Brasileiros na fila para transplantes de órgãos se espantam com anúncios clandestinos na web que comercializam partes do corpo. Criminosos exploram o desespero de quem luta pela vida para ganhar dinheiro.  Em um anúncio encontrado em um site de classificados, um homem anuncia a venda do rim, da medula óssea e do fígado. Diz que não fuma, não bebe e não usa drogas.

 

A reportagem entrou com contato com vendedores de órgãos e descobriu que um rim pode ser comercializado por R$ 35 mil. Quem está disposto a vender uma parte de seu corpo, diz que faz pelo dinheiro e que não se importa em ter que passar por uma cirurgia.

 

Porém, mesmo que o vendedor encontre um comprador, burlar o sistema não é fácil. No Brasil, para realizar um transplante entre duas pessoas vivo é preciso que sejam da mesma família. Caso contrario, só com autorização judicial.

 

Alem disso, os médicos habilitados para esse tipo de cirurgia devem ser cadastrados pelo Ministério da Saúde e todos os processos que envolvem a doação do órgão são regulados pelos Ministérios Públicos.


R7



As crianças tem sido a classe que mais recebeu as doses da vacina contra a influenza na campanha que vem se desenvolvendo em Floriano-PI.  As informações são da coordenadora de Imunização da Secretaria  Municipal de Saúde, enfermeira Thays Braglia (foto).
 
 

A entrevista reveladora foi cedida ao piauinoticias.com nessa segunda-feira, 21, quando a mesma afirmou que mesmo com as crianças se destacando entre as pessoas que são o público alvo, com maior procura,  a campanha ainda está a desejar. Para os retardatários  há um prazo para que recebam as doses, até a próxima sexta-feira, 25.
 
 

thaysbraglia52012As doses continuam disponíveis nos postos espalhados pelo município e na Secretaria de Saúde, que tem sede num trecho da Rua Padre Uchoa com a Avenida Eurípedes de Aguiar, centro.
 
 

“As crianças maiores de dois meses e menores de 2 anos, todas as gestantes em qualquer idade gestacional, idosos após os 60 anos e os profissionais da área de saúde, são as pessoas que devem tomar as doses da vacina”, disse a coordenadora enaltecendo que os pais dos menores estão de parabéns pois levaram em maior seus filhos menores para tomar a vacina, mas ainda falta um percentual grande para que o número de vacinados se aproxime da meta. 
 
 
 
 

Apenas 51% total de pessoas a serem vacinadas tomaram as doses e a meta é de no mínimo 80%, explica.  Com esses números considerados baixos o pessoal da saúde local já aguarda orientações do Ministério da Saúde para que em seguida, possa tomar alguma atitude. A enfermeira Thays acredita que deve haver uma prorrogação devido ao número baixo de vacinados, que já está confirmado após um levantamento concluído.
 
 
 
 
Da redação
IMAGEM: piauinoticias.com

Na hora de praticar esportes, o bom treinamento inclui atividade física, alimentação equilibrada e vestuário apropriado. Além disso, especialistas recomendam também a prática de massagem nos pés após a atividade física.

 

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Miami garantem que a terapia da massagem reduz os níveis de cortisol (o hormônio do estresse), norepinefrina (neurotransmissor ligado ao aumento de ansiedade) e dopamina (estimulante do sistema nervoso central).

 

O estudo realizado por eles constatou também que a massagem aumenta os níveis de endorfina (neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar) e serotonina (substância calmante e sedativa).

 

Além de contribuir para a diminuição das dores musculares, a massagem também reduz espasmos musculares e até o estresse psicológico, acelerando a recuperação do atleta.

 

Agência Estado

O abuso sexual em crianças de zero a 9 anos é o segundo tipo mais comum de violência sofrida nessa faixa etária, ficando pouco atrás das notificações de abandono e negligência, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira, 22, pelo Ministério da Saúde. O levantamento inédito registrou 14.625 notificações de violência doméstica, sexual, física, entre outros tipos de agressões, contra crianças menores de dez anos, em 2011, no Brasil.

 

Os casos de violência sexual contra crianças até os 9 anos representou 35% das notificações. Já a negligência ou abandono corresponderam a 36%. Os números são do sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva), do Ministério da Saúde. Esse tipo de notificação se tornou obrigatório a todos os estabelecimentos de saúde do Brasil, no ano passado.

 

No domingo, 20, a apresentadora Maria das Graças Meneghel, a Xuxa, declarou em depoimento ao quadro "O que vi da vida", do Fantástico, que sofreu abusos até os 13 anos de idade. O desabafo fez com que o tema voltasse à tona.

 

Os dados preliminares mostram ainda que a violência sexual também ocupa o segundo lugar na faixa etária de 10 a 14 anos, com 10,5% das notificações, ficando atrás apenas da violência física (13,3%).

 

Na faixa de 15 a 19 anos, esse tipo de agressão ocupa o terceiro lugar, com 5,2%, atrás da violência física (28,3%) e da psicológica (7,6%). Os dados apontam também que 22% do total de registros (3.253) envolveram menores de um ano e 77% foram na faixa etária de 1 a 9 anos. O percentual é maior em crianças do sexo masculino (17%) do que no sexo feminino (11%).

 

Dentro de casa

A maior parte das agressões aconteceu na própria residência da criança (64,5%). E foram executadas, em sua maioria, por espancamento (22,2%), atingindo mais meninos (23%) do que meninas (21,6%).

 

Em 45,6% dos casos o provável autor da violência era do sexo masculino. Grande parte dos agressores são pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.

 

Segundo Deborah Malta, diretora de análise de situação em saúde do Ministério da Saúde, casos de violência contra crianças e adolescentes devem ser denunciados.

 

“[...] A denúncia é um importante meio de dar visibilidade e, ao mesmo tempo, oportunizar a criação de mecanismos de prevenção e proteção. Além disso, os serviços de escuta, como o disque-denúncia, delegacias, serviços de saúde e de assistência social, escolas, conselhos tutelares e a própria comunidade, devem estar preparados para acolher e atender a criança e o adolescente”, afirma Malta.


G1