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povo
O povo dança diariamente, não pensam nos dias seguintes e nas injustiças sociais. Vivem mediante a forma de não enxergar a realidade, e a carência da saúde pública e educação precária. Enquanto tudo de ruim acontece, eles continuam dançando sem parar.

Improvisam paredões e inúmeras bebidas e outras drogas, e vão dançando, desta forma vão fazendo com que a vida se torne um placebo, enganam suas consciências para sempre, até o dia final de suas existências.

Não dá para enxergar emancipação humana ou política em nenhum País desorganizado, onde a sociedade não possui conhecimento filosófico e sociológico. Visto que um povo sem ideologia e princípios morais, são incapazes de absorver a essência fundamental da existência do sistema político, administrativo, e a perpetuação do mesmo sistema e das mesmas pessoas no poder.

Enquanto os inconscientes dançam diariamente, sem saber e sem parar de dançar. Os conscientes são obrigados a seguirem na vida, dançando sem dançar e pagando autos impostos para trabalhar, vivendo a ilusão dos alienados que dançam para desopilar, mas são tão ingênuos que não enxergam a realidade que alimenta a fantasia de cada olhar.

Os três poderes propagam as injustiças sociais, cada um dentro de sua esfera administrativa e ditatorial, os altos salários dos poderes, executivo, legislativo e judiciário, causam indignação, a quem trabalha e ganha o menor valor mensal, o salário mínimo, significado da fome e da miséria material. O que caracteriza uma ditadura pior do que o período colonial, o verdadeiro exemplo da censura estatal, que emperra o crescimento econômico e social.

Os poderes distintos sozinhos abocanham o labor dos trabalhadores, e consomem todas as riquezas e economias do País, criando inúmeras e diferentes vítimas das maiores injustiças praticadas pelo Estado, o inimigo moral e mortal de uma sociedade desigual.

DA REDAÇÃO

carroça
Nesta segunda, gostaria de trazer uma reflexão que ouvi há muito tempo de um amigo e experiente político, externou o vereador Joab Curvina. Dias desses, disse ele, conversando sobre eleições e o destino da cidade, lembramos que volta e meia surgem alguns "fariseus" com soluções mágicas, tiradas de uma cartola.

O perfil é sempre o mesmo. Se proclama Salvador da Pátria sem de fato nunca ter contribuído com absolutamente nada para a cidade. Ou junta um grupo que não quer o bem "comum", mas sim o "próprio".

Mas o florianense já está vacinado contra esse tipo de milagreiro. Não adianta pregar o amor, mas longe dos holofotes e da vitrine das redes sociais, agir com arrogância e orgulho.

Foi então que lembrei sobre o mito da carroça vazia que diz o seguinte: Quando a carroça está abastecida, cheia de entregas e é robusta, quase não ouvimos barulho. O conteúdo dá base para sustentação. É algo seguro! Dá pra sentir força e confiança.

Mas quando a carroça está vazia? Bem... Ela estala, é desengonçada, não demonstra confiança e, ainda sim, é barulhenta. Na política não é diferente. Tem muita carroça vazia fazendo barulho sem conteúdo algum.

Qual a reflexão para o florianense? Precisamos tomar cuidado para não dar ouvidos ao “barulho” feito pela carroça vazia, e não confundir o “peso” com conteúdo. Já vivenciamos esse período e só quem perdeu foi povo.

Joab Curvina
Vereador e Presidente da

Um grupo de amigos e religiosos acompanhou o cortejo com o corpo do padre Serafim Petroski, após a celebração que contou com presenças de amigos.

seraim

Conforme informações, alguns familiares estavam sendo aguardados para o sepultamento do corpo que ocorreu no Cemitério Sâo Pedro de Alcântara. O padre Eulálio Miranda deu um depoimento ao Piauí Notícias. Veja as imagens: 

fim

Da redação

Um grupo de padres se reuniu na missa de corpo presente do padre Antônio Serafim Petroski, ocorrida no final de semana e que teve presença de um grande número de populares.

fim

Conforme informações, o padre Serafim Petroski estava com alguns problemas de saúde. Ele faleceu  na madrugada de sábado na Unidade de Pronto Atendimento-UPA, onde estava recebendo atendimento médico. A missa foi presidida pelo padre Eulálio Miranda, que falou um pouco sobre a trajetória do colega religioso.

 

Da redação