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O Piauí recebeu na noite deste sábado,  26,  uma nova leva de estrangeiros do programa Mais Médicos. São 27 profissionais de Cuba que irão trabalhar em municípios do interior do Estado.

 

O desembarque aconteceu às 21:40h no aeroporto Petrônio Portella de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), depois de passarem por três semanas de capacitação em Fortaleza-CE.

 

Os médicos permanecem em Teresina durante toda semana e de terça, 29, a sexta, 01, passarão por uma semana de acolhimento com palestras na Escola Fazendária e Associação Piauiense dos Prefeitos Municipais (APPM).

 

Os profissionais devem reforçar equipes de saúde básica em 16 municípios do Estado, entre eles: Barras, Esperantina, Parnaíba, Luís Correia, Corrente, Pio IX, dentre outros. 

 

Já estão no Piauí

Em setembro, o Piauí recebeu 19 médicos cubanos e um piauiense formado no exterior. Antes de seguirem para os municípios indicados, eles passaram por uma semana de treinamento em Teresina, para se habituarem ao sistema de saúde no Estado.

 

 

O Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado do Piauí (Cosems) está à frente da recepção aos médicos cubanos novamente.

 

 

Na última sexta-feira, cerca de dois mil profissionais, sendo 180 cubanos, fizeram o teste que fecha a capacitação de três semanas, a qual todos são submetidos antes de irem aos postos de trabalho. As provas acontecem em Brasília (DF), Fortaleza (CE), Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG).

 

 

Cidadeverde

obesidadegeneSe você é daquelas pessoas que está sempre com fome, não consegue fazer dieta e muito menos perder peso, talvez os cientistas possam ter descoberto a razão disso tudo. De acordo com o site inglês Daily Mail, pesquisadores da Universidade de Cambridge descobriram o gene da fome pode ser umas das razões pelas quais algumas pessoas são obesas e outras não.

 

O estudo aponta que o gene pode ser o responsável pelo apetite insaciável e pelo metabolismo lento de algumas pessoas. Depois de observarem 2.101 pacientes com obesidade severa, eles encontraram mutações no gene KSR2. "Apesar de alimentação regrada e exercícios físicos serem determinantes, algumas pessoas ganham peso muito mais fácil que outras e, esta variação, é muito influenciada por fatores genéticos", diz Dr. Sadaf Farooqi, responsável pela pesquisa.

 

A descoberta poderá ajudar a tratar a obesidade infantil de maneira mais fácil, além de auxiliar na formação de novos medicamentos e em pesquisas de diabetes tipo 2. Os cientistas descobriram também que a metformina, remédio muito usado no tratamento contra a diabetes, corrige os baixos níveis de oxidação de ácido nas células com o gene KSR2, o que sugere que este pode ser um tratamento eficaz no futuro.

 

 

Há alguns anos, outro gene também foi descoberto e ligado aos problemas de peso. Segundo outra pesquisa, pessoas que possuem o FTO têm maiores dificuldade em se sentirem satisfeitas, além de mais vontade em consumir doces e alimentos gordurosos.

 

Terra

Cientistas descobriram um novo tipo do vírus da dengue na Ásia, segundo notícia publicada na Science. Os dados sobre o suposto vírus de tipo 5 da doença foram apresentados em uma conferência realizada esta semana em Bancoc, na Tailândia. A descoberta pode tornar ainda mais difícil o desenvolvimento de uma vacina contra a doença.

 

Pesquisadores encontraram o vírus por acaso em amostras coletadas durante um surto em uma região da Malásia, em 2007. O micro-organismo era diferente dos quatro sorotipos conhecidos da dengue, o que foi confirmado por sequenciamento genético. O anúncio foi feito pelo virologista Nikos Vasilakis, da Universidade Texas Medical Branch, nos EUA.

 

Ainda não existe vacina nem medicamento contra a doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Os sintomas são febre e dores musculares e nas articulações. Eventualmente, a doença progride para a forma hemorrágica, o que acontece com mais frequência quando a pessoa se infecta pela segunda vez, mas com um tipo diferente de vírus. A descoberta de um novo sorotipo só aumenta esse risco.

 

Apesar de programas de controle lançados na década de 2000 , os casos de dengue estão aumentando no mundo , apesar de o número de mortes ainda ser considerado baixo, no geral, porque a gestão de casos graves melhorou. A incidência anual global é estimada em 390 milhões de casos, segundo estudo publicado em abril na Nature.

 

Casos no Brasil

 

Do início do ano até o dia 21 de setembro foram notificados 1,4 milhão de casos de dengue no país, segundo o Ministério da Saúde. O número é quase três vezes maior que o do mesmo período do ano passado, quando foram registrados 537 mil casos. De acordo com o mesmo levantamento, 530 pessoas morreram por causa da doença -- em 2012 foram contabilizadas 283 mortes.

 

Os dados indicam que a incidência da doença atualmente é de 759 casos por 100 mil habitantes. A assessoria de imprensa do ministério ressalta que os números ainda podem ser alterados, já que as informações são constantemente revisadas.

 

A Região Sudeste concentra o maior número de casos (63,6% do total). Em seguida vem as regiões Centro-Oeste (18,4%), Nordeste (9,9%), Sul (4,8%) e Norte (3,3%). Já no ano passado o Ministério da Saúde chegou a falar sobre o possível aumento de casos decorrentes da proliferação recente de mais um sorotipo da doença no país, a dengue tipo 4.

 

 

Uol

acucarUm novo estudo alemão concluiu que taxas elevadas de açúcar no sangue estão associadas a um maior risco de problemas de memória. De acordo com a pesquisa, essa chance existe mesmo quando os níveis de açúcar estão abaixo do que é considerado como um quadro de diabetes ou pré-diabetes. Os resultados foram publicados nesta semana na revista Neurology.

 

A taxa de açúcar na corrente sanguínea de uma pessoa corresponde à quantidade de glicose por mililitro de sangue. Para controlar os níveis de glicose no organismo, o corpo conta com a ajuda da insulina, hormônio que tira o açúcar da corrente sanguínea e o leva para dentro das células. A ação da insulina é insuficiente em diabéticos, que precisam de medicações para que possam controlar a taxa de glicose no sangue.

 

A nova pesquisa, feita na Charité–University Medicine, em Berlim, avaliou 141 pessoas de 50 a 80 anos que não tinham diabetes e nem problemas de memória. Elas foram submetidas a exames de sangue e de imagem do cérebro depois de passarem 10 horas sem comer. Os participantes também realizaram um teste de memória. Nele, ouviram 15 palavras e, depois, precisaram repeti-las várias vezes.

 

Os cientistas observaram que as pessoas que apresentaram os maiores níveis de açúcar no sangue em jejum, no geral, se saíram pior no teste de memória do que aquelas que tinham as menores taxas de açúcar. Isso ocorreu mesmo quando os participantes apresentavam níveis de açúcar no sangue acima do normal, mas abaixo do que é considerado como um quadro de diabetes tipo 2.

 

 

Fonte: veja