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agentepenitNa última sexta-feira, 15, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho, teve audiência com os aprovados no concurso para agente penitenciário – SEJUS 2016. Na reunião que ocorreu na presidência da Alepi, eles solicitam a ajuda do parlamentar em relação a nomeação do concurso que já foi homologado.

“O povo quer é educação, saúde, estradas e segurança. Sempre pensamos na população do Estado do Piauí. Vamos auxiliar no que for possível para que eles sejam nomeados, pois quanto mais segurança tivermos, melhor”, disse o presidente da casa, deputado Themístocles Filho (MDB).

Rinaldo Sousa, um dos aprovados no concurso, disse que o que pleiteia de imediato é a nomeação dos 150: “mas o secretário de justiça falou que seriam três etapas e o secretário de administração falou que seriam duas etapas. Nós acreditamos que é viável e há inclusive uma previsão orçamentária de nomeação imediata de 150 novos agentes”, afirmou.

“No dia 26 de abril nos concluímos o curso de formação, uma etapa que nos habilita para sermos nomeados e até o presente momento não tivemos uma informação concreta da secretaria de justiça e nem do governo do estado. Viemos conversar com o presidente da Assembleia Legislativa para que ele possa tentar algum contato, alguma conversa com o governo do estado, para que a gente possa ter uma programação, um cronograma de nomeações”, complementou Rinaldo Sousa.

 

Alepi

 

A indústria de bebidas da Zona Franca de Manaus briga para retomar o benefício que lhe dava desconto no pagamento de impostos. A indústria química e os exportadores também estão fazendo barulho em Brasília para não perderem incentivos tributários. Empresas de outros 39 segmentos lutam contra o fim da desoneração da folha de pagamentos. Ninguém quer pagar a conta da “bolsa caminhoneiro” – o subsídio de R$ 0,46 dado pelo governo no preço do diesel para encerrar a greve de 11 dias que paralisou o País em maio.

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O acordo do Planalto com os grevistas, oficializado há 20 dias, repassou a fatura do desconto no combustível para vários setores da indústria e deflagrou uma guerra de lobbies em Brasília por benefícios fiscais. Em outra frente, ruralistas começaram a fazer pressão, com uma enxurrada de ações na Justiça, pelo fim da tabela que instituiu preços mínimos para o frete rodoviário – outra concessão do Planalto aos caminhoneiros.

No centro dessa disputa está um governo fragilizado e sem capital político para fazer frente aos lobbies. “Diversos grupos vão tentar extrair benefícios e dificilmente vai sair uma resposta coordenada do Planalto”, diz o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria.

Os setores que não conseguiram se livrar do pacote em prol dos caminhoneiros agora se movimentam no Congresso para que deputados e senadores derrubem as medidas. Essa pressão tem a ajuda de parlamentares que defendem seus interesses. A bancada do Amazonas, por exemplo, não quer perder o apoio da indústria de bebidas na Zona Franca de Manaus, em pleno ano eleitoral.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) arregimentou parlamentares de confiança para lutar contra o fim do programa de incentivo tributário aos exportadores (Reintegra), do programa da indústria química (Reiq), e da desoneração da folha de pagamento.

Todos esses programas foram criados em gestões petistas e são criticados por economistas liberais, por custarem caro e não surtirem os efeitos esperados. Alguns desses incentivos estavam na mira do governo há um tempo. A equipe econômica aproveitou para incluí-los no pacote de medidas que compensam o custo de R$ 13,5 bilhões com o subsídio do diesel – mas agora está sendo pressionada de todos os lados a voltar atrás. Para analistas políticos, a chance de a indústria conseguir reverter o pacote no Congresso é grande.

“O episódio dos caminhoneiros foi apenas o exemplo mais recente da longa trajetória de sucesso de grupos de interesse, que chantageiam o governo”, diz o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper. “Deixamos a situação se degradar ao não enfrentar as corporações e as consequências serão danosas.”

Ontem foi a vez de Campo Maior receber o seminário “O Piauí pode dar certo”. O projeto  vosa  ouvir as pessoas, saber o que cada uma quer para o Estado.

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Aqui aconteceu um evento participativo, com discussões e debates ricos, que colaborarão para a formatação de um plano de governo. Agradeço a participação de todos os amigos, entre eles, o prefeito Firmino Filho, que manifestou seu apoio e confiança. Fomos bem recebidos e fiquei muito feliz em perceber que as pessoas têm o nosso mesmo desejo de mudança. Juntos e com atitude vamos fazer o Piauí dar certo, externo Luciano Nunes numa mensagem ao piauinoticias.

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Da redação

 José Medeiros de Noronha Pessoa (PT), vice prefeito de Monsenor Gil, renunciou ao cargo durante sessão na Câmara dos Vereadores da cidade neste sábado(16). Ele foi eleito nas eleições municipais de 2016 junto com o empresário João Luiz Carvalho (PSD).

Em fevereiro, José Noronha foi indicado pelo deputado João Mádison (MDB) para assumir a direção da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Piauí pelo governo do Estado e assumiu o cargo.

De acordo com a Lei Orgânica do Município, o acúmulo de cargo é proibido nas funções do poder executivo. No último dia 09 de junho, por seis a três, os vereadores já haviam votado pelo seu afastamento, após receberem parecer favorável do Ministério Público.

Uma semana depois, José Noronha resolveu renunciar ao cargo. A carta renúncia foi lida neste sábado(16), após a sessão ordinária na Câmara dos Vereadores. Desde a denúncia, José Noronha tinha cinco dias para se pronunciar.

“Foi uma decisão muito difícil; mas feliz da pessoa que pode optar na vida, ser vice é uma situação de conforto e espera. Como não sou de esperar, decidi ficar como diretor da Agrespi aonde contribuirei na regulação e fiscalização dos serviços delegados do Estado e, livre de questões políticas locais, poderei contribuir muito mais, como sempre fiz, para melhoria da qualidade de vida de nosso Monsenhor Gil”, destacou José Noronha, ao Cidadeverde.com.

A partir de agora, o presidente da Câmara, João José de Abreu Filho, o João Filho, deve assumir a Prefeitura na ausência do prefeito João Luiz.

O vereador da oposição, Jacinto Santos (PV) também comentou a atitude do engenheiro civil. "Foi a melhor coisa que ele fez para ele mesmo, porque a promotoria iria cassá-lo e iria ficar oito anos inelegíveis. Nossa Câmara é madura e mesmo tendo só um vereador de oposição, eu no caso, obedecemos a Lei Orgânica do Município ao afastá-lo por 90 dias e sabiamente pediu a renúncia”, afirmou.

Função na Agrespi

Sobre a Agência Reguladora, o diretor da Agrespi disse que está em fase de implantação do órgão, que deverá fiscalizar todas as concessões dadas através das Parcerias Público-Privadas (PPPs) na água, esgoto, além de transporte, energia, gás canalizado e infraesturura.

“Nos dará muito trabalho para ser instalada, a agência do Ceará já tem 20 anos, estamos muito atrasados e temos que correr porque o Piauí já tem projeto para 28 concessões (PPP) e todas se vai regular e fiscalizar”, destaca José Noronha.

 

cidadeverde

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação