Morreu na noite deste domingo, 13, aos 67 anos, o cantor Eduardo Borges, mais conhecido como Parrerito, integrante do Trio Parada Dura. Ele foi vítima de Covid-19 e estava internado desde o dia 29 de agosto no Hospital Unimed, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Em comunicado nas redes sociais, o trio lamentou a morte e citou que Parrerito integrava o chamado grupo de risco do coronavírus por ser idoso e diabético.

“Batalhou muito, mas infelizmente não resistiu às complicações da doença. Familiares e a equipe Trio Parada Dura agradecem todas as correntes de orações e fé formadas durante a luta de Parrerito pela vida. Elas mostraram o quanto ele era tão querido e estimado por todos. E é desta forma que vamos sempre lembrar dele”, diz trecho do comunicado.

parrerito

O grupo fundada na década de 70 citou um de seus maiores sucessos, As Andorinhas. “Igual a andorinha, Parrerito parte voando e deixa um Brasil inteiro já com saudade de sua voz que por quase quatro décadas marcou gerações no Trio Parada Dura. Ficará para sempre em nossos corações e na memória da música sertaneja. Parrerito deixa mulher, filhas e netas que eram sua grande paixão. Vai com Deus, Parrerito! Sentiremos muito sua falta.”

O Trio Parada Dura foi fundado em 1973 e teve como formação mais famosa os cantores Creone, Barrerito (irmão de Parrerito) e Mangabinha. Parrerito entrou no grupo em 1982, após acidente aéreo que deixou seu irmão paraplégico. A formação atual era formada por Creone, Parrerito e Xonadão.

O grupo tem 11 discos de ouro e três de platina no currículo e sucessos como Aceita que Dói Menos, Último Adeus, Telefone Mudo e Fuscão Preto, entre outros.

msn

A idosa de mais de 80 anos estava internada no Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano, quando faleceu. A senhora Isabel era a esposa do senhor Antão.

izabel

 O corpo está sendo velado por familiares e amigos no Povoado Santa Fé, município de Bertolínia-PI, para onde foi levado ainda nesse domingo, 13, e será sepultado nessa segunda-feira, 14.

Da redação

O Dia Nacional da Cachaça ou simplesmente Dia da Cachaça é celebrado em 13 de setembro. Esta é uma bebida com uma carga simbólica muito grande para a cultura e identidade brasileira.

A criação do Dia Nacional da Cachaça foi uma iniciativa do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), instituída em junho de 2009. Ainda existe um projeto de lei do deputado Valdir Colatto e que foi aprovado pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em outubro de 2010, com o objetivo de oficializar a data.

História da Data

O dia 13 de setembro foi escolhido em homenagem a data em que a cachaça passou a ser oficialmente liberada para a fabricação e venda no Brasil, em 13 de setembro de 1661.

Esta legalização, no entanto, só foi possível após uma revolta popular contra as imposições da Coroa portuguesa, conhecida como "Revolta da Cachaça", ocorrida no Rio de Janeiro.

Até então, a Coroa portuguesa impedia a produção da cachaça no país, pois o seu objetivo era substituir esta bebida pela bagaceira, uma aguardente típica de Portugal.

A Cachaça no Brasil
A cachaça é uma bebida alcoólica muito apreciada no Brasil, tendo como base principal a cana-de-açúcar. Atualmente, no entanto, existem diferentes variantes da cachaça e com diferentes sabores.

O Brasil produz aproximadamente 1,2 bilhões de litros de cachaça por ano e o maior produtor de cachaça no Brasil industrial é o estado de São Paulo, seguido de Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraíba. Por sua vez, Minas e Rio lideram a produção de cachaça artesanal.

A cachaça brasileira é exportada para mais de 60 países, sendo a Alemanha responsável por aproximadamente 30% da sua importação.

Curiosidades sobre a Cachaça
A cachaça tem em média 40% de teor alcoólico e, atualmente, é definida como um produto cultural brasileiro.
A bebida tem vários sinônimos e alguns deles bastante curiosos como mata-bicho, branquinha, parati, bicha, "água que passarinho não bebe", marvada, veneno, boa, alem de outros nomes.  

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Na imagem, a Vale do Riachão que é uma cachaça fabricada no interior do Maranhão, cidade de Sucupira do Riachão. Hoje, a Vale do Riachão é uma das cachaças mais consumidas no Maranhão, parte do Piauí e a bebida já é encontrada em outros estados do Brasil. 

No dia da Cachaça, 13 de setembro, a direção da fábrica que fica no Sítio Vertentes lembra da data.

 

Com informações do: www.calendarr.com

 

rgFoi deflagrada na manhã desta sexta-feira, 11, pela Polícia Federal, a "Operação "Livre Acesso", terceira fase da Operação "Grande Família", com objetivo de cumprir cinco mandados de busca e apreensão referentes a investigação sobre o desvio de cédulas de RGs em branco do Instituto de Identificação do Estado do Piauí. Entre os alvos estão dois ex-funcionários do instituto.

Segundo a PF, o nome da operação se deve ao fato de que dois dos investigados são ex-funcionários do Instituto de Identificação do Piauí e tinham livre acesso ao posto de atendimento para desviar o material ainda em branco. Eles costumavam agir no período noturno e aos fins de semana. Foram mobilizados 27 policiais para o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão de pessoas residentes de Teresina, todos expedidos pela 1ª Vara Federal de Teresina.

As investigações começaram em maio do ano passado a partir da apreensão de centenas de cédulas de RGs em branco e de milhares de identidades falsificadas, apreendidas durante a Operação Grande Família.

Ainda segundo a PF, as cédulas de RGS em branco desviadas do Instituto de Identificação eram utilizadas na confecção de identidades falsas com o objetivo de abrir contas bancárias fraudulentas na Caixa Econômica Federal. Os criminosos tinham como alvo o cometimento de fraudes em benefícios do INSS.

Nesta fase da investigação, a Polícia Federal tem por objetivo colher elementos e provas que levem a identificação dos demais membros da organização criminosa, responsável pelo desvio e comercialização das cédulas.

 

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Foto: divulgação PF