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O Ministério das Cidades publicou, no Diário Oficial da União (DOU), a portaria que aprova a liberação de R$ 3,02 bilhões de recursos do Orçamento-Geral da União (OGU), no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), para execução de obras de macrodrenagem, prevenção de enchentes, enxurradas, alagamentos e contenção de encostas. Para o Piauí, o Governo Federal vai liberar um montante de R$ 18 milhões.

 

Um dos projetos que serão contemplados envolve parte da zona Leste, nos bairros Socopo, Morros, Tabajaras, Verde Lar, Porto do Centro, Satélite, Samapi, Piçarreira e Zoobotânico. Para tanto serão liberados R$ 5,5 milhões. Já o recurso no valor de R$ 1,25 milhão será encaminhado para projetos nos bairros Tabuleta, São Pedro e Redenção (zona Sul), Parque Ideal e Novo Horizonte (zona Sudeste), Macaúba, Vermelha e Pio XII, Nossa Senhora das Graças e Monte Castelo (zona Sul).

 

Ainda foram contempladas propostas dos bairros Itararé, Extrema, Tancredo Neves e Redonda (R$ 2,5 milhões), Jóquei, Horto e Fátima (R$ 1,875 milhão) e do Polo Empresarial Sul e Esplanada (R$ 3,125 milhões).

 

Os recursos provenientes do Orçamento Geral da União serão destinados aos principais municípios atingidos por eventos naturais críticos. Além do Piauí, as regiões beneficiadas com os investimentos em prevenção são Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

 

De acordo com a portaria publicada no DOU, os empreendimentos selecionados beneficiarão áreas urbanas de municípios localizados em regiões metropolitanas ou com população total superior a 50 mil habitantes, exceto para obras de contenção de encostas. Neste caso, serão beneficiadas populações que se enquadrem na linha de risco, independente do porte populacional.

 

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carro1912Um incêndio que deve ter começando por alguma falha mecânica em um veiculo gol, ano 1997, de propriedade do Sr. Francisco Pereira dos Santos, mais conhecido por Fogoió destruiu completamente o veículo e ainda a residência do casal localizada na Avenida Manoel Ribeiro na cidade de Ipiranga do Piauí.

 

O fato aconteceu por volta das 2:00h da madrugada desta quarta-feira 19 de dezembro, onde o casal veio perceber quando a residência já estava em chamas.

 

Até o momento os prejuízos são incalculáveis, sendo que toda a instalação elétrica também ficou destruída. Os vizinhos com baldes de água ajudaram a conter as chamas.

 

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A seca que comprometeu grande parte da produção agrícola em 2012, também foi responsável pela queda nos itens mais exportados pelo Piauí. As exceções foram a venda da soja e do algodão cultivado no Cerrado. Os dois produtos foram fundamentais para manter o nível de crescimento favorável na balança comercial.

 

A maior queda aconteceu com a venda do mel. No ano passado, o Piauí chegou a ser o maior exportador do Brasil. A Casa Apis, uma central de cooperativas de apicultores na região do Semiárido piauiense é o principal comercializador e reconhece que parte dos enxames de abelhas morreu ou migrou em busca de melhores condições de reprodução. Na região, de janeiro a junho, período de chuvas paraa  floração das árvores, choveu 170 milímetros de água, bem abaixo da média do período de chuvas.

 

No Piauí, de um faturamento de R$ 23 milhões e de uma produção de 3,4 milhões de litros de mel exportados em 2011 os valores não ultrapassaram os R$ 10 milhões e a produção foi de 1,4 milhão de litros em 2012. “Este foi um ano muito difícil para os produtores de mel, a falta de chuvas foi o maior problema, a nossa expectativa é que este ano seja melhor e que a nossa produção não fique comprometida para melhorarmos esses índices”, disse o presidente da Casa Apis, Antônio Leopoldino Dantas Filho.

 

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