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noduloVocê já ouviu muita gente falando sobre nódulo ao comentar a respeito de problemas de saúde. Mas você sabe mesmo o que é um nódulo? Podemos dizer que o nódulo foi uma forma encontrada pelo organismo para avisar que está ocorrendo alguma coisa errada em nosso corpo. São pequenos caroços sólidos ou salientes, de origem epitelial ou conjuntiva, com mais de um centímetro de largura.

 

O que é um nódulo

Quando ele não está se expandindo pelo corpo, pode ser classificado como sendo de caráter benigno. Já quando se encontra em expansão, pode ser classificado como maligno. Suas características podem variar, dependendo do lugar em que ele se instala.

 

A glândula tireoide, que está localizada na frente de pescoço, logo abaixo das cordas vocais, é uma das áreas nas quais os nódulos podem aparecer. Quando surgem neste local, podem ter causas diversas.

 

Ele pode simplesmente aparecer por alterações da arquitetura morfológica da glândula, da forma como estoca os hormônios ou do substrato que usa para produzi-los, como também para sinalizar uma neoplasia: ou seja, um tumor maligno ou benigno.

 

O que é um nódulo:

Na tireoide

As chances de se desenvolver nódulos na tireoide aumentam conforme a idade vai passando. Embora não seja comum apresentar sintomas, quando grandes, podem vir a causar dor, rouquidão ou atrapalhar o processo de engolir e respirar.

 

Apesar de o risco de ser cancerígeno, cerca de 90% dos nódulos de tireóide são benignos. O diagnóstico pode ser obtido por meio de um exame físico de rotina. Ao desconfiar da possibilidade de um câncer de tireoide, o médico realizará testes de laboratório para saber se o ele é canceroso.

 

Em caso positivo, o tratamento dependerá do tipo de nódulo da tireoide. Pode-se realizar a sua remoção cirúrgica ou utilizar uma pequena quantidade de iodo radioativo para destruir quaisquer células tiroideias remanescentes.

 

Na mama

Outra manifestação pode se dar nos tecidos mamários. O aparecimento de nódulos nos seios de mulheres causa preocupação quanto a um possível câncer de mama, embora muitos não sejam cancerosos.

 

Em mulheres, geralmente são causados por alterações fibrocísticas, fibroadenomas e cistos. Na ocorrência de um cisto, o médico realizará um exame completo da mama. O autoexame da mama deve ser feito para poder identificar o aparecimento de qualquer alteração no seio.

 

O tratamento deste tipo de nódulo depende da causa. Se sólidos, geralmente são removidos cirurgicamente. Já os cistos podem ser drenados. Caso seja diagnosticado câncer de mama, realiza-se cirurgia, radiação, quimioterapia ou terapia hormonal.

 

No pulmão

Nódulos também podem surgir no pulmão. Neste quadro, se apresentam na forma de manchas ovais ou arredondadas de até três centímetros, encontradas no meio do tecido pulmonar e que não se assemelham ao tecido normal.

 

O diagnóstico é cada vez mais frequente e pode ser feito por tomografia computadorizada. Ao ser encontrado o nódulo, o médico deverá investigar, por meio de exames, se trata-se de um câncer de pulmão. No entanto, é importante dizer que a maioria daqueles encontrados pela tomografia não são cancerosos, mas ligeiras infecções ou cicatrizes de infecções anteriores.

 

Outros nódulos

 

Além destas manifestações, também é possível identificar nódulos linfáticos, reumatoides, no pescoço, nas axilas, nas cordas vocais, entre outros. Ao constatar a presença de algum nódulo em seu corpo, procure seu médico para um diagnóstico e tratamento adequados, conforme a necessidade.

 

 

Doutissima

vacinacopaOs torcedores que viajarem para a Copa do Mundo no Brasil deverão comprovar que estão em dia com suas vacinas para evitar o contágio de doenças altamente infecciosas como a rubéola e o sarampo, advertiu a OMS (Organização Mundial da Saúde).

 

 

A organização aproveitará a Semana Anual da Vacinação nas Américas — que começa hoje e vai até o dia 30 de abril, para divulgar esta advertência. O lema regional da campanha é uma referência ao futebol: "Vacinação sua melhor jogada!".

 

Alba María Ropero, assessora regional do programa de imunização da OPS (Organização Pan-Americana de Saúde) explicou que o tema foi escolhido como uma chamada à ação para destacar a importância de se estar protegido contra as doenças preveníveis mediante vacinação, em particular o sarampo e a rubéola, durante a realização da Copa do Mundo.

 

Segundo a OMS, o Mundial, que acontecerá em 12 cidades brasileiras de 12 de junho a 13 de julho, é um cenário propício para a disseminação de doenças, apesar de muitas delas já não serem frequentes na região há anos. A transmissão endêmica do sarampo nas Américas se interrompeu em 2002, e a da rubéola, em 2009.

 

— No entanto, o sarampo segue circulando em nível mundial e em países como o Brasil, Canadá, Equador e os Estados Unidos da América se notificaram casos de sarampo vinculados a importações.

 

A partir da interrupção da circulação endêmica do sarampo em novembro de 2002, o continente começou a contar casos importados de outros países e até 2012 notificou 2.771. A maioria deles (1.369) ocorreram em 2011, quando se documentaram 171 surtos a partir de importações, que geraram uma transmissão sustentada em pelo menos três países (Canadá, Equador e Brasil).

 

— A Semana da Vacinação fornece uma oportunidade de se preparar para enfrentar este desafio e proteger as conquistas da região, incluídos os esforços para intensificar as atividades de vacinação orientadas aos viajantes e outros grupos de alto risco como os trabalhadores de saúde, trabalhadores do setor turístico, jornalistas etc.

 

O cuidado não é exagerado, já que dos 32 países cujas seleções participarão da Copa, 19 notificaram casos de sarampo em 2013. Além disso, existem precedentes que ressaltam a necessidade da prevenção.

 

— Existem antecedentes em eventos internacionais, como os Jogos Olímpicos (de inverno) de Vancouver em 2010 e a Copa do Mundo na África do Sul em 2010, que foram associados a um bom número de casos de sarampo no Canadá, Argentina e Brasil.

 

A OPS enfatizou a prevenção do sarampo e rubéola, pois são duas doenças de alto contágio, mas em coordenação com o governo brasileiro serão aplicados planos para se evitar também o contágio de outras enfermidades. Para estar bem protegidos, os viajantes devem se vacinar duas semanas antes de entrar em um eventual contato com a doença.

 

Como muitos dos torcedores virão de outras partes do mundo, e sobretudo da Europa, a OPS está trabalhando com o restante de regiões da OMS para que sejam realizadas campanhas de comunicação que alertem para a necessidade de se estar imunizado.

 

— A Semana Mundial de Imunização, da qual participam todas as regiões da OMS, é um veículo importantíssimo para lembrar a importância de se ter as vacinas em dia e, em última instância, de estar preparado antes de ir ao Brasil. Mesmo assim, estamos coordenando com a OMS EURO campanhas de vacinação nas próximas semanas, em particular recordando aos viajantes sobre a necessidade de se vacinar antes de viajar ao Brasil.

 

 

Apesar de nenhuma das duas doenças serem muito graves em adultos, são perigosas quando atingem crianças e quando infectam mulheres grávidas, pois podem causar graves deformações nos fetos e inclusive a morte.

 

EFE

A Febre Chikungunya, conhecida como a “Nova Dengue”, ainda não foi detectada no Piauí, no entanto, o vetor circula no estado desde 2007. Com a proximidade da Copa do Mundo, a possibilidade de a doença se manifestar no país é maior. Por conta disso, a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) reforça o alerta para o combate ao aedes aegypt, mosquito que também transmite o vetor causador da Chikungunya, assim como o da dengue tradicional.

 

 

A doença recebe esse nome por significar “aqueles que dobram”, referente à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953. Segundo relatório da Sesapi apresentado recentemente ao Ministério da Saúde, a doença ainda não se manifestou no estado. “Temos somente o vetor, nenhuma notificação da doença. No entanto, devemos ficar em alerta principalmente por conta da grande movimentação que se aproxima com a Copa do Mundo”, comenta o coordenador estadual de Vigilância em Saúde, Inácio Lima.

 

 

 

A infecção pelo vírus Chinkungunya provoca febre alta, dor de cabeça, dores articulares e dores musculares mais fortes e intensas que a dengue, além de maior duração de tempo. “Enquanto o período médio de incubação da dengue é de duas semanas, o da Chinkungunya pode durar até meses”, explica Inácio Lima. A doença é mais comum nos países da África e a região do Caribe, no entanto, o Ministério da Saúde já registrou algumas notificações na região norte do Brasil e alerta a fiscalização para o período da Copa da Fifa, momento em que o fluxo de pessoas de outros países, inclusive dos que possuem o grandes registros da doença, estará maior.

 

 

 

A Sesapi reitera que é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros das espécies, que são exatamente as mesmas para o controle da dengue. Não deixar acumular água em recipientes, verificar se a caixa d´água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta. Os procedimentos de controle são semelhantes para ambos os mosquitos.

 

Sesapi 

A aspirina reduz em 50% o risco de câncer colorretal, mas apenas nas pessoas portadoras de genes que produzem um nível elevado da enzima 15-PGDH, de acordo com estudo divulgado nesta quarta-feira pela revista americana "Science Translational Medicine".

 

Várias pesquisas já demonstraram que esse analgésico está vinculado a uma redução do risco de câncer em geral e de doenças cardiovasculares, mas esse novo estudo de longo prazo permite identificar melhor as pessoas que podem se beneficiar da aspirina para prevenir o câncer de cólon.

 

Os especialistas analisaram tecidos de 270 indivíduos com câncer de cólon, que faziam parte de um grupo de 127.865 participantes do estudo. Eles foram acompanhados por três décadas.

 

Constatou-se que as pessoas com um perfil genético que não lhes permite produzir níveis elevados da enzima 15-PGDH quase não se beneficiam das propriedades preventivas da aspirina contra o câncer colorretal.

 

"Os indivíduos (que participaram do estudo) que tinham taxas elevadas de 15-PGDH e tomavam aspirina reduzieram à metade o risco de contrair câncer de cólon", explica o médico Sanford Markowitz, professor de Genética do Câncer na Faculdade de Medicina da University Case Western Reserve em Cleveland (Ohio), principal autor da pesquisa.

 

 

"Os que tinham baixos níveis de 15-PGDH não obtiveram qualquer benefício com a aspirina", acrescentou.

 

 

AFP