Baixos níveis de ômega 3, substância encontrada nos peixes, podem estar associados à depressão pós-parto. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Montreal e publicado pelo Canadian Journal of Psychiatry , as mulheres estão em maior risco de depressão durante e após a gestação. A saúde da mãe fica mais vulnerável durante esse período e a falta de ômega 3 pode ser responsável por esse quadro.
“O estudo mostra que pode haver uma ligação entre a gravidez, o ômega-3 e a reação química que libera a serotonina, um regulador de humor nos nossos cérebros”, disse o líder da pesquisa Gabriel Shapiro.
O ômega 3 é transferido da mãe para o feto durante a gravidez e a amamentação, por isso os níveis diminuem no organismo da mulher até seis semanas após o nascimento.
"Essa descoberta pode ser útil para o diagnóstico, tratamento e prevenção do problema", disse Shapiro, que ressaltou a importância de fazer novos estudos sobre a depressão pós-parto para esclarecer a ligação.
Tem início na próxima segunda-feira, 19, a campanha do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí (HEMOPI) que visa a homenagear o doador de sangue. As atividades fazem parte das comemorações do Dia Nacional do Doador Voluntario de Sangue, comemorado em 25 de Novembro.
Com o apoio da Secretaria do Estado da Saúde, o HEMOPI elaborou uma programação especial para toda a semana. Na segunda-feira, às 8:00h, a Banda 16 de Agosto abre a campanha. “É um momento de mobilização em todos os Hemocentros do Brasil, no sentido de homenagear os doadores de sangue, estes heróis anônimos que diariamente salvam várias vidas”, diz Hortencia Rocha, supervisora de coleta externa do Hemopi.
Começando a recuperar os estoques de sangue das recentes quedas sofridas, o HEMOPI espera melhorar ainda mais a quantidade de doações de sangue. “Neste período os doadores costumam prestigiar as atividades comemorativas relativas ao seu Dia, comparecendo ao HEMOPI e realizando doações de sangue durante toda a semana da Campanha”, afirma o diretor do hemocentro, médico Antonio Lages.
Quem for ao Hemopi durante toda a semana da campanha receberá um kit com uma camisa e outros itens, além do tradicional lanche especial. No dia 25, acontecerá a I Caminhada Vermelha do Doador de Sangue. A concentração será às 7:30h da Ponte Estaiada, na Avenida Raul Lopes, com percurso até a Ponte da Primavera, retornando ao local da saída.
Se você deseja homenagear a solidariedade dos heróis anônimos, participando da I Caminhada Vermelha do Doador de Sangue, confirme sua presença pelo telefone 0800 285 4989, até o dia 23.11 das 7h às 13h, pelo site www.hemopi.pi.gov.br ou facebook/hemopi.
Para doar sangue é preciso:
• Ter idade de 16 a 68 anos (16 e 17 anos com autorização do responsável legal)
• Pesar a partir de 50 kg
• Estar saudável e alimentado
• Apresentar documento oficial com foto
O HEMOPI fica aberto para doação de segunda a sábado, das 7:00h às 18:00 h
Mais informações: (86) 3221-8319 / 8320 / 4989 / 3852
O projeto ainda depende da aprovação do departamento jurídico da Embrapa e não tem prazo de conclusão. Mas, se bem-sucedido, pode resultar na primeira clonagem de um animal silvestre no país. A iniciativa é feita em parceria com o Jardim Zoológico de Brasília, que será o destino final dos animais clonados.
“Há dois anos, coletamos material genético de animais mortos (na região do Cerrado), por exemplo, em acidentes rodoviários ou em zoológico”, explicou o pesquisador do Embrapa Carlos Frederico Martins.
“Agora, surgiu a ideia de uma nova parceria, ainda não pronta, de coletar material não apenas do Cerrado, mas também de animais vivos de outros biomas e faunas exóticas para inseminação artificial e clonagem.”
Uma das técnicas a serem usadas é a semelhante à da ovelha Dolly. “Trata-se da técnica de transferência de núcleos. Retiramos o núcleo do ovócito (célula que dá origem ao óvulo) e o substituímos pela célula do indivíduo a ser clonado, do qual temos material genético”, diz o pesquisador, que é médico veterinário com mestrado em reprodução animal.
Experiência com bovinos
A Embrapa tem um banco de 420 amostras de oito espécies de animais. Concluída a aprovação em seu departamento jurídico, ainda buscará o aval do Ibama para usá-las.
Martins não arrisca estabelecer um prazo para concluir a primeira clonagem, mas prevê anos de pesquisa.
“Já temos a tecnologia para fazer a clonagem de bovinos. Agora, queremos transferi-la para a clonagem de animais silvestres, estudando-a em animais nas quais ela nunca foi usada”, prossegue. “Mas, mesmo em bovinos, é uma técnica ainda ineficiente às vezes, então, temos que ir devagar. Conhecemos pouco (da aplicação desses métodos) em espécies selvagens, então, isso pode demorar um pouco.”
Serão estudadas espécies que não necessariamente correm risco iminente de extinção, mas cuja população tem diminuído. Futuros animais clonados seriam mantidos no zoo, onde seriam estudados e usados para a reposição natural de animais que morram.
Segundo o pesquisador, os animais clonados não estariam aptos para viver na natureza selvagem, e a Embrapa não teria como monitorá-los.
O Jardim Zoológico de Brasília, por sua vez, criará um laboratório para dar prosseguimento aos estudos da Embrapa. Ambas as instituições captarão recursos para o projeto, mas Martins ainda não sabe estimar quanto custará a clonagem.
“A clonagem de um bovino pode custar de R$ 30 mil a 50 mil, mas não sabemos se esses valores serão os mesmos para animais silvestres.”
Atenção internacional
O projeto brasileiro despertou a atenção internacional. A versão online da revista especializada New Scientist noticiou a iniciativa e citou a primeira clonagem da Embrapa, em 2001 – uma vaca batizada de Vitória, que morreu no ano passado -, e os cem animais clonados desde então, principalmente bovinos e equinos.
O jornal britânico The Guardian destacou que muitos conservacionistas veem com reservas a iniciativa de clonar animais ameaçados, temendo que isso desvie o foco da preocupação principal: proteger o habitat desses animais.
Segundo Martins, o projeto da Embrapa não pretende se tornar a principal ferramenta de conservação dessas espécies e lembra que a clonagem diminui a variedade genética do reino animal. “É algo complementar (a esforços de conservação) de matas, rios e reservas. Nosso objetivo principal é estudar a técnica, ver como ela se comporta e ver se é possível produzir animais do nosso bioma, para quando precisarmos.”
Quem nunca passou a noite tentando pegar no sono e só conseguiu adormecer pouco antes do despertador tocar? Quando isso acontece, o melhor é repensar a rotina e fazer alguns ajustes. Café, bebidas alcoólicas, claridade e cigarro podem atrapalhar a qualidade do sono. O site Huffington Post selecionou 12 dicas para dormir melhor. Confira a seguir:
Escuro, fresco e silencioso: esses três fatores compõem um ambiente ideal de sono. Certifique-se de que sua cama e roupas são confortáveis, feche as cortinas, coloque protetores auriculares, máscara para os olhos e umidificadores no quarto.
Durma sempre no mesmo horário: nossos ciclos de sono são regulados pelo relógio circadiano. Manter um horário regular para dormir e despertar, até mesmo nos finais de semana, é uma forma de ajudar a tornar seus padrões de sono mais constantes.
Estabeleça uma rotina relaxante antes do sono: tomar um banho quente, ler ou ouvir música podem ajudar sua mente a fazer uma transição entre as atividades do seu dia a dia para um estado mais relaxado. Isso ajuda a cair no sono mais profundo. Evite luzes fortes, atividades que causam excitação e estresse antes de ir à cama.
Invista em um bom colchão e travesseiro: um colchão em bom estado dura entre nove e dez anos. Mais do que isso, pode ser um empecilho na hora de dormir. Certifique-se de que seu colchão e travesseiros são confortáveis e propícios para uma boa noite de sono. Sono e sexo: use o quarto apenas para essas duas atividades. Assim, você reforça sua mente a associar a cama com o sono. Remova todos os objetos de distração ou indução do estresse, como televisão, computador e elementos relacionados ao trabalho. Se você costuma acordar durante a noite para verificar o despertador, deixe-o longe e apenas programe o alarme.
Coma três horas antes de dormir: comer e ir direto para a cama, especialmente alimentos picantes, pode causar dificuldades em adormecer. Da mesma forma, beber demais pode fazer com que você desperte e vá várias vezes ao banheiro.
Termine os exercícios três horas antes de dormir: o exercício regular ajuda a dormir profundamente, mas pode levar até seis horas para a temperatura do corpo estabilizar após a prática de atividades. Vale lembrar que a temperatura mais fria facilita o sono. Por isso, termine os exercícios até três horas antes de deitar.
Evite cafeína por seis horas antes de dormir: a cafeína é um estimulante que permanece no organismo entre três e seis horas após consumida, mas pode durar até 12 horas para algumas pessoas. Mesmo se você não sentir esses efeitos, consumir cafeína no final do dia pode prejudicar seu ciclo de sono mais do que imagina. Se você gosta de uma bebida quente à noite, opte pelo chá.
Evite nicotina antes de ir para cama: a nicotina é um estimulante e pode contribuir para a insônia. Se você fuma, seu corpo pode experimentar sintomas de abstinência durante toda a noite e mostrar dificuldades em acordar de manhã.
Evite bebidas alcoólicas antes de dormir: embora muitas pessoas vejam uma cervejinha como um relaxante antes de deitar, o álcool tem um efeito perturbador no ciclo do sono e pode fazer com que você desperte algumas vezes durante a noite.
Não basta girar na cama: a maioria dos especialistas concorda que, se você tem problemas para dormir, o melhor é sair da cama, ir para a sala e se envolver em uma atividade relaxante, como ouvir música. Assim que começar sentir sono, volte para a cama.
Visite seu médico: se você está enfrentando problemas para dormir e nenhuma das dicas anteriores foi capaz de solucioná-los, consulte seu médico. Vale lembrar que manter um diário com sua rotina de sono e insônia vai tornar sua consulta mais produtiva.