A perimenopausa pode começar na faixa dos 40 anos, mas também pode começar mais cedo em algumas mulheres, e durar vários anos. Ela é marcada por uma série de mudanças hormonais que podem causar uma variedade de sinais e sintomas.

O que é perimenopausa? A perimenopausa é a fase de transição para a menopausa (o momento em que a menstruação parou por 12 meses ou mais).

Durante a perimenopausa, ocorrem flutuações significativas nos hormônios reprodutivos, como estrogênio e progesterona. O nível hormonal cai lentamente, levando a novas sensações, experiências e mudanças.

As experiências com a perimenopausa variam muito de pessoa para pessoa. Reconhecer esses sinais é essencial para que as mulheres possam gerenciar melhor suas experiências e buscar ajuda médica quando necessário.

Sinais e sintomas da perimenopausa Os primeiros sinais da perimenopausa podem ser sutis e fáceis de passar despercebidos. Mas um dos sinais mais evidentes é a mudança no ciclo menstrual.

As mulheres podem começar a notar que seus períodos se tornam irregulares, com ciclos mais curtos ou mais longos do que o normal.

Essas mudanças ocorrem devido às flutuações nos níveis de estrogênio e progesterona, que são hormônios críticos para a regulação do ciclo menstrual.

Outro sintoma comum são as ondas de calor, que afetam muitas mulheres durante a perimenopausa.

Elas podem durar de alguns segundos a vários minutos e frequentemente ocorrem à noite, resultando em suores noturnos que podem interferir na qualidade do sono.

Alterações de humor, como irritabilidade, tristeza ou ansiedade, são comuns na perimenopausa. Oscilações hormonais podem afetar o humor, e muitas mulheres relatam sentir-se mais emocionais durante essa fase.

A queda nos níveis de estrogênio também pode causar secura vaginal, resultando em desconforto, especialmente durante as relações sexuais.

A insônia ou dificuldade em manter o sono é outro sintoma frequente. Isso pode estar relacionado aos suores noturnos ou às mudanças hormonais que afetam a qualidade do sono.

Algumas mulheres experimentam ainda dores de cabeça ou enxaquecas mais frequentes ou intensas devido às flutuações nos níveis hormonais.

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Um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre quando o fornecimento de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, geralmente devido a um coágulo sanguíneo ou ao rompimento de um vaso sanguíneo. Poucos sabem, porém, que sinais de alerta podem surgir até uma semana antes do evento.

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Estudo revela sintomas precoces do AVC De acordo com uma pesquisa publicada na revista Neurology, 23% dos pacientes com AVC isquêmico, causado por coágulos sanguíneos, apresentam sintomas de um ataque isquêmico transitório (AIT) – também conhecido como miniAVC – na semana anterior ao derrame.

A vertigem foi identificada como um dos sinais que podem ocorrer dias antes do AVC. Outros sintomas incluem dores de cabeça, dormência ou formigamento, que podem surgir vários dias antes do derrame. Reconhecer esses sinais pode ser crucial para buscar atendimento médico precoce, aumentando as chances de sobrevivência.

Fatores de risco associados ao AVC Diversos fatores podem aumentar a probabilidade de ocorrência de um AVC, seja hemorrágico ou isquêmico. Os principais incluem:

Hipertensão; Diabetes tipo 2; Colesterol alto; Sobrepeso e obesidade; Tabagismo; Consumo excessivo de álcool; Idade avançada; Sedentarismo; Uso de drogas ilícitas; Histórico familiar de AVC; Ser do sexo masculino.

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A depressão em idosos é uma condição de saúde mental séria, mas muitas vezes subdiagnosticada e subtratada.

Ela pode se manifestar de forma diferente do que em adultos mais jovens.

Em vez de tristeza persistente, os idosos podem relatar sintomas como irritabilidade, apatia ou um estado de ânimo constantemente baixo.

Além disso, é comum que os idosos relatem sintomas físicos, como dores crônicas inexplicáveis, fadiga persistente e distúrbios do sono, que podem ser mais evidentes do que os sintomas emocionais.

Isolamento social e estigma agravam a condição Muitos idosos enfrentam o isolamento social devido à perda de amigos, familiares ou parceiros, bem como à redução da mobilidade ou limitações de saúde.

O problema é que o isolamento social pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento da depressão.

Além disso, o estigma associado à saúde mental, juntamente com as barreiras de acesso aos cuidados de saúde mental, podem impedir que os idosos procurem ajuda.

Risco de suicídio Os idosos têm o maior risco de suicídio entre todos os grupos etários, e a depressão é um fator de risco significativo para isso.

Por isso, é importante levar a sério quaisquer sinais de alerta de suicídio e procurar ajuda profissional imediatamente.

Como tratar a depressão em idosos? Tratar a depressão em idosos requer uma abordagem cuidadosa e abrangente, levando em consideração as necessidades e desafios específicos dessa população.

Primeiramente, é crucial reconhecer os sinais de depressão e buscar ajuda profissional imediatamente.

Além disso, é importante entender que o tratamento da depressão em idosos geralmente envolve uma variedade de intervenções, incluindo psicoterapia, medicamentos antidepressivos, mudanças no estilo de vida e apoio social.

Psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), pode ser eficaz para ajudar os idosos a identificar pensamentos negativos e padrões de comportamento que contribuem para a depressão.

Além disso, a terapia pode fornecer estratégias práticas para enfrentar o estresse, lidar com a solidão e melhorar a autoestima.

Em conjunto com a psicoterapia, os medicamentos antidepressivos podem ajudar a aliviar os sintomas.

No entanto, é importante monitorar de perto os idosos durante o uso desses medicamentos, pois eles podem ser mais sensíveis aos efeitos colaterais e às interações medicamentosas.

Além disso, mudanças no estilo de vida, como praticar exercícios físicos regulares, seguir uma dieta balanceada, manter uma rotina de sono saudável e participar de atividades sociais, podem ajudar a melhorar o humor.

O apoio social também desempenha um papel importante no tratamento da depressão em idosos, oferecendo uma rede de apoio emocional e prático.

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De acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde ) mais de 20% da população mundial adulta e 80% dos adolescentes de todo o mundo são considerados inativos fisicamente. Ou seja, não praticam nenhum tipo de atividade física regularmente. Riscos do sedentarismo Esse é um grande alerta para a saúde pública mundial, uma vez que o sedentarismo causa o aumento dos riscos de doenças cardiovasculares, obesidade e problemas musculares.

sedentarismo

Além disso, a condição também compromete o sistema cardiovascular, eleva a pressão arterial e reduz a eficiência metabólica. Isso, por sua vez, contribui para o ganho de peso e a perda de massa muscular, afetando diretamente a qualidade de vida.

Inimigo número 1 do coração De acordo com o médico cardiologista Dr. Robеrto Yano, um dos maiores efeitos negativos do sedentarismo à saúde é seu impacto no coração e sistema cardiovascular.

“A falta de atividade física regular compromete o coração como um todo, aumentando os riscos de doenças cardiovasculares. Isso porque ela contribui para o acúmulo de gorduras nas artérias, aumenta a pressão arterial e reduz a capacidade do coração de bombear sangue eficientemente para o corpo”, adverte o cardiologista.

O sedentarismo também está relacionado a diversas doenças cardiovasculares, como tromboses, angina, hipertensão, insuficiência cardíaca e infarto do miocárdio, explica Roberto Yano.

Fugindo do sedentarismo Parece ser difícil pensar em estratégias para fugir do sedentarismo mesmo em uma rotina corrida. No entanto, mudar os hábitos, na verdade, pode ser mais fácil do que parece.

O ideal é que se realize pelo menos 150 minutos de exercício físico por semana. Roberto salienta que esse tempo não precisa necessariamente ser gasto em academias, mas também incorporando os exercícios no seu dia a dia.

“Muitas pessoas acreditam que ser mais saudável é caro, que para praticar atividades físicas é preciso ir para academias, pagar um personal, etc., mas já é possível deixar de ser sedentário incluindo algumas atividades no seu dia a dia e fazendo algumas modificações”, explica.

Por exemplo, trocar o carro pela bicicleta em algum momento, ou trocar duas vezes na semana o elevador pelas escadas, já pode ajudar. O médico sugere ainda estratégias como passear você mesmo com seu cachorro, entre outros.

“[Essas coisas] podem parecer simples, mas já são grandes avanços para quem está no total sedentarismo”, afirma o Dr. Roberto Yano.

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