O Concurso Memorial Covid-19 Fiocruz anunciou o projeto vencedor do espaço que vai homenagear as vítimas dos efeitos da pandemia. Reconhecida em 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia foi oficialmente encerrada em 5 de maio de 2023. Durante esse período, foram registrados mais de 765 milhões de casos e quase 7 milhões de mortes em todo o mundo.

A competição, organizada em conjunto com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), escolheu a proposta de uma equipe paulista, formada por Paulo José Tripoloni, Pablo Mora Peludo, Gabriel Costa Dantas e Fernanda Macedo Haddad. O júri considerou o trabalho apresentado por unir circulação e contemplação, além de demonstrar sensibilidade e entendimento sobre o memorial e o sofrimento a que ele remete. Também foi destacado como o projeto reforça o papel da ciência e como narra de forma poética as fases do evento pandêmico.

Na segunda colocação, ficou a equipe composta por Gabriela Giraldez Barros, Guilherme Albamonte Mejias, Pedro Augusto Galbiati Silva Giachini, Danielle Mascaro Pioli e Norma Mejias Quinteiro. 

O júri concedeu ainda cinco menções honrosas, entregues às equipes lideradas pelos seguintes responsáveis técnicos: Eron Costin (PR), Antonio Roberto Zanolla (SP), Maria Cristina Motta Oliverio (SP), Matheus Augusto de Oliveira e Carvalho (DF) e Duarte Vaz Guedes e Silva (RJ).

“As propostas oferecidas responderam bem ao edital e seguramente tanto a Fiocruz quanto o IAB-RJ estarão oferecendo à sociedade um espaço de memória”, disse Marcela Abla, presidente do Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ).

Projeto vencedor

O espaço projetado pela equipe vencedora pretende oferecer reflexão e transformação para aqueles que o visitarem.  Dos momentos vividos durante a pandemia, foram destacados: angústias, preocupações, isolamento, mudanças, esperança de superação e o conceito de continuidade da vida.

A proposta prevê uma praça protegida na área próxima à Avenida Brasil e à entrada principal do compus sede da Fiocruz. A ideia é que os olhares dos que circularem pelo memorial sejam direcionados para a natureza existente.

“Fomos inspirados a criar empenas que, servindo de proteção acústica e visual, também preservam um espaço de acolhimento da alma. Este é um isolamento às avessas da pandemia. Um local de paz, verdade e ao som dos pássaros que nele habitam”, explicam os autores na proposta enviada.

Segundo os autores, as empenas brancas que envolvem o conjunto são como lenços que enxugam as lágrimas. A água que cai como lágrimas flui em direção aos lagos, simbolizando a transformação e o renascimento. Ao percorrer o memorial, os visitantes são guiados à contemplação e incentivados a continuar através da interação lúdica com os espaços naturais.

Agência Brasil

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) realiza nos próximos dias 05 e 06 de junho, o I Fórum Piauiense da Atenção Primária a Saúde. O evento tem como objetivo proporcionar um espaço de discussão e reflexão sobre experiências, desafios e qualificação dos processos de trabalho na atenção primária à saúde dos municípios piauienses, potencializando resultados efetivos no território e melhorando o atendimento ofertado pela atenção primária.

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Dentro das discussões do fórum será dado ênfase aos programas que funcionam na atenção primária como o eMULTI, Incentivo a Atividade Física, Academia de Saúde, Saúde Bucal, EMAD e Saúde digital e será direcionado aos coordenadores das regionais de saúde do estado, profissionais que atuam nos programas da atenção primária e coordenadores da atenção primária.

Bhassia Barroso, gerente de atenção primária a saúde da Sesapi, destaca a importância do momento para a evolução dos serviços da atenção primária dos municípios piauienses.

“Visamos a melhoria do atendimento da nossa população, bem como a qualificação dos profissionais que atuam nas unidades básicas de saúde. Pedimos que todos os profissionais e coordenadores da atenção primária se inscrevam no link do evento para que a atenção primária do Piauí melhore cada vez mais”, destaca a gerente.

As inscrições podem ser feitas através do link.

A Superintendente de Atenção Primária a Saúde e Municípios da Sesapi, Leila Santos, fala que as discussões que acontecerão dentro da programação do evento permitirão qualificar cada vez mais os serviços ofertados a população dentro da atenção primária.

“A qualificação dos nossos profissionais, participando dessas discussões, observando experiências exitosas e debatendo sobre ações e métodos para melhorar o serviços já ofertados, traz mais resolutividade para os serviços e mais qualidade para a população”, fala a superintendente.

Sesapi

Com aplicativos e smartwatches, monitorar a contagem de passos durante a atividade física se tornou muito mais fácil. Mas será que contabilizar o número de passos é melhor mesmo do que apenas calcular os minutos realizados de exercício físico? Um estudo publicado na segunda-feira (20) pela revista Jama Internal Medicine mostra que, na verdade, as duas opções são igualmente benéficas para a saúde.

Tanto o acompanhamento de passos quanto o cálculo de minutos estão associados a menores riscos de doenças cardiovasculares, como também de morte precoce, segundo a pesquisa. O estudo foi realizado por pesquisadores do Brigham and Women 's Hospital (BWH), em Massachusetts, Estados Unidos, e de outras instituições americanas.

"Com mais pessoas usando smartwatches para medir seus passos e a saúde geral, vimos a importância de determinar como as medições baseadas em passos se comparam aos objetivos baseados no tempo em sua associação com os resultados de saúde", diz o principal autor do estudo, Rikuta Hamaya, pesquisador da Divisão de Medicina Preventiva do BWH, em comunicado.

Para investigar o assunto, a equipe coletou dados de 14.399 mulheres que participaram do "Estudo de Saúde da Mulher" e que eram livres de doenças cardiovasculares e câncer. Entre 2011 e 2015, participantes com 62 anos de idade ou mais usaram dispositivos por sete dias consecutivos para registrar seus níveis de exercício físico, removendo o aparelho apenas para dormir ou para realizar atividades na água.

Durante esse período de pesquisa, questionários anuais foram respondidos pelas participantes e avaliados para verificar resultados — em particular, se alguém morreu por qualquer causa ou por doenças cardiovasculares. Em seguida, as mulheres foram acompanhadas pelos pesquisadores até o final de 2022.

Foi descoberto que, enquanto as participantes usavam os dispositivos, elas fizeram semanalmente em média 62 minutos (1 hora e 2 minutos) de atividade física moderada a intensa e percorriam em média 5.183 passos por dia. Durante o acompanhamento, que durou cerca de nove anos, aproximadamente 9% das integrantes faleceram e cerca de 4% desenvolveram doenças cardiovasculares.

Os mais altos níveis de atividade física — sejam esses avaliados pela contagem de passos ou pelo tempo — foram associados a um menor risco de morte ou de doenças cardiovasculares. O quarto fisicamente mais ativo das participantes teve reduções de risco de 30% a 40% em comparação com o quarto menos ativo.

Embora a medição de tempo e passos sejam úteis para retratar o estado de saúde, Hamaya explicou que cada uma tem suas vantagens e desvantagens. “Para alguns, especialmente para os mais jovens, o exercício pode envolver atividades como tênis, futebol, caminhada ou corrida, que podem ser facilmente monitoradas com passos", ele diz. "No entanto, para outros, pode consistir em passeios de bicicleta ou natação, onde o monitoramento da duração do exercício [por minutos] é mais simples”.

A equipe observa algumas fraquezas em seu estudo, incluindo o fato de que a maioria das participantes era branca e tinha um elevado nível socioeconômico. Além disso, a pesquisa foi observacional, o que significa que as relações causais não podem ser comprovadas.

No futuro, Hamaya pretende coletar mais dados por meio de um ensaio clínico randomizado para entender melhor a relação entre saúde e o acompanhamento de exercício por passos ou tempo.

Revista Galileu

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) começou neste domingo (19) o primeiro mutirão de 2024 na região do Vale do Guaribas. A expectativa é que sejam realizadas 2.751 cirurgias até dia 28 deste mês.

catarata

As cirurgias e consultas de retorno serão realizadas no Hospital Regional Justino Luz, em Picos. Os procedimentos vão beneficiar pacientes de 26 cidades da região.

Para a diretora do Hospital Regional Justino Luz, Ana Lígia Passos, só no primeiro dia de cirurgia foram realizados 200 procedimentos.

“A população da região vai passar a ter mais qualidade de vida depois da cirurgia, enxergando melhor e sem precisar sair da cidade onde mora”, afirma.

O superintendente de Média e Alta Complexidade da Sesapi, Dirceu Campelo, esclarece que todas as regiões do estado devem ser beneficiadas com as cirurgias.

“Temos uma equipe competente de profissionais participando dos mutirões e que vai melhorar a qualidade de vida da população idosa do Piauí”, diz.

Sesapi