O Dr. Jairo Lima que é advogado e que esteve como superintendente de Transito e Trânsito de Floriano está em tratamento de saúde e, em Teresina, para onde foi levado.

O que se tem de informações é que o mesmo está no Hospital São Marcos. 

O Dr. Jairo respondeu uma mensagem do Piauí Noticias e afirmou que está no referido Hospital e mais, que com fé em Deus tudo dará certo.

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Não se tem informações do grau de comprometimento dos seu pulmões.

“Não posso gravar áudio nem falar por orientação médica. Mas a recuperação é boa depois que cheguei na UTI do São Marcos. Graças a Deus!”, externou ele.

Da redação

Morreu na manhã desta quarta-feira, 16, um vaqueiro identificado como José Pinheiro Pereira, após ser pisoteado por uma vaca em uma propriedade localizada na região da comunidade Boa Fé, em Campo Maior.

Conhecido como 'Caloi', a vítima era morador da comunidade Maçãs e estava trabalhando como vaqueiro em uma propriedade, quando foi atacado pelo animal, acabou caindo e pisoteado pela vaca.

O homem chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Regional de Campo Maior, mas não resistiu.

Com informções Diario de campomaior

corpohomemNa manhã desta quarta-feira, 16, o corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado no Rio Parnaíba, na região da localidade Caitetus, Zona Rural de Nazária, próximo à balsa que dar acesso a cidade de Matões - MA.

Se algum familiar reconhecer ou tiver algum parente desaparecido procurar a Delegacia de Nazária ou se deslocar até o IML de Teresina. Uma equipe do Instituto de Medicina Legal (IML) de Teresina foi acionada para auxiliar a remoção do corpo e ficará responsável pela identificação do homem.

Com informações falapiaui

virusUm estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a organização não-governamental Conectas Direitos Humanos aponta que a disseminação do coronavírus teria sido uma estratégia do governo federal. O relatório, que mapeou os atos normativos e as propagandas feitas pela administração federal do Brasil durante a pandemia da Covid-19, mostra que o governo optou por favorecer a livre circulação do vírus para atingir a imunidade de rebanho por contágio.

Em entrevista ao Jornal da Tarde desta terça-feira (15), Fernando Aith, professor da FSP/USP explicou que o estudo teve início em fevereiro de 2020, quando o vírus nem tinha chegado no Brasil ainda.

"Nós entendemos que seria importante acompanhar a resposta normativa do Estado a essa grave crise sanitária que se avizinhava. Começamos a coletar sistematicamente todas as normas jurídicas publicadas pela União e publicadas pelos estados", disse.

Fernando conta que, a partir de junho, a OMS (Organização Mundial da Saúde) já tinha diretrizes muito claras sobre a melhor forma de combater a pandemia, ou seja, medidas não farmacológicas, distanciamento social, redução das atividades econômicas, somente as essenciais, manutenção ao máximo das pessoas em casa, uso de máscaras. Assim como, já sabia que medicamentos como ivermectina e cloroquina, disponibilizados no 'kit covid' defendido pelo governo federal, não eram eficazes no tratamento da doença. "No entanto, o governo federal continuou adotando politicas contrárias àquelas determinadas pela OMS", afirmou o professor.

Ele relata que as falas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), associadas aos atos de gestão e aos atos de governos, resultaram no relatório de 200 páginas enviado à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

"[O relatório] mostrou com muita clareza que a intenção do governo federal é promover a imunidade de rebanho no Brasil [...] Mas não pela vacina, já que na época nem tinha vacina, pelo contágio", completou.

Segundo Aith, "o problema é que essa estratégia é um desastre social e provoca a morte de várias pessoas".

TVCultura

Fotos: Getty Images