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laranjaVitaminas são substâncias orgânicas absolutamente necessárias para a realização de diversos processos ligados ao metabolismo (conjunto de reações químicas que acontecem no nosso corpo).

Basicamente o organismo recebe estes nutrientes durante a ingestão de alimentos, que é a forma adequada de suprir nossas reservas de vitaminas.

A falta delas pode levar a um processo chamado avitaminose, que provoca vários problemas de saúde, como anemia, hemorragias, inflamações e até doenças crônicas.
Quando o organismo não absorve as vitaminas dos alimentos de maneira correta, ou se há uma necessidade de uma dose extra para reforçar o combate a alguma enfermidade, pode-se receitar a ingestão de comprimidos de vitaminas, mas sempre sob orientação médica.

 


Agência Estado

Os hospitais regionais e os estaduais de referência do Piauí vão ganhar um reforço na frota de ambulâncias. Nesta sexta-feira (20), a secretária de estado de saúde, Lilian Martins, e o governador Wílson Martins entregam 16 veículos totalmente equipados, um para cada unidade de saúde. A solenidade acontece no Palácio de Karnak.

Serão beneficiados os hospitais regionais das cidades de Parnaíba, Piripiri, Campo Maior, Oeiras, Valença, Picos, Uruçuí, Bom Jesus, São Raimundo Nonato e os hospitais estaduais de Luzilândia, Corrente, Esperantina, Elesbão Veloso, São Miguel do Tapuio, São João do Piauí e Canto do Buriti, totalizando investimentos na ordem de R$ 1.5 milhão. Os veículos foram adquiridos com recursos do tesouro estadual.

As ambulâncias, tipo pickup 4X4, são dotadas de balão de oxigênio, maca, assento para acompanhante, ventilador, ar-condicionado, dentre outros equipamentos.

Lilian Martins e governador também irão fazer a entrega de um micro-ônibus para o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí. O veículo, que custou R$ 188 mil, foi adquirido em convênio com o Ministério da Saúde e servirá para transportar a equipe de coleta externa do HEMOPI. Foram investidos R$ 124.000 do ministério e o restante, R$ 64 mil, são recursos do tesouro estadual.

Sesapi

oficinaVisando pactuar ações e diretrizes através dos poderes Municipal, Estadual e Federal, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), realiza até a próxima sexta, 20, a Oficina sobre a Linha de cuidado de Atenção Integral à Saúde de Crianças, Adolescentes e Famílias em situação de violência.  O encontro teve início na quinta-feira, 18, e acontece no auditório do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).

A oficina reúne diversas áreas técnicas da Sesapi ligadas a esta temática, Conselhos Municipal e Estadual de Saúde, Ministério da Saúde, além de representantes de municípios piauienses. Rosa Laura, coordenadora da Atenção à Saúde da Criança e Adolescente da Sesapi, afirma que além de assegurar dignidade e os direitos a este público, a oficina serve ainda para capacitar profissionais de saúde na prevenção e combate à violência contra crianças e adolescentes.

“O curso tem por objetivo capacitar um grupo de facilitadores que será orientado sobre o cuidado e atendimento a crianças e adolescentes em situação de violência para uma atuação integral e integrada em seus serviços de saúde, envolvendo profissionais de diversas áreas”, explica a coordenadora.

Neste encontro estão sendo capacitados cerca de 40 profissionais que atuarão como multiplicadores em seus municípios, disseminando as orientações recebidas durante o curso. Uma das prioridades da Sesapi, segundo Rosa Laura, é criar após a reunião um Plano consistente de combate a violência que, ainda este ano, deva ser utilizado por todos os municípios.

“Queremos montar este plano com o apoio de todos os órgãos ligados a esta problemática da violência à criança e adolescente e, para isso, precisamos definir regras, prioridades e responsabilidades, por isso a importância deste encontro, pena que muitos municípios que deviam está aqui não compareceram”, lamenta Rosa Laura.

Dados do MS- O Sistema de Vigilância de Violência e Acidentes (Viva) registrou no Brasil, em 2010, 68.415 mil notificações em 1.473 municípios, sendo que destas 16.185 foram em crianças e 23.307 em adolescentes. Dos casos registrados com crianças, 35% sofreram algum tipo de violência sexual ou negligência/abandono. Já no caso dos adolescentes, o maior percentual foi de violência física (60%).

Linha de Cuidado –Para a enfermeira do Ministério da Saúde, Gilvana Granjeiro, que esteve presente na Oficina, este encontro também tem por base discutir a Linha de Cuidado para a Atenção Integral à Saúde de Crianças, Adolescentes e suas famílias em situação de violência

“Além de orientação para gestores e profissionais de saúde, cujo propósito é sensibilizar e orientar os gestores e profissionais de saúde para uma ação contínua e permanente”, destaca.

O material distribuído para os gestores traz um modelo de cuidado e atenção a todos os tipos de violência (psicológica, física, sexual e negligência), que deve ser seguido por todos os profissionais de saúde do país. O material apresenta uma estratégia de abordagem em quatro etapas.

A primeira etapa trata do acolhimento. A segunda etapa consiste no diagnóstico, em como fazer o exame físico e avaliação psicológica e encaminhamento da vítima para o tratamento adequado.

A terceira etapa é a notificação. A última etapa é o acompanhamento, que recomenda o planejamento individualizado para cada caso e o monitoramento dos sintomas até a alta da vítima.

 

Fonte: Sesapi

O risco de morrer por câncer de próstata é quase duas vezes maior em homens com sobrepeso de mais de 20 quilos durante sua vida adulta, assinala uma pesquisa de cientistas australianos divulgada nesta quinta-feira,19.

"Este estudo mostra que a obesidade está relacionada com formas agressivas de câncer fatal", advertiu Dallas English, um dos autores da pesquisa, publicada pela "Revista Internacional do Câncer".

"É preciso manter um peso saudável durante a vida adulta", acrescentou English, diretor de um centro de pesquisa em genética e epidemiologia da Universidade de Melbourne.

Para o estudo, foram analisados os casos de 17 mil homens entre 40 e 69 anos de idade, uma geração na qual a obesidade não era um problema generalizado na Austrália.

"As coisas na Austrália mudaram muito", alertou o epidemiologista, ao lembrar que atualmente a taxa de obesidade infantil aumentou dramaticamente no país.

Uma pesquisa realizada em 2008 revelou que 42,1% dos homens australianos têm sobrepeso, enquanto 25,6% são obesos, em um país com 22 milhões de habitantes.

O mesmo estudo indica que 600 mil meninos entre 5 e 17 anos de idade padecem de sobrepeso ou obesidade, ou seja, 21% da população infantil.

 

Fonte:Folha