Segundo estimativa divulgada pela Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, no mundo, uma criança fica cega a cada minuto. A instituição calcula que, no Brasil, existam, aproximadamente, 25 mil crianças cegas. De acordo com especialistas, cerca de 80% dos casos de cegueira poderiam ter sido evitados.

 

Ainda pouco conhecido pelos pais, o Teste do Olhinho pode detectar muitas doenças visuais ainda em fase inicial. O exame está sendo realizado em todos os bebês que nascerem a partir desta semana nas dependências da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), contemplando, assim, uma média de 40 crianças por dia.

 

Segundo a pediatra Marisa Fortes, a realização da triagem é de fundamental importância para a saúde  da criança. Para Marisa é importante que o Governo Estadual e todas as pessoas popularizem o Teste do Olhinho. “Queremos alertar aos pais para a importância do diagnóstico precoce. Estamos investindo cada vez mais na popularização deste exame, possibilitando o diagnóstico de alguma possível patologia no futuro da criança”, afirma.

 

 

O Teste é feito em uma sala escurecida, onde o médico ilumina o olho do recém-nascido com um feixe de luz. Caso não haja qualquer obstrução ou problema, o olho da criança reflete um brilho vermelho, parecido com o que aparece em fotografias.

Além do Teste do Olhinho, também são realizados os testes da Orelhinha e do Pezinho.

 

Sesapi

 

 

 

Foi realizada no último mês de julho a primeira fase do título de especialista do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD) em São Paulo, no Hospital das Clínicas. Sendo aprovados os Médicos Carlos Renato Sales Bezerra, Wellington Ribeiro Figueiredo e Marlon Moreno Caminha (Floriano). marlonmoreno13112012

A segunda etapa foi realizada nesta sexta-feira (09/11) no Hospital Getúlio Vargas em Teresina e em Floriano no Hospital João Paulo II com as Presenças do Professor Titular de Medicina da UFC e Titular do CBCD, Sérgio Regadas, destacado médico de reconhecimento Internacional; o Cirurgião Bariátrico de São Luis e Titular do CBCD, Everardo de Almeida Nunes e o Titular Especialista do CBCD e da SOBED, Wladimir Burlamaqui.

 

 

Todos tiveram avaliação positiva e sendo aprovados em mais esta etapa de formação profissional. Acompanharam também a comitiva o Dr. Ingrácio Barbosa e Dr. Jorge o qual exerce medicina na cidade de São João dos Patos - MA.

 

 

Assessoria

Cientistas canadenses anunciaram nesta segunda-feira, 12, uma descoberta que pode mudar a maneira como a teoria musical trabalha com os conceitos de zearpodss13112012“consonância” e “dissonância”. Grosso modo, esses termos significam que uma música é prazerosa ou não aos ouvidos, respectivamente. Recentemente, a dissonância tem sido associada a um fenômeno chamado de “batimento”, que é a interferência entre componentes de frequência dentro do ouvido, que seria mais forte nos sons dissonantes do que nos consoantes.

 

Os resultados da pesquisa liderada por Marion Cousineau, da Universidade do Canadá, contestam essa teoria. O estudo foi publicado pela “PNAS”, a revista científica da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. A pesquisa foi feita com portadores de uma condição genética chamada amusia, na qual as pessoas têm uma percepção anormal da frequência dos sons.

 

Os participantes mostraram a aversão normal aos sons que provocam batimento, mas não tiveram preferência pelos sons consoantes ou dissonantes. Para os autores, isso indica que o batimento não é fundamental para a percepção de dissonância.

 

Além disso, os portadores de amusia não conseguiram identificar o que seriam sons harmônicos. Isso reforça a teoria alternativa, que diz que consonância e dissonância estão relacionados à harmonia das frequências, e não ao batimento.

 

 

G1

Cientistas da Universidade Stanford, nos EUA, desenvolveram uma pele de plástico flexível e sensível ao toque que consegue se "curar" sozinha quando pelesensivel12112012cortada ou rasgada. Além disso, o material é capaz de sentir a menor pressão, como o pouso de uma borboleta ou um aperto de mão. O material sintético foi desenvolvido pela equipe da professora Zhenan Bao, da faculdade de engenharia química de Stanford. O trabalho foi financiado pelo Escritório de Pesquisa Científica da Força Aérea (AFOSR) dos EUA e publicado na revista "Nature Nanotechnology".

 

"Na última década, houve grandes avanços na pele sintética, mas mesmo os materiais mais eficazes tiveram grandes inconvenientes. Alguns precisavam ser expostos a altas temperaturas, o que os tornava inviáveis para uso no dia a dia. Outros se curavam à temperatura ambiente, mas a reparação de um corte mudava sua estrutura mecânica ou química", explica a cientista.

 

Zhenan diz também que nenhuma "pele" autocurável era boa condutora de eletricidade, uma propriedade crucial, principalmente se o produto for interligado ao mundo digital. Nesse caso agora, porém, o material tem a condutividade similar à de um metal, por meio de uma superfície áspera e ligações de hidrogênio. Segundo o coautor Chao Wang, essas moléculas se quebram facilmente, mas, quando se reconectam, os laços delas se reorganizam e se restauram. Os cientistas destacam que, para criar esse polímero, foram adicionadas pequenas partículas de níquel, para aumentar a resistência mecânica dele.

 

Para ver como a pele poderia restaurar sua força mecânica e a condutividade após ser danificada, os pesquisadores a cortaram com um bisturi e pressionaram os pedaços suavemente por alguns segundos. O material acabou recuperando 75% da força original e da condutividade, e ficou quase 100% novo em 30 minutos.

 

"Até a pele humana leva dias para cicatrizar. Então isso é muito legal", avalia Benjamin Chee-Keong Tee, um dos principais autores. Além disso, a mesma amostra pode ser cortada várias vezes no mesmo lugar. Após 50 incisões e reparos, o material ainda resistiu à flexão e ao alongamento, da mesma forma que o original.

 

A equipe também tem explorado como usar a pele artificial como um sensor eletrônico. Segundo Tee, há várias possibilidades comerciais para o produto, com aplicação em dispositivos e fios elétricos de difícil acesso, como dentro de paredes de prédios ou veículos.

 

O desafio agora é tornar o tecido elástico e transparente, para envolver e guardar aparelhos eletrônicos e telas de exibição.

 

G1