O município de Floriano, alcançou mais uma conquista no tratamento da tuberculose, sendo reconhecida com a medalha de ouro pela Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (SESAPI). Com uma taxa de cura de 83%, a saúde de Floriano demonstrou excelência no cuidado com os pacientes diagnosticados com a doença.

medouro

De acordo com os dados divulgados pela SESAPI, apenas sete municípios no estado conseguiram essa certificação, sendo Floriano um deles. A Sesapi considera como padrão ouro, os municípios que alcançam uma taxa de cura de pelo menos 70% no tratamento da tuberculose.

Isso se deve aos esforços e investimentos em saúde pública realizados pelo município nos últimos anos, garantindo o acesso ao tratamento adequado para os pacientes.

Um fator crucial para o sucesso do tratamento em Floriano é a existência de uma diretoria de referência para o tratamento da tuberculose, composta por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório, técnicos de enfermagem e uma bioquímica. Além disso, as equipes têm sido capacitadas para oferecer um acolhimento e tratamento eficazes para os pacientes.

"Vale lembrar que a tuberculose tem cura e o tratamento é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O apoio da família é essencial para que o paciente complete o tratamento, garantindo assim sua recuperação e contribuindo para o controle da doença na comunidade. ", afirma Milena Portela, diretora de Combate à Hanseníase e Tuberculose.

Em reconhecimento a essa conquista, a Secretaria Municipal de Saúde de Floriano prestou homenagem às UBS que se destacaram no tratamento da tuberculose, concedendo-lhes menção honrosa, ficando em destaque na recepção das unidades.

"Essa celebração não apenas reconhece o trabalho das equipes de saúde, mas também inspira a população na na luta contra a tuberculose.", finaliza a secretaria municipal de saúde, Caroline Reis.

Secom

O mês de abril é dedicado a conscientizar profissionais sobre a importância da segurança do paciente em ambientes hospitalares. Em comemoração ao Abril Laranja, o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa (NMDER) organizou um evento nesta quarta-feira (17) para intensificar as discussões sobre práticas de segurança do paciente.

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Com o tema “Comunicação e Trabalho em Equipe”, o evento visou incentivar os profissionais de saúde a trocar experiências e compartilhar práticas eficazes dentro da instituição. A programação incluiu músicas, brincadeiras e sorteios para enfatizar a importância de atender aos pacientes com carinho e dedicação.

“Este é o mês em que realizamos a campanha pela segurança do paciente e celebramos o Programa Nacional de Segurança do Paciente no Brasil. Nosso objetivo é conscientizar e mobilizar todos os colaboradores sobre práticas seguras para a segurança do paciente. Trabalhar com segurança do paciente é um esforço contínuo, e, ao priorizarmos essas práticas, podemos ver melhorias na qualidade da assistência de uma maneira geral”, afirmou Cilene Crizóstomo, coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente.

Durante a ação, as seis metas internacionais de segurança do paciente foram abordadas: Identificação Correta do Paciente, Comunicação Assertiva, Melhoria da Segurança dos Medicamentos, Cirurgia Segura, Redução do Risco de Infecções Associadas aos Cuidados e Redução do Risco de Danos aos Pacientes Resultantes de Lesões por Pressão e Quedas.

A auxiliar de farmácia, Joana Dar´c do Nascimento, considerou o evento essencial para aprimorar os processos em seu setor. “Achei a palestra de hoje muito interessante e dinâmica. Um dos temas abordados foi a comunicação assertiva, que é crucial para nós na farmácia, pois trabalhamos como uma equipe e precisamos manter uma boa comunicação para o nosso trabalho ser efetivo", comentou.

Sesapi

O mês de abril busca alertar os profissionais e a população em geral para a importância da saúde e segurança do trabalhador. Hoje (16), data em que se comemora o Dia Mundial da Voz, o Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) chama atenção para os cuidados e a prevenção de doenças e agravos relacionados ao trabalho, especialmente daqueles profissionais que utilizam a voz como seu instrumento de trabalho.

“É muito importante a ampliação das discussões sobre o Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho (DVRT), pois a partir delas, podemos trabalhar com ações e estratégias que possam ajudar o trabalhador no desenvolvimento da sua profissão, bem como evitar possíveis problemas que venham prejudicar as suas funções”, destacou a fonoaudióloga do CEREST, Carlene Bitu.

Profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho - professores, cantores, jornalistas, locutores, operadores de call center, dentre outros, necessitam de cuidados especiais com o uso vocal, tendo em vista a grande exposição da voz na sua rotina.

Os danos causados pelo mau uso ou abuso vocal podem ser evitados.

“Um dos principais pontos é o reconhecimento da sua demanda vocal referente ao uso no processo de trabalho e com isso fazer a promoção e prevenção dos possíveis agravos que venham prejudicar a voz e consequentemente a comunicação”, acrescentou a fonoaudióloga.

Para os trabalhadores que usam a voz profissionalmente, o CEREST conta com serviço de fonoaudiologia para realizar atendimentos e orientações sobre Saúde Vocal, além da disponibilidade para ministrar palestras educativas em empresas.

Sesapi

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, encontraram associação entre um tipo sanguíneo ao risco aumentado de sofrer um AVC antes dos 60 anos. Estudo indica que tipo sanguíneo está ligado a risco de AVC precoce.

O estudo, que foi publicado no periódico científico Neurology, incluiu todos os dados disponíveis de estudos genéticos com foco em acidentes vasculares cerebrais isquêmicos, que são causados ​​por um bloqueio do fluxo sanguíneo para o cérebro, ocorrendo em adultos mais jovens com menos de 60 anos.

Tipo sanguíneo e o risco de AVC precoce A análise apontou que pessoas que tiveram AVC precoce eram mais propensas a ter o tipo sanguíneo A e menos propensas a ter o tipo sanguíneo O (o tipo sanguíneo mais comum) em comparação com pessoas com AVC tardio e pessoas que nunca tiveram um AVC. O risco do tipo sanguíneo A era 16% maior do que pessoas com outros tipos sanguíneos. Enquanto isso, aqueles que tinham sangue tipo O tiveram um risco 12% menor de ter um derrame do que pessoas com outros tipos sanguíneos. Apesar dos resultados, os pesquisadores enfatizaram que o risco aumentado foi muito modesto e que aqueles com sangue tipo A não devem se preocupar em ter um AVC de início precoce ou se envolver em exames extras com base nessa descoberta.

“Ainda não sabemos por que o tipo sanguíneo A confere um risco maior, mas provavelmente tem algo a ver com fatores de coagulação do sangue, como plaquetas e células que revestem os vasos sanguíneos, bem como outras proteínas circulantes, que desempenham um papel importante no desenvolvimento de coágulos sanguíneos”, disse o professor de neurologia e co-investigador principal do estudo Steven J. Kittner.

Estudos anteriores sugerem que aqueles com um tipo sanguíneo A têm um risco ligeiramente maior de desenvolver coágulos sanguíneos nas pernas, conhecidos como trombose venosa profunda. “Claramente precisamos de mais estudos de acompanhamento para esclarecer os mecanismos do aumento do risco de acidente vascular cerebral”, acrescentou.Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, encontraram associação entre um tipo sanguíneo ao risco aumentado de sofrer um AVC antes dos 60 anos. Estudo indica que tipo sanguíneo está ligado a risco de AVC precoce.

O estudo, que foi publicado no periódico científico Neurology, incluiu todos os dados disponíveis de estudos genéticos com foco em acidentes vasculares cerebrais isquêmicos, que são causados ​​por um bloqueio do fluxo sanguíneo para o cérebro, ocorrendo em adultos mais jovens com menos de 60 anos.

Tipo sanguíneo e o risco de AVC precoce A análise apontou que pessoas que tiveram AVC precoce eram mais propensas a ter o tipo sanguíneo A e menos propensas a ter o tipo sanguíneo O (o tipo sanguíneo mais comum) em comparação com pessoas com AVC tardio e pessoas que nunca tiveram um AVC. O risco do tipo sanguíneo A era 16% maior do que pessoas com outros tipos sanguíneos. Enquanto isso, aqueles que tinham sangue tipo O tiveram um risco 12% menor de ter um derrame do que pessoas com outros tipos sanguíneos. Apesar dos resultados, os pesquisadores enfatizaram que o risco aumentado foi muito modesto e que aqueles com sangue tipo A não devem se preocupar em ter um AVC de início precoce ou se envolver em exames extras com base nessa descoberta.

“Ainda não sabemos por que o tipo sanguíneo A confere um risco maior, mas provavelmente tem algo a ver com fatores de coagulação do sangue, como plaquetas e células que revestem os vasos sanguíneos, bem como outras proteínas circulantes, que desempenham um papel importante no desenvolvimento de coágulos sanguíneos”, disse o professor de neurologia e co-investigador principal do estudo Steven J. Kittner.

Estudos anteriores sugerem que aqueles com um tipo sanguíneo A têm um risco ligeiramente maior de desenvolver coágulos sanguíneos nas pernas, conhecidos como trombose venosa profunda. “Claramente precisamos de mais estudos de acompanhamento para esclarecer os mecanismos do aumento do risco de acidente vascular cerebral”, acrescentou.

Catraca Livre