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Se a sonolência que você sente ao longo do dia vai além do cansaço e parece ser incontrolável, resultando até em cochilos involuntários, saiba que pode ser sinal de narcolepsia. Mesmo sem saber, pode ser que você seja uma vítima.

O que é narcolepsia?

É uma doença neurológica que afeta o controle do indivíduo sobre o próprio sono e a capacidade de se manter acordado.

A narcolepsia é uma condição bastante rara e afeta entre 2 a 18 pessoas a cada 10 mil pessoas em todo o mundo

Causas

Médicos e cientistas ainda não conhecem as causas exatas da narcolepsia, mas estudos já foram capazes de identificar que a condição está associada a determinados genes e a anormalidades em algumas regiões do cérebro, processos inflamatórios, assim como deficiência na produção de produtos químicos específicos.

O mais provável, portanto, é que a narcolepsia seja resultado de múltiplos fatores que, combinados, interagem para provocar disfunção neurológica.

Sintomas

O diagnóstico correto da condição, de acordo com pesquisas, pode demorar anos até que seja obtido. Portanto, prestar atenção ao próprio corpo e identificar sinais que indicariam a doença é importante para o tratamento adequado. Os sintomas mais comuns de narcolepsia são:

Vontade incontrolável de dormir

Enfraquecimento dos músculos do corpo ao experimentar emoções fortes, como susto, riso, surpresa ou raiva

Sono de má qualidade durante a noite

Interrupções frequentes durante o descanso noturno

Incapacidade de se mover ou falar ao acordar

Narcolepsia tem cura?

A narcolepsia é uma condição incurável, mas os sintomas típicos da doença, que atrapalham o dia a dia dos pacientes, podem ser controlados e tratados com a ajuda de medicamentos, como estimulantes do grupo das anfetaminas e remédios antidepressivos.

Além disso, mudanças no estilo de vida, como praticar exercícios regularmente, manter uma rotina de sono e diminuir o consumo de substancias estimulantes, como cafeína, álcool e nicotina, também podem ajudar a afastar os sintomas.

A doença, quando não recebe tratamento adequado, pode resultar em grande impacto negativo na vida do paciente, como problemas profissionais e isolamento social. Quem sofre da condição fica ainda mais exposto a acidentes graves causados pela sonolência, como queimaduras enquanto cozinha, quedas e acidentes de trânsito ao conduzir um veículo.

 

msn

No mundo, 40 milhões de mulheres têm algum tipo de dificuldade para engravidar — 5 milhões delas estão no Brasil. Para cerca de metade, a técnica artificial de reprodução é uma alternativa. O número de mulheres que recorrem à fertilização in vitro, método de laboratório que forma o embrião fora do útero, aumentou 300% nos últimos trinta anos.

Os motivos desse crescimento são compreensíveis. As chances de uma concepção natural resultar numa gravidez bem-­sucedida são de 30% para mulheres com idade de 20 a 30 anos. Depois dos 35 anos, esse índice cai para menos de 15%. Aos 40 anos, despenca para 5%. Já na fertilização in vitro, a taxa de sucesso chega hoje a 40%. Mas, apesar de relativamente alta, ela não se altera há pelo menos cinco anos. Agora, um novo estudo revela o que pode ser uma das barreiras a impedir o crescimento desse índice: o uso de adoçantes.

 

veja

dpoccPesquisadores brasileiros estão testando em humanos um novo tratamento que usa células-tronco para melhorar a qualidade de vida de pessoas com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), conhecida como enfisema pulmonar.

Os cientistas do Hemomed Instituto de Ensino e Pesquisa, conglomerado de saúde do setor privado, afirmam que a primeira fase de testes clínicos, realizados com quatro pessoas com enfisema pulmonar avançado, foi concluída e demonstrou segurança do método. Segundo eles, a segunda fase, envolvendo 20 pacientes, está em curso.

Os resultados preliminares, apresentados em três congressos, no Brasil, na Itália e em Cingapura, sugerem que a abordagem é eficaz para melhorar a qualidade de vida dos pacientes graças à regeneração parcial das células pulmonares.

Diretor científico do instituto, Eliseo Sekiya diz que os pacientes tiveram nos testes seus pulmões parcialmente regenerados com a infusão de células-tronco hematopoiéticas obtidas da medula óssea e células mesenquimais obtidas a partir de tecido adiposo.

Associada ao cigarro e à poluição, a DPOC será a terceira maior causa de mortes até 2030, diz a OMS (Organização Mundial de Saúde). Cerca de 64 milhões de pessoas têm a doença, que mata 3 milhões por ano.

"Acompanhamos os pacientes por seis meses e vamos acompanhar por mais seis, para avaliar diversos parâmetros de qualidade de vida. Já tínhamos evidências da segurança do método e agora temos também as primeiras evidências de eficácia", disse Sekiya. "Até agora, em todos os casos os pacientes que foram tratados com células-tronco apresentaram ganhos nesse aspecto. Observamos também a formação de novos vasos sanguíneos nos pulmões e uma atenuação do processo inflamatório."

Os 20 pacientes foram divididos em quatro grupos - todos com DPOC em estágio terminal. O primeiro grupo foi submetido à terapia padrão para DPOC, como controle. O segundo recebeu tratamento com células-tronco de medula óssea, o terceiro com células-tronco do tecido adiposo e um quarto recebeu ambos os tratamentos com células-tronco.

 

Agência Estado

Foto: divulgação

“Usas um vestido / Que é uma lembrança / Para o meu coração. / Usou-o outrora / Alguém que me ficou / Lembrada sem vista. / Tudo na vida / Se faz por recordações. / Ama-se por memória.”

O poema de Álvaro de Campos, um dos heterônimos mais conhecidos do escritor português Fernando Pessoa (1888-1935), remete ao conceito universal de que a memória é o que nós somos. Sem que tenhamos a possibilidade de recordar, a existência se esvazia por completo. A vida se sustenta com base nas ideias do presente, nas referências do passado e na forma como processamos e armazenamos as nossas experiências. Por isso, ninguém quer perder a memória, todos querem melhorá-la.

Pois um novo e ousado procedimento médico foi capaz de impulsionar o mecanismo que forma e preserva as lembranças, um feito inédito na medicina. Eletrodos implantados em uma área específica do cérebro recuperaram 15% da memória de pacientes. A taxa equivale ao que se perde em dois anos e meio com a degeneração provocada pela doença de Alzheimer. Ou ao que se esvai naturalmente em dezoito anos de vida de uma pessoa saudável.

Traduzindo: quem tem 56 anos hoje pode, em tese, voltar a ter a mesma memória que tinha aos 38 anos. Disse a VEJA Youssef Ezzyat, psicólogo da Universidade da Pensilvânia, autor principal da técnica: “O método abre um caminho de possibilidades para auxiliar as pessoas com problemas de memória”.

Publicado na revista Nature Communications, o trabalho tem sido considerado por especialistas do mundo todo como um dos feitos mais promissores ocorridos na neurologia nas últimas décadas, desde a disseminação dos aparelhos de ressonância magnética que revelam o cérebro em atividade.

 

Veja