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danca1772012Dançar é um ótimo remédio para ajudar a combater a depressão e doenças degenerativas como o mal de Parkinson e outras patologias neurodegenerativas. A atividade, ao som da música, contribui para o desenvolvimento intelectual e cognitivo. Uma pesquisa da Harvard Medical School, dos Estados Unidos, acompanhou pacientes com doenças neurodegenerativas que foram submetidos a aulas de dança. Eles tiveram uma melhora no movimento das articulações e no bem-estar. Aqueles que se sentiam deprimidos, melhoraram o humor e se sentiram mais felizes.

 

Os benefícios ocorrem com a dança porque ao mexer o corpo, o esforço físico aumenta os níveis de serotonina no corpo, contribuindo para combater o estresse, o cansaço e a depressão.

 

A serotonina é uma molécula envolvida na comunicação entre os neurônios. Uma de suas funções é controlar a liberação dos hormônios que controlam o ritmo do sono e do apetite.


Agência Estado

Uma nova técnica criada para combater o câncer de próstata, desenvolvida por pesquisadores dos Estados Unidos, promete reduzir a exposição de pacientes a produtos químicos embutidos nas doses de quimioterapia e aumentar a qualidade de vida durante o tratamento, já que órgãos vitais ficariam menos prejudicados.

 

De acordo com estudo elaborado por pesquisadores da Universidade de Missouri, publicado nessa segunda-feira, 16, na revista da Academia Americana de Ciências, a “PNAS”, a nova técnica consiste em tratar os tumores com nanopartículas de ouro e um composto encontrado em folhas de chá.

 

Kattesh Katti, professor de radiologia e física da Escola de Medicina da universidade, disse que sua equipe descobriu na folha de chá um composto especial que é atraído por células cancerígenas dos tumores. Ele disse ainda que esse composto ajudaria a “entregar” ao tumor as nanopartículas de ouro radioativas, destruindo as células tumorais de forma eficiente.

 

Atualmente, o tratamento de câncer de próstata injeta centenas de “sementes” radioativas na próstata. No entanto, de acordo com o estudiosos, o tratamento não é eficaz no caso de tumores agressivos.

 

Tumor reduziria em 28 dias

No artigo da “PNAS”, os cientistas de Missouri apresentam um método que, em vez de aplicar várias injeções, seriam utilizadas no máximo duas. Com isso, o tumor reduziria de tamanho em 28 dias. Entretanto, os testes com esta metodologia foram aplicados apenas em camundongos e, futuramente, ocorrerá em cães. Ainda não há um prazo para que o tratamento aconteça com humanos.

 

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), entre todos os tipos de câncer no Brasil, o de próstata ainda atinge mais os homens que o de mama afeta as mulheres. Apesar de a próstata ser o problema mais frequente nos homens, com 60.180 novos casos previstos para 2012, o câncer de pulmão mata mais.

 

Casos previstos de câncer em homens no Brasil*

Próstata – 60.180

Traqueia, brônquios e pulmões – 17.210

Cólon e reto – 14.180

Estômago – 12.670

Cavidade oral – 9.990

 

Cânceres que mais matam homens no Brasil**

Traqueia, brônquios e pulmões – 13.677

Próstata – 12.778

Estômago – 8.633

Cólon, reto e ânus – 6.452

Esôfago – 5.923

 

* Estimativas para 2012

**Dados de 2010 do SUS


G1

varizes1772012As varizes são veias que, com o passar dos anos, perdem a elasticidade e ficam mais comprimidas e largas. Com o alargamento destas veias, as válvulas que existem dentro delas perdem a capacidade de fazer o sangue circular. O aparecimento de varizes causa dor e até mesmo o surgimento de feridas que não cicatrizam. O tratamento para as varizes superficiais é feito através da ingestão de drogas que têm como objetivo necrosar as veias impedindo-as de conduzir o sangue. Nos casos mais graves, recomenda-se a intervenção cirúrgica.

 

Para evitar as varizes a recomendação médica é que se evite ficar de pé, parado na mesma posição. Se essa situação não pode ser remediada, os médicos aconselham que se movimente o corpo para que o sangue possa circular na região.

 

Outra recomendação é procurar elevar as pernas acima do nível do coração para facilitar o retorno do sangue para o centro do corpo. Incluir exercícios físicos no dia a dia também é fundamental para evitar o aparecimento de varizes.


Agência Estado

A presidenta da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta segunda-feira, 16, no programa de rádio Café com a Presidenta, que o governo federal investirá R$ 2,7 bilhões até 2014 para construir 900 UPAs. As novas unidades se somarão as 200 Unidades Pronto Atendimento (24 horas)  que já estão funcionando em todo o país e atendem a mais de 2 milhões de pessoas por mês. “Nós sabemos que o desafio é imenso, porque quase 140 milhões de brasileiros e brasileiras dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde, o SUS. E isso significa que o nosso grande desafio é garantir que esse atendimento seja de qualidade para todos. E, quando eu digo atendimento, significa ter médicos disponíveis e ter um atendimento humano e respeitoso”, destacou.


A presidenta explicou durante o programa como é o funcionamento de uma Unidade de Pronto Atendimento 24h. “ A UPA foi criada para dar um atendimento rápido a quem está com um problema urgente de saúde. Pode ser uma criança que quebrou um braço ou que está com febre, ou que está com diarreia, ou teve asma... Mas pode também ser alguém que sofreu um acidente, um infarto, por exemplo. A UPA está preparada para atender a todos esses casos. Lá na UPA tem médico durante todo o tempo, além de uma equipe de enfermeiros, com equipamentos de raio-X, laboratórios para exames, leitos para os pacientes que precisam ficar em observação e até pequenas UTIs. Se o caso for mais grave, o paciente recebe o socorro necessário na UPA, para depois ser transportado, com segurança, para um hospital nas ambulâncias do SAMU”. Segundo a presidenta, a maioria dos casos é resolvida na própria UPA. De cada cem pessoas que procuram atendimento nas UPAs, apenas três pessoas precisam ser transferidas para um hospital. As outras 97 resolvem o seu problema lá mesmo e voltam para casa.


A presidenta comentou, ainda, que o atendimento melhorou muito onde as UPAs já estão funcionando. Isso porque a UPA desafoga a emergência dos hospitais, que é para onde todo mundo vai quando tem um problema de saúde. Um exemplo dado pela presidenta foi o que aconteceu no Hospital Miguel Couto, que é um grande hospital do Rio de Janeiro. “Antes da construção das UPAs na região do hospital, cerca de 850 pessoas procuravam o serviço de emergência do Miguel Couto todo dia. Muitas pessoas acabavam esperando muito tempo na fila ou até ficavam sem atendimento. Agora não, com as UPAs, o hospital está recebendo 350 pacientes na emergência e eles são atendidos com mais rapidez. Um hospital como o Miguel Couto tem toda uma estrutura para atender pacientes que precisam de uma cirurgia de emergência, precisam ficar internados na UTI por um tempo maior ou de uma cirurgia programada, por exemplo. Então, ao desafogar o hospital, a UPA ajuda a melhorar todo o sistema de saúde”.

 

Dilma Rousseff destacou, também, que os pacientes que precisam continuar o tratamento médico iniciado na UPA, devem procurar as Unidades Básicas de Saúde, que são os postos de saúde. Ela explicou que, às vezes, a pessoa procura a UPA com uma dor de cabeça forte e descobre que está com pressão alta. O médico da UPA vai aliviar o sofrimento dela naquele momento, mas, depois, ela vai precisar continuar o tratamento nas Unidades Básicas de Saúde e não precisa ir na UPA.

 

“Nós ainda, precisamos avançar muito, mas, hoje, o SUS é uma rede que conta com hospitais, com o socorro e o transporte eficiente do SAMU, com as UPAs e com o programa Saúde da Família, que atende nas Unidades Básicas. Para funcionar bem, um serviço precisa completar o outro, por isso, além de investir nas UPAs, estamos cuidando também das Unidades Básicas de Saúde. Até 2014, nós vamos investir R$ 3,5 bilhões para construir e equipar quase 4 mil novas Unidades Básicas de Saúde, e reformar e ampliar outras 21 mil em todo o país”, assegurou.

 

A presidenta concluiu o programa afirmando que se preocupa e trabalha muito para fazer o Brasil crescer e se desenvolver, mas é preciso cuidar especialmente do desenvolvimento das pessoas, porque um país só se desenvolve de verdade se a vida das pessoas melhora. “É isso que estamos fazendo quando investimos na saúde. Porque dar qualidade ao atendimento de saúde, é cuidar bem das pessoas, é investir no bem-estar de todos os brasileiros e brasileiras. Uma coisa eu posso te garantir, Luciano, nós vamos continuar avançando, a cada dia mais”, concluiu.


Agência Saúde