrega do programa", afirma Leila Santos, superintendente de atenção aos municípios.

Sesapi

Assim, optar por métodos naturais pode ser a chave para um intestino saudável. Mas, não só isso, também evita possíveis efeitos colaterais associados a produtos químicos. Por isso, a escolha de laxantes naturais e métodos não invasivos pode ser fundamental para assegurar um intestino em pleno funcionamento.

Hoje, aqui no SaúdeLAB, selecionamos as 8 melhores opções de laxantes naturais para limpar o intestino que realmente funcionam e tem comprovação científica.

Laxantes naturais para limpar o intestino Fibras Alimentares: São substâncias presentes em alimentos vegetais que não são digeridas pelo corpo humano. Portanto, as fibras, como celulose e pectina, têm a capacidade de absorver água e aumentar o volume das fezes, estimulando os movimentos intestinais e promovendo a regularidade.

Hidratação Adequada: A água desempenha um papel vital na manutenção da saúde intestinal. Afinal, além de ajudar na digestão, a água amolece as fezes, facilitando sua passagem pelo cólon e evitando a constipação.

Massagem Abdominal: Técnicas de massagem suave no abdômen podem estimular os músculos intestinais e favorecer o movimento dos alimentos ao longo do trato gastrointestinal. Ademais, isso pode aliviar a constipação e promover o funcionamento regular do intestino.

Ameixas Secas: Reconhecidas por suas propriedades laxativas, as ameixas secas são ricas em fibras e sorbitol. Assim, esses compostos auxiliam no amolecimento das fezes e no estímulo dos movimentos intestinais, contribuindo para a regularidade intestinal.

Sementes de Psyllium: Fonte de fibras solúveis, as sementes de psyllium formam um gel quando misturadas com água, ajudando a amolecer as fezes e melhorar a consistência das evacuações. Portanto, isso auxilia na regularidade do trânsito intestinal.

Suco de Aloe Vera: O suco de aloe vera possui propriedades laxativas suaves, podendo estimular o intestino a se contrair e facilitar a passagem das fezes. No entanto, seu uso deve ser moderado, pois em excesso pode causar desconforto abdominal.

Exercícios Físicos: A prática regular de atividade física pode estimular os movimentos peristálticos do intestino, auxiliando na regularidade intestinal e no alívio da constipação.

Óleo de Rícino: Este óleo possui propriedades laxativas, mas deve ser utilizado com cautela devido à sua potência. Assim, é capaz de estimular fortemente os movimentos intestinais, por isso é recomendado apenas sob orientação médica e em doses adequadas para evitar efeitos colaterais indesejados.

Estes métodos naturais podem auxiliar no estímulo do intestino. Mas é importante lembrar que cada pessoa reage de maneira diferente a esses tratamentos, e o uso excessivo ou inadequado pode causar desconforto ou efeitos adversos.

Funcionamento do intestino e dieta adequada O intestino desempenha um papel crucial na saúde geral do corpo, sendo responsável pela absorção de nutrientes essenciais e pela eliminação de resíduos. Por isso, para que funcione de maneira eficaz, é fundamental adotar uma dieta equilibrada e nutritiva.

Assim, optar por uma alimentação balanceada, rica em fibras e garantir uma hidratação adequada é indispensável. Aliás, estes são passos fundamentais para manter um intestino regular e saudável, evitando complicações associadas à constipação e contribuindo para o bem-estar geral do corpo.

Como o intestino deve funcionar normalmente? Um intestino saudável opera de forma regular e eficiente, seguindo um padrão que varia de pessoa para pessoa. Normalmente, um funcionamento intestinal saudável se manifesta por evacuações regulares, que podem ocorrer diariamente ou até mesmo algumas vezes por semana, desde que sejam consistentes e sem esforço excessivo.

Características de Fezes Saudáveis: Fezes saudáveis têm uma consistência adequada, sendo firmes, porém macias, e de fácil eliminação. Assim, elas geralmente têm uma forma cilíndrica e são eliminadas sem desconforto ou dor. Ademais, a cor normal das fezes pode variar de tons de marrom, dependendo da dieta e da ingestão de líquidos. Regularidade sem Esforço Excessivo: Em um intestino saudável, as evacuações ocorrem naturalmente, sem a necessidade de esforço excessivo ou tensão durante o processo. Por isso, é um processo confortável e que não causa dor ou desconforto significativo. Tempo de Trânsito Intestinal: O tempo que os alimentos levam para passar pelo trato digestivo varia, mas geralmente, em um intestino saudável, esse processo leva de 24 a 72 horas. No entanto, é importante observar que variações no tempo de trânsito intestinal podem ser normais, desde que não haja sintomas de constipação ou diarreia. Complicações da prisão de ventre A constipação não é apenas desconfortável, mas pode levar a complicações que afetam a qualidade de vida e a saúde intestinal a longo prazo. Por isso, é importante buscar medidas para prevenir e tratar a constipação de forma eficaz.

Desta forma, adotando hábitos alimentares saudáveis, aumentando a ingestão de água e fibras, e buscando orientação médica quando necessário para evitar complicações mais graves.

É necessário mesmo limpar “fezes velhas”? Existe um equívoco comum sobre a presença de “fezes velhas” no intestino. Aliás, em um intestino saudável, não há a formação de um acúmulo de resíduos ou “fezes velhas” que necessitem de procedimentos invasivos ou de limpeza profunda. Ademais, o cólon tem a capacidade natural de eliminar continuamente os resíduos através dos movimentos peristálticos.

Qual realmente é necessário esvaziar o intestino? Há situações específicas em que o esvaziamento do intestino pode ser necessário. Principalmente em procedimentos médicos como exames diagnósticos e cirurgias que exigem um cólon limpo para melhor visualização ou procedimentos seguros.

Neste caso é necessário utilizar medicamentos e produtos específicos para este fim, portanto laxantes naturais para limpar o intestino não não funcionar.

Preparação para Exames Médicos: Alguns exames diagnósticos, como colonoscopia, sigmoidoscopia ou exames de imagem do trato gastrointestinal, exigem que o cólon esteja completamente limpo para permitir uma visualização clara do revestimento intestinal. Nesses casos, os médicos podem prescrever uma preparação específica, incluindo dieta restrita, laxantes ou soluções de limpeza intestinal para esvaziar completamente o cólon antes do procedimento.

Cirurgias do Trato Digestivo: Em certos procedimentos cirúrgicos do trato gastrointestinal, pode ser necessário esvaziar o intestino para reduzir o risco de complicações durante a operação. Orientação Médica Essencial: Nestas situações, é fundamental seguir rigorosamente as orientações médicas. A preparação adequada antes de procedimentos médicos ou cirurgias é crucial para garantir a eficácia do procedimento e a segurança do paciente.

Aliás, ignorar ou não seguir corretamente as instruções médicas pode comprometer a precisão diagnóstica ou a segurança durante a cirurgia. Laxantes naturais para limpar o intestino funcionam em casos específicos O uso de laxantes naturais e a adoção de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, hidratação adequada e atividade física, são fundamentais para manter um intestino saudável.

Assim, optar por métodos naturais para promover o funcionamento regular do intestino pode contribuir significativamente para a saúde a longo prazo, evitando complicações associadas à constipação e garantindo o bem-estar gastrointestinal.

Saude Lab

Você já ouviu falar na relação entre pés inchados e insuficiência cardíaca? Aliás, o inchaço nos pés, apesar de ser comum em várias situações, pode ser um sinal de alerta para problemas de saúde subjacentes, como a insuficiência cardíaca.

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Portanto, é fundamental compreender a conexão entre o inchaço nos pés e essa condição cardíaca e estar atento aos sinais que podem indicar a necessidade de cuidados médicos. Hoje, aqui no SaúdeLAB, vamos discutir essa relação e entender mais sobre o sintoma.

Pés inchados e insuficiência cardíaca: uma relação direta? O edema, que é o inchaço nos pés e outras áreas do corpo, muitas vezes está associado à insuficiência cardíaca. Aliás, essa condição cardíaca ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue de forma eficaz para atender às demandas do corpo.

Então, como resultado, há um acúmulo de sangue nos vasos sanguíneos, aumentando a pressão e causando vazamento de fluidos para os tecidos.

Na insuficiência cardíaca, o lado direito ou esquerdo do coração pode enfraquecer, levando a diferentes tipos de edema. Assim, quando o lado direito não consegue bombear o sangue para os pulmões adequadamente, o sangue pode retornar para as veias.

Este fato pode aumentar a pressão nos vasos sanguíneos do corpo e resultando no acúmulo de fluido nos tecidos. Especialmente nas extremidades inferiores, como pés, tornozelos e pernas.

Por outro lado, se o lado esquerdo do coração não consegue bombear o sangue de forma eficaz para o corpo, o sangue pode retroceder nos vasos sanguíneos que transportam sangue para o coração, levando ao acúmulo de líquido nos pulmões.

Isso pode também contribuir para o edema em outras partes do corpo, como nos pulmões e no abdômen.

O edema nos pés, quando associado à insuficiência cardíaca, é um sinal de que o coração pode estar enfrentando dificuldades para realizar suas funções de bombeamento de sangue pelo corpo. Portanto, o reconhecimento precoce desses sintomas é crucial para buscar atendimento médico e identificar a causa subjacente do edema.

Primeiros sinais de insuficiência cardíaca Além do inchaço nos pés, existem vários sinais precoces que podem ser indicativos de insuficiência cardíaca. Portanto, reconhecer esses sintomas é essencial para buscar avaliação médica adequada e intervenção precoce. Por isso, aqui estão alguns sinais a serem observados:

Falta de ar (Dispneia): Sentir dificuldade para respirar durante atividades simples. Assim, atividades como subir escadas ou caminhar, pode ser um sinal de que o coração não está bombeando eficazmente o sangue para o corpo.

Fadiga Persistente: Uma sensação constante de cansaço, mesmo após repouso adequado, pode indicar uma possível insuficiência cardíaca. Neste caso, o corpo pode não estar recebendo oxigênio e nutrientes suficientes devido ao comprometimento do bombeamento sanguíneo.

Tosse Persistente: Uma tosse crônica, especialmente à noite ou quando está deitado, pode ser um sintoma precoce de insuficiência cardíaca. Isso pode ser devido à acumulação de fluido nos pulmões.

Ganho de Peso Repentino: Um aumento rápido e inexplicável no peso corporal pode indicar retenção de líquidos. Aliás, é um dos sinais de acúmulo de fluido devido à insuficiência cardíaca.

Ritmo Cardíaco Acelerado ou Irregular: Palpitações frequentes, um batimento cardíaco acelerado ou irregular. Estes podem ser sintomas de problemas cardíacos subjacentes que podem levar à insuficiência cardíaca.

Dificuldade para Dormir devido à Respiração Irregular: Acordar à noite devido à falta de ar ou dificuldade para respirar pode ser um sinal precoce de insuficiência cardíaca.

Reconhecer esses sinais é crucial, pois a detecção precoce pode levar a intervenções médicas oportunas e a um melhor manejo da condição cardíaca.

Quando o inchaço nos pés é preocupante? O inchaço nos pés, em alguns casos, pode ser um sintoma de uma situação médica urgente. Assim, alguns sinais que indicam a necessidade de atenção médica imediata incluem:

Inchaço Repentino e Grave nos Pés: Se o inchaço nos pés aparecer de repente e for significativo, especialmente se for acompanhado de outros sintomas graves, pode indicar uma condição médica séria.

Falta de Ar Intensa: Se o inchaço nos pés estiver associado a uma falta de ar súbita e severa, isso pode ser indicativo de problemas cardíacos ou pulmonares agudos que requerem assistência médica imediata.

Dor no Peito: Se o inchaço nos pés for acompanhado de dor no peito, desconforto no peito, aperto ou pressão, isso pode ser um sinal de alerta de um possível problema cardíaco agudo, como um ataque cardíaco.

Confusão ou Desmaios: Se o inchaço nos pés for acompanhado por confusão mental, desmaios ou perda de consciência, isso pode indicar um problema sério e requer avaliação médica urgente.

Em caso de qualquer um desses sintomas associados ao inchaço nos pés, é crucial buscar atendimento médico imediato. Esses sinais podem indicar uma emergência médica que requer intervenção rápida para prevenir complicações graves.

Pés inchados e insuficiência cardíaca tem relação sim O inchaço nos pés pode ser um sinal de alerta para várias condições médicas, incluindo a insuficiência cardíaca. Reconhecer os sinais precoces e buscar orientação médica adequada é essencial para identificar a causa subjacente e receber tratamento adequado.

A atenção à saúde cardiovascular e a prontidão para reconhecer sintomas anormais são passos cruciais para uma vida saudável e bem-estar geral.

SaúdeLab

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