hospitalfloA Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) segue em sua meta de melhorar o atendimento em seus hospitais por todo o Piauí. Para isso, vem investindo em melhorias que vão desde reformas e ampliações, a aquisição de novos equipamentos.

 

Após a inauguração da ampliação do Hospital Regional Manoel de Sousa Santos, em Bom Jesus, que passou a contar com um setor de urgência e emergência, agora é a vez de Corrente receber melhorias na saúde.

 

Aproximadamente, R$ 1 milhão está sendo investido no Hospital Regional João Pacheco Cavalcante. As obras contemplam reestruturação física, imobiliária e equipamentos. A inauguração está prevista para o mês de junho.

 

De acordo com Samara de Sá, diretora do hospital, a população contará com dois centros cirúrgicos, 13 enfermarias e 52 leitos totalmente reformados para garantir melhor atendimento e evitar que as pessoas saiam de sua região em busca de atendimento.

 

“Com essa reestruturação a tendência é dobrar o atendimento, reduzir as transferências para Teresina e, assim, diminuir a aglomeração nos hospitais de referência. Os dois centros cirúrgicos têm mobiliários e equipamentos novos. Com o concurso também vamos receber novos profissionais. Daqui a um mês a população vai ganhar um novo hospital como nunca teve antes”, ressaltou a diretora.

 

O hospital de Corrente é referência para oito municípios do Sul do Estado e com uma demanda de 95 mil habitantes, realiza 800 procedimentos por mês, entre urgências e emergências.

 

A exemplo de Corrente estão em obras os hospitais de Uruçuí, Canto do Buriti e Buriti dos Lopes. Em fase de licitação estão São João do Piauí, Elesbão Veloso, Colônia de Carpina (Parnaíba), Oeiras, Floriano e Picos.

 

Os hospitais de São Raimundo Nonato, Bom Jesus e Piripiri vão ganhar Unidades de Cuidados Intermediários (UCI). Picos, Floriano e Parnaíba ganharão, ainda, UTIs neonatais. Estão previstas também reformas nas Regionais de Saúde de Uruçuí e Bom Jesus.

 

Sesapi

 

Uma nova pesquisa, desenvolvida pelo Departamento de Epidemiologia e Bioestatística da Universidade da Califórnia (EUA), sugere que perder 5% do peso corporal por meio de dieta e exercício físico abaixa as taxas de hormônios estrogênio e testosterona, relacionados ao câncer de mama, no sangue de mulheres com obesidade, diminuindo os riscos doença. O estudo foi publicado online no Journal of Clinical Oncology



As descobertas não provam que essa perda peso pode prevenir o câncer de mama, mas é uma opção para redução do risco sem efeitos colaterais significativos. Para o estudo, foram acompanhadas 439 mulheres com sobrepeso, divididas em quatro grupos. Um grupo fez exercícios (principalmente caminhada), o segundo grupo fez dieta, o terceiro fez ambos e o último grupo não fez qualquer modificação na rotina. As participantes tinham idades entre 50 e 75 anos, com uma média de 58 anos. 



Aquelas que fizeram apenas dieta ou dieta em conjunto com exercícios perderam cerca de 10% do seu peso, além de os níveis de testosterona e estrogênio terem diminuído entre 10 e 20%. De acordo com os pesquisadores, a quantidade de peso perdido foi a chave para mudanças nos níveis hormonais, mas fazer apenas a atividade física não produziu uma grande mudança de peso ou nos níveis hormonais. 



Os pesquisadores alertaram que o estudo não afirma que a perda de peso diminui o risco de câncer de mama, apenas faz uma relação, pois seria necessário um estudo maior e mais demorado para provar isso. Eles explicam, no entanto, que a perda de peso tem efeito sobre os hormônios estrogênios circulantes, sendo bem provável que diminua o risco de câncer. 



Prove sete alimentos que previnem câncer de mama

Segundo a nutricionista Débora La Regina, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), "os nutrientes essenciais que ajudariam na prevenção desse tipo de câncer estão em falta na dieta da maioria da população". Veja as dicas das especialistas para colocar mais cor no seu prato e reforçar a saúde. 



Frutas Vermelhas

"Frutas como framboesa e amora contêm fitonutrientes anticancerígenos chamados antocianinas que retardam o crescimento de células pré-malígnas e evitam a formação de novos vasos sanguíneos, que podem alimentar um tumor", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult. 



Cenoura

Uma pesquisa feita pela Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, acompanhou mais de 12 mil mulheres e constatou que consumir duas porções de cenoura todos os dias reduz o risco de desenvolver câncer de mama em até 17%. De acordo com o estudo, entretanto, tal porcentagem só pode ser atribuída a mulheres na pré-menopausa. 



Uva

De acordo com Débora La Regina, os flavonoides presentes na uva podem retardar o crescimento de células malignas no organismo, mas que isso não deve ser desculpa para abusar do vinho tinto. O excesso de álcool prejudica todo o metabolismo e pode ser vir de gatilho a outras doenças, além de fragilizar a imunidade. 



Brócolis

"Por meio do estímulo das enzimas do corpo, o sulforano, presente nos brócolis, elimina substâncias que podem originar células cancerígenas no corpo", aponta Daniela. Recomenda-se o consumo de meia xícara de chá do alimento por dia. 



Especiarias

Pesquisadores do Comprehensive Cancer Center, da Universidade de Michigam, nos Estados Unidos, afirmam que especiarias, como pimenta preta e curry, podem atuar na diminuição do aparecimento de células cancerígenas sem danificar as células saudáveis da mama. 



Soja

Soja e derivados, como leite de soja e tofu, contêm nutrientes em sua composição chamados fitoestrogênio. Ele é similar ao hormônio estrogênio natural, produzido pelo corpo feminino, e a disputa entre essas duas substâncias interfere em enzimas importantes para o desenvolvimento de células cancerígenas, afirma a nutricionista Débora. 




Minha Vida

calcio0512Suplementos de cálcio aumentam em 86% o risco de infarto e devem ser usados "com precaução", segundo um relatório publicado nessa quarta-feira no "British Medical Journal". Uma alimentação rica em cálcio não significa "nenhum benefício cardiovascular significativo, já os suplementos de cálcio podem aumentar o risco de um ataque do coração e devem ser tomados com precaução", alertou em seu artigo a pesquisadora Sabine Rohrmann, da Universidade de Zurique, na Suíça



Os suplementos de cálcio, que costumam ser recomendados para prevenir a osteoporose em idosos e mulheres na menopausa, também aumentam o risco de apoplexias e de mortes causadas por problemas coronarianos. O estudo foi feito realizado em Heidelberg, Alemanha, com 24 mil pessoas entre 35 e 64 anos.



Durante onze anos, os pesquisadores contabilizaram 354 infartos, 260 apoplexias e 267 mortes por estas doenças. O risco de sofrer um infarto foi 86% maior entre pessoas que consumiam suplementos de cálcio regularmente.



Além disso, os participantes que tomaram mais de 1.100 miligramas diárias de cálcio não experimentaram nenhum benefício para sua saúde cardíaca e seu risco de infarto foi 31% maior em relação aos que ingeriram uma quantidade moderada, de 820 miligramas.



Os especialistas indicaram que o cálcio procedente de uma dieta equilibrada é ingerido em pequenas quantidades ao longo do dia, o que facilita sua absorção pelo organismo, enquanto os suplementos provocam aumentos bruscos dos níveis do elemento no sangue.



O pesquisador Ian Reid, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, afirmou na revista que o cálcio deveria voltar a ser um mineral presente numa "dieta equilibrada e não uma panacéia barata para o problema universal da osteoporose na menopausa".





EFE

Bebês nascidos via cesarianas podem ter até duas vezes mais risco de serem crianças obesas aos três anos de idade, afirma um levantamento feito nos Estados Unidos e publicado nesta quinta-feira, 24, na revista pediátrica “Archives of Disease in Childhood” (em português, “Arquivos de Doenças na Infância”). A explicação estaria na diferença entre as bactérias do intestino que bebês adquirem durante o parto normal e o cesáreo.



A equipe avaliou 1.255 bebês nascidos em oito maternidades do estado americano de Massachusets entre 1999 e 2002. Desses, um quarto (284 bebês) nasceu por cesárea. O restante, 971, por parto normal.



Do grupo de nascidos por cesariana, 16% eram considerados obesos aos três anos de idade, mais que o dobro da taxa entre nascidos por parto normal, de 7,5%.



De acordo com os médicos, as mães que fizeram o parto cesariano tinham, em média, mais peso do que as outras e seus bebês também eram mais pesados ao nascer. Elas também amamentavam por menos tempo. Mas mesmo descontando esses fatores, a tendência à obesidade se manteve.



Segundo os médicos que fizeram o levantamento, do Hospital Infantil de Boston, a diferença pode ser explicada pelas bactérias. Bebês nascidos por parto normal adquirem bactérias do gênero Bacteroides da mãe na hora do parto, esses micro-organismos são essenciais para a boa digestão dos alimentos.



Os nascidos por cesárea, no entanto, não apenas têm menos Bacteroides, mas têm mais bactérias do gênero Firmicutes, que são associadas à obesidade por aumentar a energia extraída dos alimentos e causar uma inflamação que dificulta a regulação da absorção de açúcar.



A cesariana também já foi ligada a um maior risco de desenvolvimento de arma e rinite alérgica, em estudos anteriores.




G1