A dispneia é um termo usado para definir aquela sensação de dificuldade respiratória ou falta de ar. Ela pode ser real, ou seja, ocorrer devido a um problema no sistema respiratório, como doenças pulmonares, obstrução das vias aéreas ou condições cardíacas.

dispineia

Além disso, também pode ser um sentimento subjetivo, no qual a pessoa sente dificuldade para respirar mesmo sem uma causa física identificável, que é o caso de fatores psicológicos, como ansiedade e ataques de pânico.

O que causa dispneia? Sintomas Como diferenciar cansaço de dispneia? Qual é a diferença entre apneia e dispneia? Diagnóstico Tratamento Como prevenir a dispneia?

O que causa dispneia?

A dispneia é um sintoma que pode ser provocado por vários fatores, que vão desde problemas de saúde pulmonares, cardíacos, metabólicos até questões emocionais. Dentre as causas mais comuns estão:

Insuficiência cardíaca; Obesidade ou descondicionamento físico; Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC); Asma; Embolia pulmonar; Isquemia do miocárdio; Transtorno de ansiedade; Pneumonia; Mudanças de altitude; Gravidez.

A dispneia é um termo usado para definir aquela sensação de dificuldade respiratória ou falta de ar. Ela pode ser real, ou seja, ocorrer devido a um problema no sistema respiratório, como doenças pulmonares, obstrução das vias aéreas ou condições cardíacas.

Além disso, também pode ser um sentimento subjetivo, no qual a pessoa sente dificuldade para respirar mesmo sem uma causa física identificável, que é o caso de fatores psicológicos, como ansiedade e ataques de pânico.

Continue lendo o artigo para saber as causas, sintomas, tratamento e outras curiosidades sobre o assunto!

Índice — Neste artigo, você encontrará:

O que causa dispneia? Sintomas Como diferenciar cansaço de dispneia? Qual é a diferença entre apneia e dispneia? Diagnóstico Tratamento Como prevenir a dispneia?

O que causa dispneia?

A dispneia é um sintoma que pode ser provocado por vários fatores, que vão desde problemas de saúde pulmonares, cardíacos, metabólicos até questões emocionais. Dentre as causas mais comuns estão:

Insuficiência cardíaca; Obesidade ou descondicionamento físico; Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC); Asma; Embolia pulmonar; Isquemia do miocárdio; Transtorno de ansiedade; Pneumonia; Mudanças de altitude; Gravidez.

Como diferenciar cansaço de dispneia?

A sensação de falta de ar, conhecida como dispneia, é caracterizada pela percepção de dificuldade em respirar, na qual o(a) paciente tem a impressão de que a quantidade de ar que chega até os pulmões não é suficiente, ou sente dificuldade para expulsar o ar inalado.

Por outro lado, o cansaço é definido pela dificuldade em realizar desde atividades simples do dia a dia, como estender a cama, escovar os dentes, amarrar e pentear os cabelos, até as mais intensas.

É a famosa falta de energia para realizar tarefas que exigem esforço físico ou mental, que resulta em uma sensação de fraqueza geral. Qual é a diferença entre apneia e dispneia?

A apneia refere-se à interrupção temporária da respiração, geralmente durante o sono. Isso ocorre quando as vias respiratórias se fecham parcial ou completamente, bloqueando o fluxo de ar.

Por outro lado, a dispneia caracteriza-se pela sensação de falta de ar ou dificuldade respiratória, que pode ser causada por uma variedade de fatores.

De maneira geral, a dispneia é um sintoma, enquanto a apneia é uma condição definida pela obstrução dos canais respiratórios.

Diagnóstico

O diagnóstico de dispneia é feito principalmente com base na avaliação clínica do(a) paciente, levantamento do histórico de saúde e exames complementares, como radiografia torácica, teste de função pulmonar e eletrocardiograma. Tratamento

O tratamento da dispneia varia conforme o agente causador da condição, e pode envolver uma abordagem multidisciplinar.

Além de medicamentos como broncodilatadores e ansiolíticos, também pode ser indicado o uso de um ventilador mecânico para fornecer suporte respiratório. Normalmente esse tipo de intervenção é utilizada nos quadros mais graves..

Os(as) profissionais da saúde ainda podem sugerir que o(a) portador(a) aprenda técnicas de respiração ou que ele(a) faça acompanhamento psicológico.

Existem algumas medidas podem ajudar a prevenir a dispneia, como:

Adotar um estilo de vida mais ativo, com a prática de exercícios físicos regularmente; Manter uma alimentação equilibrada; Evitar o tabagismo, inclusive o passivo; Fazer exames de rotina; Aprender e colocar em prática técnicas de respiração.

A dispneia é a sensação de dificuldade respiratória ou falta de ar, que pode ser real, decorrente de problemas físicos no sistema respiratório, ou subjetiva, relacionada a fatores psicológicos.

R7 minuto saudável

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou, nesta segunda-feira (24), o registro definitivo da vacina Comirnaty bivalente contra a Covid-19 da Pfizer.

O imunizante está indicado para a prevenção da Covid-19 e pode ser utilizada por pessoas a partir de 5 anos de idade. A indicação é que o uso seja apenas como dose de reforço, ou seja, só pode ser aplicada em quem já se vacinou contra a doença, com aplicação pelo menos três meses após a última dose tomada.

A vacina já estava sendo utilizada no PNI (Programa Nacional de Imunizações) do MS (Ministério da Saúde) de forma emergencial. Antes do registro definitivo, o produto era usado como dose de reforço para o público acima de 12 anos de idade com comorbidades e para maiores de 18 anos.

Bivalente

De acordo com a Anvisa, vacinas bivalentes dão maior proteção contra a doença, pois contêm uma mistura de cepas do vírus Sars-CoV-2. A Comirnaty bivalente é elaborada com a variante original, que é a cepa Wuhan, somada a uma variante de circulação mais recente, a cepa Ômicron.

No cenário internacional de regulação, a Comirnaty bivalente já tem uso autorizado pela Agência Europeia de Medicamentos (European Medicines Agency – EMA) e pela agência reguladora dos Estados Unidos (Food and Drug Administration – FDA).

Agência Brasil

Uma série de reações do nosso corpo, incluindo os sentimentos, é regulada por neutransmissores, substâncias químicas que atuam como mensageiras no sistema nervoso, transmitindo sinais entre os neurônios. Eles podem ser classificados a partir das funções que desempenham, explica a psiquiatra Julia Trindade, da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). Veja a seguir quais são os principais neurotransmissores e onde atuam.

seretomina

Os neurotransmissores excitatórios estimulam a atividade dos neurônios, e os inibitórios, reduzem. Já os modulatórios regulam a intensidade que tais substâncias agirão no cérebro. "Essa divisão é útil porque ajuda a entender o papel que diferentes neurotransmissores podem desempenhar no funcionamento do sistema nervoso e na regulação do comportamento", alega a psiquiatra.

Adrenalina

A endocrinologista Thais Mussi, da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), explica que esse neurotransmissores é o responsável pela resposta de "luta ou fuga" em situações de estresse e perigo. A adrenalina aumenta a frequência cardíaca, a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue, dilata as vias aéreas e as pupilas, preparando o corpo para a ação.

Serotonina

As especialistas afirmam que a serotonina é o neurotransmissor que ajuda na modulação do humor, do sono, do apetite, da função cognitiva, da temperatura corporal e do sistema cardiovascular. Thais afirma que, no apetite, ela ajuda a regular, especialmente, a vontade de carboidratos. Por muito tempo se acreditou que baixos níveis de serotonina estavam associados à depressão, mas essa ideia começou a ser derrubada com novos estudos científicos.

Endorfina

"As endorfinas são neurotransmissores conhecidos como 'hormônios da felicidade', que atuam como analgésicos naturais, proporcionando alívio da dor e promovendo bem-estar", diz a endocrinologista. Julia aponta que esse neurotransmissor é liberado em resposta à dor e ao estresse, mas também durante atividades agradáveis, como exercícios físicos, riso e nas relações sexuais.

Noradrenalina

As especialistas comentam que esse neurotransmissor desempenha um papel fundamental na atenção, em resposta ao estresse, aumentando a atenção, vigilância, frequência cardíaca e pressão arterial. Thais acrescenta que a noradrenalina também regula o humor e os ciclos de sono e vigília.

Neurotransmissores GABA

A psiquiatra esclarece que o GABA é o principal neurotransmissor inibitório do sistema nervoso, reduzindo as atividades neuronais, o que pode auxiliar no relaxamento, redução da ansiedade, equilíbrio do humor, melhora do sono e alívio da dor. Anormalidades na função e na atividade do GABA estão associadas a várias condições neurológicas e psiquiátricas, incluindo epilepsia, ansiedade e esquizofrenia. "Acredita-se que certas substâncias, como álcool e benzodiazepínicos, atuam aumentando a atividade do GABA no cérebro, o que pode levar a sentimentos de relaxamento e calma, mas também pode contribuir para a dependência dessas substâncias", pontua Julia.

Dopamina

É responsável pela motivação, recompensa, aprendizado e movimento, sendo liberado em atividades que o cérebro interpreta como recompensadoras. Entre elas, ao comer, em relações sexuais e no uso de algumas drogas. "Distúrbios nos sistemas de dopamina têm sido associados a doenças como a doença de Parkinson e a esquizofrenia, e também a comportamentos como o vício", esclarece Julia Acetilcolina

A acetilcolina desempenha funções relacionadas à memória, aprendizado e concentração, assim como ajuda na transmissão de sinais entre nervos e músculos, permitindo a contração de músculos, e regula funções autônomas como frequência cardíaca e digestão. Por fim, a diminuição dessa substância está relacionada a casos de Alzheimer.

R7

Foto: Freepik/vecstock

Consumir prebióticos, tipos de fibra encontrados em plantas que estimulam bactérias benéficas no intestino, pode ajudar a manter um microbioma intestinal saudável. Em um novo estudo, cientistas estimaram o conteúdo de prebióticos de milhares de alimentos usando literatura preexistente para descobrir quais oferecem o maior teor de prebióticos.

De acordo com o trabalho, os alimentos que oferecem a maior quantidade de prebióticos são folhas de dente-de-leão, alcachofras-de-jerusalém, alho, alho-poró e cebola. Além de apoiarem os micróbios intestinais, os alimentos ricos em prebióticos contêm alta quantidade de fibras, que muitas pessoas não consomem o suficiente.

"Comer alimentos densos em prebióticos é indicado por pesquisas anteriores como benéfico para a saúde", disse Cassandra Boyd, estudante de mestrado da Universidade Estadual de San José, que conduziu a pesquisa com o professor assistente John Gieng.

Segundo a autora, "adotar uma dieta que promova o bem-estar do microbioma ao consumir mais fibras pode ser mais acessível do que você imagina".

Cassandra apresentará as descobertas na Nutrition 2023, a principal reunião anual da American Society for Nutrition, que será realizada até terça-feira (25), em Boston, nos Estados Unidos. O que são os prebióticos

Prebióticos, que podem ser considerados alimentos para o microbioma, são diferentes dos probióticos, que contêm microrganismos vivos. Ambos podem beneficiar potencialmente a saúde do microbioma, mas funcionam de maneiras diferentes.

Estudos têm relacionado o maior consumo de prebióticos com melhor regulação da glicose no sangue, melhor absorção de minerais, como cálcio, e com indicadores de melhor função digestiva e imunológica.

Embora a maioria das diretrizes dietéticas atualmente não especifique uma dose diária de prebióticos, a Associação Científica Internacional de Probióticos e Prebióticos recomenda a ingestão de 5 g por dia. O estudo

Para o estudo, os pesquisadores utilizaram resultados científicos previamente publicados para analisar o conteúdo de prebióticos de 8.690 alimentos contidos no Banco de Dados de Alimentos e Nutrientes para Estudos Dietéticos, uma fonte muito usada por cientistas para estudar nutrição e saúde.

Aproximadamente, 37% dos alimentos no banco de dados continham prebióticos.

As folhas de dente-de-leão, alcachofra-de-jerusalém, alho, alho-poró e cebola apresentaram as maiores quantidades, variando de cerca de 100 mg a 240 mg de prebióticos por grama de alimento (mg/g).

Outros alimentos ricos em prebióticos são anéis de cebola, creme de cebola, feijão-caupi, aspargo e cereal Kellogg's All-Bran, cada um deles com cerca de 50 a 60 mg/g.

"As descobertas de nossa revisão preliminar da literatura mostram que cebola e alimentos relacionados contêm várias formas de prebiótico, resultando em maior conteúdo total de prebióticos", disse Cassandra.

A pesquisadora atesta ainda que "diferentes formas de cebola e alimentos relacionados aparecem em uma variedade de pratos, tanto como temperos quanto como ingredientes principais".

"Esses alimentos são comumente consumidos pelos americanos e, portanto, seriam um alvo viável para aumentar o consumo de prebióticos", considera.

Com base nas descobertas da equipe, Cassandra concluiu que uma pessoa precisaria consumir aproximadamente metade de uma cebola pequena (120 g) para obter 5 g de prebióticos.

Produtos que contêm trigo ocupam uma posição mais baixa na lista. Alimentos com pouco ou nenhum conteúdo de prebiótico incluem lácteos, ovos, óleos e carnes.

Os pesquisadores esperam que o estudo forneça uma base para ajudar outros cientistas a avaliar o impacto dos prebióticos na saúde e informar as futuras diretrizes dietéticas.

Eles ressaltam que mais pesquisas são necessárias para entender como o cozimento afeta o conteúdo de prebióticos e para avaliar melhor os alimentos que contêm múltiplos ingredientes.

R7