É essencial consumir alimentos ricos em vitamina B12 com regularidade. Por quê? Porque desempenha um papel fundamental na saúde dos nervos, do cérebro e no metabolismo energético. Além disso, é necessário para o desenvolvimento dos nervos, a síntese de DNA e a formação de glóbulos vermelhos, como explica Samantha Turner, uma dietista citada no BestLife.
A deficiência de vitamina B12 afeta muitas pessoas, especialmente adultos mais velhos, vegetarianos e veganos. As consequências dessa deficiência podem ser desconfortáveis e incluem:
Fadiga: Baixos níveis de B12 podem diminuir a produção de glóbulos vermelhos, dificultando o fornecimento de oxigênio às células do corpo, o que pode causar fadiga, conforme explica Leann Poston, médica. Problemas de fertilidade: A deficiência de vitamina B12 foi associada à infertilidade, pois a vitamina melhora o número de óvulos saudáveis e a qualidade dos embriões, diz Qianzhi Jiang, dietista.
Dormência, formigamento e efeitos neurológicos: A falta de vitamina B12 pode afetar a transmissão de mensagens pelos nervos, resultando em dormência, formigamento e outros sintomas neurológicos, como irritabilidade e marcha anormal, afirma Leann Poston. Qianzhi Jiang também menciona a possível perda do olfato e reflexos neurológicos prejudicados.
Os rins desempenham um papel fundamental na filtragem de resíduos e toxinas do sangue, além de regular os níveis de líquidos e eletrólitos. No entanto, certos hábitos cotidianos podem sobrecarregar e prejudicar a função renal, potencialmente levando a problemas de saúde graves.
Hábitos que prejudicam os rins
Consumo excessivo de sal e açúcar
Uma dieta rica em sal e açúcar pode sobrecarregar os rins, aumentando a pressão arterial e o risco de desenvolver doenças renais.
O consumo excessivo de sal pode levar à retenção de líquidos e hipertensão, enquanto o consumo excessivo de açúcar pode aumentar o risco de diabetes, uma das principais causas de doença renal crônica.
Baixa ingestão de água A desidratação crônica pode prejudicar a função renal, reduzindo a capacidade dos rins de filtrar resíduos e toxinas do sangue.
A água é essencial para manter os rins saudáveis, pois ajuda a diluir as substâncias nocivas e facilita sua eliminação do corpo. Portanto, é importante garantir uma ingestão adequada de líquidos ao longo do dia.
Consumo excessivo de álcool O consumo excessivo de álcool pode ser prejudicial aos rins, pois pode causar desidratação, pressão arterial elevada e danos aos tecidos renais.
O álcool também pode interferir na capacidade dos rins de filtrar o sangue e eliminar toxinas, aumentando o risco de doença renal crônica.
Fumar O tabagismo é um fator de risco conhecido para doenças renais, pois pode causar danos aos vasos sanguíneos e reduzir o fluxo sanguíneo para os rins.
Além disso, os produtos químicos presentes no cigarro podem danificar os tecidos renais e aumentar o risco de desenvolver doenças renais crônicas, como a nefropatia diabética.
Não urinar quando necessário Segurar a urina por períodos prolongados pode aumentar a pressão nos rins e na bexiga, potencialmente levando a infecções do trato urinário e danos aos órgãos.
Urinar regularmente ajuda a eliminar resíduos e toxinas do corpo, promovendo a saúde renal e prevenindo problemas urinários.
Uso excessivo de medicamentos sem prescrição O uso indiscriminado de medicamentos, especialmente analgésicos e anti-inflamatórios, pode ser prejudicial aos rins.
Esses medicamentos podem causar danos aos tecidos renais e aumentar o risco de insuficiência renal aguda ou crônica.
É importante seguir as instruções do médico e evitar o uso excessivo de medicamentos sem prescrição.
Quais os principais problemas que afetam os rins? Insuficiência renal aguda: Também conhecida como lesão renal aguda, ocorre quando os rins param de funcionar repentinamente devido a uma lesão, infecção, obstrução ou redução súbita no fluxo sanguíneo para os rins.
Insuficiência renal crônica: é uma condição progressiva na qual os rins perdem gradualmente a capacidade de funcionar adequadamente ao longo do tempo. Pode ser causada por condições como diabetes, hipertensão arterial, glomerulonefrite, doença renal policística, entre outras.
Pedras nos rins: são formações sólidas que se desenvolvem nos rins a partir de cristais presentes na urina. Podem causar dor intensa, sangue na urina, dificuldade em urinar e infecções do trato urinário.
Infecções do trato urinário (ITU): são causadas por bactérias que infectam o trato urinário, incluindo os rins, a bexiga, os ureteres e a uretra. Se não tratadas, as ITUs podem levar a complicações nos rins, como pielonefrite.
Doença renal policística: é uma condição hereditária na qual cistos cheios de líquido se formam nos rins, interferindo em sua função normal ao longo do tempo. Pode levar à insuficiência renal crônica e necessitar de tratamento para gerenciar os sintomas e complicações.
O mês de abril é dedicado a conscientizar profissionais sobre a importância da segurança do paciente em ambientes hospitalares. Em comemoração ao Abril Laranja, o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa (NMDER) organizou um evento nesta quarta-feira (17) para intensificar as discussões sobre práticas de segurança do paciente.
Com o tema “Comunicação e Trabalho em Equipe”, o evento visou incentivar os profissionais de saúde a trocar experiências e compartilhar práticas eficazes dentro da instituição. A programação incluiu músicas, brincadeiras e sorteios para enfatizar a importância de atender aos pacientes com carinho e dedicação.
“Este é o mês em que realizamos a campanha pela segurança do paciente e celebramos o Programa Nacional de Segurança do Paciente no Brasil. Nosso objetivo é conscientizar e mobilizar todos os colaboradores sobre práticas seguras para a segurança do paciente. Trabalhar com segurança do paciente é um esforço contínuo, e, ao priorizarmos essas práticas, podemos ver melhorias na qualidade da assistência de uma maneira geral”, afirmou Cilene Crizóstomo, coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente.
Durante a ação, as seis metas internacionais de segurança do paciente foram abordadas: Identificação Correta do Paciente, Comunicação Assertiva, Melhoria da Segurança dos Medicamentos, Cirurgia Segura, Redução do Risco de Infecções Associadas aos Cuidados e Redução do Risco de Danos aos Pacientes Resultantes de Lesões por Pressão e Quedas.
A auxiliar de farmácia, Joana Dar´c do Nascimento, considerou o evento essencial para aprimorar os processos em seu setor. “Achei a palestra de hoje muito interessante e dinâmica. Um dos temas abordados foi a comunicação assertiva, que é crucial para nós na farmácia, pois trabalhamos como uma equipe e precisamos manter uma boa comunicação para o nosso trabalho ser efetivo", comentou.
As consequências do estresse vivido na meia-idade podem ser mais significativas do que muitos imaginam, com potenciais implicações no desenvolvimento de Alzheimer e outras demências mais tarde na vida.
No Brasil, um país já reconhecido por seus altos níveis de estresse, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse estudo ressoa com uma urgência.
O que leva alguém a ter Alzheimer? Um estudo recente, divulgado na renomada revista científica Annals of Neurology, aponta para uma correlação preocupante entre eventos estressantes significativos nesse período da vida e o aumento no risco de condições neurológicas, como o Alzheimer.
A pesquisa, realizada em Barcelona, contou com a participação de mais de mil indivíduos. Eles foram avaliados tanto a quantidade quanto o impacto de eventos estressantes vividos, além de testes para identificação de biomarcadores ligados ao Alzheimer. Então, como o estresse afeta a saúde mental? A pesquisa busca entender como determinados eventos, como crises financeiras, desemprego, luto e separações, podem contribuir para o desenvolvimento futuro de desordens como o Alzheimer, dada a presença de neuroinflamação e acúmulo de proteínas betamiloide no cérebro, fatores chave no avanço de tais doenças.
Apesar da hipótese inicial dos pesquisadores não ser plenamente confirmada – a relação direta entre estresse generalizado e neuroinflamação –, o estudo revelou que o acúmulo de eventos estressantes na meia-idade é particularmente nocivo, potencializando o risco de declínio cognitivo e demências.
A análise revelou que tanto na meia-idade quanto na infância há susceptibilidade ao impacto negativo do estresse no risco de doenças neurológicas futuras.
Mulheres e pessoas com histórico de doenças neurológicas se mostraram mais vulneráveis, acentuando a importância do gerenciamento de estresse.
O que mais devemos fazer para evitar o Alzheimer? Segundo os especialistas, atenção à saúde mental e um estilo de vida que reduza o estresse são estratégias vitais na prevenção de demências.
Atividades físicas, suporte social, práticas de meditação e atenção plena, além de terapias e medicação também podem ajudar na prevenção.
O estudo enfatiza a busca por um equilíbrio que possibilite a redução de riscos associados à depressão e estresse crônico, fatores que, somados, potencializam significativamente o risco de desenvolvimento de Alzheimer e outras demências.
Afinal, qual é o exame que detecta o Alzheimer? O exame mais comum para detectar o Alzheimer é a avaliação clínica realizada por um médico especializado. Ela inclui histórico médico completo, exame físico, testes cognitivos e neurológicos.
Além disso, exames de imagem, como tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM), podem servir para detectar mudanças no cérebro associadas à doença.
Atualmente, exames de sangue e testes de biomarcadores também estão sendo desenvolvidos para auxiliar no diagnóstico precoce do Alzheimer.