O empreendedor Alain Alcântara, filho do ex-comunicador Pedro Alcântara (radio Santa Clara AM), está internado por ter sido acometido pelo novo coronavirus. Alain, até ontem de acordo com um amigo e também empresário, estava com cerca de 50% do pulmão comprometido.alain

Ele está tendo todo o acompanhamento necessário por parte dos profissionais em saúde, que também estão atendendo outros pacientes vitimado dos pela COVID -19, disse o amigo confiante na recuperação do Alain.

O Piauí Notícias tentou um contato com a família do empresário para saber mais informações sobre o seu estado de saúde, mas as ligações não se completaram.

Alain Alcântara é o proprietário da empresa Metropol.     

Da redação

Uma equipe do Corpo de Bombeiros, de Floriano, foi acionada por populares, na noite desse domingo,  para fazer a captura de um tamanduá.

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O animal estava no Terminal Rodoviário Filadelfo Freire, de Floriano e, como não é comum se ver um animal dessa naturtaza na área  urbana da cidade, chamou atenção das pessoas que estavam no local e que acionaram autoridades no assunto  (Corpo de Bombeiros) para a captura do animal.

O tamumduá estava numa estratura de ferro de proteção de passageiros. Um popular posou para uma foto com o animal.

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Da redação

 

"Os anacoretas sombrios vivem da carnificina humana eleitoral, onde o símbolo de um néscio representa o estado mental". É um trecho do novo poema do florianense José Osório Fiho. As publicações tem sido cok exclusividade no Portal Piauí Notícias. Veja!

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                            METAMORFOSE HUMANA                                                     

As cidades crescem, como um adjetivo nominal. O suposto verbo de uma vida natural que poderia ser o subjetivo adverbial de uma parábola coloquial. Entre o substantivo humano, o asfalto e os prédios permanecem, a vegetação desaparece, os rios morrem e o planeta aquece.

O verbo transitivo direto é o povo, aquele que sofre a ação e continua sem voz e visão, não possui conhecimento básico, carrega consigo uma péssima educação, frequentou ou frequenta uma escola, onde se questiona o quantitativo e não a qualidade de métodos próprios para assegurar a formação e o desenvolvimento físico, intelectual e moral de uma população. Fato só até então visto em uma pobre geração, que vegeta no manto da ignorância e da insatisfação.

Enquanto isso, o objeto indireto acredita na boa vontade de terceiros, que te enganam para se perpetuar no poder, roubam teu dinheiro e sugam teu trabalho. Essa é a relação entre o parasita e o hospedeiro.

O verbo intransitivo sempre vem acompanhado do adjunto adverbial ou de um predicativo, o grande significado do substantivo coletivo de uma população sem caráter, sem qualquer conceito digno de cidadania e com um acentuado número de analfabetos funcionais, sem predicativo de um sujeito normal.

Os anacoretas sombrios vivem da carnificina humana eleitoral, onde o símbolo de um néscio representa o estado mental. Inúmeras anatomias gerais, sem massa encefálica, administram os demais insignificantes seres, sem a devida faculdade de agir, julgar, entender, avaliar, comparar ou tirar conclusões do mundo real.

Em cada olhar, podemos enxergar os verbos defectivos, que nada apresentam em uma conjugação completa, é o símbolo da maioria das pessoas do universo, eles existem, mas não pensam. Nasceram e cresceram sem saber distinguir o bem do mal, tanto é que põem fim em todas as vidas, tanto vegetal quanto animal.

Enquanto isso, o predicativo do sujeito emperra a concordância verbal, o próprio ser “humano”, extingue paulatinamente a vida da terra, decepa os seres que habitam o planeta, matando seus próprios semelhantes, praticando diferentes formas de homicídios. Inconformados com tudo isso, ainda vivem a escarnecer da existência de outros animais, sem saber que estão sorrindo de suas próprias indigências.

 JOSÉ OSÓRIO FILHO.  

Ouça o áudio do poema ns voz do comunicador Alan Carlos, da Rádio Alvorada FM, de Floriano-PI

 

A formanda Ylmara Stefane que é estudante de especialização em Ordontia da Universidade Federal do Piauí (UFPI), de 26 anos, morreu vítima da covid-19, em Teresina.

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O perfil oficial do curso da jovem publicou em seu Instagram a notícia e fez uma declaração de revolta com o posicionamento de alguns líderes políticos e profissionais em saúde que já negaram anteriormente a gravidade da pandemia de covid-19.

Leia nota do OrtoUFPI na íntegra.

“Hoje perdemos uma aluna da UFPI. Formanda, cheia de sonhos e planos. Uma vida ceifada muito cedo. Faltam palavras, sobra aperto no coração. Quantos mais serão vítimas desse pesadelo? Fico lembrando de alguns políticos e, até, profissionais de saúde dizendo que essa doença tem baixa letalidade, que só mata idosos, quanta maldade carregam essas pessoas. A Ylmara se foi, para ela a letalidade foi de 100%. O mundo vive um pesadelo, o nosso não precisaria ser maior. Os nossos dirigentes continuam, incansáveis, tornando as coisas mais difíceis. Até quando… Descanse em paz, querida Ylmara”.

Fonte: Oito Meia

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