O primeiro mês do ano, Janeiro, é de muitas festividades entre familiares, pois tem muitos amigos completando um novo ciclo de vida.

Depois desse dia 07, em que muitos familiares e amigos estiveram abraçando o secretário Nilson Ferreira, da Comunicação de Floriano-PI, hoje é a vez de todos cantarem parabéns para essa autoridade, o militar Silva Neto, hoje reformado do 3º Batalhão.

Nos grupos, dos quais ele faz parte, as felicitações pela data não param.

silvaneto

 

Parabéns!.

Da redação

Não haverá o tradicional carnaval de Floriano, o maior evento público da cidade, considerado um dos melhores do Piauí. A decisão foi tomada após análise, pelo Governo e a Vigilância Sanitária, sobre a situação epidemiológica atual do país e da região.

O prefeito não descarta a possibilidade de anunciar medidas mais duras no período carnavalesco, em relação aos eventos particulares, a partir de uma avaliação da situação epidemiológica do final de janeiro.

Joel também afirmou que a folia de Momo não será adiada para outra data e que o foco será a grande festa de aniversário da cidade, no mês de julho, caso a situação esteja normalizada no país.

A decisão foi anunciada na noite desta quinta-feira, 7, durante uma reunião, na sede da prefeitura, com o vice-prefeito, Antônio Reis e os secretários, de Governo, Bento Viana; de Comunicação, Nilson Ferreira; de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Marcos Veras e de Cultura, Esporte e Lazer, Reginaldo Monteiro.

carnaval

"É um momento para pensar na vida, saúde e proteção das pessoas e, se Deus quiser, em julho, a situação será outra e comemoraremos o aniversário da cidade com grande alegria", disse Joel Rodrigues.

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O comodismo e a politicagem dos congressistas - que agem há muito tempo em interesses próprios, partidários ou de grupos que representam e deixam muitas vezes de legislar matérias de interesse da coletividade social - têm conferido protagonismo ao STF no seu ativismo judicial, fruto da crise política de identidade legislativa no papel fundamental de fazer as leis do país.   

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Então, pela omissão do Legislativo, o STF, provocado, tem estabelecido regras, que, a rigor, competiriam ao Poder Legislativo. E assim será talvez no caso da candidatura avulsa - que já deveria ser objeto de reforma política ampla - à qual as excelências do Olímpio Legislativo Federal só esboçam movimentação diante da intervenção da Suprema Corte. 

Segundo indagou o ministro do STF Luís Roberto Barroso, “há uma discussão prévia, que é uma discussão importante, de saber se essa é uma escolha política que cabe ao Congresso ou se é uma matéria de interpretação constitucional, que pode ou deve ser de atuação do Supremo”.   

A matéria é de interesse nacional. E visa a combater a podridão dos partidos, que já não nos representam, tais são os desvios de condutas dos políticos filiados. Visa também combater as oligarquias partidárias, que têm imposto a candidatura de certos candidatos. 

Por outro lado, cabe enfatizar que não temos mais partidos políticos no Brasil, mas sim um cipoal de siglas partidárias, cuja maioria de seus membros não tem nenhuma identificação ideológica e política e estão sempre mudando de partidos. Partido político só serve para desfalcar o Tesouro Nacional.   

Assim como o voto distrital puro é a saída para a moralização política representativa, por aproximar o eleitor do político e vice-versa, a candidatura avulsa é mais democrática por não condicionar ou obrigar ninguém a vincular-se a partido político e por ser a forma mais barata de eleição.   

Não há necessidade de consultar a sociedade porque será posto à disposição dos eleitores uma alternativa democrática de candidatura política.   

Ademais, a matéria, considerada vedada por alguns com base no Art. 14 da CF, ainda não está pacificada no STF, e, portanto, padece de exegese constitucional.   

Por outro lado, o legislador ao condicionar a filiação partidária, ele se refere ao candidato que representará uma agremiação política de que trata o Art. 17 da CF. Se o candidato não representa nenhum partido político, a Constituição não impede expressamente a sua candidatura avulsa.   

Logo, não vejo impedimento de poder haver perfeitamente as duas condições: a candidatura avulsa sem vinculação e a candidatura vinculada a partido político.  

 

Júlio César Cardoso

Servidor federal aposentado

Balneário Camboriú (SC)

Morreu nesta quinta-feira (7), o canto Genival Lacerda, aos 89 anos, no Recife (PE). Ele foi mais vítima das complicações da Covid-19. A informação foi confimada no Instagram pelo filho do músico.

Genival Lacerda Filho escreveu apenas "Painho faleceu" em seus Stories. O artista estava internado no Hospital Unimed I, na região central da cidade, desde novembro, após ser diagnosticado com covid-19.

A assessoria de Genival também confirmou a morte e ressaltou que ele havia tido uma breve melhora em seu quadro clínico desde o início da internação.

genival lacerda

Biografia

Nascido em 5 de abril de 1931, em Campina Grande, no estado da Paraíba, Genival Lacerda foi radialista na cidade natal. Trabalhou nas rádios Borborema e Caturité. Com o programa Forró do Seu Vavá foi lider de audiência.

Já na área musical, o cantor, então, decidiu gravar seu primeiro disco. Na década de 1950 complilou um LP de 78 rotações. Em 1964, foi incentivado pelo cunhado, Jackson do Pandeiro, a se aventurar no Rio de Janeiro. Lá, mostrou seus trabalhos em casas de forró e chegou a gravar um segundo trabalho.

O sucesso, no entanto, só aconteceu em 1975, com a música Severina Xique-Xique, cujo o verso "ele tá de olho é na butique dela", é cantando até hoje por milhares de pessoas. A música, feita em parceria com João Gonçalves, vendeu mais de 800 mil cópias na época.

Com informações do R7.

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