O Ministério da Agricultura informou nesta quarta-feira (30) que vai voltar atrás na decisão de estabelecer, em caráter excepcional, períodos adicionais de restrições à pesca de camarão e lagosta, o chamado "defeso".

A medida tinha como motivação a "provável contaminação química" devido ao derramamento de óleo que levou ao surgimento das manchas de óleo no litoral do Nordeste – desde 30 de agosto, mais de 200 locais foram afetados pelas manchas.

Em nota, o ministério disse que testes feitos no pescado não apontam a necessidade de proibição.

"Nós não sabíamos como é que era essa mancha de petróleo, que tipo era. Enquanto isso estava sendo analisado, pelo princípio da precaução, nós suspendemos a pesca em vários estados brasileiros onde esse petróleo chegou", disse a ministra Tereza Cristina.

"Agora, hoje, já com dados na mão, nós vamos levantar essa proibição. Mas eu quero garantir aos pequenos pescadores, aos pescadores artesanais, e até aqueles que não recebiam dinheiro na época do defeso, que são os que coletam caranguejo e mariscos, eles também estarão nessa lista, recebendo um salário, porque eles estão prejudicados na sua atividade principal, no seu ganha-pão", disse a ministra.

Área que seria afetada

Se fosse implementada, a restrição para a pesca de camarões rosa, branco, sete-barbas e lagosta vermelha e verde abrangeria a divisa dos estados de PE e AL e a divisa dos municípios de Mata de São João e Camaçari, na BA, durante todo o mês de novembro.

A restrição iria valer de de novembro até o fim de dezembro, para a pesca de camarões rosa, branco, e sete-barbas na divisa da BA e do ES, e na divisa do PI com o CE. A atividade também seria restrita entre a Mata de São João e Camaçari, na BA.

 

G1

Nessa quarta-feira, 30, uma mulher identificada como Pricila Dayana do Nascimento, 37 anos, foi encontrada morta na piscina de um clube da cidade de São Raimundo Nonato.

O corpo foi encontrado por volta das 15:00h, de ontem, pelo companheiro de Pricila.   Segundo a Polícia Civil, existem algumas escoriações no joelho da mulher. Um inquérito será aberto para apurar as circunstâncias da morte.

As primeiras informações são de que Pricila estava sozinha no momento da morte.

O Instituto Médico Legal foi acionado e exames serão realizados para detectar a causa da morte. A suspeita é que tenha sido afogamento.

A mulher era funcionária do clube.

 

cv

Um acidente grave nessa quarta-feira, 30, por volta das 13:00h  envolvendo um carro de passeio e uma carreta deixou uma pessoa morta.

A ocrrência foi num trecho da rodovia BR-343, região da localidade Malhada, a cerca de 30 km de Floriano-PI.

Segundo a Polícia Rodoviária Fedral (PRF), o motorista do carro identificado como Claudiano Pereira, 29 anos, teria invadido a pista contrária batendo de frente com uma  carreta.

bombeiros

Por conta do impacto, o veículo da vítima ficou parcialmente destruído e várias partes ficaram espalhadas pela pista e no acostamento.

O motor sacou fora e parou metros de distância do carro.

O condutor do carro morreu no local e homens do Corpo de Bombeiros, de Floriano, foram acionados para retirar a vítima das ferragens. Parte da via ficou interditada e o trânsito congestionado.

 

Com informações do piauiemdia

O marido, que foi denunciado por impor multa para a mulher, prestou depoimento e afirmou que a situação não passou de uma "brincadeira". O caso teve repercussão e o advogado do suspeito pediu o afastamento da delegada Vilma Alves, titular da Delegacia da Mulher do Centro. Para Vilma, a atitude do suspeito é uma forma de "intimidação", já que o denunciado é um agente da Polícia Federal.

No início do mês, o agente da PF, José Henrique Almeida Moita, foi denunciado pela mulher, que contou à polícia que estaria pagando multa dentro de casa como forma de punição.

De acordo com as provas apresentadas na delegacia, as multas variavam de R$ 20 a R$ 50. Na lista de proibições estavam a de não deixar roupa suja fora do cesto, de não estragar saladas, por mau uso do banheiro e até por comidas queimadas.

Vilma Alves informou que por duas vezes, o denunciado foi convocado para prestar depoimento e não compareceu. "Na terceira vez, ele foi comunicado pela Corregedoria da PF e prestou depoimento. Ele estava bem tranquilo, negou tudo e disse que as multas não passava de uma brincadeira", disse a delegada.

Vilma diz que a lei é para todos

A delegada garantiu que não irá se intimidar com o pedido de afastamento do denunciado e que a lei é para todos.

"O pau que dá em Chico dá em Francisco. Não estou impedida de fazer meu trabalho. Não sou inimiga de ninguém, eu cumpro o que determina a lei. Não faço distinção de classe ou cor, atendo todo mundo", afirmou Vilma Alves.

Ela lembra que já encarou desafios ao longo de sua profissão como delegada. Entre os enfrentamentos está o de prender playboys que faziam racha na Raul Lopes e no Grande Dirceu.

"A Lei é para todos, já estou acostumada com essas intimidações", disse a delegada.

A reportagem tentou falar com o advogado do agente da PF, mas não conseguiu. O espaço fica aberto para qualquer esclarecimento.

A delegada diz que o inquérito segue e existem provas que o enquadra na Lei Maria da Penha. A vítima já prestou depoimento.

 

cv