A Sociedade Brasileira de Videocirurgia (SOBRACIL) promoveu o 11º Congresso Brasileiro de Videocirurgia que foi realizado de 18 a 21 de julho de 2012 no Windsor Barra Hotel – Rio de Janeiro – RJ.
 


Depois de muitos anos o Congresso SOBRACIL voltou a ser realizado no Rio de Janeiro e contou com inúmeros convidados, entre os quais os maiores nomes da videocirurgia brasileira e de outros grandes centros, tais como, Estados Unidos, Europa e América Latina. Um dos  focos foi  discutir sobre o que há de importante em meio a tudo que surgiu de novo nos últimos anos e vem sendo acrescentado ao que há de sedimentado relacionado a videocirurgia e acessos minimamente invasivos. marlonmorenorj72012

O evento contou com o profissional em saúde, cirurgião Marlon Moreno que atua no mercado florianense, estado do Piauí, e que vem participando de seminários, conferências e congressos com o objetivo de melhor seus conhecimentos. Na imagem o doutor Marlon Moreno aparece com o francês Dr. Jacques Marescaux  que é professor de Cirurgia Hospital Universitário de Strasbourg, editor Chefe marlonmorenorj72012ada WebSurg e chefe do Departamento de Cirurgia Geral e Digestiva da Universidade Louis Pasteur
 
 

Nesta manhã o profissional em saúde dr. Marlon (foto à direita) esteve falando numa entrevista ao piauinoticias.com e afirmou, “Estamos buscando aprimorar cada vez mais nossos conhecimentos e objetivamos a implantação e a divulgação da videocirurgia, aqui em Floriano-PI. Estamos querendo implantar um Centro de Cirurgia  Minimamente Invasiva e lá nós tivemos a oportunidade de nos atualizar e conhecermos  novas tecnologias, que sem dúvidas são de um campo que sempre se expande e melhora”.





Da redação
Assessoria do médico
 


dengueA Coordenação de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde divulgou, nesta segunda-feira, 29, novos dados da Dengue no Piauí. Até hoje, o estado registrou 12.739 notificações da doença. O número representa um aumento de 7.4 % em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 11.865 notificações.

 

Entre as cidades mais afetadas pela doença, Teresina segue como as que mais registraram casos. São 7.083 notificações. Piripiri vem em segundo com 536, seguido de Parnaíba com (551  notificações. Ainda de acordo com o boletim, o Piauí registra cinco óbitos por conta da dengue. Três em Teresina, um em União e outro em Floriano.

 

A Secretaria de Saúde alerta para a prevenção da doença. O grande problema para combater o mosquito Aedes aegypti é que sua reprodução ocorre em qualquer recipiente utilizado para armazenar água, tanto em áreas sombrias como ensolaradas. “Por isso é sempre bom manter estes recipientes fechados, como uma caixa d'água, por exemplo”, ressalta a diretora de vigilância em saúde da Sesapi, Telma Evangelista.

 

O mosquito possui cor preta com manchas (riscos) brancos no dorso, pernas e cabeça. As fêmeas costumam picar o ser humano na parte do começo da manhã ou no final da tarde. Picam nas regiões dos pés, tornozelos e pernas. Isto ocorre, pois costumam voar a uma altura máxima de meio metro do solo. A coleta regular de lixo também reduz os possíveis criadouros de mosquitos.

 

Veja as cidades com mais notificações:

 

    S. Raimundo Nonato (225 casos)

    Altos (77 casos)

    Buriti dos Lopes (114casos)

    Beneditinos (100 casos)

    Floriano (296 casos)

    Teresina (7.083 casos)

    Piripiri (536 casos)

    Jose de Freitas (397 casos)

    Oeiras (93 casos)

    Pedro II (177 casos)

    Valença (160 casos)

    Parnaíba (551 casos)

    Esperantina (414 casos)

    Castelo do Piaui (140 casos)

    Milton Brandão(101casos)

    Fronteiras( 113 casos)

    Luis Correia (89 casos)

    São Pedro  do Piauí (100 casos)

 

Sesapi

 

O Ministério da Saúde vai incorporar o medicamento Trastuzumabe (Herceptin), uma das principais armas no combate ao câncer de mama, na lista de remédios distribuídos gratuitamente pelo SUS. A inclusão será publicada nesta semana no Diário Oficial da União. O câncer de mama é o segundo mais comum no mundo e omais frequente entre as mulheres. Estima-se que entre 20% e 25% das pacientes diagnosticadas com câncer de mama têm indicação para receber essa medicação - que tem como alvo a mutação genética que leva ao HER-2 positivo, um dos tipos mais agressivos de tumor.

 

O Trastuzumabe é considerado uma das drogas mais avançadas na terapia contra o câncer de mama porque é um anticorpo monoclonal que promove uma "terapia-alvo", já que ele tem a capacidade de atingir exclusivamente as células doentes, preservando as sadias. O medicamento é fabricado pela Roche. O mastologista Waldemir Rezende avisa:

 

— Esse é um grande avanço para as mulheres que dependem do SUS. É uma medicação essencial para as pacientes que são positivo para o HER-2 porque ela consegue controlar o avanço da doença e evitar metástases.

 

A droga será oferecida no SUS por decisão da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia (Conitec), criada dentro do ministério por força de lei. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a comissão analisou o custo-efetividade da droga por mais de um ano, colocou o assunto em consultas públicas e não levou em consideração a pressão das demandas judiciais.

 

A droga é administrada na veia e é de uso hospitalar. Por ser um medicamento de alto custo - cada frasco custa, em média, R$ 7 mil -, ela estava restrita a mulheres que conseguiam o direito de recebê-la do governo por meio de ações judiciais.

 

O Trastuzumabe é o sétimo medicamento mais demandado judicialmente ao Ministério da Saúde, que em 2011 gastou R$ 266 milhões na compra de remédios determinados por decisões judiciais - sendo R$ 4,9 milhões para atender a 61 ordens de compra do Trastuzumabe. Neste ano, o governo federal já recebeu 98 determinações judiciais para compra do medicamento e gastou R$ 12,6 milhões. Só uma compra para atender uma ação civil pública movida pelo Estado de Santa Catarina, por exemplo, consumiu R$ 9,8 milhões dos cofres públicos.

 

Segundo o ministro, a incorporação da droga no SUS exige que o preço praticado pela indústria seja compatível com o que ela aplica no mercado internacional. O governo estima gastar até R$ 150 milhões por ano para fornecer a medicação. Por se tratar de uma compra em massa, há uma negociação com o laboratório fabricante e o preço pode ser reduzido em até 50%. A partir da publicação no Diário Oficial, a oferta na rede ocorrerá em, no máximo, 180 dias.


Agência Estado

Os cuidados com alimentos em casa não incluem apenas aqueles guardados na geladeira ou no freezer, mas também os produtos secos, como farinha, feijão e café. No último caso, o recipiente pode ficar na geladeira, para preservar o aroma, mas deve permanecer bem vedado.

 

Segundo a infectologista Rosana Richtmann e a nutricionista Adriane Antunes, é importante observar sempre os prazos de validade e colocar os alimentos na embalagem adequada para evitar contaminações por fungos, bactérias e toxinas.

 

 As dicas servem também para os cereais, frutos secos, castanhas, amendoim e temperos. Mesmo que o alimenta cheire bem, já pode estar estragado. Nas ruas de São Paulo, a repórter Marina Araújo foi conferir como se devem higienizar as frutas, verduras e legumes.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda muito cuidado nessa situação, principalmente com as frutas abertas para degustação, como abacaxi, manga e tangerina. Antes de comê-las, lave-as com hipoclorito de sódio e depois corte-as em pedaços.

 

Uma das categorias de bactérias que costumam atingir os alimentos é a Escherichia coli, encontrada nas fezes de animais e humanos. Suas principais manifestações no corpo são diarreia e vômito.

 

A E. coli é transmitida por meio de alimentos contaminados, como carne mal passada, leite e sucos não pasteurizados, verduras, legumes e frutas cruas, e água. Mãos sujas ou mal lavadas são responsáveis pela transmissão de pessoa para pessoa.

 

Nos locais onde há surtos dessas bactérias, é fundamental evitar alimentos crus e consumir apenas os bem cozidos.  O principal exame que permite saber qual bactéria causou uma doença é o exame de fezes. Essa identificação é de extrema importância para a saúde pública, especialmente na ocorrência de surtos.

 

Em geral, a E. coli permanece nas fezes até o término da diarreia, mas em alguns casos, principalmente em crianças menores de 1 ano, pode durar semanas ou meses, mesmo depois de cessarem os sintomas. Assim, boas práticas de higiene representam uma medida importante para evitar a propagação da doença no ambiente familiar e em outros espaços.


Bem estar