Certamente você tem ou pelo menos já teve inchaço corporal alguma vez. Então sabe o tanto que ele incomoda, as roupas ficam mais apertadas, pernas e pés pesados, abdome distendido. Mas já se perguntou por que isso acontece? Será que tem alguma relação com o que você vem comendo?
Essa retenção de líquidos corporais pode ter causas diversas, desde alterações hormonais, sobrepeso, intoxicação por metais tóxicos, intoxicação por parasitas, até mesmo o consumo de algumas bebidas e também de alguns alimentos.
Veja abaixo, alguns alimentos que devem ser evitados e outros que ajudam a diminuir o inchaço corporal:
Alimentos que devem ser evitados
Bebidas gaseificadas: elas possuem pH muito ácido.
Bebidas enlatadas ou em caixinhas: contêm excesso de conservantes.
Alimentos com excesso de sal refinado (sódio): embutidos, biscoitos, temperos prontos, sopa/macarrão instantâneo, molho pronto.
Alimentos com corantes artificiais: balas, gelatinas e refrigerantes.
Além de evitar esses "vilões", existem outras bebidas e alimentos que podem te ajudar a diminuir o inchaço corporal:
Alimentos que diminuem o inchaço
Água de coco
Chá de cavalinha
Chá de hibisco
Chá verde
Chá de quebra-pedra
Pepino
Agrião
Salsão
Melão
Melancia
A nutricionista Letícia Fontes lembra que é preciso consumir no mínimo dois litros de água diariamente para um bom funcionamento dos rins, sistema circulatório e linfático. A ingestão de água também é um grande auxílio no processo de eliminação de toxinas. Além da alimentação, a prática de exercícios físicos também é essencial para reduzir o inchaço e melhorar a circulação. Se você sofre com muita retenção, não esqueça de procurar um especialista para te ajudar a resolver o problema.
A Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado (DIVISA) realizou na manhã de hoje (11), a sua primeira reunião de 2019, com profissionais do órgão, para fazer o planejamento de monitoramento dos estabelecimentos de saúde.
As inspeções iniciam na próxima segunda-feira (15) nos hospitais prioritários de Teresina. São considerados hospitais prioritários aqueles serviços que possuem leitos de UTI ou prestes a abrir, como o Hospital da Polícia Militar. “Vamos começar pelo Hospital Natan Portella e o Hospital da Militar Dirceu Arcoverde. A partir daí, daremos continuidade, de acordo com a programação já definida pela DIVISA”, destacou a diretora, Tatiana Chaves.
A novidade para as inspeções deste ano, é que a DIVISA vai utilizar uma nova metodologia, já aplicada nos serviços de hemodiálise, com maior valorização nos processo de trabalho, que resultou em avanços na melhoria dos serviços, e consequentemente na qualidade da assistência prestada desses estabelecimentos.
Outra vantagem da metodologia foi aproximação dos gestores, que passaram a receber e discutir os relatórios junto a DIVISA, reafirmando o compromisso de garantir mais qualidade dentro serviço.
Na reunião, além da discussão técnica da metodologia a ser aplicada pelos fiscais da vigilância sanitária nos estabelecimentos de saúde, houve ainda o planejamento das inspeções, apresentação dos modelos de relatórios e de monitoramento dos serviços que deverão ser utilizados
Uma alimentação saudável e atividade física são fundamentais para conseguir perder e manter o peso. Mas para quem está com sobrepeso ou obeso, o que ajuda mais: dieta ou exercício? É possível falar de um percentual de combinação indicado para o emagrecimento, como 70% de dieta e 30% de atividade física?
Em entrevista ao Saúde Brasil, a endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Maria Edna de Melo, esclarece que não existe composição mágica para indicar o balanço ideal entre exercício e alimentação. “É preciso avaliar o paciente de uma forma muito individual, pois as pessoas respondem de forma diversa, tanto às restrições alimentares quanto à prática de atividade física”, explica Maria Edna. “Quem está com excesso de peso precisa entender que a perda de peso envolve gordura e massa muscular. Daí a importância da combinação de exercícios aeróbicos e resistidos, que é para manter a massa muscular o máximo possível e garantir um emagrecimento muito mais saudável”.
Caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal, a obesidade é um dos maiores problemas de saúde atualmente e está cada vez mais presente na sociedade, já sendo considerada uma epidemia. No Brasil, uma em cada cinco pessoas são obesas e mais da metade da população das capitais brasileiras (54%) está com excesso de peso, informa a pesquisa Vigitel 2017. A importância da alimentação Alimentação saudável e atividade física compõem os dois pilares para o emagrecimento. De acordo com a endocrinologista Maria Edna, a alimentação é o principal pilar para promover o balanço energético e levar à perda de peso.
“A alimentação não é o ponto exclusivo do tratamento da obesidade, mas é o principal componente na mudança de estilo de vida. Já a atividade física é considerada o segundo pilar, porque é muito mais fácil gerar um déficit calórico por meio da alimentação do que através de exercícios”, observa. A importância da atividade física.
A importância da atividade física na perda de peso vai muito além da queima de calorias, pois repercute na saúde de forma global. Promove melhora na condição física e no funcionamento biológico, reduz o estresse, melhora o humor e diminui o risco de doenças cardiovasculares.
“Se existe uma pílula mágica para a saúde, ela se chama atividade física. Mas como ela não vem em pílula, deve ser buscada dia após dia, deve ser feita com regularidade”, destaca a endocrinologista.
Dessa forma, a atividade física deve ser sempre recomendada, especialmente para indivíduos obesos. “A recomendação geral é praticar atividade física aeróbica e resistida, ou seja, bicicleta, corrida ou natação, associada a algum exercício de musculação ou algum exercício funcional. Mas sempre com muito cuidado para que não ocorra nenhuma lesão, porque senão a pessoa vai ficar muito tempo parada”.
A professora Érwelley Andrade chegou aos 110 kg, aos 25 anos. Foi quando decidiu mudar definitivamente seu estilo de vida. Hoje, aos 36 anos, depois de perder quase 50 kg e escrever o livro “Vencendo a obesidade”, conta como a alimentação e a atividade física a ajudaram a perder peso de forma consciente e duradoura.
“Na minha reeducação alimentar, eu não tirei comida de verdade. Foram muitas trocas de grãos brancos refinados por integrais, que me trouxe mais satisfação e uma saúde melhor. Como eu não estava passando fome, percebi que conseguia levar isso adiante. No início, como não conseguia andar muito, comecei com 20 ou 30 minutos vagarosamente, no calçadão mesmo. Com três meses de boa alimentação e exercícios já tinha eliminado 20 kg”, conta.
Ao perceber que o corpo estava ficando flácido, Érwerlley decidiu entrar na musculação e se apaixonou pela atividade física. “Na academia, comecei devagar, com 20 minutos na esteira. Tentava bicicleta, mas sentia dores no joelho e nas pernas por conta do excesso de peso. Mas eu insisti. Em um ano, já tinha eliminado quase 50 kg. Já conseguindo fazer mais exercícios, com a elasticidade da pele voltando para o lugar, veio o aumento da autoestima. Acho que levei um ano e meio para me adaptar de verdade. Hoje eu tenho a necessidade de me exercitar”.
A candidíase é mais comum no verão, de acordo com o ginecologista Eduardo Cordioli, da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp).
Ele explica que a infecção pelo fungo candida, originário do próprio corpo humano, sendo presente no intestino, ocorre quando há uma queda da imunidade, favorecida pelo calor e umidade.
"A candidíase se manifesta pelo calor, então dificilmente uma mulher que mora no Alasca terá essa infecção. Já mulheres que vivem em cidades litorâneas têm as chances aumentadas, tanto pelo calor, como pela umidade do ambiente", afirma Cordioli.
O ginecologista afirma que, geralmente, a candidíase se manifesta em orifícios quentes e escuros, como a boca e vagina, ou no meio dos dedos. Com a imunidade baixa, esse fungo se prolifera e, assim, aparece em tais locais do corpo.
Entre os sintomas da candidíase vaginal, estão a coceira, ardor ao urinar e um corrimento branco espesso, parecendo queijo coalhado e sem cheiro. O médico afirma que o autodiagnóstico é difícil, e os sinais podem ser confundidos com outros problemas, como uma vaginose bacteriana, clamídia ou gonorreia, sendo sempre recomendada a avaliação de um ginecologista.
Nos homens, a infecção também é possível, mas rara. "Por ter o órgão mais exposto, o órgão não carrega a candida, mas, em relações sexuais deprotegidas, ele pode contraí-la", afirma. Nesses casos, a infecção faz com que os afetados sintam coceira na região da virilha e nos sacos escrotais.
Cordioli afirma que em 99,9% dos casos a candidíase não é contraída por meio do contato sexual. "Na maioria das vezes, a infecção aparece porque os hábitos propiciaram seu aparecimento", explica.
Por terem a imunidade mais baixa, pessoas portadoras de HIV, doentes crônicos, idosos, crianças pequenas e pacientes que fazem tratamentos quimioterápicos teriam um risco aumentado de desenvolver a infecção, necessitabndo de maior atenção e cuidados, segundo o médico.
Além do calor e da humidade, o uso de roupas apertadas, calcinhas de lycra (elastano) ou náilon, uso prolongado de roupas molhadas, como o biquíni, e dietas ricas em açúcares de rápida absorção, que aumentam a proliferação do fungo, tornam as chances do aparecimento da candidíase maiores.
Ele afirma ainda o uso de absorventes internos, coletor menstrual e calcinhas absorventes, por tamparem o orifício e deixarem o órgão exposto à umidade por muito tempo, aumentam as chances do aparecimento da candida.
O médico explica que, durante o período menstrual, por haver uma mudança no pH vaginal, que se torna mais ácido, os sintomas se afloram e favorecem o aparecimento da candida. O uso de sabonentes íntimos, por também alterar o pH vaginal, piora a candidíase.
Por ser um fungo natural do próprio corpo, a infecção pode acontecer mais de uma vez. O ginecologista afirma que, quando muito recorrente, aparecendo mais de uma vez por ano, a mulher deve passar por um especialista para receber um tratamento especializado, podendo ser prescrito um creme antifúngico ou tratamento por via oral, precisando tomar um comprimido uma vez por mês durante seis meses. Além disso, ela deve mudar os hábitos.
Durante o tratamento, é importante também que a mulher não faça ingestão de bebidas alcoólicas e não tenha relações sexuais.
Cordioli afirma que, quando os sintomas ultrapassam cinco dias e geram grande incômodo, é recomendado que a paciente procure um médico para receber a avaliação, diagnóstico e tratamento adequados. O médico ressalta que é importante que a mulher não se automedique, pois pode usar medicamentos não eficazes para o problema ou medicamentos errados.
Embora a candidíase também possa ser transmitida pela água das piscinas, o médico afirma que, se a mulher se secar bem, aquele contato com o fungo não evolui para uma infecção. Ele explica que a doença pode ser transmitida por meio de tolhas mal lavadas.
Entre as dicas que o médico dá para evitar o aparecimento do problema estão usar roupas leves e frescas, trocar a calcinha duas vezes por dia, de maneira a evitar o contato constante com a umidade provocada pelo suor, levar dois biquínis para a praia, para também evitar ficar com o biquíni molhado o tempo inteiro, e ter uma dieta pobre em açúcares.