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Um novo estudo desenvolvido por pesquisadores da Aids em Hong Kong, realizado em camundongos, indicou a cura funcional para o HIV, vírus que causa a doença, que pode levar à criação de um novo anticorpo para ser utilizado tanto na prevenção quanto no tratamento da Aids.

As descobertas, publicadas na revista Journal of Clinical Investigation, são divulgadas enquanto a China enfrenta uma crescente epidemia entre grupos de risco, como garotos de programa e homens homossexuais.

O hub de dados da Aids apoiado pela ONU afirma que cerca de 850 mil pessoas na China estão infectadas com o HIV, que compromete o sistema imunológico e torna as pessoas mais vulneráveis a infecções e doenças.

Uma equipe liderada pelo professor Chen Zhiwei no Instituto de Aids da Universidade de Hong Kong explica que a descoberta, testada apenas em camundongos, mostra que o novo anticorpo pode ajudar a controlar o vírus e eliminar células infectadas.

O anticorpo poderia tratar todas os tipos do HIV pela primeira vez, disse Chen, já que não há vacinas contra os diferentes tipos do vírus causador da Aids.

"O nosso recém-descoberto anticorpo biespecífico funciona para todos os tipos, então é uma grande diferença", afirmou Chen à Reuters.

Chen e sua equipe dizem que buscam usar o anticorpo em testes clínicos entre os próximos três a cinco anos.

 

Reuters

Tudo a nossa volta está repleto de bactérias. A maioria é benéfica. Mas os germes capazes de causar doenças, como intoxicação alimentar, gripes e resfriados, podem entrar facilmente em contato com o organismo caso não haja cuidados. A higiene dos celulares e tablets é fundamental.

As bactérias causadoras de doenças entram no organismo de várias formas. “Elas tendem a fazer isso agarrando-se a suas mãos e, em seguida, movendo-se para os alimentos que você coloca na boca. No entanto, elas também podem ter acesso ao seu sistema quando você toca as orelhas, narinas ou fraturas na pele, como cortes e arranhões. O telefone é um veículo importante na transmissão de organismos infecciosos”, disse Philip Tierno, professor da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, à revista Time. “E não adianta nada lavar bem as mãos com água e sabão se antes de chegar à mesa a pessoa toca no celular repleto de germes.”

Higienização do celular

A frequência com que os smartphones e tablets devem ser higienizados depende da forma como os indivíduos lidam com os dispositivos no cotidiano. Pessoas que costumam utilizar o telefone no transporte público ou durante as refeições precisam limpá-lo diariamente, ao menos duas vezes.

Quem não costuma usar telefones e tablets em lugares com maior incidência de germes ou evita utilizá-los durante as refeições não precisa ser tão diligente com a higienização, embora isso seja recomendado ao menos uma vez ao dia para prevenir a contaminação.

Além disso, as capinhas de borracha, muito populares como ferramenta para proteger o celular contra quedas, acumulam ainda mais bactérias do que as partes de metal, vidro ou plástico. As laterais da capa e do telefone também tendem a reunir mais germes do que as superfícies lisas.

Prevenindo danos

Mesmo sabendo que o celular acumula bactérias, muitas pessoas preferem não limpá-lo com medo de danificar o produto. Para evitar os eventuais danos que possam ser causados pela limpeza, muitos fabricantes recomendam desligar o dispositivo antes de limpá-lo e evitar a entrada de líquidos na porta de carregamento ou em outras aberturas.

O ideal é borrifar desinfetante em um pano limpo ou em toalha de papel. Passe-o sobre o celular, não esquecendo de cada cantinho do aparelho. Nunca pulverize o produto diretamente no dispositivo.

 

veja

A Secretaria de Estado da Saúde notificou 94 casos de influenza H1N1, sendo que 10 evoluíram para óbito. Os dados foram apresentados hoje (14), pela Diretoria de Vigilância e Atenção à Saúde.


Os casos de Influenza H1N1 estão inseridos no perfil epidemiológico da síndrome respiratória aguda grave (Srag), que totalizaram 370 casos notificados, sendo:
- 94 casos confirmados com Influenza H1N1


- 2 por adenovírus;
- 17 por metapneumovírus;
- 2 por parainfluenza 1;
- 87 não especificada;
- 146 em investigação.
Os dados são do SINAN Influenza Web. A Secretaria de Estado da Saúde já disponibilizou 20.500 unidades de Tamiflu para rede pública estadual e municipal para a assistência aos pacientes da síndrome respiratória aguda grave.

 

Imunização

Até agora, cerca de 579 mil piauienses foram imunizados contra influenza, representando 83,88 % da população alvo da campanha.

A campanha foi prorrogada até 22 de junho, porque como explica o superintendente de Atenção Integral à Saúde, Herlon Guimarães, essa prorrogação determinada pelo Ministério da Saúde é para os municípios que não atingiram a meta de 90% do público vacinal imunizado. “É de extrema importância que as pessoas dos grupos prioritários procurem os seus municípios para a imunização”, explica. No Piauí, 13 municípios estão com cobertura vacinal abaixo de 60%.

O Ministério da Saúde enviou ao Piauí todas as 816 mil doses da vacina previstas para o Estado, que já foram redistribuídas integralmente aos municípios.

A meta é vacinar 808 mil piauienses prioritariamente dos grupos:
- indivíduos com 60 anos ou mais de idade;
- crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias);
- gestantes e puérperas;
- trabalhadores da saúde;
- povos indígenas;
- grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;
- professores das escolas públicas e privadas;
- adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
- população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

 

Sesapi

Atualmente, 1,6% da população brasileira é doadora de sangue, informa o Ministério da Saúde em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (14). O parâmetro é considerado aceitável pela pasta, mas há espaço para melhora do indicador: segundo a Organização Mundial de Saúde, o ideal é que 3% da população seja doadora.

O governo aproveitou o dia 14 de junho, em que é lembrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, para lançar campanha de doação de sangue. A campanha tem o slogan "Doe Sangue regularmente. Tem sempre alguém precisando de você".

A campanha tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre a importância da doação. No Brasil, lembra o Ministério da Saúde, 100% das doações são voluntárias.

"Em muitos casos, o sangue é insubstituível. Ou se tem sangue ou não se consegue fazer o atendimento", diz Flávio Vormittag, coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, 60% dos doadores são homens. A população mais jovem também é a que mais doa: jovens de 18 a 29 anos representam 42% das doações.

Como doar sangue

1 - Levar documento de identidade

2 - Estar bem de sáude

3 - Ter entre 16 e 69 anos

4 - Pesar mais de 50 kg

5 - Não estar em jejum

6 - Evitar alimentos gordurosos três horas antes da doação

7 - Não ingerir álcool nas últimas 12 horas

Fonte: Ministério da Saúde

A pasta lembra que a doação de sangue é segura e o doador responde a um questionário no hemocentro sobre suas condições de saúde.

"Não existe a possibilidade de o doador ter complicações mais graves. É possível que ocorra somente um pequeno mal-estar, que desaparece com a ingestão de água ou suco", continua Vormittag.

 

G1