• IMG_2987.png
  • prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

bebedormindoAlguns defendem a ideia de deixar o bebê chorando sozinho até conseguir dormir, enquanto outros acham isso uma verdadeira maldade. E uma pesquisa da University do Norte do Texas, nos Estados Unidos, promete colocar mais “lenha” na discussão.



É que concluiu que os níveis do hormônio do estresse, o cortisol, permanecem altos mesmo dias depois de os pequenos deixados sós à noite pararem de reclamar. Os dados são do jornal Daily Mail.



O levantamento contou com crianças entre quatro e dez meses. Elas foram deixadas no berço sozinhas e as mães permaneciam em um quarto próximo onde podiam ouvir o choro, mas não eram autorizadas a consolar. As taxas de cortisol das mulheres e filhos foram medidas na primeira e terceira noites.



No terceiro dia, os bebês se queixaram menos, apesar da quantidade alta do hormônio. As voluntárias, por sua vez, apresentaram queda, sugerindo que relaxaram com a ausência ou diminuição do choro.



“Embora as crianças não tenham apresentado sugestões comportamentais de que estavam experimentando dificuldades na transição para dormir, continuaram a experimentar altos níveis fisiológicos de angústia”, disse a pesquisadora Wendy Middlemiss.



Como o estudo foi breve, não é possível afirmar que o cortisol produzido pelos bebês não caia depois de um tempo. Vale acrescentar que outras avaliações constataram que excesso do hormônio pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro, especialmente o de crianças pequenas.

 



Ponto a Ponto ideias

 

 

bebeultravioletaAreesha Shehzad, uma menina de dois anos de idade sofre de uma rara doença hepática mortal que a condiciona ficar em uma cama de luz ultravioleta para manter-se viva. A garota faz 12 horas por dia de fototerapia, o que ajuda a prevenir danos letais ao cérebro.  A criança, de West Yorks, na Inglaterra, sofre da síndrome de Crigler-Najjar, uma condição rara que afeta menos de 200 pessoas no mundo.

 

Areesha Shehzad tem deficiência na produção de uma enzima vital que impede a ação de uma substância química tóxica, encontrada nas células vermelhas do sangue, que pode matá-la. Para continuar vivendo mesmo nesta condição, ela gasta no mínimo metade do dia (todos os dias) em uma cama de luz UV.

 

A garota possui níveis perigosamente altos de bilirrubina, que é um produto residual natural do sangue. O tratamento com raios UV afeta diretamente a produção de bilirrubina quando estas moléculas entram em contato com o sangue e na pele. A condição Areesha significa que ela tem níveis perigosamente elevados de bilirrubina, um produto residual que ocorrem naturalmente a partir do sangue geralmente repartidas por uma enzima no fígado. Ao controlar os níveis de bilirrubina do corpo e mantê-los em um nível aceitável, Areesha fica protegida de danos a longo prazo.

 

Contudo, o tratamento que toma metade de seus dias impede que ela tenha uma vida social saudável com crianças de sua idade.


R7

idecLevantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) mostrou que produtos destinados ao público infantil não fornecem orientação nutricional correta em suas embalagens.

 

Vários alimentos de marcas diferentes foram analisados: macarrão instantâneo, mini frango empanado congelado, bolacha e bolo recheados e salgadinhos de milho.

 

Em todos, o Idec encontrou uma tabela nutricional de 2 mil calorias, que é destinada para um adulto e não para uma criança ou adolescente.

 

Segundo a gerente de relacionamento do Idec, Karina Alfano, as empresas não podem dar desculpas.

 

— As análises foram feitas em produtos com indiscutível apelo infantil e que traziam personagens licenciados e mensagens direcionadas às crianças.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou um regulamento que obriga que as empresas coloquem em suas embalagens o valor nutricional do produto.

 

No rótulo tem de constar a quantidade de carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, sódio e do valor energético.

 

O problema é que a agência não obriga que as informações sejam específicas por faixa etária.

 

Só que o Código de Defesa do Consumidor obriga o fabricante a informar claramente o que há no produto, o que não está acontecendo com vários alimentos infantis.

 

Ainda de acordo com a gerente do Idec, a pesquisa foi realizada por causa do aumento da obesidade infantil.

 

— Os pais que compram as coisas pensando na dieta do filho acabam enganados com essas embalagens.

 

Agência Estado

truvadaO remédio Truvada, que recebeu o aval da comissão consultora da agência sanitária dos EUA para ser usado na prevenção de infecção pelo HIV, foi registrado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O antirretroviral é produzido pela Gilead.

 

Isso não significa, porém, que a droga passará automaticamente a ser usada no Brasil para tratamento de pacientes com HIV ou indicada antes de relações sexuais desprotegidas com parceiros soropositivos ou com situação sorológica desconhecida.

 

O governo precisa discutir qual estratégia será adotada para o medicamento e chamar a sociedade para esse debate, diz Jorge Beloqui, do Grupo Incentivo à Vida de São Paulo.

 

No início do mês, uma comissão ligada ao FDA recomendou a indicação do uso da droga, uma combinação de tenofovir com emtricitabina na prevenção da aids. Isso permitiria que pessoas não contaminadas pudessem manter relações com soropositivos sem usar preservativo.

 

O remédio já é usado em vários países no tratamento de pacientes com aids. Se a autorização for concedida pelo FDA, a fabricante poderá também indicar o remédio para prevenir a infecção. O Departamento de DST Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde afirmou que o registro da Anvisa não vai modificar, no momento, a estratégia brasileira de combate à doença.

 

Jornal O Estado de São Paulo